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#Condena

Un tribunal de Génova ha condenado a 32 responsables por el derrumbe del puente Morandi en 2018, resultando en 43 muertes, destacando Giovanni Castellucci, ex CEO de Autostrade per l'Italia, con una pena de 12 años de prisión. #PuenteMorandi #Condena #Génova

Condenados 32 responsables del puente de Génova por su derrumbe mortal en agosto del año 2018

Estados Unidos ha decidido limitar la duración de los visados para estudiantes extranjeros y periodistas, ajustándolos a la duración de sus programas y actividades, lo que implica condiciones más estrictas y un acortamiento del tiempo para abandonar el país tras la finalización de estudios, medida que ha sido condenada por el Comité para la Protección de los Periodistas. #VisadosEEUU #EstudiantesExtranjeros #LibertadDePrensa

EEUU reduce la duración de los visados de los estudiantes extranjeros y periodistas

La Audiencia Provincial de Ourense ha condenado a un colegio a indemnizar con 12.000 euros a una alumna que sufrió acoso escolar debido a su orientación sexual, tras comprobar que el centro no tomó las medidas adecuadas para detener el hostigamiento que incluía mensajes ofensivos y discriminatorios en un grupo de WhatsApp creado por sus compañeros. #AcosoEscolar #DerechosLGTBI #OrientaciónSexual

Condenado un colegio a indemnizar a una alumna que sufrió acoso por su orientación sexual

Um ex-administrador da Autoestradas de Itália foi condenado a 12 anos de prisão por negligência e homicídio involuntário em relação ao colapso da ponte Morandi, em Génova, que em agosto de 2018 resultou na morte de 43 pessoas, enquanto um total de 57 arguidos teve penas impostas num megaprocesso judicial que durou quase oito anos e envolveu 283 audiências. #PonteMorandi #Génova #Negligência

Gestor condenado a 12 anos por colapso de ponte em Génova

El Tribunal de Justicia de la Unión Europea ha respaldado la ley de amnistía española al considerar que no infringe las normativas europeas, al tiempo que no determina el regreso inmediato de Carles Puigdemont, aunque facilita la labor del Tribunal Constitucional en la resolución de los recursos presentados por los condenados del 'procés'. #Amnistía #TJUE #Cataluña

Las diez claves de la decisión de la justicia europea sobre la amnistía

La Audiencia Provincial de Cáceres ha condenado a 76 años de prisión a los dueños del Gran Circo África por someter a una familia de trabajadores a un régimen de violencia, explotación y agresiones sexuales a sus hijos menores, y les obliga a indemnizar a las víctimas con 180.000 euros. #GranCircoÁfrica #ExplotaciónLaboral #Cáceres

Condenados a 76 años de cárcel los dueños del Gran Circo África por "torturar" y explotar a una familia en Cáceres

Kenichi Takano, de 44 años, ha sido condenado a 16 años de prisión por el asesinato premeditado de Airi Sato, una streamer japonesa de 22 años, a quien apuñaló hasta 55 veces en pleno directo en Tokio, tras una disputa financiera por un préstamo que le había hecho. #AiriSato #Tokio #Crimen

Condenan a 16 años de prisión al asesino de Airi Sato, la 'streamer' que murió apuñalada en pleno directo

Você se lembra de Delúbio Soares? O tesoureiro do Mensalão também quer voltar à cena do crime, como dizia Geraldo Alckmin. Delúbio buscará uma vaga de deputado por Goiás. Ele foi condenado a mais de oito anos de prisão por corrupção no escândalo que marcou a primeira passagem do PT pelo poder. Dizia que o Mensalão viraria piada de salão. Porque o pior escândalo do PT é sempre o próximo. #Mensalão #corrupção #política

Lo dice Guardiola la presidenta del PP extremeño que contrató, a dedo, como chofer a su primo,condenado por violencia de género. La justicia “ igual” para todos. Cínicos, impunes y mentirosos. https://t.co/T1VfK0GIYL #Justicia #Corrupción #Política

¿Y EL DINERO? Muchos ne habies preguntado por qué no se ha condenado a Daviid a la devolución de las percepciones indebidas. Te dejo algunas ideas en este mini-video 🫢👇👇 https://t.co/S5rmeuwr6z #Dinero #Justicia #Devolución

That the government of Portugal has accepted to participate in this disgusting farce of the condemned rapist who presides over the USA is an international shame. (translated)

Fui condenado por um juiz federal dos EUA a pagar 314 milhões de dólares a cidadãos norte-americanos que intentaram uma ação por sequestro, tortura e terrorismo.

EUA condenam Maduro por alegado rapto de americanos
observador.pt

Where did the in dubio pro reo go? What times when reasonable doubts lead you to conviction. (translated)

El rey Carlos III ha concedido un indulto póstumo a Ruth Ellis, la última mujer ejecutada en la horca en Reino Unido, reconociendo las injusticias de su condena en un caso marcado por la violencia de género, aunque el indulto no declare su inocencia en el asesinato de David Blakely. #RuthEllis #Indulto #ViolenciaDeGénero

Ruth Ellis, la última mujer ejecutada en la horca en Reino Unido, recibe el indulto décadas después de su muerte: esta es su historia

Historic! The brother of the president of the Government convicted and the former president of the Badajoz council too! And we all know that without Pedro Sánchez, a whole president of the government, the brother could not have committed a crime. Barbaric in whose hands we are!!! (translated)

E

Marruecos ha liberado al periodista Ali Lmrabet, detenido por supuestos cargos de difamación a su llegada desde España, aunque la investigación sobre sus publicaciones continúa, generando reacciones de sorpresa y alegría por parte de su familia y condenas por parte de organizaciones internacionales. #AliLmrabet #Marruecos #LibertadDePrensa

Marruecos excarcela al periodista Ali Lmrabet, al que detuvo por supuestos cargos de difamación

La Audiencia Provincial de Madrid ha condenado a tres hombres a penas de hasta 12 años de cárcel por formar una banda que robaba violentamente a usuarios de aplicaciones de citas como Grindr, tras alcanzar un acuerdo con la Fiscalía que redujo las penas iniciales de hasta 30 años. #BandaDeGrindr #RobosViolentos #Condena

Condenan a la 'banda de Grindr' a hasta 12 años de cárcel: concertaban citas a través de la aplicación y agredían a sus víctimas

A Nota Sem Rosto Como um exame deixou de ter aluno, e passou a ter apenas respostas Imagine um pai a tentar explicar ao filho, na véspera do exame, uma regra nova: se a resposta certa for escrita na página errada do caderno, vale zero. Não é um exagero pedagógico. É, literalmente, a instrução oficial deste ano. E a razão para essa exigência quase absurda de precisão revela, melhor do que qualquer discurso oficial, o que mudou de facto na forma como Portugal avalia os seus jovens: já não é um professor a ler um exame. É uma máquina a decidir para onde vai cada resposta — e, se a resposta estiver no sítio errado, simplesmente deixa de existir para efeitos de nota. Vale a pena perceber a mecânica com um exemplo simples. Imagine um exame com vinte perguntas, feito por trezentos alunos — seis mil respostas, ao todo. Com sessenta professores disponíveis para corrigir, o modelo antigo distribuiria os alunos: cada professor receberia o exame completo de cinco alunos, do princípio ao fim. O modelo novo faz o oposto: distribui as perguntas. Cada professor fica responsável por uma pergunta específica — a número sete, digamos — e corrige essa mesma pergunta em cem alunos diferentes. No total, corrige as mesmas cem respostas que corrigiria antes; mas nunca vê o exame completo de ninguém. É essa fragmentação, e não a digitalização em si, que está no centro da polémica deste Verão. Nem todas as perguntas passam por este processo, importa dizê-lo. As de escolha múltipla — preencher o círculo certo — são lidas e corrigidas inteiramente pela máquina, sem qualquer professor envolvido, tal como um teste de bolinhas tradicional. Só as perguntas de desenvolvimento, onde o aluno escreve por extenso, é que são digitalizadas e distribuídas aos classificadores humanos. E é justamente aí, nessa distribuição, que apareceram os erros mais graves deste ano: folhas de continuação cortadas a meio, itens de um aluno a aparecerem trocados com os de outro, professores a receberem, sem explicação, perguntas de disciplinas que nunca leccionaram. Há uma boa imagem portuguesa para o que se perde neste modelo: um painel de azulejos. Cada azulejo, sozinho, é só uma mancha de cor sem sentido — um losango azul, um traço branco. É preciso ver o conjunto, a parede inteira, para perceber que ali está um barco, uma cena de caça, uma figura religiosa. O exame de um aluno é isso: um conjunto de respostas que só ganham sentido lidas em conjunto, como percurso de uma pessoa — onde acertou por saber, onde errou por distracção, onde revelou uma lacuna de base. O modelo actual entrega a cada professor um azulejo de cada vez, tirado de painéis diferentes, sem nunca lhe mostrar a parede. Corrige-se o azulejo. Já não se lê o quadro. Especialistas em avaliação educativa há muito que alertam para este tipo de perda: a avaliação fragmentada por item pode ganhar em uniformidade de critério, mas sacrifica quase sempre a capacidade de dar um feedback que ajude o aluno a perceber, verdadeiramente, onde e porque falhou — porque já ninguém, no final da linha, tem uma visão de conjunto para lho explicar. Um director de escola resumiu bem a diferença entre o problema antigo e a solução nova, ao ser confrontado com a polémica: no sistema anterior "há sempre erros pontuais", mas "são sempre resolvidos". Não havia, até este ano, adiamentos nacionais de notas nem pedidos de intervenção da Justiça por parte de sindicatos. E o mais incómodo de toda esta história é que o aviso já tinha sido dado, com um ano de antecedência. Em 2025, o mesmo modelo foi testado num projecto-piloto, só com o exame de Filosofia — pouco mais de 23 mil provas, um décimo do volume deste ano. Os professores desse piloto relataram, já então, exames que desapareciam do sistema, folhas em branco ou completamente pretas, respostas cortadas a meio, itens trocados entre alunos. O Ministério classificou esse piloto como "muito positivo" e decidiu alargá-lo, no ano seguinte, a todas as disciplinas do secundário — um salto de vinte para trezentas mil provas, sem que nada do que já se sabia estar por resolver tivesse sido, de facto, resolvido. A resposta às falhas seguiu, semana após semana, o mesmo guião: negar primeiro, admitir depois. O ministro garantiu ao Parlamento que a maioria dos relatos de erro eram falsos — e teve de recuar dias depois, quando confirmou publicamente que cerca de 30% das provas tinham, de facto, erros de digitalização. Garantiu que nenhum aluno seria prejudicado, ao mesmo tempo que o prazo de entrega das notas era adiado. Garantiu segurança total do sistema, horas depois de a plataforma ter estado suspensa por uma falha grave, com uma consultora externa chamada às pressas para ajudar a resolvê-la. E, numa intervenção que resume talvez melhor do que qualquer crítica externa o espírito de todo o processo, disse aos deputados que era preciso "experimentar, testar e falhar" — uma filosofia perfeitamente razoável para um protótipo em fase de testes, bem mais discutível quando o que está em jogo é o acesso de 166 mil jovens ao ensino superior. Não escrevo isto para condenar a digitalização em si — há, nela, ganhos reais de consistência que seria injusto ignorar. Escrevo-o porque um sistema já reprovado num piloto do ano anterior foi, ainda assim, alargado à pressa a todo o país, e porque a fragmentação da correcção, por muito bem-intencionada que seja a sua lógica, retira a quem avalia a única coisa que devia estar sempre presente numa escola: a visão de uma pessoa inteira, não de uma sucessão de respostas soltas. Um exame, no fundo, devia ser uma conversa adiada entre um aluno e alguém que o lê por inteiro. O que temos agora é um mosaico corrigido às cegas, azulejo a azulejo, por gente que nunca chega a recuar o suficiente para ver a parede. #educação, #exames nacionais, #avaliação educativa, #correcção digital, #Portugal, #escola, #professores, #IAVE, #EduQA

And you are the ones who want to pursue the rumors on social media when you are among the main disseminators of those rumors? The crime of influence peddling has not been proven (and that is why no one is convicted for it). Yes, that of prevarication (and that is why it is prosecuted). (translated)

They have convicted his brother. He has not approved the budget path. The president of the PSOE is going to the National Court. The issue with Begoña is about to happen. And the UCO certifies the cesspool financed by his party. And Pedro Sánchez neither speaks nor plans to speak. But who does he think he is? (translated)