BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#avaliação

A Iniciativa Liberal (IL) exigiu que o primeiro-ministro reavaliasse as condições políticas do ministro da Educação, Fernando Alexandre, caso haja falhas no processo de correção e divulgação das notas dos exames nacionais, cuja conclusão está incerta devido à falta de professores responsáveis pela avaliação. #ExamesNacionais #Educação #Política

IL: Montenegro deve avaliar "condições" do ministro

A quarta-feira começou do jeito que a gente gosta: com boa notícia! Lula abre vantagem, a rejeição de Flávio Bolsonaro dispara e a avaliação do governo segue melhorando. É trabalho, democracia e soberania falando mais alto. Vamos com tudo! É hora de acelerar. É Lula tetra! https://t.co/uhrrErIshn #Lula #Democracia #Política

A Nota Sem Rosto Como um exame deixou de ter aluno, e passou a ter apenas respostas Imagine um pai a tentar explicar ao filho, na véspera do exame, uma regra nova: se a resposta certa for escrita na página errada do caderno, vale zero. Não é um exagero pedagógico. É, literalmente, a instrução oficial deste ano. E a razão para essa exigência quase absurda de precisão revela, melhor do que qualquer discurso oficial, o que mudou de facto na forma como Portugal avalia os seus jovens: já não é um professor a ler um exame. É uma máquina a decidir para onde vai cada resposta — e, se a resposta estiver no sítio errado, simplesmente deixa de existir para efeitos de nota. Vale a pena perceber a mecânica com um exemplo simples. Imagine um exame com vinte perguntas, feito por trezentos alunos — seis mil respostas, ao todo. Com sessenta professores disponíveis para corrigir, o modelo antigo distribuiria os alunos: cada professor receberia o exame completo de cinco alunos, do princípio ao fim. O modelo novo faz o oposto: distribui as perguntas. Cada professor fica responsável por uma pergunta específica — a número sete, digamos — e corrige essa mesma pergunta em cem alunos diferentes. No total, corrige as mesmas cem respostas que corrigiria antes; mas nunca vê o exame completo de ninguém. É essa fragmentação, e não a digitalização em si, que está no centro da polémica deste Verão. Nem todas as perguntas passam por este processo, importa dizê-lo. As de escolha múltipla — preencher o círculo certo — são lidas e corrigidas inteiramente pela máquina, sem qualquer professor envolvido, tal como um teste de bolinhas tradicional. Só as perguntas de desenvolvimento, onde o aluno escreve por extenso, é que são digitalizadas e distribuídas aos classificadores humanos. E é justamente aí, nessa distribuição, que apareceram os erros mais graves deste ano: folhas de continuação cortadas a meio, itens de um aluno a aparecerem trocados com os de outro, professores a receberem, sem explicação, perguntas de disciplinas que nunca leccionaram. Há uma boa imagem portuguesa para o que se perde neste modelo: um painel de azulejos. Cada azulejo, sozinho, é só uma mancha de cor sem sentido — um losango azul, um traço branco. É preciso ver o conjunto, a parede inteira, para perceber que ali está um barco, uma cena de caça, uma figura religiosa. O exame de um aluno é isso: um conjunto de respostas que só ganham sentido lidas em conjunto, como percurso de uma pessoa — onde acertou por saber, onde errou por distracção, onde revelou uma lacuna de base. O modelo actual entrega a cada professor um azulejo de cada vez, tirado de painéis diferentes, sem nunca lhe mostrar a parede. Corrige-se o azulejo. Já não se lê o quadro. Especialistas em avaliação educativa há muito que alertam para este tipo de perda: a avaliação fragmentada por item pode ganhar em uniformidade de critério, mas sacrifica quase sempre a capacidade de dar um feedback que ajude o aluno a perceber, verdadeiramente, onde e porque falhou — porque já ninguém, no final da linha, tem uma visão de conjunto para lho explicar. Um director de escola resumiu bem a diferença entre o problema antigo e a solução nova, ao ser confrontado com a polémica: no sistema anterior "há sempre erros pontuais", mas "são sempre resolvidos". Não havia, até este ano, adiamentos nacionais de notas nem pedidos de intervenção da Justiça por parte de sindicatos. E o mais incómodo de toda esta história é que o aviso já tinha sido dado, com um ano de antecedência. Em 2025, o mesmo modelo foi testado num projecto-piloto, só com o exame de Filosofia — pouco mais de 23 mil provas, um décimo do volume deste ano. Os professores desse piloto relataram, já então, exames que desapareciam do sistema, folhas em branco ou completamente pretas, respostas cortadas a meio, itens trocados entre alunos. O Ministério classificou esse piloto como "muito positivo" e decidiu alargá-lo, no ano seguinte, a todas as disciplinas do secundário — um salto de vinte para trezentas mil provas, sem que nada do que já se sabia estar por resolver tivesse sido, de facto, resolvido. A resposta às falhas seguiu, semana após semana, o mesmo guião: negar primeiro, admitir depois. O ministro garantiu ao Parlamento que a maioria dos relatos de erro eram falsos — e teve de recuar dias depois, quando confirmou publicamente que cerca de 30% das provas tinham, de facto, erros de digitalização. Garantiu que nenhum aluno seria prejudicado, ao mesmo tempo que o prazo de entrega das notas era adiado. Garantiu segurança total do sistema, horas depois de a plataforma ter estado suspensa por uma falha grave, com uma consultora externa chamada às pressas para ajudar a resolvê-la. E, numa intervenção que resume talvez melhor do que qualquer crítica externa o espírito de todo o processo, disse aos deputados que era preciso "experimentar, testar e falhar" — uma filosofia perfeitamente razoável para um protótipo em fase de testes, bem mais discutível quando o que está em jogo é o acesso de 166 mil jovens ao ensino superior. Não escrevo isto para condenar a digitalização em si — há, nela, ganhos reais de consistência que seria injusto ignorar. Escrevo-o porque um sistema já reprovado num piloto do ano anterior foi, ainda assim, alargado à pressa a todo o país, e porque a fragmentação da correcção, por muito bem-intencionada que seja a sua lógica, retira a quem avalia a única coisa que devia estar sempre presente numa escola: a visão de uma pessoa inteira, não de uma sucessão de respostas soltas. Um exame, no fundo, devia ser uma conversa adiada entre um aluno e alguém que o lê por inteiro. O que temos agora é um mosaico corrigido às cegas, azulejo a azulejo, por gente que nunca chega a recuar o suficiente para ver a parede. #educação, #exames nacionais, #avaliação educativa, #correcção digital, #Portugal, #escola, #professores, #IAVE, #EduQA

"Ala do STF vê erro de Moraes". "Sob reserva, até mesmo nomes da ala mais alinhada ao ministro fazem críticas; avaliação é que Moraes comete 'erro estratégico'". Essa "ala do STF mais alinhada" ao Moraes tem nome e sobrenome: Gilmar Mendes. Sendo assim, eu deixo registrado aqui a COVARDIA de Gilmar em ficar dando entrevistas falando de política-partidária e ser INCAPAZ de criticar seu coleguinha em público. É medo, Gilmar? Quando é pra defender o banqueiro Daniel Vorcaro, tenta atingir André Mendonça de qualquer forma. Na hora de defender um direito do preso(Bolsonaro), vira um gatinho na frente de Moraes. Que a imprensa saiba usar isso na próxima entrevista de Gilmar(pelo seu histórico, não deve demorar). #STF #GilmarMendes #Moraes

Ministros do STF veem exagero de Moraes em decisão sobre carta de Bolsonaro. Sob reserva, até mesmo nomes da ala mais alinhada ao ministro fazem críticas; avaliação é que Moraes comete "erro estratégico" https://t.co/bTwj2skLH2 #STF #Bolsonaro #Moraes

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Olha, a Ludmilla não é burra. Pelo contrário. Ela sabe muito bem que ninguém está criticando figuras políticas como Nikolas e Michelle por acaso. Há um motivo, e tudo isso teve um ponto de partida. Esse discurso de “infiltrado” é uma tentativa de tratar as pessoas como se fossem imbecis. Todo mundo sabe o que esse pessoal fez nos últimos anos. Nada aconteceu às escondidas; tudo foi feito de forma pública e explícita. Na minha avaliação, a doutora Ludmilla não demonstra ter firmeza de caráter suficiente para contrariar o grupo de amigos com o qual convive ou, talvez, até o próprio marido. Se realmente lhe falta essa firmeza, desculpe, mas considero uma bênção que ela não seja mais juíza. Afinal, um juiz que não possui independência e força de caráter para agir conforme sua própria consciência não deveria exercer a magistratura. #Política #Justiça #Independência

Cientistas descobriram 73 gigantes caldeiras submarinas, semelhantes ao vulcão Hunga Tonga, revelando um mundo até agora desconhecido e ressaltando a importância dessas estruturas na avaliação de riscos vulcânicos globais, especialmente após a erupção devastadora de 2022 que teve efeitos em escala planetária. #Vulcões #Geologia #Ciência

Descobertos 73 gigantes submarinos como o vulcão Hunga Tonga

Fotografia da Maré: Desafio Fotográfico da Terra de Xuanfang já está em disponível! Com a nova região "Mengzhou: Terra de Xuanfang" disponível para exploração, a Fotografia da Maré - Desafio Fotográfico da Terra de Xuanfang já está disponível! Participe do evento para concorrer a astritas e prêmios em dinheiro! O Evento de Fotografia de Combate "Momentos Marcantes: Destaques da Ação" também será lançado em 16 de julho (UTC+8). Então, explore a nova região, mergulhe na nova jogabilidade e capture momentos inesquecíveis. ✦Duração✦ A partir de hoje - 19/08/26 às 23:59 (UTC+8) ✦Como participar✦ Você pode enviar seu trabalho das seguintes formas: 1. Use o recurso da câmera ou realize uma captura de tela para registrar imagens do jogo. Aplique o filtro de sua preferência e enquadre os Ressonantes enquanto exploram a Terra de Xuanfang ou suas paisagens. 2. Participe do Evento de Fotografia de Combate "Momentos Marcantes: Destaques da Ação" no desafio Momentos Congelados: Sussurro de Plumas ou Momentos Congelados: Corrente Suave. Escolha o Ressonante desejado, adicione um filtro e personalize o enquadramento, e use o dispositivo de Câmera Lenta para capturar as cenas de batalha. Publique seu trabalho no X (Twitter)/Instagram/Facebook com as hashtags #WutheringWaves e #WuWaMoment no X (Twitter)/Instagram/Facebook, e preencha o formulário ( https://t.co/EVqREnMtKM ) para concorrer a astritas e prêmios em dinheiro!*Cite o link da sua publicação feita de forma pública nas redes sociais. ✦Recompensas✦ As inscrições passarão por um rigoroso processo de avaliação com base na qualidade e nas estatísticas antes de decidir os vencedores. Os vencedores receberão as Astritas e os prêmios em dinheiro. ▼Clique no link para obter mais informações: https://t.co/3RRO8pyvgc #WutheringWaves #WutheringWavesBR #WutheringWaves #Fotografia #Jogos

José Luís Carneiro, secretário-geral do PS, criticou o primeiro-ministro Luís Montenegro por sua “insensibilidade atroz” em relação às falhas nos exames nacionais, destacando que 7% de falhas representam mais de 21 mil provas sem solução, e classificou a situação como uma crise no modelo de avaliação sem precedentes. #ExamesNacionais #Educação #Política

Carneiro acusa primeiro-ministro de "insensibilidade atroz"

🎮 BOAS NOTÍCIAS Após minha denúncia, o PROCON-SP se manifestou e afirmou que os consumidores de jogos físicos e digitais dos consoles PlayStation devem ter seus direitos respeitados. Esses direitos incluem disponibilizar jogos digitais pra outras pessoas, vender e emprestar jogos digitais e físicos e a liberdade de uso do produto. Também é proibido impor novas regras e restrições de uso após a venda e/ou contrato de licença de mídia digital. E sim, sabemos que a Sony já está impondo, nos atuais termos de uso, o direito de retirar o acervo de algum jogador sem mais nem menos. Mas essas letras miúdas, por seu caráter abusivo, já são juridicamente invalidas, conforme avaliação da minha equipe. É importante dizer que o PROCON-SP não se opôs à migração anunciada pela Sony, mas reforçou a necessidade da Sony de respeitar TODOS os direitos dos consumidores pra fazer essa migração, tanto os direitos do Código de Defesa do Consumidor quanto os direitos adquiridos. Fico feliz com essa resposta do PROCON-SP à uma movimentação pública e orgânica dos jogadores que tive a felicidade de apoiar. Seguirei acompanhando os desdobramentos e aguardando as respostas da Senacon. #DireitosDoConsumidor #PlayStation #JogosDigitais

MUITO TRISTE: com vergonha do Eduardo Bolsonaro, campanha do Flávio Bolsonaro cortou o mister tarifaço da foto. A avaliação é que ele é tóxico e precisa ser excluído pra que não atrapalhe o irmão. Deixem uma risada pra ele! https://t.co/fmG1UEdiCa #EduardoBolsonaro #FlávioBolsonaro #PoliticaBrasileira

O ministro da Educação, Fernando Alexandre, criticou a política educacional que priorizava o investimento baseado nos fundos europeus em vez das reais necessidades dos alunos e regiões, apontando que essa abordagem resultou em degradação das escolas em Lisboa e Algarve e nos piores resultados escolares, enquanto anunciou mudanças na avaliação e financiamento dos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP). #Educação #EnsinoSuperior #Investimento

Educação refém dos fundos europeus, diz ministro

CBF aposta em status de Ancelotti para superar erros na Copa-2026. A cúpula da entidade tem a compreensão de que contratou um treinador com status suficiente para superar uma queda precoce na Copa do Mundo. Dentro da CBF, avalia-se que houve próprios erros da confederação: o ciclo político turbulento que resultou em trocas constantes de técnicos, com Fernando Diniz, Dorival Jr e até o interino Ramon. A gestão era de Ednaldo Rodrigues, que também contratou Ancelotti. Mas uma parte das pessoas já estava na CBF, inclusive o diretor de futebol, Rodrigo Caetano, que chegou depois da queda de Diniz. E entende-se que o italiano também cometeu erros na Copa como as substituições do segundo tempo diante da Noruega, com as entradas de Neymar e o deslocamento de Endrick para direita. O otimismo na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) em relação a Carlo Ancelotti é também pela confiança e empolgação do técnico em relação à nova geração, Estêvão, Rayan, Endrick são vistos como jogadores para Copa-2030. E que podem evoluir. Além disso, há a avaliação de um mérito do treinador que é fazer Vini Jr jogar bem na seleção. Ele teve boas atuações também na Copa-2026, mas sofreu com instabilidade durante o ciclo. Via: @UOLEsporte / @_rodrigomattos_ 📷Rafael Ribeiro #Copa2026 #Ancelotti #CBF

Contextualizando, minha vó faleceu no dia da prova oficial, mandei msg avisando a professora que não estava em condições de fazer a avaliação, ela não se solidarizou com a minha perda, apenas cobrou o atestado e avisou que o único dia disponivel para 2° chamada era o dia seguinte #perda #solidariedade #educação

Bruxelas apresentou um plano para reforçar a cibersegurança na União Europeia até 2027, incluindo a criação de uma capacidade de avaliação de modelos de inteligência artificial e uma plataforma de testes para setores críticos como saúde e finanças, visando mitigar os riscos associados a tecnologias de IA em ataques cibernéticos. #InteligênciaArtificial #Cibersegurança #ComissãoEuropeia

Bruxelas quer reforçar cibersegurança com recurso à IA

André Ventura, líder do Chega, pede um debate de urgência no Parlamento sobre os problemas e atrasos nos exames nacionais, enquanto o Bloco de Esquerda critica o colapso do sistema de avaliação digital, e o governo anuncia uma contribuição de €87 mil para apoiar a educação das crianças na Venezuela. #Educação #InteligênciaArtificial #Venezuela

As notícias das 21h

Será que o desempenho da seleção na Copa afeta a avaliação do governo? Fui atrás do que a ciência política tem sobre isso e o resultado é curioso. O estudo mais famoso é de Healy, Malhotra e Mo, publicado na PNAS em 2010. Eles analisaram eleições americanas de 1964 a 2008 cruzadas com resultados de futebol universitário, um evento que o governo obviamente não controla. Uma vitória do time local nos 10 dias antes da eleição aumentou o voto no incumbente em 1,6 ponto percentual, chegando a 2,4 pontos nas regiões de torcida mais fanática. E o desenho é sofisticado: usaram as casas de apostas para isolar o componente surpresa do resultado. É justamente a vitória inesperada que move o eleitor. O achado incomoda porque revela algo sobre nós: o eleitor não julga o governo por uma planilha, julga pelo próprio estado de ânimo. Ele recompensa e pune o incumbente por variações no seu bem-estar que não têm nada a ver com governo. É um instinto empírico primário: estou me sentindo bem, logo as coisas vão bem, logo quem está no comando merece ficar. E não é achado isolado. Um estudo no Journal of Finance analisou 39 países e mostrou que a eliminação da seleção nacional em Copa derruba a bolsa local no dia seguinte, e a derrota pesa mais do que a vitória alivia. Na Espanha, pesquisadores descobriram que nas províncias premiadas pela loteria de Natal o incumbente ganha mais votos na eleição seguinte, mérito zero do governo, humor puro. E nos Estados Unidos, derrotas inesperadas de times da NFL aumentam os registros de violência doméstica nas horas após o jogo. O estado de ânimo coletivo transborda para a economia, para o voto e até para dentro de casa. Mas há dois limites importantes. Primeiro, o efeito é curtíssimo, dias, não meses. Segundo, e mais interessante: quando os pesquisadores lembravam a pessoa da origem do seu humor ("seu time ganhou ontem, não é?"), o efeito desaparecia. Consciência dissolve o viés. E no Brasil? Os dados não confirmam o mito. Levantamento do UBS comparou a aprovação do governo antes e depois de cada Copa: em 2002, ano de penta, caiu 2%. Em 1998, derrota na final, subiu 7%. FHC se reelegeu em primeiro turno semanas depois do 3x0 para a França. Lula se reelegeu em 2006, ano de eliminação. Agora, uma provocação para reflexão, sem conclusão pronta. O movimento conservador brasileiro de hoje é essencialmente um movimento de revolta contra o sistema, animado pela ideia de devolver ao Brasil uma grandeza que ele sente ter perdido. Algo como "Make Brazil Great Again". E qual era o símbolo máximo do Brasil grande? O futebol. O país do penta. Pois repare: desde que o PT chegou ao poder, o Brasil nunca mais ganhou uma Copa. São mais de duas décadas em que o símbolo da nossa excelência definhou junto com tantas outras coisas. Correlação não é causa, e os dados acima recomendam que ninguém na direita se anime achando que frustração de arquibancada vira voto sempre. Os números não mostram isso necessariamente. Mas talvez a pergunta certa não seja se a Copa muda a eleição, e sim o que significa um país que se acostumou a perder em tudo, até naquilo que era a sua maior certeza. Se eu fosse o marqueteiro do @FlavioBolsonaro, este seria o meu foco. #Política #Futebol #Eleições

POPTime 2w

🚨 Madonna acaba de lançar "CONFESSIONS II", seu novo álbum de estúdio. Também já está disponível para avaliação faixa por faixa no @popboxd. https://t.co/TUTAcD6n71 #Madonna #NovoÁlbum #Música

🚨EXCLUSIVO: VOLTA DE PEDRINHO VAI DESTRAVAR. Diretoria do Vasco vive a expectativa da queda da liminar para avançar em três frentes importantes nos bastidores da SAF. ⚖️ A avaliação interna é de que a definição no Judiciário pode destravar negociações importantes que estão em andamento. 🇦🇷 Técnico: O nome de Martín Palermo ganhou força nos últimos dias. A apuração do NTVascaínos indica que o argentino aparece entre os favoritos e tem grandes chances de assumir o comando técnico do Vasco. 🇨🇴 Nelson Deossa: O Vasco segue firme na tentativa de contratar o meia. A negociação não foi encerrada, mas a diretoria aguarda uma definição jurídica (retorno de Pedrinho no controle da SAF) para apresentar as garantias exigidas pelo clube espanhol e tentar concluir a operação. 💰 Patrocínio Master: Existe expectativa nos bastidores de que a Sportinbet seja anunciada como patrocinador master no dia 01/07. No momento, a conclusão do acordo depende da interventora Samantha Longo concluir a operação. Caso a justiça seja favorável ao presidente do CRVG, pode acontecer na data prevista. 👀 Os próximos dias prometem ser decisivos para o futuro da SAF vascaína. Apuração: @ntvascainos #Vasco #Futebol #SAF