BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Confusão

Fila quilométrica para a imprensa conseguir entrar no estádio da final da Copa do Mundo. Horas esperando do lado de fora, confusão nos acessos e gente credenciada sem conseguir entrar. Uma zona no jogo mais importante do torneio. Em 2014 no Brasil não vimos esse caos para entrar nos estádios. Mas os Estados Unidos tem fama de "organização de primeiro mundo", então tá tudo certo. E a FIFA que em qualquer outro país exige até a cor do parafuso da catraca, nos EUA aceita esse papelão caladinha. Imagina se uma desorganização dessas fosse no Brasil, aquele boçal do Jerome Valcke daria chilique por uma semana. #CopaDoMundo #FIFA #Estádio

John Kennedy, do Fluminense, expulso após a confusão Os dois times com 10 jogadores agora https://t.co/478Ss7PrfO #Futebol #Fluminense #Expulsão

yasmin 3d

@updatecultura Aí gente, ele não tá errado não, ele comprou a briga dela, ele foi humilhado, ele apanhou e no final, ela voltou á falar com a malévola, em live ainda como se nada tivesse acontecido, isso é loucura total #Drama #Confusão #RealityShow

👀🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Jornal inglês Telegraph lista "truques sujos" usados pela Argentina contra a Inglaterra na semifinal da Copa do Mundo: 1 minuto: Mac Allister atinge Elliot Anderson após pressioná-lo. 2 minutos: Paredes empurra Bellingham pelas costas sem necessidade; o jogador do Real Madrid reage verbalmente. 3 minutos: A tática argentina de impedir a construção de jogadas fica evidente quando, segundos após o reinício da partida, Enzo Fernández chega atrasado em uma dividida com Anderson. 6 minutos: Giuliano Simeone chuta a parte de trás do pé de Anderson. 11: Jogadores ingleses começam a reagir quando Fernández não é punido por mais uma falta em Anderson; com a bola rolando, os dois acabam se agarrando no chão enquanto tentam se levantar. 11: Morgan Rogers sofre um carrinho proposital. 13: Após o bandeirinha marcar impedimento de Simeone, Pickford avança contra ele na tentativa de pegar a bola, e o meia do Atlético de Madrid responde chutando em direção ao goleiro. 15: Paredes ganha uma dividida contra Bellingham; o inglês sente o impacto e permanece no chão, ouvindo provocações do argentino. 16: Gordon dispara em velocidade e é imediatamente derrubado por Simeone, que lhe dá um tapinha condescendente na cabeça. 24: Simeone recebe uma advertência do árbitro durante uma cobrança de escanteio por bloquear Pickford, mas repete a ação e comete falta no goleiro. 33: Marc Guéhi se coloca à frente de Simeone e, na disputa pela bola, o ponta vai com a cabeça em direção ao adversário, tentando cometer uma falta. 34: Molina também entra na confusão ao atingir Bellingham pelas costas. 37: Os jogadores da Argentina protestam após falta em Messi, gerando uma grande discussão. Kane cobre levemente a boca ao falar com o árbitro, enquanto Anderson recebe o amarelo, levando Mac Allister e Paredes a pedirem desesperadamente a expulsão do atacante. 41: Rogers dispara em contra-ataque, mas Lisandro Martínez o segura e recebe cartão. 46: Enquanto Reece James tenta cobrar um lateral rapidamente com uma bola nova, alguém do banco da Argentina joga a bola antiga de volta ao campo para atrasá-lo. 47: Paredes atinge Anderson com a sola da chuteira em lance de jogo perigoso. 48 minutos: Bellingham pressiona Messi junto à linha de fundo e, enquanto ambos rolam para fora do campo, Messi empurra o meio-campista inglês, lançando-o contra a placa de publicidade. 51 minutos: Cristian Romero recebe o cartão por derrubar Bellingham no chão, agarrando-o com os dois braços. 53 minutos: Simeone faz um movimento com o braço e atinge o rosto de Djed Spence. Nenhum cartão amarelo. 58: Enquanto Pickford tenta agarrar a bola, Romero permanece de pé em vez de se abaixar, e o goleiro inglês cai por cima dele. 73: O gol da Inglaterra tira o ímpeto da Argentina, mas eles recuperam a agressividade. Após a pausa para hidratação, Messi dá um leve empurrão em Spence durante uma cobrança de lateral. 85: Após o gol de Fernández, Romero aproveita a oportunidade para comemorar gritando na cara de um Pickford abatido. 88: Pouco depois do empate, Stones cai no gramado com um ferimento na cabeça, paralisando a partida, e os jogadores da Argentina cercam o árbitro para reclamar. 92: Bellingham tenta levar a Inglaterra ao ataque e, quando a bola sai para lateral, Montiel discute com o camisa 10 inglês. 97: Com a Inglaterra correndo atrás do resultado, Emiliano Martínez segura uma bola alta e cai no chão para ganhar tempo, exibindo um sorriso irônico no rosto. 🗞️ @geglobo 📸 Seleção Inglesa | AFA/Seleção Argentina #CopaDoMundo #Futebol #Esporte

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

No jogo entre Argentina e Suíça nas arquibancadas do Arrowhead Stadium, Kansas City, um torcedor suíço mostrou uma camisa de Cristiano Ronaldo para os argentinos presentes no estádio o que chegou a gerar um princípio de confusão. 📽️@TyCSports https://t.co/XS3Ir9hcMc #Argentina #Suíça #Futebol

☢️ Reflexão da Cooperativa: parem lá de utilizar os alunos como escudos humanos Passaram anos a usar os exames nacionais como palco para greves, com milhares de famílias obrigadas a reorganizar férias, trabalho e a lidar com a ansiedade. Bastou uma plataforma informática tropeçar e, de repente, nasce um batalhão de cavaleiros defensores dos alunos, profundamente preocupados com o bem estar emocional dos estudantes. É quase enternecedor. Quase! Sim camaradas, a digitalização correu mal. Houve atrasos, falhas, confusão e decisões que merecem críticas. Modernizar um sistema desta dimensão sem problemas, em Portugal, não é fácil. O que não existia era certamente a necessidade de transformar cada erro técnico numa certidão de óbito da escola pública com direito a abertura no telejornal, acompanhada pelo habitual cortejo fúnebre da FENPROF e amigos, das lágrimas de crocodilo e dos ventos apocalípticos soprados pelos do costume. ➡️O objetivo desta esquerdalha nunca parece ser corrigir o problema. É garantir que o problema sobreviva tempo suficiente para cumprir a sua função política. É engraçado observar quem hoje grita que "os alunos não podem ser prejudicados" são os mesmos que durante anos não hesitaram em marcar greves em dias de exames nacionais, precisamente quando os alunos tinham mais a perder. Nessa altura, os estudantes eram danos colaterais aceitáveis. Hoje transformaram-se em escudos humanos. A matéria-prima é a mesma; muda a utilidade. Mas há um padrão. Qualquer tentativa de alterar o funcionamento da educação é imediatamente boicotado. Digitalizar? Um desastre. Rever carreiras? Um ataque. Alterar processos? Um escândalo. Avaliar de maneira diferente? Um crime contra a pedagogia. Se alguém propusesse substituir o giz por um marcador branco qualquer, provavelmente haveria uma vigília algures em defesa da ardósia, com uma petição à mistura e uma candidatura à UNESCO para património mundial de qualquer coisa. ⚠️Camaradas, o verdadeiro conflito aqui não é entre tecnologia e papel. Nem entre os computadores e as canetas. É entre mudança e conforto. O status quo é extraordinariamente confortável para quem aprendeu a viver dentro dele. Cada rotina cristalizada representa influência, previsibilidade, poder negocial e uma máquina perfeitamente afinada para travar qualquer reforma antes mesmo dela sair do papel. Não interessa se o motor novo consome menos ou anda mais depressa, o importante é sempre fazer prova de que o carro nunca devia ter sido ligado. ➡️➡️O mais irónico é que muitos dos que se apresentam como os grandes defensores da escola pública acabam por defendê-la da única coisa de que ela realmente precisa, de evolução. Confundem estabilidade com imobilismo e tradição com resistência à mudança. ⬅️⬅️ Só posso concluir que esta gente não quer uma escola preparada para o século XXI mas sim um século XXI obrigado a adaptar-se a uma escola que insiste em viver ainda no século passado. Carrega Fernando, é preciso caçar as bruxas todas.🥸 o dono da cooperativa Nota: o difícil que deve ser para o Fernando Alexandre trabalhar num campo que está todo minado. fotografia in Expresso [Estela Silva] #Educação #Mudança #Tecnologia

O desembargador Campello do Bem foi extremamente mais equilibrado que a juíza Não havia denúncia de fraude mas de falta de governança. Um completo exagero destituir toda a diretoria administrativa e colocar um interventor por conta disso. Decisão sem noção. O desembargador fez o que deveria ter sido feito desde o começo. Tem falta de transparência? Então que se estabeleça medidas para aumentar a transparência. Falta de governança? Então que aumente a vigilância. Ponto. Apenas isso e nada mais Paralisar um clube por vinte dias foi uma medida completamente exagerada e inacreditável que tenha durado tanto tempo O prejuízo gerado não volta mais. Perdemos tempo na janela, perdemos treinador. Já foi. Mas agora não adianta chorar pitanga. É correr para construir o que precisa. Teve uma coisa boa nessa confusão toda: uniu mais o vascaíno. E deu um gosto de que vale a pena brigar por esse clube Isso tem que continuar agora. Não pode parar. Não é pelo Pedrinho e isso precisa ficar claro. Esse inclusive tem que ser cobrado também. É pelo Vasco #Vasco #Governança #Transparência

Resumindo a história do Wesley, meu povo: Atuais agentes falam com um; ex-agente com outro; pai com um terceiro. O menino no meio da confusão toda! Tem um outro clube aí, que daqui a pouco aparece o nome… #História #Confusão #Futebol

Eu entendo quem está cansado das brigas, porque de fato isso cansa. Muitas vezes, a percepção que fica é a de que as brigas deixaram de ser sobre a campanha do Flávio ou sobre o próprio Bolsonaro e passaram a girar em torno de disputas pessoais ou da busca por engajamento, visibilidade e pertencimento. Isso vale para todos os lados. Do mesmo modo, também entendo o desabafo do Eduardo, uma vez que, tirando os filhos, Bolsonaro foi e ainda parece ser visto apenas como utilidade pra muita gente. Como se fosse uma espécie de peça multiuso, aquela que é adaptada a diferentes moldes, tendo como função impulsionar projetos pessoais, independentemente do formato final que esses projetos assumam. Temos uma eleição difícil em apenas 3 meses e a sensação é a de estarmos completamente perdidos em todas as esferas desde que calaram o nosso “Eixo”. Se antes o movimento bolsonarista gravitacionava em torno de Bolsonaro, tendo nele não apenas seu eixo, mas também sua principal fonte de energia, impulso e mobilização, hoje há uma dispersão onde novos “eixos” tentam ocupar esse lugar e acabam gerando apenas confusão… Bolsonaro era o eixo que organizava o movimento ao seu redor, a fonte de onde emanava energia e a própria energia que nutria o movimento… #Política #Eleições2024 #Engajamento

corneta 2w

agora eu tô torcendo pra Inglaterra passar só pra ver a confusão que vai dar na próxima fase se a FIFA não anular o cartão vermelho após o precedente absurdo que abriram hoje com o Balogun sendo liberado #Inglaterra #FIFA #Futebol

Quando a gente acha que o Neymar já decepcionou de todas as formas traindo a esposa grávida, apoiando o Bolsonaro, sonegando imposto, querendo privatizar praia e cometendo crime ambiental, veio essa sequência em que: ele se machuca -> o Santos (?) mente e diz que ele tinha apenas um edema -> ele é convocado -> descobrem que ele tinha uma lesão -> ele continua convocado-> entra no jogo mais importante de forma que prejudica o time e arruma confusão 👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼 #Neymar #Futebol #Polêmica

Rapaz, essa merece viralizar! Haddad sobre a escolha de Flávio Bolsonaro como candidato da direita: “Eles vão atrás de gente medíocre para os representar. Defender um cara perdido, que só fez bobagem a vida toda, só se meteu em confusão. Nunca se dedicou a nada sério. A única coisa que ele administrou foi um gabinete em proveito próprio. É esse cara que nós vamos colocar no maior cargo do país? Agora já não é mais falta de quadro, é falta de juízo." #Política #Brasil #Viralizar

Há Coisas do Diabo Em que dormi no 18.º lugar da Europa e acordei no 22.º, sem ter mudado de cama Há coisas do Diabo. Mal acordo, vejo esta notícia: afinal somos mais pobres do que supúnhamos. Não pela noite, nem pelo Carnaval, nem por nenhum vício recente — mas por decreto estatístico. O Instituto Nacional de Estatística, essa entidade que nos mede como se fôssemos gado em feira, decidiu que somos mais. Muito mais. De 10,7 milhões passámos, da noite para o dia, para 11,4 milhões de almas. E, como a aritmética não perdoa nem aos optimistas, o bolo actual é o mesmo de sempre, mas agora há mais bocas à mesa. O resultado: cada fatia ficou mais fina. Com base nos dados mais recentes, Portugal passa a apresentar um PIB per capita em paridades de poder de compra equivalente a 77% da média da União Europeia. Antes da revisão, eram 81%. Deitei-me no 18.º lugar do pódio europeu e acordei no 22.º, ultrapassado pela Polónia, pela Estónia, pela Croácia e pela Roménia — países que, há uma geração, olhavam para Portugal como quem olha para um primo rico que foi à praia descobrir o mundo. Confesso que fiquei preocupado. Corri a ver o saldo bancário. Estava igual. Contei os problemas: os mesmos de sempre, nem um a mais, nem um a menos. As contas continuam com o valor de ontem. E pensei: que raio de estatística é esta, que me empobrece sem me tirar um tostão do bolso? A resposta, como quase tudo nesta vida, está na diferença entre o que parece e o que é — distinção que já preocupava os gregos e que continua a confundir ministros das Finanças. O PIB per capita não mede riqueza pessoal; mede a riqueza do país a dividir pelo número de portugueses, reais ou apenas agora descobertos. E descobriram-se quase setecentos mil, a maior parte deles chegados pela porta da imigração, não pela cegonha. A economia cresceu, sim — mas cresceu a reboque de mais gente a trabalhar, não de mais produtividade por cabeça. É a diferença entre um restaurante que factura mais porque pôs mais mesas na rua e um restaurante que factura mais porque o cozinheiro encontrou finalmente a receita óptima para o arroz de tamboril. Convém recordar que esta confusão entre crescer e enriquecer não é propriamente nova por aqui. Já D. Sebastião confundia grandeza com extensão, e tinha por objectivo um império que a demografia não sustentava, rumo a Alcácer Quibir. Nós, mais modestos, confundimos crescimento do PIB com prosperidade, e fomos a Bruxelas exibir números que agora se revelam inflacionados por um erro de contagem. Benjamin Disraeli — ou foi Mark Twain a citá-lo, a história nunca se entende bem nestas coisas, como os nossos próprios censos — dizia haver três tipos de mentira: as mentiras, as mentiras descaradas e as estatísticas. Esta semana, Portugal aprendeu-o na pele. O mais inquietante não é a posição no ranking — lugares europeus sobem e descem como o Benfica na fase de grupos —, mas o facto de termos governado o país, durante anos, com um mapa errado. Decidimos a direcção dos recursos, calculámos produtividade, pressão sobre hospitais e escolas, tudo isso com base numa régua mal calibrada, medindo uma população que não existia. E o que é mais português do que isso: descobrir, com um atraso considerável e um certo embaraço, que a bússola estava furada desde o início? Há, no entanto, um consolo modesto nesta história, e é esse o ponto a que quero chegar. A sua vida, leitor, não mudou esta noite. O seu salário é o mesmo. As suas contas, as mesmas. O seu lugar na fila do centro de saúde, infelizmente, também é o mesmo. O que mudou foi um número que vive em Bruxelas e em Lisboa, dentro de um quadro Excel, alheio ao seu quotidiano. E talvez seja boa altura para perguntarmos, com a frieza de quem já viu estatísticas nascerem e morrerem: quanto da nossa ansiedade colectiva depende de números que não tocamos, não comemos e não levamos para casa? Porque se há lição nesta crónica do INE, é esta: continuamos a medir a nossa dignidade pela posição numa tabela, quando deveríamos medi-la pelo que conseguimos fazer com o que realmente temos. E isso, ao contrário do PIB per capita, ninguém revê a meio da noite.

Se o texto acima é da ex-primeira-dama, pode-se dizer que a emenda, como de costume, saiu pior que o soneto. Michelle resolveu aplicar remendo novo em roupa velha, proclamando, com ar de quem se redime, que não guarda raiva de ninguém. Excelente. Regozijemo-nos. Até ontem, o que se via no seu desdém pela candidatura de Flávio era, pura e simplesmente, uma raiva destilada, quase bíblica. Agora a questão já não é saber se a ex-primeira-dama tem ou não tem cólera no peito; é medir quantos bolsonaristas ainda conservam alguma simpatia por ela. “Apenas esclareci uma situação que estava sendo deturpada”, declarou, sem dizer, é claro, o que exatamente estava sendo deturpado. Teriam os bolsonaristas deturpado a ausência absoluta de empatia, ou de apoio, ao enteado? A verdade é que o problema não reside na suposta deturpação, mas no “esclarecimento” intempestivo. Michelle batizou de esclarecimento o que não passou de lavagem pública de roupa suja, e, sem risco de mal-entendido, só pode ser lido como sabotagem. Sim: para a maior parte dos mortais, o vídeo foi uma tentativa clara de torpedear o candidato que, mal ou bem, ainda encarna o voto anti-sistema. Um desastre estético e político. Ponto final. Eis outra frase digna de divã freudiano: “Vamos trabalhar juntos para derrotar o atual governo”. Depois de fuzilar o enteado em praça pública, a matriarca estende os braços, magnânima, superior, quase iluminada. Venceu a luta imaginária, expôs o rival ao ridículo e, sentindo-se rainha, oferece a mão ao vencido: venha, pobre-diabo, vamos trabalhar juntos. Não cola, Michelle. Não cola. Depois vem a pérola que toma todos por otários: “Não há briga nem competição”. Então o que há? Se briga não é briga e competição não é competição, que a senhora explique, com a clareza que diz prezar, que diabo são essas coisas que só atrapalham. Alguém aqui delira, e não são os bolsonaristas. Por fim, a estocada que revela tudo: “uma nova história será escrita, com verdade, clareza e respeito”. Traduzindo: diz Michelle, nas entrelinhas, que faltaram a Flávio esses três atributos: verdade, clareza e respeito, mas agora que a roupa suja foi devidamente arejada, o enteado comportar-se-á como bom menino e a nova história será escrita. Não por ele, naturalmente. Por ela. E a cereja envenenada do bolo: “fiquem em paz”. Palavras ocas. Paz é substantivo que só soa verdadeiro na boca de Cristo: “deixo-vos a paz, a minha paz vos dou”. A paz de Michelle, até agora, tem sido apenas confusão. Triste, ruidosa e desnecessária confusão. #Política #Brasil #MichelleBolsonaro

Trecho importante! O Pedrinho garantiu que o Marcos Lamacchia segue muito interessado na compra da SAF do Vasco, mesmo com toda essa confusão! A entrevista completa sai às 17h no canal @AVascainos no Youtube! https://t.co/5vZUtgOZVX #Vasco #SAF #Futebol

Bruna Biancardi pede sugestões de nomes para a filha caçula e internautas recomendam Cornélia, Traicília e Chifreline. Jogador da Alemanha faz montagem de si com o corte de cabelo de Ronaldo Fenômeno em 2002 e usa como foto de perfil no Instagram. Luana Piovani compartilha recado para jogadores do Brasil: "joguem como traem". Gringos estão impressionados com a qualidade dos memes brasileiros na Copa do Mundo. David Brazil desiste de ir para a Copa nos EUA e culpa Trump. Neymar caminha. Açougueiros de supermercado criam bandeja de carne moída personalizada do hexa. Chico Moedas e Fred Caldeira preparam churrasco para a imprensa brasileira e Casimiro se revolta: "a Cazé TV foi pros EUA pra ficar servindo carne pra Globo?". Jogador do Paraguai pega o relógio do juiz que caiu no chão durante confusão, tenta colocá-lo no pulso e sai andando com o acessório nas mãos. Fih, do Diva Depressão, acredita que Maria Flor, filha de Virginia e Zé Felipe, é a reencarnação de Pelé. Vini Jr. aparece em foto no mesmo restaurante que Virginia. Mari Menezes faz Romário sorrir pela primeira vez durante a Copa. Vampeta afirma que Raphinha está com sérios problemas familiares e financeiros. Esquecidos pela sociedade, participantes da Casa do Patrão não fazem ideia de que teve jogo do Brasil e acreditam que festa no programa era comemoração por terem chegado ao Top 10. Seis gansos são flagrados andando em fila vestidos com a camisa do Brasil. Domingo, 21 de junho de 2026 #Copa2026 #Futebol #MemesBrasileiros

A defesa de Bolsonaro alegou que a segurança dele tirou uma peça de sua arma pra PROTEGÊ-LO DE SUA CONFUSÃO MENTAL. Tudo sem ele saber e que, por isso, a arma foi levada pra consertar e acabou apreendida. Mais uma da série: "foi mal, estava doidão". https://t.co/ePn3fmZSUF #Bolsonaro #Segurança #Política

Sam Pancher Jun 17

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro confirmou que ele mantinha uma arma na casa em que cumpre prisão domiciliar. Segundo a defesa, a arma foi inutilizada após Bolsonaro apresentar episódios de “confusão mental”. Bolsonaro percebeu o defeito quando manipulou o armamento — sim, o ex-presidente manipulou o armamento na prisão domiciliar. Os advogados argumentam que nunca houve determinação judicial para recolher a arma e que a posse do ex-presidente é legalizada. #JairBolsonaro #Política #Segurança

"A imagem de um magistrado que interroga, com as próprias perguntas, pessoas acusadas de planejar sua morte por enforcamento ilustra, de forma quase didática, a fusão entre as posições de vítima e de julgador." Vale a leitura deste artigo do professor Rodrigo Chemim, que disseca, com rigor de processualista, exatamente o vício que venho apontando: a confusão entre as figuras de vítima e julgador na pessoa de Moraes. Chemim parte da decisão da Corte de Cassação italiana, que negou a extradição de Zambelli. O ponto que ele extrai é decisivo: os italianos não acusaram Moraes de má-fé pessoal. Apontaram um problema estrutural, o que a doutrina chama de imparcialidade objetiva. Não importa o estado de espírito do juiz; importa que ele acumulou papéis incompatíveis, investigou, julgou e foi, ao mesmo tempo, vítima de um dos crimes em julgamento. No nosso Código de Processo Penal, isso não é mera suspeição, é impedimento. Um juiz impedido não tem poder de julgar, e seus atos sequer existem juridicamente. O autor mostra como o Supremo se recusa a enfrentar a questão. Em vez de responder ao mérito, a Corte se refugia na retórica de que os ataques não seriam pessoais, mas contra "a democracia". Chemim desmonta o argumento com um exemplo difícil de contestar: Moraes conduziu pessoalmente o interrogatório de réus acusados de planejar seu sequestro e enforcamento. A fusão entre vítima e julgador, na imagem do artigo, fica didática. A conclusão dialoga com tudo o que expus sobre o caso Tagliaferro, onde o duplo padrão é ainda mais grave. Reconhecer a falha não enfraquece a instituição. O silêncio, sim. E enquanto o Supremo se blinda, são as cortes estrangeiras que vão dizendo, de fora para dentro, o que parte do Brasil já sabe. #Justiça #Direito #Imparcialidade