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#Crónica

O Colapso Silencioso do Acesso ao Ensino Superior Enquanto o ministério trata da sua própria sobrevivência, dezenas de milhares de jovens continuam à espera de saber se têm futuro Há uns anos contrataram cá em casa um empreiteiro para resolver uma infiltração no tecto da sala. Ele chegou, olhou para a mancha, olhou para nós, e disse a frase que todo o português já ouviu de um profissional em apuros: "Isto não é nada, fica logo despachado." Três semanas depois, a mancha continuava lá, maior, mas a fachada do prédio, essa, tinha sido pintada de fresco. Perguntámos-lhe porquê. Respondeu que a fachada "era o que dava nas vistas". A sala, coitada, ficava para o "próximo orçamento". Este Verão, milhares de famílias portuguesas estão a viver a versão nacional dessa história. A fachada é um ministério. A infiltração é a crise no processo de acesso ao ensino superior. E quem vive por baixo dela, à espera que alguém a resolva, são dezenas de milhares de jovens. Os números, esses, não deixam grande margem para eufemismo: atrasos sucessivos na divulgação das notas do secundário, uma primeira fase de candidaturas que teve de ser adiada, uma auditoria externa anunciada ao processo de digitalização e uma factura de "poupança de dezenas de milhões de euros" que, entretanto, se transformou em custos de recrutamento urgente de trabalhadores para separar folhas de exame à mão. O ministro Fernando Alexandre garantiu, por escrito e em directo, que "nenhum aluno será prejudicado". Depois teve de desmentir-se a si próprio, adiar o calendário que jurava não precisar de tocar e, mais recentemente, anunciar uma época especial de exames em Setembro — a forma delicada de admitir, sem nunca o dizer nesses termos, que afinal houve alunos prejudicados. É a lógica do empreiteiro, aplicada à governação: quando a estrutura ameaça ruir, protege-se primeiro aquilo que os outros vêem — a narrativa, a demissão evitada, a moção de confiança contornada — e só depois, se sobrar tempo e argamassa, se olha para quem efectivamente vive dentro da casa. Os alunos que ficaram sem nota final na pauta, os professores acusados publicamente de "relatos falsos", os pais que telefonam para escolas sem resposta — esses são a infiltração que não dá nas vistas do lado de fora do prédio. Há qualquer coisa de muito português nesta cena, e não é preciso ir buscar Eça de Queirós para lhe encontrar antepassados — embora ele tivesse escrito páginas inteiras sobre funcionários públicos mais preocupados com a forma do que com a função. Basta lembrar como o Estado português, desde sempre, sabe fazer um requerimento perfeito para um problema que continua por resolver. A burocracia impecável como substituto da solução real: é quase uma tradição nacional, tão antiga como o carimbo. O secretário-geral do PSD, Hugo Soares, resumiu a coisa sem querer, quando disse que o ministro "não perdeu qualidade" e "nunca deixou de estar ao leme dos acontecimentos". Estar ao leme, note-se, não é o mesmo que estar a conduzir o barco a bom porto — é apenas a garantia de que alguém continua agarrado ao volante enquanto o barco vai por onde a corrente o leva. É uma frase de defesa política, não de gestão de crise, e a diferença entre as duas é precisamente o assunto desta crónica. Porque o que separa este episódio de um mero acidente técnico é a ordem de prioridades que ele revelou, sem disfarce. Quando confrontado sobre se tem condições para continuar no cargo, o ministro respondeu que "deu o seu melhor". Quando confrontado por estudantes que atravessaram o país para lhe falar, disse-se disponível para os ouvir — depois de o vídeo já ter corrido as redes sociais. A gestão da própria permanência veio primeiro; a gestão do problema dos alunos veio a reboque, empurrada pela pressão pública e não pela urgência que devia ter tido desde o primeiro dia. Aos alunos que esperam a nota que decide se entram no curso que escolheram, fica o convite a não confundir as duas coisas: uma coisa é o ministro estar preocupado com o futuro; outra, bem diferente, é saber de quem é esse futuro. O dele resolve-se com uma auditoria, uma conferência de imprensa e a paciência do primeiro-ministro. O vosso resolve-se com uma nota que ainda não chegou. #Educação, #Fernando Alexandre, #Exames Nacionais, #Ensino Superior, #Governo, #Política Portuguesa, #Reforma na educação

Un studiu de la Universitatea din Sydney sugerează că melatonina, recunoscută pentru rolul său în reglarea somnului, ar putea reduce durerea cronică musculo-scheletică și ar putea oferi o alternativă sigură și eficientă la analgezicele convenționale, însă utilizarea sa trebuie să fie supravegheată de medici. #melatonină #durerecronică #sănătate

Melatonina ar putea reduce durerea cronică. Studiul care arată că suplimentul pentru somn are beneficii neașteptate

Un sfert dintre elevii din București au cel puțin o boală cronică, iar creșterea alarmantă a cazurilor de ADHD, depresie și alte afecțiuni neuropsihice sugerează o legătură cu stilul de viață nesănătos și expunerea excesivă la ecrane. #București #ADHD #depresie

Raport: Un sfert dintre elevii din București au cel puțin o boală cronică. Cresc cazurile de ADHD și depresie

Keiko Fujimori, eleita presidente do Peru, pediu reconciliação entre as forças políticas do país para superar a instabilidade crônica, enfatizando que a divisão não permitirá o avanço da nação e que sua gestão enfrentará o desafio de governar sem maioria no Congresso. #Peru #Fujimori #Política

Peru. Presidente pede reconciliação entre forças políticas

Fostul fotbalist englez Nobby Stiles, câștigător al Cupei Mondiale în 1966, a murit din cauza unei afecțiuni cerebrale cauzate de loviturile repetate cu capul în timpul carierei, inclusiv demența terminală și encefalopatia traumatică cronică, conform unui raport al medicilor legiști. #fotbal #NobbyStiles #CTE

O fostă vedetă a fotbalului englez a murit din cauza loviturilor repetate cu capul

Petro dice que no irá a la posesión el 7 de agosto e insiste en decir que le robaron las elecciones. Será un ex presidente que deja un manual completo del anti demócrata. Mal perdedor, crónicamente mentiroso y dedicado a ensuciar y desconocer normas. #Elecciones #Democracia #Política

Un estudio del Hospital del Mar Research Institute sugiere que los traumas infantiles, especialmente el abuso, podrían aumentar hasta 1,57 veces el riesgo de desarrollar enfermedades crónicas como migrañas y diabetes en la edad adulta, destacando la necesidad de priorizar la prevención y el tratamiento temprano de estos traumas. #TraumaInfantil #SaludMental #Migrañas

Migrañas o diabetes podrían tener su origen en traumas desarrollados en la infancia

Racism is not an opinion: it is a disgrace that embarrasses and does not represent this country. Not even in a football commentary can they hide their instincts 🙄 (translated)

🎬 LAS CRÓNICAS DE NUESTRO MUNDIAL. Capítulo 6 | Bélgica. 🙌 Lucharemos por protagonizar el final de esta gran película. #VamosEspaña | #CopaMundialFIFA https://t.co/uOkPjzrLuC #CopaMundialFIFA #VamosEspaña #Fútbol

Na crónica do emocionante jogo entre Argentina e Suíça, a seleção sul-americana, após um primeiro tempo difícil, renasce com a expulsão de Embolo e, apesar da resistência suíça, assegura a vitória no prolongamento com um golaço, avançando assim para as meias-finais do Mundial 2026. #Mundial2026 #Argentina #Suíça

A rebelião não olha para o relógio e gosta de dar chocolate

El sistema de intermediación privadas de los recursos de la salud ha fracasado y no porque me vaya va a cambiar esa realidad. La relación directa del estado con la clínica y el hospital para mejorar la salud de los pacientes es un tema vertebral de la reforma a la salud que el congreso no supo, resolver para transformar la ley 100. Las EPS van a morir porque no sirven en el sistema, sobran, y las ganancias de sus propietarios privados es un regalo de la nación. Propuse sacar las EPS del sistema de aseguramiento financiero y darles otras funciones en el sistema de salud, Pero simplemente el Congreso no respondió a la necesidad de la vida y la salud del pueblo. Mostramos los grandes resultados en el mejoramiento de la salud de l sociedad en general con las caídas sustanciales de las tasas de mortalidad infantil, materna perinatal y no avanzó la muerte en la población con enfermedades crónicas en la población entre los 30 y los 70 años. La salud del pueblo mejoró pero está enfermo su sistema de intermediación privada lleno de mafias , codicia y corrupción. El desastre que muestra el manejo privado de la Nueva EPS, muy influenciada por Vargas Lleras, es de desfalco. La nación debe repararlo en lo que le corresponde. Pero el sistema de atención primario fortalecido y de prevención debe fortalecerse aún más, solo necesita un sistema asistencial de salud público/privado, sin intermediarios. #Salud #ReformaSalud #Corrupción

¡¡¡𝗦𝗢𝗠𝗢𝗦 𝗖𝗔𝗠𝗣𝗘𝗢𝗡𝗘𝗦!!! Una España de 𝗗𝗜𝗘𝗭 conquista el #U19EURO. 🇪🇸 2-0 🇩🇪 🏆 Crónica: https://t.co/wVkbsg9S4O #NuestraBase https://t.co/IskrzAvZeu #U19EURO #España #Fútbol

Circula pelas veredas digitais do X um vídeo em que uma voz masculina, supostamente confidenciada, assegura que Michelle Bolsonaro revelara ao mundo a inépcia oscular de Jair. O marido, segundo o “relato’”, não sabia beijar. Eis a intimidade conjugal servida como petisco nas redes, arma vil da guerra de narrativas que devora reputações com a voracidade de um vírus. Embora o artefato apresente todos os estigmas do deepfake, a premissa não é nova. Usar o leito, o beijo ou a alcova para demolir a estátua de um governante é tática tão antiga quanto o poder. A exposição das fraquezas sexuais, físicas ou emocionais de chefes de Estado pelas próprias consortes já derrubou tronos, abalou repúblicas e forneceu material inesgotável à crônica da miséria humana. Dois casos próximos, no tempo histórico, ilustram com precisão essa arte da desconstrução. Na década de 1970, Margaret Trudeau, casada com Pierre Trudeau, o primeiro-ministro canadense de charme intelectual e pai de Justin (porque dizem maldosamente que pai é quem cria), dissolveu o casamento e publicou Beyond Reason em 1979. Na obra, escancarou a frieza glacial do marido, a distância afetiva que transformava o palácio em deserto, os próprios adultérios e a insatisfação profunda de quem tentara salvar as aparências no epicentro do poder. Era a vingança da mulher reduzida a acessório. Mais retumbante ainda foi o terremoto provocado por Diana, Princesa de Gales, contra Charles. Nos anos 1990, a realeza britânica estremeceu quando ela colaborou com o biógrafo Andrew Morton e, depois, concedeu à BBC a entrevista que entrou para a história. “Éramos três neste casamento”, disse, com voz de mártir ferida, vazando o adultério com Camilla, a frieza física do príncipe e a ausência total de desejo no leito real. Para um futuro rei, ver sua performance afetiva dissecada em rede global foi humilhação sem par na era moderna: o herdeiro da coroa, exposto como homem incompleto pela esposa que o mundo tanto amara. Agora, o que circula nas redes, atribuído por muitos à indiscrição de Sóstenes Cavalcante, pinta Bolsonaro quase como um adolescente virgem tardio, alheio às delícias da sensualidade porque, ao que parece, dedicou a vida ao trabalho e à militância para salvar o Brasil. O relato depõe contra o homem público, sim; mas depõe, sobretudo, contra a mulher que deveria guardar tais confidências como relíquia sagrada. Custa, no entanto, crer que Sóstenes tivesse tamanha indelicadeza de vazar o que lhe fora confiado; custa ainda mais imaginar Michelle descendo a esse nível de baixeza conjugal. O mais provável, convenhamos, é que se trate de falsificação digital. Seja como for, a questão eleva-se acima da fofoca de alcova. Michelle deve processar com rigor quem espalhou o deepfake, defendendo a própria honra e a do marido. Mas, se não for falsificação, que venha a público e explique por que processa Sóstenes Cavalcante, ou seja lá quem for o “delator”. Trata-se, afinal, de uma derradeira questão de honra. Numa época em que tudo se reduz a espetáculo vulgar, restam ainda, para os que se pretendem estadistas, esses últimos bastiões da dignidade. Ou o que sobra dela. #deepfake #política #honra

Articolul discută despre conexiunea esențială dintre imunitate și sănătatea inimii, evidențiind cum inflamația cronică generată de sistemul imunitar contribuie la dezvoltarea bolilor cardiovasculare, promovând importanța unui stil de viață activ și a unei alimentații sănătoase în prevenirea acestora. #imunitate #sănătate #prevenție

Doctor de Grijă | Ediția 12 | Imunitatea și inima: conexiuni esențiale

Têxte do artigo reporta que o Irão afirmou ter registrado 14 mortes devido a ataques dos EUA, em um contexto de escalada das tensões militares após a suspensão do cessar-fogo anunciado por Donald Trump, enquanto a população de Almada protesta contra a crônica falta de água e critica a gestão da autarquia. #Irão #AtaquesEUA #FaltaDeÁgua

8h. Ataques dos EUA. Irão afirma que 14 pessoas morreram

Pacientes con Enfermedad Pulmonar Obstructiva Crónica (EPOC) en España, como Francisco Galea, enfrentan una dura lucha por el acceso a tratamientos innovadores como dupilumab, que aunque aprobado por la EMA, sigue sin financiación estatal, lo que agrava su sufrimiento y cuestiona la equidad en el acceso a medicamentos frente a otras patologías respiratorias. #EPOC #Medicamentos #Salud

El calvario de 27.000 enfermos pulmonares sin tratamiento: «Llevo dos años luchando»

¡𝗙𝗜𝗡𝗔𝗔𝗔𝗟 𝗗𝗘𝗟 𝗣𝗔𝗥𝗧𝗜𝗗𝗢! España, a la final por la puerta grande. 🇪🇸 3-0 🇭🇷 ✍️ Crónica: https://t.co/HSmj5mSGuk #U19EURO | #NuestraBase https://t.co/jwpTEewBgr #U19EURO #Fútbol #España

AstraZeneca ha adquirido los derechos globales, excluyendo Asia, de un nuevo fármaco pulmonar experimental llamado TQC3721 de la farmacéutica china Sino Biopharmaceutical por hasta 1.900 millones de dólares, con el objetivo de mejorar la función pulmonar en pacientes con afecciones respiratorias crónicas severas. #AstraZeneca #Farmacéutica #SaludPulmonar

AstraZeneca compra a una farmacéutica de China los derechos de un medicamento pulmonar por 1.900 millones

CR7: A Estátua Que Ainda Se Julga Viva Ou: como perder o respeito por alguém sem lhe negar uma única conquista Estava em casa, às 18 horas de Lisboa, a ver Portugal empatar com a República Democrática do Congo, quando dei por mim a fazer uma coisa que nunca pensei fazer: torcer, discretamente, para que a bola não caísse aos pés de Cristiano Ronaldo. Não por rancor. Por cansaço. O cansaço de quem admirou durante vinte anos um jogador e começa agora a duvidar do homem. Não lhe retiro nada do que fez em campo. Cinco Bolas de Ouro, recordes que provavelmente nunca serão batidos, duas décadas a carregar selecções às costas quando ninguém mais o fazia. Isso é facto e permanece facto, imune a qualquer texto de opinião. Mas há uma diferença entre reconhecer o mérito de um jogador e continuar a admirar o homem em que ele se tornou — e é aí que a admiração deixa de bastar. Os números ajudam a perceber a dimensão do problema. Contra a RD do Congo, Ronaldo chegou ao seu décimo jogo consecutivo sem marcar em fases finais de Mundiais e Europeus — um registo que não se estende a outras competições da selecção, onde continuou a marcar normalmente, mas que, nos palcos que mais contam, se arrasta desde o Mundial de 2022. Teve apenas três remates e nenhum à baliza — sexta vez que isso lhe acontece num Mundial. Pelos vistos, aos 41 anos, Ronaldo na selecção só se for na Playstation. E, ainda assim, quando a equipa se juntou no meio-campo para aplaudir os adeptos no final do jogo, ele já ia a caminho do balneário, sozinho, antes de todos os outros. A imprensa internacional não deixou passar o pormenor. É a mesma lógica de um accionista maioritário que continua a comparecer às reuniões de uma empresa que já não gere, exigindo que todos se levantem quando ele entra na sala — mesmo que o produto já não seja dele, mesmo que a equipa de gestão tenha mudado, mesmo que os resultados o desmintam. A marca sobrevive à utilidade. E é exactamente isso que Portugal, aos poucos, deixou de tolerar. Portugal já conhece esta história. Chama-se sebastianismo. Um rei parte para uma guerra que não devia ter travado, desaparece em circunstâncias nebulosas, e o país passa séculos à espera do regresso do "Encoberto" — a certeza colectiva de que só ele pode salvar a pátria, mesmo depois de todas as provas em contrário. Substituam-se as brumas de Alcácer-Quibir pelos relvados de Houston e a estrutura emocional é praticamente a mesma: um povo que prefere esperar por um homem a confiar em si próprio. Fernando Pessoa dedicou parte da sua obra a mostrar como este tipo de espera colectiva por um salvador pode ser, ao mesmo tempo, a maior força e a maior fragilidade de um povo — e é difícil não pensar nisso ao ver um capitão de 41 anos ser tratado como se a selecção não pudesse respirar sem ele, quando hoje tem jogadores como João Neves ou Bruno Fernandes plenamente capazes de a fazer voar sozinha. E é aqui que a crónica muda de tom, porque há episódios que já não são sobre futebol. Ronaldo foi expulso em Novembro contra a Irlanda, por uma cotovelada no defesa Dara O'Shea, e ficaria a dever dois jogos de suspensão para o Mundial. Uma semana depois de jantar na Casa Branca — presente numa recepção oferecida por Donald Trump ao príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, o mesmo príncipe que os serviços de informação norte-americanos associaram ao assassínio do jornalista Jamal Khashoggi, esquartejado num consulado saudita em Istambul —, a FIFA decidiu converter essa suspensão num "período probatório". Pode ser coincidência de calendário. Mas é, no mínimo, uma coincidência incómoda, vinda de uma organização que lucra directamente com a presença dele no torneio que os Estados Unidos co-organizam. Não é a primeira vez que o vejo escolher o desconforto de uma sala com príncipes e bilionários em vez do desconforto de uma crítica doméstica. Aceita com naturalidade estar sentado ao lado de quem gere o dinheiro saudita — o mesmo fundo soberano que é dono do Al-Nassr e lhe paga duzentos milhões de dólares por ano —, mas revela dificuldade em aceitar que um jovem médio português diga, sem qualquer maldade, que dentro do grupo ele é hoje tratado como mais um. É uma inversão de prioridades reveladora: tolerância total ao poder que o remunera, desconforto perante a igualdade que o desafia. Por isso já não é sobre golos, nem sobre Bolas de Ouro, nem sobre se ainda é ou não o melhor do mundo. É sobre saber ficar no lugar certo quando o palco deixa de ser só seu. Um país não se ajoelha perante um homem, por maior que ele tenha sido — e este Portugal de 2026 já não precisa de esperar por ninguém para acreditar em si próprio. Porque, no fim, nenhum general ganha batalhas sozinho — e nenhum rei continua a sê-lo depois de o povo deixar de precisar dele. #Cristiano Ronaldo, #Mundial 2026, #futebol, #Arábia Saudita, #Casa Branca, #FIFA, #Portugal, #sebastianismo, #crónica

Merino desencripta la cámara de los sueños. 👨🏽‍💻 La mejor crónica: https://t.co/6b1FNmUwpc #VamosEspaña | #CopaMundialFIFA https://t.co/kw3liDbcKB #Mundial2023 #Fútbol #Sueños