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EDITAL PUBLICADO A Justiça publicou edital para dar publicidade à futura alienação da UPI Equity, composta por 90% do capital total e votante da Nova SAF do Vasco. Interessados poderão se manifestar no processo, inclusive sob sigilo. A primeira proposta estabelece: R$ 500 milhões exclusivos para o futebol, em cinco aportes anuais de R$ 100 milhões. Apoio ao pagamento das dívidas da recuperação judicial, tributárias e extraconcursais. Conversão em capital do DIP do Banco Crefisa, de aproximadamente R$ 80 milhões. R$ 120 milhões para o CT e R$ 30 milhões para a infraestrutura da base. Fluxo de caixa equilibrado por cinco anos. Até R$ 150 milhões em projetos de incentivo fiscal para o clube. Aportes adicionais caso faltem recursos para cumprir as obrigações. Proibição de vender as ações e distribuir dividendos durante dez anos. Garantias por conta vinculada, fiança e aval de Marcos Lamacchia e da Crefipar. Importante: o edital não representa a conclusão da venda. Ele divulga a aproximação do processo competitivo e apresenta as condições mínimas da primeira proposta. #Vasco #Futebol #Investimento

🚨 JUSTIÇA AUTORIZA ABERTURA DO “LEILÃO” PARA VENDA DO CONTROLE DA VASCO SAF; VEJA TODOS OS DETALHES DA PROPOSTA A Justiça publicou nesta sexta-feira (28) o edital que dá publicidade ao procedimento competitivo para alienação da UPI Equity, estrutura que representará 90% do capital social total e votante da Nova SAF do Vasco. A determinação é clara: publicizar que se aproxima a venda do controle acionário da SAF para permitir que outros investidores interessados se manifestem no processo, inclusive sob sigilo. O edital também torna públicas as condições mínimas da proposta vinculante apresentada pelo chamado “Primeiro Proponente”. 📌 R$ 500 MILHÕES PARA O FUTEBOL A proposta prevê aporte total de R$ 500 milhões, dividido em cinco parcelas de R$ 100 milhões, com vencimentos anuais e correção pelo INPC/IBGE. E existe uma trava fundamental: NENHUM DESSES R$ 500 MILHÕES PODERÁ SER UTILIZADO PARA PAGAMENTO DE DÍVIDAS. A destinação será exclusivamente para o departamento de futebol, incluindo atletas, comissão técnica e contratações. 📌 DÍVIDAS DA RECUPERAÇÃO JUDICIAL O pagamento das dívidas aparece como uma obrigação separada. O vencedor deverá prestar auxílio financeiro para o pagamento dos credores concursais da Recuperação Judicial, além das obrigações tributárias, previdenciárias e extraconcursais, respeitando os parcelamentos, transações e demais acordos existentes. Também deverá existir uma conta vinculada com recursos equivalentes a três meses dessas obrigações. 📌 DIP DA CREFISA — CERCA DE R$ 80 MILHÕES A proposta estabelece ainda a conversão em capital social do crédito decorrente do financiamento DIP concedido pelo Banco Crefisa à SAF Vasco. O edital aponta valor líquido aproximado de R$ 80 milhões, com a conversão resultando na quitação integral dessa dívida. 📌 GARANTIA DE FLUXO DE CAIXA POR CINCO ANOS Outra obrigação pesada para o vencedor: durante cinco anos após o fechamento da operação, a Nova SAF deverá manter fluxo de caixa equilibrado. As receitas operacionais terão de cobrir integralmente as despesas operacionais e os investimentos ordinários. Como referência, serão considerados os orçamentos previstos para os dois exercícios seguintes ao fechamento. 📌 R$ 150 MILHÕES PARA CT E CATEGORIAS DE BASE Além dos R$ 500 milhões destinados ao futebol, estão previstos: • R$ 120 milhões, ao longo de 10 anos, para o centro de treinamento da equipe profissional masculina; • R$ 30 milhões, ao longo de 2 anos, para melhorias na infraestrutura das categorias de base. Importante: eventuais valores gastos com aquisição de terrenos NÃO serão contabilizados dentro desses R$ 150 milhões. 📌 ATÉ R$ 150 MILHÕES EM INCENTIVOS FISCAIS PARA O CLUB O vencedor também deverá estruturar e conduzir projetos de incentivo fiscal em benefício do Club de Regatas Vasco da Gama, chegando a até R$ 150 milhões ao longo de dez anos. Existe, entretanto, uma ressalva: se as aprovações necessárias não forem obtidas por circunstâncias fora do controle do vencedor, isso não será considerado inadimplemento contratual. 📌 APORTES ADICIONAIS SEM GANHAR MAIS AÇÕES Talvez uma das cláusulas mais relevantes do edital: se a Nova SAF não tiver dinheiro suficiente para cumprir as obrigações relacionadas à Recuperação Judicial, dívidas tributárias e extraconcursais, fluxo de caixa ou investimentos em infraestrutura, o vencedor será obrigado a fazer APORTES ADICIONAIS. E esses aportes não poderão gerar: • aumento da participação do investidor; • diluição da SAF Vasco; • redução dos valores que ainda deverão ser integralizados. Ou seja: se faltar dinheiro para cumprir essas obrigações, o investidor deverá complementar os recursos sem receber participação societária adicional por isso. 📌 PROIBIDO VENDER AS AÇÕES POR 10 ANOS Também existe um lock-up de dez anos. O vencedor não poderá vender as novas ações da Nova SAF durante esse período. E há outra trava: a Nova SAF não poderá distribuir dividendos durante os mesmos dez anos. 📌 GARANTIAS O edital detalha ainda as garantias da proposta. Será criada uma conta vinculada (escrow) com saldo mínimo equivalente a três meses das obrigações vincendas da Recuperação Judicial e das obrigações tributárias e extraconcursais. Caso o saldo fique abaixo do mínimo, o adquirente terá 20 dias úteis para recompô-lo. Além disso, o documento estabelece expressamente: fiança e aval pessoal de Marcos Faria Lamacchia e da Crefipar, com renúncia ao benefício de ordem. Caso seja comprovada a insolvência de algum garantidor após o fechamento e durante a supervisão judicial da RJ, deverá ser comprovada capacidade financeira em até 10 dias úteis. Caso contrário, o vencedor será obrigado a reforçar a conta vinculada para garantir as obrigações do plano que vencerem durante o período de supervisão judicial. 💰 QUAL É, ENTÃO, O TAMANHO DA PROPOSTA? O edital apresenta compromissos de naturezas diferentes: ➡️ R$ 500 milhões exclusivamente para o futebol; ➡️ aproximadamente R$ 80 milhões referentes ao DIP; ➡️ R$ 120 milhões para CT; ➡️ R$ 30 milhões para a base; ➡️ até R$ 150 milhões em projetos de incentivo fiscal; ➡️ auxílio financeiro para cumprimento das dívidas; ➡️ obrigação de equilíbrio de caixa por cinco anos; ➡️ e eventuais aportes adicionais necessários ao cumprimento das obrigações. Portanto, não é correto resumir a proposta simplesmente a “R$ 500 milhões pela SAF”. Os R$ 500 milhões são apenas uma das obrigações e possuem destinação exclusiva ao futebol. ⚠️ E ATENÇÃO: A SAF AINDA NÃO FOI VENDIDA. O edital não declara vencedor e não significa que a proposta existente foi definitivamente escolhida. Ao contrário: a Justiça determinou a publicidade justamente para comunicar ao mercado que se aproxima a venda da UPI Equity e permitir que outros interessados apareçam e se manifestem, inclusive de maneira sigilosa. O que está colocado à venda no procedimento competitivo é a UPI Equity, correspondente a 90% do capital social total e votante da Nova SAF, que dará ao vencedor o controle acionário da operação. A venda da Vasco SAF entra agora em uma etapa concreta de abertura ao mercado, com uma proposta vinculante servindo de referência e possibilidade de surgimento de novos interessados. #Vasco #Futebol #Leilão

JUSTIÇA PUBLICA EDITAL E ABRE CAMINHO PARA VENDA DA SAF DO VASCO A Justiça do Rio de Janeiro publicou nesta sexta-feira (28) o edital de ciência sobre a alienação da UPI Equity no processo de recuperação judicial do Club de Regatas Vasco da Gama e da Vasco da Gama SAF. O documento, expedido pela 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, confirma que está se aproximando o processo competitivo para a venda da UPI Equity, que será responsável por concentrar 90% do capital social total e votante da nova SAF do Vasco. A publicação também tem o objetivo de dar ciência a eventuais interessados na operação, que poderão se manifestar no processo judicial, inclusive sob sigilo. PROPOSTA PREVÊ R$ 500 MILHÕES PARA O FUTEBOL De acordo com o edital, a proposta vinculante apresentada pelo primeiro proponente prevê aporte total de R$ 500 milhões, sendo R$ 100 milhões atualizados pelo INPC/IBGE em cada vencimento anual. Um ponto importante é que esse valor não poderá ser utilizado para pagamento das dívidas. O dinheiro deverá ser destinado exclusivamente ao departamento de futebol, incluindo atletas, comissão técnica e contratações. A proposta também prevê a conversão em capital social do crédito referente ao financiamento DIP concedido pelo Banco Crefisa, no valor líquido aproximado de R$ 80 milhões, com a quitação integral dessa dívida. INVESTIMENTOS EM CT E BASE O primeiro proponente também se compromete, segundo o edital, a investir: • R$ 120 milhões no centro de treinamento do futebol profissional ao longo de 10 anos; • R$ 30 milhões em melhorias na infraestrutura das categorias de base ao longo de dois anos; • Até R$ 150 milhões em projetos de incentivos fiscais em favor do Club de Regatas Vasco da Gama, de forma progressiva ao longo de 10 anos. Além disso, a proposta estabelece mecanismos de proteção financeira para garantir o cumprimento das obrigações da recuperação judicial, tributárias, extraconcursais e dos investimentos previstos. LAMACCHIA E CREFIPAR APARECEM COMO GARANTIDORES Entre as garantias apresentadas estão fiança e aval pessoal de Marcos Faria Lamacchia e da Crefipar, além da manutenção de uma conta vinculada com recursos suficientes para cobrir três meses das obrigações previstas. O edital, portanto, representa mais um passo formal no processo de venda da SAF do Vasco. A publicação não significa que a venda já esteja concluída: ela dá publicidade à operação e permite que eventuais interessados se manifestem no processo competitivo. O Vasco entra, agora, em uma etapa decisiva do processo que poderá definir o futuro do controle da SAF. #Vasco #Futebol #Justiça

“A agência considerou válidas as garantias da Crefipar e o empréstimo da Crefisa. Mas proibiu de forma liminar, temporariamente, novas operações, inclusive aval para contratações como o dado por Sosa.” Por que não colocam esse trecho da matéria? #empréstimo #Crefipar #notícias

⚠️ Presidente do Palmeiras, Leila Pereira é sócia de empresa que dá aval para que seu enteado Marcos Lamacchia compre a SAF do Vasco. Documentos da Junta Comercial mostram que a presidente do Verdão possui 5% das ações da Crefipar. Seu marido, José Lamacchia, detém os outros 95%. A empresa tem capital social de quase R$ 3 bilhões. A Crefipar consta no processo de Recuperação Judicial do Vasco como garantidora das obrigações da Almirante S/A, empresa que tem Marcos Lamacchia como principal sócio e que negocia a compra da SAF cruzmaltina. A empresa também assinou o aditivo do acordo de investimentos entre o empresário e o clube. A participação da Crefipar na operação foi considerada pela ANRESF, agência da CBF que abriu procedimento para verificar um possível conflito de interesses. O Fair Play Financeiro veda que um parente de primeiro grau de um dirigente controle outro clube. Além disso, a Crefisa emprestou R$ 80 milhões ao Vasco em setembro, tendo como garantia 10% das ações da SAF. Caso Lamacchia assuma a SAF cruzmaltina, a dívida será convertida em ações. Se o negócio não for concluído, o débito vence e deverá ser pago pelo Vasco. A CBF considerou válidas as garantias e operações já realizadas, mas proibiu temporariamente novas relações do Vasco com empresas do grupo Crefisa. O aval da Crefipar está sob sigilo no processo de Recuperação Judicial. Pessoas que tiveram acesso ao documento afirmam que ele foi redigido de forma a não dar poder à empresa mesmo em caso de dívida, para evitar acusação de conflito. 🗞️ @UOL | @_rodrigomattos_ 📸 Reprodução/Globo #Palmeiras #Vasco #FutebolBrasileiro

O comunicado da ANRESF, com as restrições, é correto e importante para a lisura do processo. O órgão, verdadeiro responsável por se debruçar sobre o assunto, pede explicações corretas das partes e ainda impõe medidas cautelares que respingam em outro assunto: o DIP de 150 milhões de reais. Tal empréstimo, previsto em Recuperação Judicial acordada com os credores em dezembro de 2025, viria da empresa Almirante, de Marcos Faria Lamacchia, que nada tem a ver com a Crefipar (grupo que não pode mais emprestar dinheiro ao Vasco, conforme a medida da ANRESF). Desta forma a decisão da juíza, que previa um receio do processo competitivo não ser isento, alegando “R$ 270M de dívidas” para um possível interessado, me parece não se sustentar. Visto que o órgão que vem se debruçando minuciosamente sobre o “conflito de interesses” não restringiu a Almirante. De duas, uma: o empréstimo precisa ser liberado para que o clube continue honrando seus pagamentos, custos operacionais e, principalmente, a Recuperação Judicial, sem lesar os credores, que precisam e querem receber. Ou o processo competitivo precisa ser aberto o quanto antes, agilizando o leilão e, em sequência, a venda, seja lá para qual investir for, pensando sempre que o clube não pode continuar sendo sufocado e já pediu judicialmente a liberação dos recursos. Aberto a discussões educadas👇🏽 #ANRESF #RecuperaçãoJudicial #Vasco

🚨 Anresf abre investigação sobre possível conflito de propriedade na venda da SAF do Vasco a Marcos Lamacchia. A agência, responsável pela fiscalização das regras de Fair Play Financeiro no Brasil, vai analisar se o parentesco entre Lamacchia e Leila Pereira, presidente do Palmeiras, configura conflito de propriedade. Durante a investigação, medidas cautelares proíbem Vasco e Palmeiras de negociar jogadores, compartilhar estruturas, profissionais ou informações sensíveis. O Vasco também fica impedido de realizar operações financeiras com a Crefisa, que já emprestou R$ 80 milhões ao clube e é garantidora do acordo de investimento de Lamacchia. O procedimento foi aberto após uma análise técnica iniciada em junho. O Flamengo havia solicitado, em julho, que a agência investigasse e vetasse a venda da SAF vascaína. Por enquanto, a Anresf não decidiu se existe conflito. A investigação servirá justamente para avaliar a questão e evitar possíveis interferências esportivas durante o processo. O Vasco, Palmeiras, Almirante Participações e Crefipar já foram notificados. 📰 @geglobo 📷 @AVascainos #Vasco #Palmeiras #FairPlayFinanceiro

🚨 AGORA! Agência de Fair Play Financeiro do Brasil abre investigação sobre venda da SAF do Vasco e PROÍBE relações com Palmeiras e Crefisa. A ANRESF investiga um possível conflito de propriedade na negociação com o grupo de Marcos Lamacchia, enteado de Leila Pereira. Enquanto o caso é analisado, o Vasco está proibido de manter relações comerciais com o Palmeiras e com a Crefipar, conglomerado de Leila que inclui a Crefisa. As medidas impedem NEGOCIAÇÕES DE JOGADORES entre Vasco e Palmeiras, operações financeiras, uso compartilhado de estruturas (como CTs) e compartilhamento de profissionais ou informações sensíveis. O Vasco também não pode pegar EMPRÉSTIMOS da Crefisa. O banco emprestou R$ 80 milhões ao Cruzmaltino em 2025 e aparece como garantidor no acordo entre o clube e Lamacchia. A ANRESF ainda não decidiu se existe conflito de interesses. O procedimento vai analisar se a eventual venda da SAF viola a regra que proíbe uma mesma pessoa ou grupo de exercer controle ou influência significativa sobre mais de um clube. As relações entre Leila, Lamacchia, Palmeiras e Vasco têm chamado a atenção da ANRESF há meses. Em julho, o FLAMENGO pediu para a agência analisar e vetar a venda da SAF vascaína para Lamacchia. 🗞️ @geglobo 📸 Reprodução/GE TV #Vasco #FutebolBrasileiro #JustiçaDesportiva