Ontem o Brasil testemunhou, mais uma vez, quem é quem no Congresso Nacional. Enquanto tentávamos avançar com a PEC que acaba com a jornada 6x1 no Senado, a oposição, capitaneada pelo coordenador da campanha do meu opositor nessa corrida presidencial, atuava para impedir o avanço da pauta. É importante que o Brasil saiba quem está trabalhando para avançar com essa mudança e quem está tentando impedir uma conquista que pode garantir um dia a mais de descanso sem redução de salário. As justificativas são as de sempre. Se a gente aprovar, o Brasil “quebra”. Do mesmo jeito que ia “quebrar” quando os trabalhadores conquistaram o direito às férias. Quando tiveram direito ao 13º. Uma história que se repete desde os tempos do fim da escravidão. O que quebra de verdade é a saúde mental do trabalhador com essa escala. O que quebra qualquer família é a sensação de não poder acompanhar os filhos crescerem. Viver para trabalhar, e não ter vida além do trabalho. Desmotiva. Mina a produtividade. Os brasileiros e brasileiras que trabalham seis dias por semana e, muitas vezes, dedicam o sétimo aos afazeres domésticos, já cansaram de esperar. Estamos com vocês. Seguimos mobilizados. Pelo fim da escala 6x1! #TrabalhoMaisJusto #FimDaEscala6x1 #DireitosTrabalhistas
A gente tem dois senadores, Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho, simplesmente trabalhando para que o projeto do fim da escala 6x1, que já passou pela Câmara e avançou na CCJ, não seja votado. E por quê? Porque não querem que Lula tenha uma vitória política em ano de eleição. É isso que a gente tem hoje: o trabalhador ficando refém de gente que coloca disputa eleitoral acima da vida de quem trabalha. E ainda tem candidato contando com o voto justamente desse trabalhador que está sendo prejudicado. A realidade do Brasil é dura. É difícil entender como uma coisa dessas não causa indignação suficiente para todo mundo perceber o que está acontecendo. Não estamos falando de favor. Estamos falando de jornada digna, descanso e qualidade de vida para quem trabalha. FIM DA ESCALA 6x1 JÁ #TrabalhoDigno #JornadaDeTrabalho #PolíticaBrasileira
Quem não tá indignado com o que aconteceu hoje? Quem não ficou estressado, angustiado, com ódio depois de ver simplesmente cagarem pro fim da escala 6x1? A gente precisa lembrar quem fez isso. Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho trabalharam para esvaziar a votação. E ainda trataram o fim da 6x1 como se fosse simplesmente uma “pauta do Lula”. Não é uma pauta do Lula. É uma pauta do trabalhador brasileiro. É sobre ter tempo para cuidar da família, da casa, da própria roupa, da própria vida. É sobre conseguir descansar de verdade. Porque um único dia de folga não é descanso. Você passa esse dia resolvendo tudo o que não conseguiu fazer durante a semana e volta para o trabalho exausto. Isso é desumano. Trabalhador não é escravo. E o que aconteceu hoje mostra exatamente o problema de termos um Congresso com tanta gente que não está nem aí para a vida do povo. Gente que pensa nos próprios interesses enquanto milhões de brasileiros estão pedindo uma coisa básica: trabalhar cinco dias e ter dois dias para viver. O que fizeram hoje com o trabalhador brasileiro é demais. E sabe o que também revolta? É que tanta coisa absurda acontece neste país e muita gente nem sabe quem são os responsáveis. A indignação passa, ninguém cobra, ninguém aponta quem fez, e eles continuam fazendo. A gente precisa se indignar, sim. Precisa falar, cobrar e deixar muito claro quem está do lado do trabalhador e quem trabalha contra ele. Dois dias de descanso por semana não são luxo. São o mínimo para sobreviver com dignidade nesse mundo cão. #TrabalhoDigno #DireitosTrabalhistas #Indignação
Javier Albares, a sleep and performance expert, underscores the crucial importance of rest for athletes, arguing that all professional clubs should have a sleep consulting specialist to optimize performance and prevent injuries. (translated)

É preciso entender o tamanho do movimento que está em curso. A gente já viu esse filme na Lava Jato, quando setores do Judiciário, da política e da mídia atuaram juntos para construir uma narrativa com consequências gravíssimas para a democracia brasileira. Foi assim em 2018 e não podemos permitir que isso se repita. Enquanto o país é arrastado para mais uma crise política, pautas fundamentais para a vida do trabalhador, como o fim da escala 6x1, correm o risco de sair do centro do debate. Por isso, é fundamental que a militância não durma e que a gente valorize os nossos representantes que continuam lutando para garantir dois dias de descanso e uma jornada digna para o povo brasileiro. E a regra precisa valer para todos. Se querem investigação, quebra de sigilo e transparência, então que investiguem tudo. Queremos esclarecimentos completos sobre as relações de Flávio Bolsonaro com a Dark Horse e com o Banco Master, sobre os valores ainda não explicados e sobre todas as pessoas envolvidas nesse caso. Também é legítimo questionar a permanência de André Mendonça na relatoria diante de relações que possam comprometer a necessária aparência de imparcialidade. Qualquer vínculo com personagens investigados precisa ser esclarecido, e a condução do caso não pode deixar dúvidas sobre independência. Se for necessário, a relatoria deve ficar com um ministro sem qualquer relação com os envolvidos. O Brasil já pagou caro demais por investigações seletivas, vazamentos seletivos e indignação seletiva. Não aceitaremos dois pesos e duas medidas. Não aceitaremos que uma nova crise institucional seja usada para atropelar a democracia. E muito menos aceitaremos que ela sirva para tirar da urgência aquilo que muda de verdade a vida do povo: o fim da escala 6x1. FIM DA ESCALA 6x1 JÁ #Democracia #DireitosTrabalhistas #Justiça
Hoje demos mais um passo importante para acabar com a escala 6x1 com a aprovação na CCJ. Agora precisamos garantir que seja votado em plenário. O povo tem direito de descansar. https://t.co/hZYAh96Hzi #DireitosTrabalhistas #Trabalho #Descanso
ARMY PELO FIM DA ESCALA 6X1 #ARMYPeloFimDaEscala6x1 A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (2) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala 6x1. Apesar do pedido, ainda não há previsão de quando a PEC será pautada no plenário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) não deu garantias aos senadores de votar ainda nesta quarta-feira, como é o desejo de aliados do governo. O relatório do senador Omar Aziz (PSD-MA) manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados como uma estratégia para agilizar a aprovação final. Caso o parecer de Aziz seja o aprovado pelo plenário do Senado, o texto não precisará retornar para a Câmara, já que não terá sofrido modificações. Dessa forma, poderá ser promulgado pelo Congresso. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da 6x1 estipula uma jornada semanal de 40 horas de trabalho – atualmente, são 44 horas. Com a nova escala, seriam mantidos os limites de 8 horas diárias de trabalho. A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Preferencialmente, um desses dias deve ser o domingo. Para que os trabalhadores brasileiros cheguem às 40 horas semanais com dois dias livres haverá um período de transição. Se aprovada, a PEC deve seguir a seguinte cronologia: em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado; em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas. A mudança não será aplicada para trabalhadores com ensino superior que ganhem por mês mais de 2,5 vezes o teto do INSS, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês. Fonte: 🔗https://t.co/xv2SHh5lO2 #PEC #Trabalho #Senado
Vitória importante! O fim da Escala 6x1 acaba de ser aprovado na Comissão de Constituição de Justiça do Senado. Com isso, o texto está pronto para ser apreciado pelo plenário da Casa. Só falta mais esse passo para os dois dias de descanso semanais e a jornada de 40 horas se tornarem realidade para milhões de trabalhadores e trabalhadoras do nosso país. Seguimos mobilizados! 🇧🇷 #Trabalho #DireitosTrabalhistas #Mobilização
🚨APROVADO NA CCJ DO SENADO! O fim da escala 6x1 acaba de ter seu texto ORIGINAL aprovado na CCJ por 27 a 4. AGORA É PRESSÃO TOTAL NO LOMBO DE ALCOLUMBRE. Este crápula quer adiar nosso direito ao descanso MAIS UMA VEZ! https://t.co/CX7zEvLQhx #Senado #Trabalho #Direitos
VITÓRIA! APROVADO O FIM DA ESCALA 6x1 na CCJ do Senado! Agora falta a votação final no plenário e a pressão não pode parar. Vamos juntos até a aprovação definitiva, por mais tempo com a família, descanso e dignidade para quem trabalha! FIM DA 6x1 JÁ! https://t.co/hV1dGbPjPQ #FimDa6x1 #TrabalhoDigno #VotaçãoSenado
O deputado Carlos Zarattini acaba de trazer uma informação importantíssima: o relatório de Omar Aziz foi aprovado sem alterações e seguimos avançando pelo fim da escala 6x1. Agora não é hora de diminuir a pressão. É hora de aumentar. E também precisamos reconhecer quem está lutando ao lado do trabalhador. Carlos Zarattini é um desses parlamentares, defendendo essa pauta e trabalhando para que ela avance. Precisamos aprovar o fim da escala 6x1 ainda esta semana. Eu não descanso um minuto nessa luta, porque essa é uma pauta do trabalhador. É sobre descanso, dignidade e direito de viver além do trabalho. Vamos até o fim. FIM DA ESCALA 6x1 JÁ PARA DEPUTADO FEDERAL EM SP 1370 #FimDaEscala6x1 #Trabalho #DireitosTrabalhistas
Omar Aziz está certíssimo em bater com força no Rogério Marinho. Se o PL votou em peso na Câmara pelo fim da escala 6x1, o que mudou agora? Por que, quando a proposta chega ao Senado, Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho aparecem tentando desmontar o que foi aprovado? O trabalhador continua sendo o mesmo. A escala continua sendo exaustiva. A necessidade de dois dias de descanso continua sendo a mesma. Então o que mudou? É preciso expor quem está trabalhando contra o trabalhador. Não dá para votar a favor quando é conveniente e depois tentar esvaziar a proposta. O trabalhador brasileiro merece saber quem está do lado dele e quem está tentando impedir o fim da escala 6x1. E hoje essa tentativa tem nome: Rogério Marinho, Flávio Bolsonaro e a direção do PL. #Trabalhador #DireitosTrabalhistas #PolíticaBrasileira
🚨 VOTAÇÃO DO FIM DA 6X1 NA CCJ DO SENADO Já começou trabalhador! Acompanhe através do link abaixo e pressione em todas as redes quem quer travar nosso direito ao descanso! https://t.co/OrImTh4n97 #Votação #DireitosTrabalhistas #Senado
Sabe do que a gente precisava estar falando hoje? Do fim da escala 6x1. Porque agora Alcolumbre quer usar até a crise criada pelo Mendonça envolvendo o STF como justificativa para ameaçar uma votação que pode garantir um dia a mais de descanso para milhões de trabalhadores. Desculpa esfarrapada. O próprio relator, Omar Aziz, já disse que uma coisa não tem absolutamente nada a ver com a outra. A crise no STF não pode servir de pretexto para o Senado abandonar o trabalhador. E é bom prestar muita atenção no que está acontecendo. Enquanto Flávio Bolsonaro sabota o fim de uma jornada desumana, a pauta que realmente mexe com a vida de milhões de brasileiros quase não ganha destaque. Cadê a mesma pressão? Cadê a manchete dizendo que o trabalhador pode perder a oportunidade de conquistar mais descanso, sem redução de salário? Porque a nossa prioridade precisa ser essa: o trabalhador. O povo brasileiro. Escândalo político ocupa horas de televisão. Briga entre Poderes ocupa páginas e páginas. Mas uma votação que pode mudar concretamente a vida de quem trabalha seis dias e descansa apenas um quase desaparece do debate. Não podemos deixar. O Senado precisa votar o fim da escala 6x1. E trabalhador nenhum pode esquecer quem trabalhou para aprovar e quem trabalhou para impedir. A pauta é o povo. #Trabalhador #FimDaEscala6x1 #Senado
Não é possível que a gente vá ficar calado, sem fazer uma grande manifestação e uma grande mobilização pelo fim da escala 6x1. Alcolumbre ainda não colocou a proposta em votação e não deu nenhuma certeza de que vai pautar. Ao contrário, está escutando justamente quem quer impedir que o trabalhador tenha um dia a mais de descanso. Gente, eu não sei, parece que a gente está anestesiado, deixando gente safada, gente desumana, interferir no direito do trabalhador de ter mais descanso, enquanto ainda metem o STF no meio dessa história. É uma loucura. Esse país é uma loucura. ACORDA SENADO ESCALA 6x1 É DESUMANA #DireitosTrabalhistas #Mobilização #AcordaSenado
Quiero alabar algo que quizá ha pasado desapercibido en el regreso de Alcaraz a la competición, y es lo bien que ha vuelto. Mientras vemos a muchos regresar desde un nivel muy bajo, casi parecía que Carlitos no había estado cuatro meses y medio de baja. Y eso es trabajo suyo y de su equipo. Lo han hecho todo a la perfección. No han tenido prisa por volver y han recorrido un camino muy bien medido y estudiado. Han hecho todo cuando debían hacerlo. El descanso, la rehabilitación, la readaptación, la estimulación y el trabajo físico, fuera y dentro de pista. A nivel físico se nota que ha perdido masa muscular, pero eso lo recuperará rápido. Se le nota muy fino, pese a todo, y eso es de alabar porque la profesionalidad se nota precisamente en estos detalles, y el trabajo de Alcaraz y su equipo, en el manejo de esta lesión, ha sido de sobresaliente. #Alcaraz #tenis #deporte
Una de las cosas que dijo Sánchez ayer en la SER y que más me sorprendió es que este agosto “ha trabajado y ha descansado”, y que eso también es su derecho. Y tiene razón. El derecho al descanso no se pierde por ser presidente del Gobierno. Pero el problema no es el derecho. Es cuándo se ejerce. El 30 de julio invadieron Ceuta, según relata el presidente, 70.000 personas por la frontera con Marruecos. En cuestión de horas. Hubo decenas de muertos en el agua. Esto ocurrió en una ciudad que tiene 83.595 habitantes según el dato de 2025 del INE. Al día siguiente el presidente se plantó allí y definió lo ocurrido con estas palabras: un ataque, una violación de la integridad territorial de España. Lo dijo él mismo allí en Ceuta delante de las cámaras. Y con esa frase, que sin duda era cierta, se fue a La Mareta. La cronología no le deja en buen lugar. Llegó a la ciudad autónoma a las 11:40 del 31 de julio y presidió la reunión de coordinación en el Palacio de la Asamblea. A continuación, declaración conjunta con Vivas y vuelta a Madrid. Esa fue su única presencia física en la ciudad en todo un mes. Desde su palacio de verano, como los zares, se dignó a hacer dos videoconferencias, el 7 y el 17 de agosto. El 25 de agosto, veintiséis días después del asalto, el Consejo de Ministros aprueba por fin el decreto que declara Ceuta situación de interés para la seguridad nacional. Y tras este extenuante trabajo, intentó rematar el verano en Andorra y solo lo canceló cuando nuestra Ketty Garat lo publicó en ABC. Ayer, la vuelta al cole en la SER. Cómo no. Si uno echa cuentas, es probable que haya pasado más tiempo en el edificio de PRISA que en Ceuta. Da igual que ciudadanos españoles estén viendo alterada su vida, con miles de inmigrantes ilegales vagando por las calles y las playas de una ciudad diminuta. Da igual que la Fiscalía haya contabilizado ya 23 agresiones sexuales. Da igual que nuestro vecino reclame a través de sus ministros la soberanía de parte de nuestro territorio. Estaba de vacaciones y tiene derecho. Lo que nuestro "amado líder" no entiende es que el derecho al descanso no se anula cuando estalla una crisis inédita como esta. Se pospone para cuando se pueda. Eso va con el cargo y la responsabilidad, y no es un invento interesado de la malvada oposición o de la internacional reaccionaria. La comparación más sencilla es la que haríamos con el directivo de una multinacional. Imagínense al consejero delegado de una gran empresa a la que se le quema su principal fábrica y que no vuelve de vacaciones porque tiene derecho a descansar. Dura esa tarde, y ya. Pero esa comparación es tramposa, porque a ese señor lo echa el consejo esa misma tarde y a un presidente del Gobierno no lo puede echar nadie. Nuestro consejo de administración, que es el Parlamento, hace tiempo que no tiene ninguna función más que lanzarse cada miércoles los improperios (de dudosa inspiración) que redactan los asesores de gobierno y oposición. ¡Si no ha presentado un solo proyecto de presupuestos en toda la legislatura! Pero sigamos con las comparaciones. El autónomo que tiene dos empleados y una furgoneta. ¿Ese ciudadano también tiene derecho al descanso? A duras penas ha podido reservar unas vacaciones que ya tiene pagadas desde marzo. Y el 5 de agosto se le rompe la cámara frigorífica, o le falla el proveedor, o se le pone enfermo el empleado que sabe llevar el almacén. ¿Saben lo que hace? Cancela. Pierde la señal, se come la bronca en casa y se pone a trabajar. No porque sea un héroe. Es que si no lo hace, en septiembre no hay empresa. Y él no puede firmar decretos 26 días después para ver si lo arregla mágicamente. O peor. La familia que no se va de vacaciones. Ni este agosto ni el anterior. Porque entre el alquiler, la luz y la gasolina no llega. A esa gente, oír en boca del Presidente que “descansar es su derecho” le debe dar la risa. Sánchez fue quien dijo que lo de Ceuta era un ataque a la integridad territorial de España. El ministro perrofaldérico Óscar Puente puso un post en X el 1 de agosto, que sigue ahí como evidencia de su incapacidad: "Otra crisis más que resuelve Pedro Sánchez". No es cierto. No resolvió nada. Pero se fue de vacaciones y allí permaneció 26 días. Es su derecho. #España #Inmigración #Política
The article explores how vacation time can cause discomfort for some people who, used to the structure and productivity of work, feel overwhelmed by the lack of activity and exposure to personal emotions during their vacations. (translated)

Descanso 3-0 ¿Sensaciones? El nivel de Jude y Mbappé es de otro planeta. Me está encantando Trent por cierto #Fútbol #JudeBellingham #Mbappé