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#Discussões

🚨 BNDES denies that it will make available a line of credit to "assist" football clubs after the prohibition of bets. Clubs from Series A and B tried to negotiate with the Federal Government for financial assistance in light of the possibility of losing revenue from sponsorships of betting houses. The Government is expected to announce measures to support clubs, probably after the elections, but the main proposal discussed, a line of credit from BNDES, will NOT be one of the solutions for now. BNDES stated that it did NOT participate in these discussions and that its statute PROHIBITS this type of operation. Currently, 13 of the 20 clubs in Series A have betting companies as master sponsors. The sector injects about R$ 1.1 billion into the teams in 2026. 🗞️ @JornalOGlobo (translated)

South Africa argues that the African continent should have a significant role in defining the rules for artificial intelligence and managing its critical minerals, demanding greater representation on the UN Security Council and warning about the ongoing marginalization of Africa in international discussions. (translated)

África do Sul quer Africa na discussão das regras para a IA

Portugal is involved in discussions about claims for reparations related to the Atlantic slave trade, driven by a UN resolution, with Ghana leading the campaign and the country apparently interested in supporting the cause, although there are concerns about its political implications. (translated)

Portugal, o tráfico de escravo e os pedidos de indemnizações

🚨 BEHIND THE SCENES: Ancelotti approved CBF's plan to reduce the limit of foreigners in the Brasileirão. The measure aims to give more space to young Brazilians and prevent the early departure of great talents, such as Endrick and Estêvão. The CBF's management and the national team coaching staff participated in discussions about the problems in player development. Ancelotti took part in the conversations and ADMITTED THE DIFFICULTY in finding athletes ready to renew the national team after the 2026 World Cup. The elimination to Norway accelerated CBF's plan, which aims for a strong renewal by the 2030 World Cup. The CBF sees problems mainly in the training of MIDFIELDERS and understands that jewels leave the country before an important stage of development in Brazilian football. There is also an understanding that clubs prioritize FORWARDS, especially wingers, as they generate higher sales. With fewer foreigners in other positions, the expectation is that these teams will increase investment in the training of young Brazilians. (translated)

F&F Entertainment informs that UNIS will cease its activities in September, after the end of its contract: “Hello, this is F&F Entertainment. First of all, we sincerely thank all the EverAfters for the infinite love and support you have given to UNIS since its debut in March 2024, through the “Universe Ticket” from SBS. After spending the last two years and six months together, with the love and support of our fans, we would like to inform you that the exclusive management contract of UNIS with our company will end on September 26, 2026. The company and the members have continuously discussed the contract period and future activities. After sufficient discussions, it was decided that UNIS will officially cease its activities as a complete group according to the originally established contract period. We would like to express our deepest gratitude to the members of UNIS, who dedicated themselves wholeheartedly to every moment and created countless remarkable performances and precious memories under the name UNIS. Although their official activities together as UNIS will come to an end, F&F Entertainment will sincerely support each member as they start a new chapter, continue to pursue their dreams, and grow on their respective paths. More than anything, UNIS could only exist thanks to all the EverAfters who have always stood by them. Once again, we sincerely thank every fan who created an unforgettable journey with UNIS, akin to a miracle, and we ask that you continue to offer the members your constant love and warm support as they face new challenges. Thank you. F&F Entertainment” (translated)

Lisbon will host the second edition of Lisbon AI Week, where for a week various discussions and events about the impact of Artificial Intelligence on society will take place in different locations around the city, covering topics such as media, cinema, and security. (translated)

Lisboa vai falar de Inteligência Artificial por uma semana

The United States proposed to China a new notification mechanism for incidents related to artificial intelligence that may affect national security, as part of discussions ahead of a meeting between Donald Trump and Xi Jinping. (translated)

EUA propõem mecanismo de alerta sobre incidentes com IA

Fim da linha para Rui Borges? Sporting nos últimos 15 jogos oficiais tem apenas 7 vitórias. 6 empates e 2 derrotas. A estrutura do Sporting quis cortar com o passado e entregar um plantel "novo" ao treinador leonino. Mas terá Rui Borges mãos para potenciar este plantel? As dores de crescimento de um novo plantel são acompanhadas pela exigente tarefa de vencer e Rui Borges não está a conseguir vencer. 6 pontos perdidos num início de época muito tremido para o Leão. As características dos jogadores que entraram são diferentes dos atletas que saíram e a maior dificuldade do técnico leonino parece estar aqui: adoptar dinâmicas que encontrem e alimentem as diferentes características dos novos reforços. Por exemplo, não se pode pedir a Doumbia que tenha o mesmo papel que Morita apresentava. Mas, a responsabilidade não pode cair somente no papel do treinador. Há claras responsabilidades da estrutura quando escolheu renovar com Rui Borges para abraçar este novo projeto que corta com o passado (Amorim). E agora? Como se despede um treinador que foi escolhido para alimentar esta nova juba do Leão? Quem entraria agora? (estamos quase em Outubro). Independentemente da decisão a ser tomada, parece claramente que o Sporting de Rui Borges está em "morte lenta" - tal como estava o Sporting de João Pereira naquele mês nefasto. Rui Borges parece perdido nas conferências de imprensa quando está somente preocupado em alimentar discussões com os jornalistas sobre as suas qualidades como treinador. E como Homem! Parece igualmente perdido no banco quando a equipa precisa de liderança. Suárez era o treinador ontem? Perder 18 vantagens não pode estar meramente ligado a erros individuais. Perder 18 vantagens não é currículo. É cadastro. Espero sinceramente que não aconteça, mas será uma questão de tempo haver uma rotura de confiança entre o plantel e o treinador do Sporting. Os sinais estão lá. Os resultados não vão ajudar. O próximo jogo é em Braga e Rui Borges nunca venceu o Braga. Ficaria muito admirado se Varandas despedisse agora o treinador do Sporting. Não funciona assim o Presidente leonino. A pergunta que ficará no ar é: o que terá de acontecer para a estrutura leonina deixar cair um caminho que parece não ter solução? Qual será o custo? #Sporting #RuiBorges #futebol

NOTA Nos últimos dias, tenho sido alvo de uma série de publicações, republicações e comentários ofensivos nas redes sociais, muitos deles ultrapassando claramente os limites da crítica, da opinião e da liberdade de expressão. Quero deixar registrado que estou atenta a cada uma dessas manifestações e que repudio qualquer forma de ataque pessoal, ofensa, difamação, exposição vexatória ou tentativa de atingir minha honra e minha imagem. Meu jurídico já foi formalmente cientificado e está realizando a coleta, preservação e organização das provas, com o registro das publicações, perfis, comentários, republicações e demais elementos necessários para a identificação de seus responsáveis. A internet não é uma terra sem lei. A liberdade de expressão é um direito fundamental, mas não autoriza agressões pessoais, imputações falsas, ameaças ou condutas que possam gerar responsabilidade civil e, conforme o caso, repercussões criminais. Os responsáveis pelas condutas ilícitas serão oportunamente identificados e responsabilizados pelas vias legais cabíveis, inclusive mediante notificação, intimação e adoção das medidas judiciais pertinentes, quando necessárias. Não pretendo transformar minhas redes sociais em palco para discussões ou confrontos. Continuarei exercendo meu trabalho normalmente, mas não permanecerei inerte diante de ataques que ultrapassem os limites legais. Críticas são legítimas. Ofensas e ataques ilícitos, não. #LiberdadeDeExpressão #DireitosHumanos #Justiça

🚨 AGORA! NOTA OFICIAL EMITIDA POR VÁRIOS CLUBES: "O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais sobre as pessoas mais vulneráveis exigem atenção do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. É fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. O investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro a dominar o cenário sul-americano em competições como CONMEBOL Libertadores e CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Os recursos alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe outro segmento econômico capaz de substituir esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado preocupação em todos os clubes, federações e entidades do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios. Contratos firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. O futebol se coloca à disposição do Governo Federal, do Congresso Nacional, das Autoridades Estaduais e Municipais para colaborar em mecanismos mais eficientes de educação e conscientização. O futebol está mobilizado, reconhece suas responsabilidades e quer participar da solução, de uma forma racional e consciente. O TORCEDOR NÃO PODE PAGAR ESSA CONTA. SE ACABAR COM O MERCADO REGULADO, AS APOSTAS NÃO ACABAM. O FUTEBOL É QUEM ACABA." #FutebolBrasileiro #Apostas #Regulamentação

O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos regularmente firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. O futebol se coloca à disposição do Governo Federal, do Congresso Nacional, das Autoridades Estaduais e Municipais para colaborar em mecanismos mais eficientes de educação e conscientização. #FutebolBrasileiro #Regulamentação #ApostasResponsáveis

O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos regularmente firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. #FutebolBrasileiro #Apostas #Regulamentação

O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. #futebol #apostas #regulamentação

LISA quebra o silêncio e fala sobre os RUMORES do FIM do BLACKPINK: “Se eu tiver 50 anos, ainda quero fazer BLACKPINK! Acabamos de terminar nossa turnê no início deste ano, mas conversamos muito sobre isso e temos discussões sobre fazer uma pequena pausa, como eu fiz há quase dois anos, mas sempre vamos estar juntas.” #BLACKPINK #LISA #Kpop

Artificial intelligence companies, such as OpenAI, Anthropic, and Google DeepMind, are in discussions to create a new oversight entity aimed at managing the risks associated with AI, in response to growing concerns about safety and regulation in the industry. (translated)

Empresas de IA querem entidade para controlar riscos

O argumento de Cármen Lucia pra manter em dias diferentes as discussões sobre os procedimentos contra Moraes e Mendonça é de uma simplicidade brilhante que chega a ser constrangedor para os demais #CármenLucia #Justiça #SupremoTribunal

The Minister of Internal Administration convened meetings with the structures of the PSP and GNR following threats of joint protests from the security forces, which include discussions on the allocation of risk bonuses and career restructuring. (translated)

7h. Protestos. MAI reúne-se com estruturas da PSP e GNR

Jacob Coxon, a researcher who resigned from Anthropic, issued a warning about the existential risks of artificial intelligence, stating that the technology could pose a threat to humanity by the end of the decade, which has sparked intense reactions and global discussions. (translated)

Dez perguntas sobre o alerta que pôs um prazo na humanidade

The Israeli Minister of Foreign Affairs, Gideon Saar, denied the intention to expel Palestinians from the Gaza Strip, stating that Israel will not force anyone against their will, despite discussions in the government about plans for voluntary migration. (translated)

MNE israelita afasta expulsão de palestinianos de Gaza

Mendonça manda soltar suspeitos de desvios no INSS em meio a discussões sobre mudança de relator no STF. Fachin é um frouxo! Mendonça claramente favorecendo todo tipo de bandidos. #INSS #STF #Justiça