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#Estatisticas

Finalizamos a fase classificatória da VNL Feminina 2026! Com isso, já temos os dados estatísticos finais da primeira fase com os destaques da competição. Confira os dados abaixo ⤵️ 🔢 Maiores Pontuadoras (pontos) 1️⃣🇨🇦 Kiera Van Ryk: 271 (226A | 21B | 24S) 2️⃣🇧🇪 Pauline Martin: 233 (214A | 12B | 07S) 3️⃣🇯🇵 Yukiko Wada: 218 (205A | 06B | 07S) 3️⃣🇨🇳 Yushan Zhuang: 218 (188A | 25B | 05S) 4️⃣🇹🇷 Melissa Vargas: 210 (189A | 07B | 14S) 5️⃣🇮🇹 Ekaterina Antropova: 209 (161A | 15B | 33S) 8️⃣🇧🇷 Julia Bergmann: 181 (159A | 13B | 09S) ___ 👋 Melhores Atacantes (pontos e média por set) 1️⃣🇨🇦 Kiera Van Ryk: 226 (4,43) 2️⃣🇧🇪 Pauline Martin: 214 (4,37) 3️⃣🇯🇵 Yukiko Wada: 205 (4,27) 4️⃣🇹🇷 Melissa Vargas: 189 (5,73) 5️⃣🇨🇳 Yushan Zhuang: 188 (3,92) 🔟🇧🇷 Julia Bergmann: 159 (3,61) ___ 🙌 Maiores Bloqueadoras (bloqueios e média por set) 1️⃣🇧🇷 Julia Kudiess: 42 (0,98) 2️⃣🇨🇦 Emily Maglio: 40 (0,87) 3️⃣🇨🇿 Magdalena Jehlarova: 39 (0,93) 4️⃣🇨🇿 Ela Koulisiani: 37 (0,88) 5️⃣🇵🇱 Maja Koput: 35 (0,78) 6️⃣🇷🇸 Hena Kurtagić: 35 (0,83) 7️⃣🇧🇷 Diana Duarte: 31 (0,78) ___ 🖐️ Melhores Sacadoras (aces e média por set) 1️⃣🇮🇹 Ekaterina Antropova: 33 (0,77) 2️⃣🇨🇦 Kiera Van Ryk: 24 (0,47) 3️⃣🇹🇷 Melissa Vargas: 14 (0,42) 3️⃣🇫🇷 Iman Ndiaye: 14 (0,33) 4️⃣🇵🇱 Julia Szczurowska: 13 (0,29) 4️⃣🇯🇵 Yoshino Sato: 13 (0,28) 4️⃣🇺🇦 Daria Sharhorodska: 13 (0,27) 5️⃣🇧🇷 Ana Cristina: 12 (0,30) ___ 🫳 Melhores Defensoras (defesas e média por jogo) 1️⃣🇫🇷 Juliette Gelin: 203 (16,92) 2️⃣🇵🇱 Aleksandra Szczyglowska: 177 (14,75) 3️⃣🇮🇹 Eleonora Fersino: 175 (14,58) 4️⃣🇩🇪 Annie Cesar: 148 (12,33) 5️⃣🇷🇸 Bojana Gocanin: 143 (11,92) 2️⃣6️⃣🇧🇷 Marcelle Arruda: 85 (8,50) ___ 🤲 Melhores Receptoras (passes positivos e perfeitos) 1️⃣🇧🇷 Nyeme Costa: 81% | 53% 2️⃣🇮🇹 Eleonora Fersino: 71% | 44% 3️⃣🇹🇷 Eylul Yatgin: 64% | 37% 4️⃣🇹🇷 Hande Baladin: 62% | 37% 5️⃣🇫🇷 Juliette Gelin: 62% | 36% ___ 👐 Melhores Levantadoras (sucessos e % de sucessos) 1️⃣🇺🇦 Daria Sharhorodska: 410 | 34,63% 2️⃣🇷🇸 Sladana Mirković: 407 | 35,61% 3️⃣🇩🇪 Sarah Straube: 351 | 32,87% 4️⃣🇨🇦 Brie Joy Fransen: 348 | 33,21% 5️⃣🇨🇳 Zixuan Zhang: 330 | 34,48% 1️⃣4️⃣🇧🇷 Macris Carneiro: 202 | 29,15% 2️⃣1️⃣🇧🇷 Roberta Ratzke: 160 | 30,83% ___ Estatísticas coletadas pela Volleystation e pela FIVB ⚠️ #VNL2026 #VoleibolFeminino #Esportes

M. Tips 1d

@OptaJoe @OptaJose @OptaAnalyst Quem são vocês? Quem financia isso? O que está acontecendo com os critérios de marcação de estatísticas nos jogos da Copa do Mundo? O desarme do Hakimi foi um absurdo e o chute a gol do Haaland ainda pior. Por que vocês decidem a bel-prazer o que deve ser marcado e o que não, sem qualquer coerência nas decisões? Por que a maioria das decisões favorece a anulação de estatísticas que teoricamente beneficiariam milhões de apostas? É sempre aquele jogador específico? Aquele volume de apostas acima do normal? #CopaDoMundo #Futebol #Estatísticas

DataFut 2d

Estatísticas que parecem mentira mas não são: Desde a edição de 2018, Kylian Mbappe marcou mais gols (20) na Copa do Mundo do que a seleção da Alemanha (19). https://t.co/S6e2YMTNnx #Mbappe #CopaDoMundo #Futebol

Fotografia da Maré: Desafio Fotográfico da Terra de Xuanfang já está em disponível! Com a nova região "Mengzhou: Terra de Xuanfang" disponível para exploração, a Fotografia da Maré - Desafio Fotográfico da Terra de Xuanfang já está disponível! Participe do evento para concorrer a astritas e prêmios em dinheiro! O Evento de Fotografia de Combate "Momentos Marcantes: Destaques da Ação" também será lançado em 16 de julho (UTC+8). Então, explore a nova região, mergulhe na nova jogabilidade e capture momentos inesquecíveis. ✦Duração✦ A partir de hoje - 19/08/26 às 23:59 (UTC+8) ✦Como participar✦ Você pode enviar seu trabalho das seguintes formas: 1. Use o recurso da câmera ou realize uma captura de tela para registrar imagens do jogo. Aplique o filtro de sua preferência e enquadre os Ressonantes enquanto exploram a Terra de Xuanfang ou suas paisagens. 2. Participe do Evento de Fotografia de Combate "Momentos Marcantes: Destaques da Ação" no desafio Momentos Congelados: Sussurro de Plumas ou Momentos Congelados: Corrente Suave. Escolha o Ressonante desejado, adicione um filtro e personalize o enquadramento, e use o dispositivo de Câmera Lenta para capturar as cenas de batalha. Publique seu trabalho no X (Twitter)/Instagram/Facebook com as hashtags #WutheringWaves e #WuWaMoment no X (Twitter)/Instagram/Facebook, e preencha o formulário ( https://t.co/EVqREnMtKM ) para concorrer a astritas e prêmios em dinheiro!*Cite o link da sua publicação feita de forma pública nas redes sociais. ✦Recompensas✦ As inscrições passarão por um rigoroso processo de avaliação com base na qualidade e nas estatísticas antes de decidir os vencedores. Os vencedores receberão as Astritas e os prêmios em dinheiro. ▼Clique no link para obter mais informações: https://t.co/3RRO8pyvgc #WutheringWaves #WutheringWavesBR #WutheringWaves #Fotografia #Jogos

🔎 Desempenho final de Ana Cristina Menezes após a partida contra o Japão 📊 #VoleiNoSporTV 🔢 19 Pontos 📈 A: 16 | B: 02 | S: 01 🏐 56 Bolas Recebidas ✅ 16 Pontos 🔁 36 Tentativas ❌ 04 Erros 📈 21,43% de Eficiência 📈 28,57% de Aproveitamento 🤲 25 Recepções ✅ 07 Perfeitas 🔁 16 Tentativas ❌ 02 Erros 📈 60,00% de Positivas 📈 28,00% de Perfeitas 🫳 14 Defesas ✅ 09 Perfeitas 🔁 03 Tentativas ❌ 02 Erros Estatísticas coletadas pela FIVB ⚠️ #Volei #Desempenho #Estatísticas

DataFut 7d

Metros percorridos por minuto em campo contra a Noruega; Valores APROXIMADOS! ⚠️ Bruno Guimarães (120,3 metros) Gabriel Martinelli (112,1 metros) Éderson (109,9 metros) Matheus Cunha (107,9 metros) Danilo Santos (105,1 metros) Rayan (103,7 metros) Douglas Santos (103,5 metros) Casemiro (101 metros) Neymar (100,4 metros) Marquinhos (96 metros) Vinicius Júnior (92,7 metros) Gabriel Magalhães (92,3 metros) Danilo (91,8 metros) Endrick (91,3 metros) Alisson (4,8 metros) Via FIFA. #Futebol #Estatísticas #FIFA

DataFut 7d

Jogadores com mais pressões diretas ao adversário contra a Noruega; 1. Douglas Santos (19) 2. Gabriel Martinelli (7) 3. Danilo (6) 4. Matheus Cunha (6) 5. Neymar (6) 6. Casemiro (6) 7. Bruno Guimarães (5) 8. Rayan (4) 9. Marquinhos (3) 10. Vinicius Júnior (3) 11. Danilo Santos (3) 12. Endrick (1) Alisson, Gabriel Magalhães e Ederson não registraram pressões diretas ao adversário. Via FIFA. #Futebol #Estatísticas #Copa_do_Mundo

🚨 Repórter para Ancelotti: “O Brasil fez 12 gols de pênalti no ciclo desde a Copa de 2022, 6 jogadores acertaram, o único que estava em campo era o Vini Jr. Por que não o Vini Jr e sim o Bruno Guimarães?” Ancelotti: "Fizemos umas estátisticas de um ano dos jogadores rivais e também dos nossos. O melhor na Seleção era o Raphinha. Dos disponíveis, o melhor era o Neymar, depois Igor Thiago, depois Bruno Guimarães e depois o Martinelli. Escolhemos o Bruno Guimarães porque achamos que ele era o melhor em campo (para bater).” 📸 Reprodução/CazéTV #Futebol #Ancelotti #Brasil

@futebol_info fiquem com as estatísticas frias eu fico com a magia da copa e a utopía imposible https://t.co/7QeEEqTdKN #Copa #Futebol #Estatísticas

ESTÁDIO NILTON SANTOS 19 ANOS 🏟️🥳 Em celebração ao aniversário da nossa casa, relembramos estatísticas e momentos marcantes dessa história. 🖤🤍 #BFR https://t.co/zRtFPeo6aZ #EstádioNiltosSantos #Futebol #Aniversário

A Matemática Selectiva Quando se mexe no denominador e se finge que o numerador não existe Há uns anos, tocou-me à campainha um recenseador do INE, prancheta debaixo do braço, a perguntar quantas pessoas viviam em minha casa. Contei os nomes, ele anotou, despediu-se com um sorriso burocrático e foi tocar à porta seguinte. Nunca imaginei que aquele gesto tão modesto — contar gente, uma casa de cada vez — pudesse, anos depois, decidir se o país é rico ou pobre. O INE, que durante anos jurou que éramos cerca de 10,7 milhões, anunciou agora que afinal somos 11,4 milhões. Mudou a contagem. Não mudou nada em minha casa. E, como quem muda uma lâmpada sem avisar, deixou o país às escuras durante uns segundos, até percebermos o que isto significa. O problema não é a luz. É o timing. A cronologia ajuda a perceber o desconforto. Os dados de 2021 foram publicados definitivamente em Setembro de 2023, ainda com a população antiga. Durante 2022, 2023 e 2024 governou-se com essa régua curta, sem que ninguém parecesse preocupado com o facto de estarmos a medir produtividade, pressão hospitalar e necessidades escolares com uma população que não existia. Só em Janeiro de 2025 o INE anunciou que Portugal tinha afinal 11,4 milhões de residentes, graças à integração dos dados da AIMA, da Segurança Social, das Finanças e de outros serviços públicos. E só em 2026 é que o debate público explodiu, como se a queda do PIB per capita fosse uma descoberta súbita e não o resultado de quatro anos de estatística mal calibrada. Mas o detalhe mais curioso não está na cronologia. Está na matemática. Alterar apenas o denominador de uma fracção e manter o numerador intacto é, no mínimo, controverso — para não dizer enganador. O PIB não mudou. O que mudou foi o número de pessoas a dividi-lo. É como actualizar o número de convidados de um jantar sem contar os pratos que eles trouxeram. A fracção desce, claro, mas não porque o jantar ficou mais pobre — apenas porque a contagem ficou a meio caminho. E, no entanto, esta operação aritmética é agora apresentada como diagnóstico económico, como se a queda do PIB per capita revelasse uma verdade profunda sobre o país, quando revela apenas um erro técnico que demorou quatro anos a ser corrigido. E aqui entra o ponto que quase ninguém menciona, talvez porque estraga a narrativa conveniente. Se o INE descobriu que afinal havia mais gente no país — gente que consome, trabalha e produz — então não basta corrigir o denominador. O numerador também deveria ser revisto. A chamada "Economia Não Declarada" não é um conceito académico: é consumo real que não foi contado, trabalho real que não foi medido, produção real que nunca entrou nas contas. O próprio INE confirmou que vai rever esta estimativa. E, ao fazê-lo, admite que havia riqueza real que não estava a ser captada. Ora, se havia riqueza não captada, o PIB estava subestimado. E se o PIB estava subestimado, corrigir apenas o denominador é uma operação incompleta — e politicamente útil. Mas a política raramente resiste a uma oportunidade. Em vez de se perguntar como é que andámos anos a planear hospitais, escolas e políticas económicas com uma população mal contada, preferiu-se concluir que o problema é dos trabalhadores, que não produzem o suficiente, que precisam de mais "flexibilidade". É uma leitura tão previsível que quase parece ensaiada. A estatística tropeça; o discurso moral levanta-se. E tudo isto sem que ninguém explique como é que uma reforma laboral resolve um erro de contagem. A verdade é que a produtividade portuguesa não se mede na força dos braços, mas na estrutura das empresas. E essa estrutura é, há décadas, o nosso segredo mal guardado. Temos um país onde 99,9% das empresas são PME, e onde 96% são microempresas. Negócios familiares, muitos deles geridos com boa vontade, mas pouca formação. Cerca de 42% dos empregadores têm apenas o ensino básico. É um número que raramente aparece nos debates, talvez porque desmonta a explicação confortável de que o problema é "cultural" ou "comportamental". Não é. É estrutural. Há uma frase do escritor escocês Andrew Lang que devia estar emoldurada em todos os gabinetes de comunicação: as estatísticas são como um candeeiro para um bêbedo — servem para se apoiar, não para iluminar o caminho. A revisão demográfica do INE deveria ter servido para iluminar: a qualidade dos dados, a capacidade do Estado para contar quem cá vive, a necessidade de planear políticas com base na realidade. Em vez disso, serviu de apoio a um discurso antigo, que culpa os trabalhadores por problemas que não criaram e que não podem resolver sozinhos. E é aqui que a crónica vira. Porque, leitor, a sua vida não mudou com a revisão do INE. O seu salário é o mesmo. A sua factura da luz, infelizmente, também. Mudou apenas o discurso em torno dele, que tenta agora transformar um erro técnico numa lição moral sobre produtividade. Mas a pergunta que importa é outra: como é que um país pretende ser competitivo quando a maioria das suas empresas não tem estrutura para competir? No fim, resta-lhe esta reflexão: quando ouvir falar de "produtividade", pergunte-se se estão a falar de si — ou de um país que insiste em medir-se com uma régua que nunca coube na realidade. Fontes para aprofundar • INE — Estimativas de População Residente, 2025 (divulgação oficial): o documento-fonte com os 11 424 031 residentes e a revisão da série 2021-2024. ine.pt • Jornal Económico — "Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita": detalha a queda de 81% para 77% da média da UE e a posição relativa face a Polónia, Estónia, Croácia e Roménia, com os cálculos do economista Óscar Afonso. jornaleconomico.sapo.pt • RTP — "População residente em Portugal atinge 11,4 milhões. 14% são estrangeiros": explica a mudança de metodologia — de censos para registos administrativos, incluindo dados da AIMA. rtp.pt • CNN Portugal / SOL — "INE vai rever PIB, emprego e outros indicadores per capita": o calendário oficial das revisões em cascata, incluindo o recálculo das Contas Nacionais previsto para Março de 2027. cnnportugal.iol.pt • INE — Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (2025): a estatística estrutural usada na crónica — 99,9% das empresas portuguesas são PME, 96,7% microempresas. ine.pt • JN — "Os números pregam partidas" (opinião): outra leitura crítica do mesmo episódio estatístico, com uma ironia complementar à desta crónica. jn.pt

Uns gringos apostam em vitória do Japão, mas não sabem o nome de um jogador japonês e só os do Neymar e do Vini Jr do Brasil. Mas citam estatísticas, supostas táticas, tudo. Na prática, querem a final Messi x França, como a Fifa (eles não citam a Argentina). São tão palermas que sequer torcem para o próprio país - e olha que a seleção dos EUA está boa #Futebol #CopaDoMundo #Seleções

Cristiano Ronaldo a Luka Modric, antigos companheiros no Real Madrid, estão em uma disputa emocionante no Mundial 2026, onde apenas um deles avançará após o confronto entre Portugal e Croácia em Toronto, com a Seleção Portuguesa tendo vantagem nas estatísticas históricas. #Mundial2026 #Ronaldo #Modric

Ronaldo ou Modric: algum terá a sua Last Dance em Toronto

Há Coisas do Diabo Em que dormi no 18.º lugar da Europa e acordei no 22.º, sem ter mudado de cama Há coisas do Diabo. Mal acordo, vejo esta notícia: afinal somos mais pobres do que supúnhamos. Não pela noite, nem pelo Carnaval, nem por nenhum vício recente — mas por decreto estatístico. O Instituto Nacional de Estatística, essa entidade que nos mede como se fôssemos gado em feira, decidiu que somos mais. Muito mais. De 10,7 milhões passámos, da noite para o dia, para 11,4 milhões de almas. E, como a aritmética não perdoa nem aos optimistas, o bolo actual é o mesmo de sempre, mas agora há mais bocas à mesa. O resultado: cada fatia ficou mais fina. Com base nos dados mais recentes, Portugal passa a apresentar um PIB per capita em paridades de poder de compra equivalente a 77% da média da União Europeia. Antes da revisão, eram 81%. Deitei-me no 18.º lugar do pódio europeu e acordei no 22.º, ultrapassado pela Polónia, pela Estónia, pela Croácia e pela Roménia — países que, há uma geração, olhavam para Portugal como quem olha para um primo rico que foi à praia descobrir o mundo. Confesso que fiquei preocupado. Corri a ver o saldo bancário. Estava igual. Contei os problemas: os mesmos de sempre, nem um a mais, nem um a menos. As contas continuam com o valor de ontem. E pensei: que raio de estatística é esta, que me empobrece sem me tirar um tostão do bolso? A resposta, como quase tudo nesta vida, está na diferença entre o que parece e o que é — distinção que já preocupava os gregos e que continua a confundir ministros das Finanças. O PIB per capita não mede riqueza pessoal; mede a riqueza do país a dividir pelo número de portugueses, reais ou apenas agora descobertos. E descobriram-se quase setecentos mil, a maior parte deles chegados pela porta da imigração, não pela cegonha. A economia cresceu, sim — mas cresceu a reboque de mais gente a trabalhar, não de mais produtividade por cabeça. É a diferença entre um restaurante que factura mais porque pôs mais mesas na rua e um restaurante que factura mais porque o cozinheiro encontrou finalmente a receita óptima para o arroz de tamboril. Convém recordar que esta confusão entre crescer e enriquecer não é propriamente nova por aqui. Já D. Sebastião confundia grandeza com extensão, e tinha por objectivo um império que a demografia não sustentava, rumo a Alcácer Quibir. Nós, mais modestos, confundimos crescimento do PIB com prosperidade, e fomos a Bruxelas exibir números que agora se revelam inflacionados por um erro de contagem. Benjamin Disraeli — ou foi Mark Twain a citá-lo, a história nunca se entende bem nestas coisas, como os nossos próprios censos — dizia haver três tipos de mentira: as mentiras, as mentiras descaradas e as estatísticas. Esta semana, Portugal aprendeu-o na pele. O mais inquietante não é a posição no ranking — lugares europeus sobem e descem como o Benfica na fase de grupos —, mas o facto de termos governado o país, durante anos, com um mapa errado. Decidimos a direcção dos recursos, calculámos produtividade, pressão sobre hospitais e escolas, tudo isso com base numa régua mal calibrada, medindo uma população que não existia. E o que é mais português do que isso: descobrir, com um atraso considerável e um certo embaraço, que a bússola estava furada desde o início? Há, no entanto, um consolo modesto nesta história, e é esse o ponto a que quero chegar. A sua vida, leitor, não mudou esta noite. O seu salário é o mesmo. As suas contas, as mesmas. O seu lugar na fila do centro de saúde, infelizmente, também é o mesmo. O que mudou foi um número que vive em Bruxelas e em Lisboa, dentro de um quadro Excel, alheio ao seu quotidiano. E talvez seja boa altura para perguntarmos, com a frieza de quem já viu estatísticas nascerem e morrerem: quanto da nossa ansiedade colectiva depende de números que não tocamos, não comemos e não levamos para casa? Porque se há lição nesta crónica do INE, é esta: continuamos a medir a nossa dignidade pela posição numa tabela, quando deveríamos medi-la pelo que conseguimos fazer com o que realmente temos. E isso, ao contrário do PIB per capita, ninguém revê a meio da noite.

DataFut 3w

93% de acerto nos passes 92% de acerto nos passes no campo de ataque 21 finalizações (9 no alvo) 4.33xG E contra um adversário de bom nível e que se classificou em um grupo com outras seleções competitivas (Dinamarca e Grécia). Se fosse uma Argentina tendo esse desempenho.. #Futebol #Estatísticas #Desempenho

DataFut 3w

As ideias do Flamengo para o MARKETING do Campeonato Brasileiro: • Evento oficial de lançamento do Brasileirão com presença forte de ATLETAS, TÉCNICOS, INFLUENCERS, PATROCINADORES e com uma ampla cobertura da MÍDIA. • Tratamento diferenciado para os principais jogos do campeonato brasileiro, os “Jogos Premium”. Teria janela de horário especial, campanhas especiais e maior investimento promocional. • Construção de NARRATIVAS e RIVALIDADES na competição, inspirada em modelos internacionais como o “El Clássico” e ligas dos Estados Unidos. • Calendário estratégico para partidas de maior relevância comercial e esportiva. • Fortalecimento das premiações do Campeonato Brasileiro, com eventos dedicados, campanhas digitais e maior valorização dos atletas • Criação de conteúdos originais do campeonato, como bastidores, documentários, entrevistas, rankings, estatísticas e storytelling. • Ativações nacionais da marca do campeonato em cidades-sede, fan zones e experiências a longo prazo. • Maior coordenação entre a CBF, clubes e broadcasters para transformar algumas partidas em GRANDES EVENTOS ESPORTIVOS e de ENTRETENIMENTO. Opiniões? Via @geglobo #Brasileirão #MarketingEsportivo #Futebol

DataFut 3w

Da Opta: O índice de posse de bola da Inglaterra contra a Gana foi o maior registrado por uma equipe que não marcou gols em uma partida de Copa do Mundo. 79% de posse e 0 gols marcados. #CopaDoMundo #Futebol #Estatísticas

No seu 230.º jogo internacional, Cristiano Ronaldo ressurgiu em grande estilo, marcando dois golos e demonstrando uma combinação de raiva e inteligência em campo que desmentiu os críticos e reafirmou a sua importância para a Seleção Nacional, enquanto, em paralelo, lidava com a pressão de ser comparado a Lionel Messi nas estatísticas do Mundial. #CristianoRonaldo #Mundial2026 #Portugal

Messi, MacPhee e o “I'm back”. o outro lado do jogo de CR7

Que o Mundial não nos deixe esquecer esta vergonha: passamos anos a discutir publicamente com dados errados. E não é só o PIBpc, são todas as estatísticas que dependem da população (médicos por 1000 habitantes, por exemplo). #Mundial #Estatísticas #Dados

Se fôssemos olhar apenas para as coisas objetivas (estatísticas e qualidades mensuráveis), Messi é o melhor Mas, como temos paixão, ninguém dominou tanto o imaginário coletivo com o seu talento como Maradona Mas, como há contexto, só Pelé fez do esporte sua imagem e semelhança. #Futebol #Messi #Maradona