BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#Dados

JUSTIÇA ADIA PRAZO DE MANIFESTAÇÃO ​A Justiça do Rio de Janeiro atendeu ao pedido conjunto apresentado pelos órgãos de fiscalização e administração judicial e prorrogou o prazo para cumprimento de despachos relativos aos processos de recuperação judicial do Club de Regatas Vasco da Gama e da Vasco da Gama SAF. ​O pedido de dilação foi protocolado nesta quarta-feira, dia 2 de setembro de 2026, pelo administrador judicial (Wald Administração de Falências) em conjunto com a watchdog (Neves, Figueiredo, Cerqueira & Souza Advogados) e o gatekeeper (Gussem e Lemos Basto Advogados Associados). ​De acordo com o documento submetido à 4ª Vara Empresarial da Comarca da Capital, o adiamento até a próxima sexta-feira, 4 de setembro de 2026, foi motivado por fatos supervenientes, com destaque para o fechamento do fluxo de caixa da Vasco SAF referente ao mês de agosto de 2026, finalizado na data atual. ​A medida garante que a análise técnica e a prestação de informações ao juízo ocorram com base nos dados financeiros consolidados do último mês, assegurando rigor e transparência no andamento do processo de reestruturação financeira da instituição. #Justiça #VascoDaGama #RecuperaçãoJudicial

Dados que deixam este Vitória 0x2 Vasco O Vasco é semifinalista da Copa do Brasil pela décima primeira vez em sua história O clube chegou a sua terceira semifinal seguida no torneio, o que não ocorria desde 93/94/95 Andrés Gómez participou de gols em todas as fases que disputou da Copa do Brasil desde a semifinal vs Fluminense O Vasco venceu o Vitória pela segunda vez em confrontos de mata-mata (foram 6) Palmeiras será o adversário do Vasco na semifinal. Com isso, o único clube do G-12 que o clube não terá enfrentado na história do torneio é o Internacional O Vasco não vencia os 2 jogos de um mata-mata de Copa do Brasil desde o confronto contra o Avaí em 2019 (vitórias por 3 a 2 e 1 a 0) Andrés Gómez marcou na ida e na volta do mata-mata. O saudoso Thalles, contra o Rio Branco-AC, em 2015, havia sido o último jogador do Vasco a marcar nos 2 jogos de um mata-mata de CB. 📸: Matheus Lima/Vasco #CopaDoBrasil #Vasco #Futebol

The Porsche Taycan Turbo GT announces a power of 1034 hp, but the German regulator verifies only 223 hp, raising questions about the accuracy of power data in electric vehicles. (translated)

O Taycan Turbo GT anuncia 1034 cv, mas tem apenas 223 cv

The Social Security warned about the circulation of fraudulent messages that imitate its official portal and try to steal citizens' personal and banking data. (translated)

Segurança Social alerta para mensagens falsas em seu nome

Por Que o Seu Salário Encolhe Quando o PIB Cresce Entre o optimismo triunfante do PIB e a asfixia silenciosa de quem trabalha, Portugal descobriu uma nova modalidade olímpica: tributar como no Norte da Europa, produzindo como na periferia. Há uma arte muito particular na retórica financeira do Estado: a capacidade de vestir a contabilidade de uma sobriedade tão técnica que qualquer protesto do contribuinte parece um traço de analfabetismo funcional. Se o PIB cresce dois vírgula qualquer coisa por cento e o desemprego recua para patamares historicamente baixos, o cidadão é delicadamente convidado a juntar-se ao coro de aclamação. Quando os profetas da calculadora nos acenam com a "boa conjuntura", o debate político costuma dar-se por encerrado. Afinal, como ousar contestar a prosperidade quando ela vem chancelada por gráficos em papel cavalinho? O problema é que a realidade tem a péssima mania de não ler as notas de imprensa dos governos. E, quando a folha de cálculo é confrontada com a vida concreta, a aritmética oficial começa a revelar as suas fracturas. A Ilusão do Indicador Agregado: Carga vs. Esforço O grande truque de mágica das últimas décadas residiu em concentrar a atenção pública num único conceito: a carga fiscal. Ouve-se nos corredores do poder, com o ar compenetrado de quem recita um dogma, que a arrecadação de impostos em relação ao PIB em Portugal está "perfeitamente alinhada com a média europeia". E assim se arruma o assunto. O que este sacerdócio do número prefere omitir é uma distinção elementar que qualquer família faz ao fim do mês: uma taxa de 35% cobrada a quem ganha três mil euros não produz a mesma dor que essa mesma taxa aplicada a quem subsiste com mil. Para desarmar esta narrativa, a matemática do quotidiano é mais didáctica do que qualquer tratado de finanças públicas: • O Cidadão A (Dinamarquês): Ganha 4.000 euros por mês. O seu Estado cobra-lhe uma carga fiscal elevadíssima de 40% (1.600 euros). Sobram-lhe 2.400 euros líquidos na conta para viver, consumir e poupar. • O Cidadão B (Português): Ganha 1.000 euros por mês. O Estado cobra-lhe uma carga teoricamente "mais baixa" ou "na média", de 35% (350 euros). Sobram-lhe escassos 650 euros para enfrentar um mercado de habitação, energia e cabaz alimentar com preços globalizados. Matematicamente, a "carga fiscal" do dinamarquês é superior. Na prática, o esforço fiscal do português é infinitamente mais doloroso. É exactamente por isso que a carga fiscal é um indicador cego: olha para a fatia que o Estado tira, mas recusa-se a olhar para o tamanho do bolo que sobra no prato do contribuinte. A Teimosia dos Dados Oficiais: A Lição da "Passadeira Rolante" Não é a primeira vez que os modelos matemáticos e a tecnocracia falham ao analisar o país. Lembremo-nos de quando o homem que previu a falência iminente da Segurança Social errou a sua projecção por mais de 9 mil milhões de euros, precisamente porque os modelos teóricos ignoraram as dinâmicas reais do mercado de trabalho e da economia concreta. Com a fiscalidade acontece exactamente o mesmo. E aqui não há espaço para manobras de distracção: os números que confirmam o nosso empobrecimento relativo vêm directamente das séries do INE e do Eurostat. É a própria estatística oficial que desfaz o mito da equidade fiscal. Em 1999, os dados do INE registavam uma carga fiscal de 30,8% do PIB, com um nível de vida correspondente a cerca de 85% da média europeia. O nosso esforço fiscal — a métrica real que cruza a tributação com a riqueza per capita — situava-se em 89,5% da média comunitária. Estávamos confortavelmente abaixo do padrão de sacrifício europeu. Para perceber o que aconteceu desde então, a analogia da mensalidade do ginásio traduz esta perda de terreno: em 1999, pagávamos uma "mensalidade" equivalente a 30 € tendo um salário relativo de 850 € — o esforço era razoável. Hoje, a "mensalidade" subiu para 35 €, mas o nosso rendimento relativo recuou para 770 €. Embora o aumento da taxa pareça contido no papel, a nossa capacidade para a suportar encolheu. Esta é a história da "passadeira rolante": imagine dois atletas no ginásio. O atleta europeu mantém uma corrida ritmada enquanto a sua passadeira avança a boa velocidade; o atleta português corre com cada vez mais inclinação na máquina (mais impostos), mas a sua passadeira está a andar para trás. Ao fim do treino, o português está exausto do enorme esforço exigido, mas ficou substancialmente mais longe da linha de chegada do que quando começou. As séries oficiais confirmam este recuo: a arrecadação subiu para mais de 35% do PIB, enquanto o nosso nível de vida relativo caiu de 85% para 77% da média da UE. O resultado é que o esforço fiscal português saltou de 89,5% para uns impressionantes 115,3% da média europeia — significando que o sacrifício exigido ao contribuinte português está hoje 15,3% acima da média comunitária. Somos o sexto país da União Europeia onde o Estado exige maior sacrifício a quem menos rendimento gera. Tributamos como na Suécia, mas remuneramos como no limiar da coesão. O Mito do Crescimento Infinito Sem Produtividade A narrativa dominante confortou-se durante anos com um modelo económico assente no aumento quantitativo: mais turistas a entrar, mais fundos europeus a injectar, mais postos de trabalho de baixo valor acrescentado a criar. Mas o modelo chegou ao fim do seu fôlego natural. Com a taxa de desemprego nos 5,7% e uma demografia que envelhece a um ritmo inexorável, continuar a esperar que o PIB cresça apenas porque há "mais pessoas a trabalhar" é uma forma de voluntarismo ingénuo. A teimosia dos factos contados pelas métricas do INE obriga a fazer a pergunta que a tecnocracia prefere diferir: quanto conseguirá a economia portuguesa produzir quando o efeito anestésico do turismo e das subvenções comunitárias se desvanecer? Sem um investimento produtivo sério — que, aliás, as últimas estimativas mostram voltar a cair em termos em cadeia —, a promessa de convergência com a Europa rica transforma-se numa miragem. A produtividade não é um detalhe académico; é a única máquina capaz de transformar trabalho em salários reais. Se o capital por trabalhador não aumenta, se a gestão não ganha dimensão e se a inovação permanece confinada a relatórios de propaganda, a resposta do sistema para financiar o Estado Social continuará a ser a mais fácil e a mais cobarde: espremer ainda mais a esponja do rendimento das famílias. A Revolução que Não Pode Esperar Pelo Amanhã Entramos agora num ciclo em que a Inteligência Artificial e a automação de processos prometem redefinir o próprio conceito de trabalho no horizonte de uma década. Perante esta viragem histórica, a discussão pública em Portugal arrasta-se na espuma dos dias. Enquanto a tecnologia oferece a possibilidade real de desassociar a criação de riqueza da mera soma de braços disponíveis — multiplicando a eficiência e criando o verdadeiro choque de produtividade de que o país necessita —, o debate político insiste em discutir o acessório. Aumentar o rendimento per capita não é apenas uma meta estatística; é a única forma de tornar a tributação suportável. Se a economia gerar valor real, a mesma taxa de imposto pesará substancialmente menos nos ombros de quem produz. Se, pelo contrário, continuarmos a adiar as reformas estruturais, a modernização do tecido empresarial e a aposta decidida na tecnologia, o esforço fiscal continuará a subir, mascarado por aparentes triunfos conjunturais. A política não é um mero exercício de contabilidade, nem o país é uma folha de Excel desenhada para equilibrar saldos à custa do esgotamento dos seus cidadãos. Não basta perguntar quanto o Estado arrecada. É imperativo perguntar quanta vida sobra aos portugueses depois de pagarem a factura da sua própria modéstia económica. #EconomiaPortuguesa #Fiscalidade #EsforçoFiscal #CargaFiscal #PIB #Salários #Produtividade #CustoDeVida #RendimentoPerCapita #Empobrecimento #ClasseMédia #Habitação #Inflação #INE #Eurostat #DadosEconómicos #Portugal #PolíticaEconómica #EstadoSocial #ConvergênciaEuropeia #InteligênciaArtificial #Automação #FuturoDoTrabalho #Inovação #PortugalReal #VidaCara #SalárioCurto #EsforçoRecord

O sistema exige provas para abrir investigação sobre seus integrantes. Mas, se as provas são apresentadas, diz que eles não podiam ter sido investigados sem autorização e que o relatório policial é nulo. Não importa se o conjunto probatório contém apenas dados extraídos de equipamentos e outros achados obtidos sem diligência específica contra as autoproclamadas vítimas de abuso. Ou se pede do zero a abertura de investigação e ela é recusada, ou ela é recusada porque não se pediu do zero. Esse é o paradoxo que mantém a blindagem da casta, insultando a inteligência alheia. Se ficar, o bicho pega; se correr, o bicho come. Já passou da hora, portanto, de a sociedade enfrentar esse bicho, em vez de ficar parada ou sair correndo. Não há mais tapete para esconder tanta sujeira. #Justiça #Corrupção #DireitosHumanos

GOSTOU DO BATOM NA CUECA DO ALEXANDRE, GONET, ANDREI E CIA? PARECE QUE VEM MUITO MAIS POR AÍ! Há uma boa razão para imaginarmos que Mendonça só colocou a cabecinha e vem muito mais por aí. Isso porque o relatório da PF que veio a público tem 218 páginas, mas os próprios delegados escrevem, no fim dele, algo que pouca gente noticiou: que a análise "não possui caráter exaustivo". Foi feita em 72 horas, por ordem do ministro, e cobre UM único celular de Vorcaro: o iPhone apreendido no dia da prisão. A PF tem oito (ou nove) celulares dele, recolhidos em três apreensões diferentes. Em junho, a própria PF admitia que só cinco tinham sido periciados, total ou parcialmente, e que a análise pode se arrastar até 2027. Mas calma, que é pior. Vejam o que a PF admite no texto: 1. Só foram transcritas as "menções nominais diretamente identificadas". Referências indiretas ainda não foram detectadas. 2. A conversa direta com o contato "Alexandre de Moraes BRASILIA" estava quase toda apagada. Mensagens temporárias de 24 horas, exclusões em outubro, imagens de visualização única. O que a PF recuperou foram os rastros de sistema do lado de Vorcaro: 52 notas fotografadas e enviadas segundos depois àquele número. As respostas do outro lado não estão nesse aparelho. 3. O método só capturou o que seguiu o padrão nota, print, WhatsApp. Áudios, ligações e mensagens digitadas direto no chat não entram nessa conta. 4. Os diálogos com Fábio Faria, Ciro Soares, Viviane de Moraes e o advogado Palhares foram lidos apenas nos trechos que batiam com as palavras-chave pesquisadas. Ninguém leu esses chats inteiros ainda. Imagine o que tem? Imaginem o que podem vir de novas diligências? Por que diabos não houve busca e apreensão contra Fabio Farias ainda? 5. A PF cita outras duas investigações "em estágio avançado", com análises bancárias e exame de material apreendido ainda pendentes e oitivas previstas para os próximos 60 dias. 6. E o mais importante: a PF afirma que NÃO fez nenhum ato investigativo contra magistrado ou membro do Ministério Público, por causa da LOMAN. Só expôs os dados brutos que já estavam no celular. Ou seja, o que sabemos sobre Moraes, Gonet e Andrei Passos é o que sobrou de um telefone vasculhado às pressas, sem ninguém ter puxado um fio sequer. E mesmo assim já apareceu um banqueiro pedindo a um ministro do STF para "reforçar com Andrei e Paulo", perguntando se "médio a grave seria busca ou quebra de sigilo", e mandando uma lista com nomes de policiais e procuradores. E muito mais. Isso com o pé no freio. Imaginem quando alguém tirar o pé. #Política #Brasil #Investigações

Esse print divulgado como “vazamento do pagamento de R$ 80 milhões” não é documento novo. Os números (22 parcelas de R$ 3.646.529,72 = R$ 80.223.653,84, Itaú, fev/2024–nov/2025) foram publicados por G1, Estadão e Folha em abril de 2026, com dados da Receita enviados à CPI do Crime Organizado. A folha “Demonstrativo Financeiro de Pagamentos / contrato BM-2024/2187” não tem logo do banco, não tem autenticação e tapa os IDs de transação — justamente o único dado que permitiria checar a sua veracidade. E mesmo que cada linha fosse verdadeira, não há fato novo. Só repete o que já se sabia há cinco meses. Não compartilhe arquivo bancário “vazado” por esse "hacker", que de hacker não tem nada. É só um estelionatário que até hoje nunca publicou uma única informação inédita ou relevante. Além de desinformar, você expõe seu público a possíveis links maliciosos publicados por alguém que aplica golpes online. #Desinformação #SegurançaDigital #FakeNews

A Espanha acaba de libertar o empresário brasileiro Marcelo Conde, preso em Madri desde maio por causa de um pedido de extradição assinado por Alexandre de Moraes. Até aí, para os padrões brasileiros dos últimos anos, quase rotina. O problema começa quando se pergunta: afinal, qual era o crime atribuído a Conde? Segundo a investigação brasileira, ele teria financiado a obtenção ilegal de dados fiscais sigilosos de centenas de pessoas. Entre elas, Viviane Barci de Moraes. A esposa de Alexandre de Moraes. Sim. O ministro que aparece no pedido de extradição é marido de uma das pessoas apontadas como vítimas no próprio caso. Não é necessário ter estudado Montesquieu. Basta possuir algum instinto de conservação institucional. O material relata que Moraes permaneceu no caso e autorizou medidas como mandado de prisão, buscas e o pedido internacional de extradição. #Brasil #Justiça #Política

🚨 📲 Argumento usado por Dias Toffoli (TSE) para suspender a campanha de Renan Santos poderia atingir 2.744 candidatos que não informaram nenhum perfil de rede social ao Tribunal; o número pode ser ainda maior entre aqueles que declararam dados errados ou incompletos. https://t.co/2PFxYwoOgw #Eleições2024 #Justiça #Política

Estou indo deitar agora, às 4h da manhã, ainda sem sono depois de coletar majs de 100gb de dados. O Renan falou que derrubamos a Dilma há exatos dez anos e isso me fez pensar onde eu estava naquele momento. Eu lembro exatamente. Há dez anos, eu vivia o maior e mais importante impasse da minha vida. Tinha saído do sertão e, recém-completados 17 anos, morava longe de casa, numa cidade que me era muito estranha. Catava moedas dentro da mochila para comprar um miojo enquanto tentava realizar o grande sonho brasileiro: conseguir um diploma, de preferência numa Federal. Eu estava em uma. E começava a descobrir que talvez aquele sonho não fosse meu. Minha mãe diz que eu era inconformado desde criança. Aos dez anos, vendia papelão e latas para comprar revistas da Recreio e brinquedos que desmontava para descobrir como funcionavam. A curiosidade sempre veio antes de qualquer outra coisa. O dinheiro era um meio. O diploma também. Nunca foram o objetivo. Eu havia romantizado a universidade. Achava que seria o lugar onde minha curiosidade seria estimulada e minha criatividade pudesse florescer. BULLSHIT. Na prática, era apenas uma continuação da escola. Uma esteira. Eu queria largar, mas aquilo pesava pelos meus pais. Minha mãe não terminou o ensino fundamental e meu pai tem apenas o ensino médio. Eu seria o primeiro formado da família. Para eles, eu estar numa Federal e ser engenheiro era uma conquista coletiva. Mas eu sabia que continuar significava escolher o status em vez da minha própria vida e fechar possibilidades que poderiam me levar para outros caminhos. Eu não queria conviver com o arrependimento de não ter tentado. Então larguei. Passei meses estudando muito mais do que havia estudado até então e fui atrás daquilo que realmente despertava minha curiosidade. Por sorte, encontrei uma área em que eu era bom, lucrativa e na qual o diploma era opcional. Foram cinco anos me fodendo, sem ter vida alguma. Aos poucos, porém, as coisas mudaram. Conquistei coisas que jamais imaginei, mesmo se tivesse seguido a engenharia. Hoje estou exausto. Fisicamente e mentalmente. Minha esposa também. Ela teve uma vida de merda como eu e sabe o que significa trabalhar duro para conquistar qualquer coisa. Talvez por isso eu tenha tanta clareza sobre o que não quero. Não quero repetir a vida dos meus pais, que trabalharam a vida inteira e quase nunca puderam parar. Eu não quero que meu filho precise escolher entre sobreviver e viver. Talvez eu e minha esposa não consigamos construir tudo o que gostaríamos. Mas quero que meu filho tenha essa possibilidade. E é por isso que, dez anos depois de abandonar um caminho que todos diziam ser o certo, estou diante de outra decisão. Só que agora ela é muito maior do que a minha própria vida. Vou me dedicar a um projeto de país melhor. Não 200%. Porque, pela primeira vez, o objetivo não é construir apenas a minha vida. É tentar construir um lugar onde pessoas como meus pais tenham mais oportunidades e onde meu filho não precise lutar contra as mesmas limitações que enfrentamos. É por isso que tanta gente está se movimentando agora. Gente que conheci no caminho e que decidiu colocar tempo, dinheiro, conhecimento e reputação nisso. O Renan é uma dessas pessoas. Eu poderia simplesmente ignorar tudo isso. Poderia olhar para a vida que construí, aceitar que já conquistei muito mais do que um garoto de 17 anos contando moedas para comprar um miojo poderia imaginar e tentar ficar satisfeito com ela. Mas eu simplesmente não consigo. E talvez a gente fracasse. Se fracassar este ano, foda-se. Eu já aprendi, há dez anos, que existe coisa pior do que fracassar. É que, apesar de existir uma possibilidade remota de sucesso, ainda vale a pena tentar, mesmo quando todos e tudo conspirem contra. Se no final disso tudo eu puder olhar para trás e dizer que fiz tudo o que estava ao meu alcance, que me diverti no processo e que conheci pessoas extraordinárias pelo caminho, já terá valido a pena. #reflexão #mudança #sonhos

Haddad rebateu Tarcísio após o governador não gostar de o ministro expor o desastre das contas públicas de São Paulo: "Eu simplesmente reproduzi dados oficiais da Secretaria da Fazenda. As finanças hoje estão na pior situação desde os anos 90." HADDAD NO RODA VIVA https://t.co/JvVvNc0ZLr #FinançasPúblicas #SãoPaulo #Política

Lembra da Acadêmicos do Niterói, escola de samba que recebeu quase R$ 10 milhões de reais para exaltar Lula e acabou sendo rebaixada no carnaval carioca? Pois bem: acredite ou não, uma escola de samba inteirinha SUMIU. Tomou doril. Desapareceu. Fez "puf", evaporou. A Justiça Eleitoral simplesmente NÃO CONSEGUE ENCONTRAR a Acadêmicos de Niterói para citá-la no processo que movemos para apurar a claríssima propaganda eleitoral antecipada em favor de Lula. O desfile foi em fevereiro. Já estamos na virada de agosto para setembro. A cronologia é absurda: Em fevereiro, acionamos o TSE contra Lula, o PT e a Acadêmicos de Niterói pelo desfile que, em pleno ano eleitoral, exaltou Lula, usou referências ao 13 e contou com recursos públicos. O TSE negou nosso pedido de liminar e disse que eventual ilícito deveria ser apurado posteriormente. Ingressamos com nova ação quando Lula registrou sua candidatura. No dia 3 de agosto, um oficial de Justiça saiu à procura da escola: 📍 Cidade do Samba: ela não estava mais lá pois foi rebaixada. 📍 Fluminense Atlético Clube: fechado, pois era segunda-feira. 📍 Itaipu: o endereço indicado simplesmente NÃO EXISTIA e correspondia a um imóvel vazio para alugar. 📍 Largo da Batalha: nenhum barracão da escola. Dia 4: nova tentativa no Fluminense. Só encontraram instrumentos de percussão. O mestre de bateria disse que não representava juridicamente a escola. Dia 12: terceira visita. Funcionários disseram que ali não existe escritório da Acadêmicos de Niterói, apenas uma sala usada para guardar tambores. Ainda no dia 12, o oficial foi a outro galpão no Rio. Lá também: apenas depósito e manutenção de carros alegóricos. Nenhum setor administrativo. Resultado oficial da diligência: NEGATIVO. Seis meses depois do desfile de exaltação a Lula, a Justiça ainda está tentando descobrir onde citar a escola. Para nós, da direita, o rigor chega antes mesmo da campanha. Para Lula, até a citação vira uma novela. Hoje, o TSE chegou ao ponto de determinar que o Instagram forneça dados do presidente da escola para tentar localizá-lo. Será que vai aparecer a Margarida, olê, olê, olá? #Carnaval #Lula #JustiçaEleitoral

Baixei os dados oficiais de todos os candidatos das eleições de 2026. Mais de 30% deles, ou 6.393 candidatos, não declararam o Instagram, que é hoje uma das redes sociais mais utilizadas. Além disso, mais de 13% não declararam nenhuma rede social ou sequer um link. Isso equivale a 2.827 candidatos. Ou seja, uma parcela enorme dos candidatos, um total de 9.210 mais de 40%, possui candidaturas, no mínimo, suspeitas. #Eleições2026 #Candidatos #RedesSociais

Dados para se considerar sobre Augusto Cury: ele disparou nas intenções de voto após um debate esvaziado na Band. As pesquisas mostram que ele rouba votos de Lula e Flavio. Isso pode gerar uma reavaliação da estratégia dos dois primeiros colocados de faltar aos debates. #AugustoCury #Eleições2024 #DebatePolítico

Inflation accelerated in August to 3.3%, driven by fuel prices, and rents may increase by 2.56% in 2027, according to provisional data from the National Institute of Statistics. (translated)

Inflação acelera para 3,3%. Rendas podem subir 2,56%

Nepal requested China to create a warning system for natural disasters, but this has never been implemented, resulting in complaints from Nepalese experts about the lack of information, while China denies the accusations and claims to have provided data in a timely manner. (translated)

Nepal pediu à China sistema de alertas que nunca chegou

Hackers demand 2 million euros from Berlin after a data theft, but the mayor Kai Wegner claims that the city will not be blackmailed and investigations are underway. (translated)

Hackers exigem 2 milhões a Berlim após roubo de dados
Lula 5d

Renda própria. Moradia. Proteção contra a violência. Acesso à saúde e à educação. Apoio para cuidar dos filhos. Qualificação profissional. Para uma mulher ter segurança e autonomia, precisa ter condições para escolher o próprio caminho. É isso que estamos fazendo neste mandato. Hoje, em Belo Horizonte, ao lado de companheiras e candidatas da nossa chapa, reafirmamos esse compromisso: 1️⃣ Proteger as mulheres. Punir os agressores » O combate à violência contra a mulher está no centro da agenda do Estado. Com o Pacto Nacional contra o Feminicídio, reduzimos o tempo de análise de medidas protetivas de 16 para três dias. Ampliamos a rede de Casas da Mulher Brasileira: são 13 em funcionamento e 31 em implementação. » A partir do pacto, houve 11 leis novas e quatro decretos, e 34 mil prisões. São 22 mil agressores com tornozeleiras eletrônicas e nove mil mulheres com Unidade de Rastreamento, que detecta com antecedência a proximidade do agressor e aciona a polícia. Dados que mostram resultados. O número de feminicídios já apresentou queda no primeiro semestre de 2026. 2️⃣ O cuidado com as crianças é essencial » O ECA Digital fortaleceu a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. » O Novo PAC está construindo mais de 3.500 creches e escolas de educação infantil. » Há 1,8 milhão de novas vagas em tempo integral: dignidade e mais aprendizado para a criança, tranquilidade para a mãe que trabalha. » São 86 Cuidotecas em funcionamento permanente e outras 17 temporárias. 3️⃣ Cuidado também com a saúde » Garantimos absorventes gratuitos para 3,4 milhões de pessoas. Fizemos mais de 8 milhões de mamografias e adquirimos 1,8 milhão de unidades do contraceptivo Implanon, com 360 mil mulheres já atendidas. » Carretas de atendimento reduziram filas em dezenas de municípios e a vacina do HPV alcançou cinco vezes mais adolescentes do que a média mundial 4️⃣ Inclusão e valorização das mulheres trabalhadoras » Aprovamos a Lei da Igualdade Salarial » Fizemos com que a imensa maioria de benefícios do Bolsa Família, Gás do Povo e moradias do Minha Casa Minha Vida seja registrado no nome das mulheres. » Elas são maioria no ProUni e do FIES (mais de 70%) » Lideram 69% dos microcréditos do Acredita e conquistam cada vez mais espaço no campo, com acesso recorde ao PRONAF e ao Programa de Aquisição de Alimentos. Onde há mulheres fortes, o Brasil avança. Elas estão em cada vez mais espaços de liderança na gestão pública e na ciência. E seguiremos em frente no próximo mandato, transformando o país em todas as vertentes. Sem limites. O Brasil está pronto para mais! #MulheresFortes #AutonomiaFeminina #CombateÀViolência

Seguimos a la ofensiva contra el terrorismo y el crimen en todo el país. En El Paso, Cesar, nuestro Ejército Nacional capturó en flagrancia a cuatro integrantes del Frente Camilo Torres Restrepo del ELN, señalados de haber participado en la acción terrorista del pasado 27 de agosto que afectó la línea férrea y un tren de la empresa Drummond. Fueron incautadas cinco armas largas, un arma corta y munición. Así como ellos han atentado contra el Cesar y han pretendido sembrar terror entre su gente, nosotros vamos por todos ellos. Vamos a desmantelar sus estructuras, destruir sus capacidades criminales y acabar con su presencia en este territorio. Y en Mocoa, Putumayo, una operación conjunta del GAULA Militar, GAULA de la Policía y CTI permitió rescatar sanas y salvas a dos personas que habían sido secuestradas horas antes. Sus captores exigían $30 millones por su liberación. Durante la operación se produjo una confrontación armada en la que dos de los secuestradores fueron dados de baja en desarrollo de operaciones militares. El secuestro vuelve a tener al Estado encima. Al que secuestre, extorsione, ataque nuestra infraestructura o aterrorice a los colombianos lo vamos a perseguir con toda la capacidad legítima de nuestra Fuerza Pública. Estamos pasando a la ofensiva total y no vamos a aflojar. ¡Firme por la Patria! (A.D.L.E) 🇨🇴 🐅 #SeguridadEnColombia #LuchaContraElTerrorismo #EjércitoNacional