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#Fofoca

EU NÃO ACREDITO QUE ISSO ESTÁ REALMENTE ACONTECENDO! Calma, sei que é fofoca contada pela metade, mas vocês não tem ideia do que vai rolar. Já conto pra vocês assim que conseguir! 🥹 #Fofoca #Surpresa #Drama

🚨FOFOCA! De acordo com o perfil Daily do Garotinho, motivo para o fim do relacionamento entre Marina Sena e Juliano Floss seria um suposto envolvimento da cantora com Luís Lozano, integrante da banda Çantamarta. O grupo teria chegado a Montes Claros na quarta-feira (12) e acompanhado Marina durante a semana de compromissos na cidade. A desconfiança de Juliano teria começado após um story publicado por uma terceira pessoa mostrar Marina ao lado de Luís. O que teria chamado a atenção, segundo os relatos, foi a proximidade entre os dois. Incomodado com a situação, Juliano teria ligado para Marina para questioná-la sobre o vídeo. Durante a conversa, os dois teriam discutido e decidido colocar um ponto final no relacionamento. A separação teria acontecido na quinta-feira (13). Na sexta-feira (14), Marina participou de um desfile e permaneceu em Montes Claros até a tarde de domingo (16). Uma fonte, que prefere não se identificar, afirma ter visto a cantora no aeroporto de Montes Claros no domingo, quando ela teria embarcado para deixar a cidade. Até o momento, não há confirmação pública de Marina, Juliano ou Luís Lozano sobre os motivos do término. #Relacionamento #Fama #Notícias

EXCLUSIVO! O motivo do término envolvendo o fim do relacionamento entre Juliano e Marina Sena acaba de ganhar novos capítulos e, segundo informações apuradas por mim, o motivo principal da separação seria o cantor Luís Lozano, integrante da banda Çantamarta. O grupo teria chegado a Montes Claros na quarta-feira e acompanhou Marina durante a semana de compromissos em Montes. A desconfiança de Juliano teria começado depois que um story publicado por uma terceira pessoa mostrou Marina ao lado de Luís. O detalhe que teria chamado atenção? O jeito da cantora ao lado do rapaz. Incomodado com a situação, Juliano teria ligado para Marina para questioná-la sobre o vídeo. Foi durante essa conversa que, segundo relatos, os dois discutiram e colocaram um ponto final na relação, isso aconteceu na quinta-feira. Na sexta, Marina participou do desfile e permaneceu em Montes Claros até domingo à tarde. Uma Chiquinha diz ter visto Marina no aeroporto de Montes Claros no domingo para embarcar. #Relacionamentos #Fofocas #Celebridades

Eu sei que está todo mundo distraído com casos como os do Lulinha, Marçal, etc, mas vi contar uma fofoca pra vocês. Vocês sabiam que a esquerda está em pé de guerra por causa das novas descobertas de indícios de petróleo da Petrobras no Amapá? De um lado o governo, a presidentA da Petrobras e vários parlamentares de esquerda estão comemorando a descoberta e pressionando o Ibama para acelerar uma autorização para que possam ter certeza que tem Petróleo na região. De outro os ambientalistas de esquerda estão tentando barrar a autorização por questões ambientais e revoltados com o governo porque ele deveria pensar em trocar a matriz energética e abandonar os combustíveis fósseis. Pois é, a “defesa ambiental” dos políticos de esquerda acaba quando o cheiro do dinheiro aparece…. #Petrobras #Esquerda #MeioAmbiente

Sobre o varejo, uma fofoca que está consumindo a rede ao lado. Sacoleiras do Brás descobrindo que os fornecedores estão vendendo no tiktokshop mais barato do que no atacado. Revoltadíssimas. Estou acompanhando pra saber que horas elas vão descobrir que estão de mãos atadas. #Varejo #TikTokShop #Fofocas

ELA VOLTOU! Após meses sumida nos quadrinhos, e aproveitando o hype do MCU, a Marvel acabou de anunciar um novo quadrinho da Jean Grey. Jean estava atuando como a Fênix no espaço, mas agora está voltando a Terra para se juntar aos X-Men. Confira a sinopse: "A Fênix está a caminho da Terra. Jean Grey arde em chamas por dentro. Quando ela pousar, irá consumir tudo o que tocar… ou conseguirá manter o controle sobre o poder que dá e tira a vida que corre em suas veias? Logo após os eventos de DNX, um novo capítulo para Jean Grey e os X-Men começa AQUI E AGORA!" A revista será uma minissérie de 5 edições com roteiro se Jed MacKay (X-Men) e arte do brasileiro Rogê Antônio (Ciclope). Inclusive, o Rogê criou um novo uniforme pra Jean nessa nova fase. Agora a fofoca: o rumor que circula no mundinho nerd é que o Ciclope vai morrer na saga DNX, que começa mês que vem. E a partir disso a Jean volta para liderar a equipe de X-Men dele e para lidar com o luto. Isso não é oficial, é teoria dos fãs. Teremos de ler para saber mais detalhes. Nos sigam para mais informações sobre os quadrinhos dos X-Men. #xspoilers #XMen #JeanGrey #MarvelComics

Tio 1w

@poponze Patixa ameaçando meter faca na Andressa urach pq ela tava flertando com o macho dela e vocês anunciando duas subs... falem de LENDAS: https://t.co/HkCxQo0XGm #Drama #Fofoca #Celebridades

poponze 2w

EITA! Em novo exposed, Lavínia revelou que Ciclopin falava mal dela, Lusca e Soutino, e que há áudios vazados em que ele fala mal até de Sofia Santino. https://t.co/LYawdF4zXX #Exposed #Fofoca #CulturaPop

Agências de Chaeyoung (TWICE) e Zion.T negaram os rumores de término: “Olá. Gostaríamos de apresentar o posicionamento oficial de ambas as partes sobre os rumores de término entre Zion.T e Chaeyoung, divulgados hoje. 1. Os rumores de término são completamente infundados. Após confirmarmos diretamente com os artistas, verificamos que os dois continuam mantendo um relacionamento positivo e saudável. 2. Aviso sobre medidas rigorosas contra a disseminação de informações falsas Ambas as agências continuarão monitorando a situação para garantir que a reputação dos artistas não seja prejudicada por artigos infundados e especulativos, pela disseminação de informações falsas que divergem da verdade ou por publicações maliciosas. Declaramos claramente que tomaremos medidas legais rigorosas contra a publicação e disseminação de conteúdos sensacionalistas baseados em fatos não verificados. Além disso, pedimos seu apoio a Chaeyoung, que recentemente anunciou um novo começo ao estabelecer sua gravadora independente, ‘LIL FANTASY’. Também pedimos seu contínuo interesse e apoio ao trabalho musical diversificado e ativo de Zion.T. Obrigado.” #TWICE #ZionT #Fofocas

Matheus 2w

a fofoca do dia é que a Camila Bomfim teria pedido o afastamento do Túlio Amâncio da GloboNews e, por isso, ele foi parar nos jornais locais de Brasília e pra fofoca ficar melhor a Leilane Neubarth curtiu 🗣️ https://t.co/qbMm5JDRh4 #Fofoca #GloboNews #Brasília

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Bruno Guzzo® Jul 25

Não que eu goste de fofoca, e o Márcio França também não, mas esse vídeo tá pegando fogo nos grupos bolsonaristas depois que o Tarcísio foi desmascarado no lançamento do Haddad Governador. “Nem a família Bolsonaro acredita. Eles sabem que ele é traíra: tem cara, rabo e dente de traíra. É um político ingrato, que mente, joga para os dois lados e é menor que a cadeira de governador de SP.” #Fofoca #Política #Bolsonaro

UpdateCharts Jul 17

SOCORRO! A Malévola contando a fofoca do MC Paiva e Soso Careca para os fãs: “Acabei de terminar um relacionamento. O Davi acabou de terminar com a Soso, porque eu fiz live com ela se resolvendo.” 🗣️ https://t.co/R1UTKwsoTS #Fofoca #Relacionamento #MCPaiva

UpdateCharts Jul 17

GENTE? Soso Careca revela que MC Paiva TERMINOU com ela após ela fazer as pazes com Malévola: “[…] Ele acabou de terminar comigo porque eu fiz uma live com a Malévola, me resolvendo com ela, e ele ficou muito magoado comigo, porque eu me resolvi com alguém que ele teve briga, de depois de tudo que fez com ele, então ele me bloqueou de tudo, não me deu tempo de explicar, apagou as fotos, e é isso gente, acabou meu relacionamento […]” #Relacionamento #Drama #Fofoca

Rapaz, eu juro que não sou de fofoca, mas essa história aqui me pegou. Olha o tamanho desse nó: antes da Michelle postar o vídeo expondo os ataques machistas de Flávio Bolsonaro, ela publicou uma foto com a mãe da filha do Carluxo. Aí você me pergunta: o que uma coisa tem a ver com a outra? Pois então! Diz a lenda nos bastidores, sem confirmação, claro, que essa criança, na verdade, é filha do próprio Flávio Bolsonaro, e que o Carluxo só assumiu para blindar o irmão. A foto da Michelle teria sido uma provocação ao Tariflávio Bolsomater. Na época, até disseram que a filha era do pai deles, mas convenhamos que a Michelle não estaria jantando com uma suposta ex-amante do marido, né? Uma coisa é real: TEM UMA PARADA MUITO PESADA E ESTRANHA POR TRÁS DE TUDO ISSO. #Fofoca #Política #Brasil

Circula pelas veredas digitais do X um vídeo em que uma voz masculina, supostamente confidenciada, assegura que Michelle Bolsonaro revelara ao mundo a inépcia oscular de Jair. O marido, segundo o “relato’”, não sabia beijar. Eis a intimidade conjugal servida como petisco nas redes, arma vil da guerra de narrativas que devora reputações com a voracidade de um vírus. Embora o artefato apresente todos os estigmas do deepfake, a premissa não é nova. Usar o leito, o beijo ou a alcova para demolir a estátua de um governante é tática tão antiga quanto o poder. A exposição das fraquezas sexuais, físicas ou emocionais de chefes de Estado pelas próprias consortes já derrubou tronos, abalou repúblicas e forneceu material inesgotável à crônica da miséria humana. Dois casos próximos, no tempo histórico, ilustram com precisão essa arte da desconstrução. Na década de 1970, Margaret Trudeau, casada com Pierre Trudeau, o primeiro-ministro canadense de charme intelectual e pai de Justin (porque dizem maldosamente que pai é quem cria), dissolveu o casamento e publicou Beyond Reason em 1979. Na obra, escancarou a frieza glacial do marido, a distância afetiva que transformava o palácio em deserto, os próprios adultérios e a insatisfação profunda de quem tentara salvar as aparências no epicentro do poder. Era a vingança da mulher reduzida a acessório. Mais retumbante ainda foi o terremoto provocado por Diana, Princesa de Gales, contra Charles. Nos anos 1990, a realeza britânica estremeceu quando ela colaborou com o biógrafo Andrew Morton e, depois, concedeu à BBC a entrevista que entrou para a história. “Éramos três neste casamento”, disse, com voz de mártir ferida, vazando o adultério com Camilla, a frieza física do príncipe e a ausência total de desejo no leito real. Para um futuro rei, ver sua performance afetiva dissecada em rede global foi humilhação sem par na era moderna: o herdeiro da coroa, exposto como homem incompleto pela esposa que o mundo tanto amara. Agora, o que circula nas redes, atribuído por muitos à indiscrição de Sóstenes Cavalcante, pinta Bolsonaro quase como um adolescente virgem tardio, alheio às delícias da sensualidade porque, ao que parece, dedicou a vida ao trabalho e à militância para salvar o Brasil. O relato depõe contra o homem público, sim; mas depõe, sobretudo, contra a mulher que deveria guardar tais confidências como relíquia sagrada. Custa, no entanto, crer que Sóstenes tivesse tamanha indelicadeza de vazar o que lhe fora confiado; custa ainda mais imaginar Michelle descendo a esse nível de baixeza conjugal. O mais provável, convenhamos, é que se trate de falsificação digital. Seja como for, a questão eleva-se acima da fofoca de alcova. Michelle deve processar com rigor quem espalhou o deepfake, defendendo a própria honra e a do marido. Mas, se não for falsificação, que venha a público e explique por que processa Sóstenes Cavalcante, ou seja lá quem for o “delator”. Trata-se, afinal, de uma derradeira questão de honra. Numa época em que tudo se reduz a espetáculo vulgar, restam ainda, para os que se pretendem estadistas, esses últimos bastiões da dignidade. Ou o que sobra dela. #deepfake #política #honra

A extrema direita tem or burgueses pagando as paginas de fofoca e sequestraram a cultura geek, grupos de telegram Pq a esquerda n acha uns ricos pra financiar a diatv, portal pop e instrumentalizar os fãs de diva pop pra fazer ataques coordenados pra equilibrar hein? #ExtremaDireita #CulturaGeek #JustiçaSocial

Carregou o Brasil por 13 anos? Carregar é o que o Cristiano Ronaldo fez com Portugal na Eurocopa e nas Liga das Nações. Carregar é o que o Messi fez com a Argentina na Copa América e Copa do Mundo. Carregar é o que o Mbappe fez com a França em 2018. O que ele deu ao povo brasileiro? Olimpíadas? Copa das Confederações? Não foi capaz nem de trazer uma copa América, uma copa do mundo. Ele foi um espetáculo de jogador nos tempos de Santos e Barcelona e um pouco no PSG, mas e aí? Jogou muito na seleção, parabéns pelos recordes, mas números não são troféus e os troféus importantes ele nunca nos trouxe. Então não entendo essa exaltação com o Neymar, pode ser pelos recordes da seleção, pela bola incrível que jogou no santos e Barça, por pegar todas as mulheres que são sonhos de muitos de vocês. Pq há anos o Neymar não é exemplo nem de jogador e nem de pessoas, e se for viver de passado, melhor idolatrar quem nos trouxe copa do mundo e não quem mais trouxe fofocas do que títulos. #Futebol #Neymar #Brasil

não to dando conta de tanta mensagem legal que vocês me mandaram, muito obrigado, do fundo do coração. sabia que era um momento grande mas não fazia ideia que ia furar a bolha desse jeito. depois, quando o trabalho der uma brecha, eu conto as fofocas de ontem. só antecipando as FAQ: 1. sim, Cristiano Ronaldo é cheiroso, mas o que mais me chamou atenção foi o seu surpreendente BOM HÁLITO. 2. eu tava tão nervoso que não consegui prestar atenção em uma palavra que saiu da boca dele. 3. foi preciso um alinhamento de astros pra que essa entrevista acontecesse: - o Cristiano Ronaldo precisava ser eleito o melhor da partida, assim ele receberia o prêmio do patrocinador perto da posição de entrevista (flash), se ele não fosse o MVP, não passaria por lá. - a gente precisava da sorte de ter a posição exata entre o patrocinador e o primeiro veículo português na flash, estar no caminho que o Cristiano passaria. - por regra da FIFA, os veículos portugueses tem a prioridade 1 (a gente tem a prioridade 2), a probabilidade de um veículo de prioridade 2 conseguir Cristiano Ronaldo na flash é baixíssima, o assessor de Portugal e o representante da FIFA teriam que abrir uma exceção. - o próprio Cristiano aceitar fazer essa entrevista de caráter excepcional. por isso que quando acabou a entrevista me bateu essa descarga de felicidade, a ficha foi caindo e, inacreditavelmente, deu tudo certo. #CristianoRonaldo #Entrevista #Felicidade

🚨 GENTE, acabou de chegar uma fofoca quentinha aqui na DM do Portal, é daquelas que geral vai gostar ! 👀⚡ Recebemos uma enxurrada de mensagens sugerindo algo e, depois de algumas apurações, conseguimos confirmar detalhes. Isso vai dar o que falar! 👕 Fiquem ligados, porque a qualquer momento voltamos com atualizações 👀 #fofoca #novidades #atualizações