Dos mujeres perdieron la vida al intentar salvar a un niño de tres años que se estaba ahogando en una presa en Venta de Baños, Palencia, mientras que el menor logró ser rescatado y se encuentra a salvo. #Heroísmo #Salvamento #Tragedia

Dos mujeres perdieron la vida al intentar salvar a un niño de tres años que se estaba ahogando en una presa en Venta de Baños, Palencia, mientras que el menor logró ser rescatado y se encuentra a salvo. #Heroísmo #Salvamento #Tragedia

Infelizmente, a ascensão de um herói popular, seguida pela usurpação meticulosa de sua fama e de seu legado por uma figura mais jovem, constitui um dos motores mais antigos das dinâmicas de poder e da psicologia das massas. Embora não exista uma “teoria do roubo de fama”, três pensadores, em particular, desvendaram as engrenagens desse processo: René Girard, Hegel e Pierre Bourdieu. Bourdieu, que desenvolveu o conceito de capital simbólico, observa que todo espaço, seja ele político, midiático ou artístico, é um campo de batalha onde se disputam prestígio, fama e honra. Para ele, o herói mais velho detém a “ortodoxia”: foi ele quem estabeleceu as regras do que significa ser admirado. A figura mais nova, porém, surge como “heterodoxia” e, para vencer o oponente, dispõe de duas opções estratégicas: o parricídio simbólico, através do qual destrói a reputação do herói mais velho, ou a apropriação, declarando-se o “verdadeiro herdeiro” do legado, esvaziando a figura original de sua autoridade enquanto rouba sua base de admiradores. A segunda opção estratégica visa a transferência da fama como uma herança, muitas vezes forçada. A filosofia de Bourdieu mostra, no fim das contas, que a fama e o heroísmo não são propriedades privadas; são projeções da massa. A figura mais nova não rouba exatamente a fama do herói original, mas sequestra o imaginário popular, percebendo que a massa está pronta para transferir sua adoração a um receptáculo mais jovem, mais adaptado ao momento ou mais enérgico. Um grande facilitador dessa transferência é a imagem do primeiro herói aprisionado na torre do castelo. Aprisionado e amordaçado. Bourdieu não fala sobre isso, mas o fenômeno encaixa-se com perfeição na realidade que vivemos. Temos, e é inegável, o herói original amordaçado, escondido de seu povo, ao mesmo tempo em surge a tentativa de construir um novo mito no imaginário popular. Ao leitor mais atento de Bourdieu, parecerá que nunca houve uma orquestração tão ilustrativa quanto o caso brasileiro. Chega a parecer que a filosofia sociológica de Pierre Bourdieu nasceu de um estudo de nossa realidade política ou foi feita sob medida para ela. Coincidência ou ironia da História, o mecanismo não se aplica com exatidão cirúrgica: o sucesso do novo mito depende, em última instância, do grau de disponibilidade da massa para transferir sua admiração ou seu amor. Resta ao pretendente arriscar. Resta-lhe medir até onde pode esticar a corda da impostura, até onde deve fingir-se mito ou fabricar-se como “novo mito”. É tática arriscada, sem dúvida; mas, como o novo ídolo não tem pressa e o tempo joga a seu favor, o risco, por ora, não lhe tira o sono. É o que se deduz, com melancólica clareza da nossa realidade política: o menino vestiu-se de mito e está imbuído de salvar o nosso destino. Ele próprio deve acreditar nisso. É o que se deduz, repito, com melancólica clareza. #Fama #Heroísmo #Poder
Mais um heroico salvamento! O Theo estava engasgado e sem respirar, mas graças a Deus e ao preparo da nossa Polícia Militar, ele agora está bem e com a sua família. Minha melhor continência e gratidão aos soldados Luís Gustavo e João Pedro do 7º BPM/M. Vocês nos orgulham. Servir e proteger, sempre! #Heroísmo #PolíciaMilitar #Gratidão
Článek popisuje, jak otec vypráví o tragickém okamžiku, kdy jeho šestiletý syn byl sražen autem během oslav vítězství FC Porto v I Lize. #FCPorto #acidente #heroísmo
