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#Reconhecimento

O Rei Carlos III conferiu à engenheira portuguesa Luísa Freitas dos Santos o título de comendadora da Ordem do Império Britânico em reconhecimento aos seus serviços excecionais no desenvolvimento de medicamentos e vacinas, numa cerimónia realizada no Castelo de Windsor. #ReinoUnido #Engenharia #Ciência

Carlos III dá título de comendadora a engenheira portuguesa

Durante a celebração do Dia da Bastilha, tropas ucranianas marcharam pela primeira vez ao lado das forças francesas, em um gesto de apoio do presidente Emmanuel Macron, que destacou a fraternidade e a luta pela liberdade da Ucrânia, enquanto o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, expressou sua gratidão pela honra e reconhecimento do comprometimento ucraniano. #GuerraNaUcrânia #EmmanuelMacron #VolodymyrZelensky

Ucranianos no Dia da Bastilha: o gesto de apoio de Macron

NOTA OFICIAL O Clube de Regatas do Flamengo informa que a decisão da Justiça Federal de São Paulo que determinava a entrega da “Taça das Bolinhas” ao São Paulo Futebol Clube foi reconsiderada nesta segunda-feira (13/07), após recurso interposto pelo Flamengo. Ao reexaminar o caso, a 12ª Vara Cível Federal de São Paulo revogou a ordem de entrega do troféu e indeferiu o pedido do São Paulo, reconhecendo que a competência para decidir sobre a destinação da Taça é da Justiça do Rio de Janeiro. A Taça das Bolinhas permanece, portanto, sob depósito da Caixa Econômica Federal, exatamente como determinado pela Justiça fluminense. O Flamengo segue confiante no reconhecimento definitivo de seus direitos sobre o troféu. #Flamengo #Futebol #Justiça

🏆 Justiça aceita recurso do Flamengo e revoga decisão sobre entrega da Taça das Bolinhas ao São Paulo. Ficou definido ainda que a competência para deliberar sobre o destino da Taça recai sobre a Justiça Federal do Rio de Janeiro. Desta forma, o troféu segue sob depósito da Caixa Econômica Federal. A Taça das Bolinhas é objeto de disputa antiga entre Flamengo e São Paulo. A CBF determinou que o troféu deveria ser entregue ao primeiro clube a conquistar 3 títulos consecutivos ou 5 alternados do Campeonato Brasileiro. O Flamengo afirma que segue "confiante no reconhecimento definitivo de seus direitos sobre o troféu". 🗞️ @geglobo 📸 Caixa Econômica Federal #Flamengo #TaçadasBolinhas #Justiça

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

A modelo Helena Gomes afirmou ao UOL que a absolvição do empresário Thiago Brennand pelo TJ-SP desencoraja vítimas de violência sexual a denunciarem os casos. Helena, que foi agredida por Brennand em uma academia de São Paulo, disse que a decisão impacta não apenas sua história, mas também outras mulheres que passaram por situações semelhantes. A agressão contra Helena ocorreu em agosto de 2022, em uma academia de luxo na zona oeste de SP. Após a repercussão, outras denúncias de agressão e violência sexual vieram à tona. Restam três condenações contra ele, que segue preso. Em dois casos, as penas superam dez anos. Um deles envolve o estupro de uma mulher por 3 semanas, em 2016, com os abusos sendo gravados. Brennand é réu em outros oito processos e está preso desde abril de 2023. Neste caso de agora, Brennand havia sido denunciado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) em dezembro de 2022. Segundo a acusação, o crime ocorreu após um jantar na capital paulista, quando a vítima- a estudante de Medicina Stefanie Cohen - narrou que teria passado mal em razão da ingestão de bebida alcoólica. No entanto, ficou vencido pelos votos do revisor, desembargador Francisco Orlando, e do presidente da 2ª Câmara de Direito Criminal, desembargador Alex Zilenovski, que formaram maioria pela absolvição. Ao analisar o recurso, o colegiado concluiu que as contradições estruturais apontadas pela defesa enfraqueceram a palavra da vítima por meio de elementos considerados confiáveis. Para os desembargadores que prevaleceram, a dúvida sobre a autoria dos fatos deveria beneficiar o réu, o que levou à absolvição. Em seu voto, o desembargador Francisco Orlando afirmou que as provas colocam em dúvida a versão apresentada pelo Ministério Público sobre a ausência de consentimento da vítima. Por meio de nota, a advogada Karina Kufa Brennand - que cuida da defesa de Thiago Brennand e é a ESPOSA dele - afirmou que a absolvição foi o "reconhecimento da verdade dos fatos". Outras condenações envolvendo o empresário pernambucano: Estupro contra uma mulher norte-americana – condenado inicialmente a 10 anos e 6 meses de prisão. Em 2025, o TJ-SP reduziu a pena, mas manteve a condenação. Em 2026, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) restabeleceu a pena original de 10 anos e 6 meses; Agressão contra a modelo Helena Gomes, em uma academia de São Paulo – condenado a 1 ano e 8 meses de prisão. A condenação foi mantida pela Justiça; Estupro com emprego de violência física e grave ameaça (outro processo) – condenado a 10 anos e 6 meses de prisão em 2024. Casos que ele foi absolvido na 2ª Instância: Estupro contra uma massagista – condenado a 8 anos de prisão em primeira instância e absolvido na 2ª Instância; Estupro da estudante de Medicina Stefanie Cohen - condenado a 8 anos de prisão em primeira instância e absolvido na 2ª Instância. (trechos de matérias do G1 e UOL) #ViolênciaSexual #Justiça #DireitosDasMulheres

Kiko is Hot, uma figura pública portuguesa, reflete sobre sua jornada, ressaltando que não busca fama ou reconhecimento nas redes sociais, mas sim o propósito de ser uma luz para crianças e jovens que enfrentam dificuldades, e compartilha sua vivência em saúde mental, identidade e a luta contra o ódio na internet. #KikoIsHot #SaúdeMental #Identidade

“Não vivo pelos likes. Sinto que a minha vida é uma missão”

Nota oficial do CRVG/Pedrinho sobre a queda da liminar: — Há momentos na história de uma instituição centenária em que é preciso parar, respirar e agradecer. Este é um desses momentos. Agradecemos à Justiça, na figura do Desembargador Cesar Cury e da Juíza Simone Chevrand, pela serenidade e imparcialidade que o momento exigiu. Quando as paixões falam alto, é o equilíbrio de quem julga que garante que a verdade prevaleça. Nossa gratidão à Família Lamacchia, que cuidou do Vasco e soube separar quem quer o bem do clube de quem se diz “vascaíno”, mas manipula e se esconde atrás da 777 para fazer mal ao Vasco. Ao jurídico do clube, uma das forças desta gestão, o reconhecimento por ter defendido o Vasco incansavelmente. E aos vice-presidentes, diretores, beneméritos e conselheiros que não fugiram da necessária defesa institucional. Aos funcionários, testemunhas da luta do dia a dia, obrigado pelo carinho e pelas palavras de motivação. Aos credores que acreditaram no processo de recuperação do clube. À imprensa, que cumpriu seu papel de informar e esclarecer, permitindo ao torcedor entender o que estava em jogo. E, acima de tudo, o agradecimento maior a vocês, vascaínos, que se mobilizaram, se manifestaram e se uniram na defesa do Vasco. Vocês foram a força nos dias mais difíceis e são a razão pela qual seguimos lutando. Saudações vascaínas. Pedrinho Presidente Club de Regatas Vasco da Gama 📸: Matheus Lima | Vasco #Vasco #Futebol #Justiça

Há momentos na história de uma instituição centenária em que é preciso parar, respirar e agradecer. Este é um desses momentos. Agradecemos à Justiça, na figura do Desembargador Cesar Cury e da Juíza Simone Chevrand, pela serenidade e imparcialidade que o momento exigiu. Quando as paixões falam alto, é o equilíbrio de quem julga que garante que a verdade prevaleça. Nossa gratidão à Família Lamacchia, que cuidou do Vasco e soube separar quem quer o bem do clube de quem se diz “vascaíno”, mas manipula e se esconde atrás da 777 para fazer mal ao Vasco. Ao jurídico do clube, uma das forças desta gestão, o reconhecimento por ter defendido o Vasco incansavelmente. E aos vice-presidentes, diretores, beneméritos e conselheiros que não fugiram da necessária defesa institucional. Aos funcionários, testemunhas da luta do dia a dia, obrigado pelo carinho e pelas palavras de motivação. Aos credores que acreditaram no processo de recuperação do clube. À imprensa, que cumpriu seu papel de informar e esclarecer, permitindo ao torcedor entender o que estava em jogo. E, acima de tudo, o agradecimento maior a vocês, vascaínos, que se mobilizaram, se manifestaram e se uniram na defesa do Vasco. Vocês foram a força nos dias mais difíceis e são a razão pela qual seguimos lutando. Saudações vascaínas, Pedrinho. 📷 Marcelo Wance #Vasco #Gratidão #Justiça

Mais um rombo no INSS. A Polícia Federal deflagrou hoje a segunda fase da Operação Monã e mira um esquema que, segundo apuração, causou prejuízo superior a R$ 100 milhões aos cofres públicos. O grupo é investigado por usar declarações falsas de pertencimento a comunidades indígenas para arrancar aposentadorias rurais e salários-maternidade de segurados especiais. Foram 11 mandados de busca e apreensão, dois servidores públicos afastados e bloqueio de R$ 1,5 milhão. Servidor público envolvido em fraude no INSS não é acidente. É método. É o mesmo padrão que a CPMI expôs: gente de dentro abrindo a porta para gente de fora saquear. Não é dinheiro do governo. É contribuição de quem trabalhou a vida inteira. Meu reconhecimento à Polícia Federal e à CGU. Investigação séria não escolhe conveniência política. Roubo de aposentadoria não é crime contra o Estado. É crime contra gente que já pagou o preço. #INSS #PolíciaFederal #fraude

António José Telo argumenta que o apoio incondicional à política de Trump pelos países da NATO revela um reconhecimento de erros passados e antevê um possível acordo para o conflito na Ucrânia ainda este ano, enquanto analisa a recente escalada de tensões entre os EUA e o Irão. #NATO #Irão #Ucrânia

"Quem está a perder a face são os países da NATO"

Desde antes da Copa do Mundo, pessoas que convivem com Neymar o veem cansado do entorno do futebol. Um dos focos é a relação com a imprensa. Neymar já reclamou a amigos da falta de reconhecimento de seus 15 anos a serviço da Seleção Brasileira. 🗞️ @UOL 📸 Rafael Ribeiro/CBF https://t.co/m6bAanpy3K #Neymar #CopaDoMundo #Futebol

Sem Copa, Neymar não descarta aposentadoria. O camisa 10 descansa com a família na Flórida, nos Estados Unidos. Eles irão descansar por alguns dias e refletir sobre o futuro —ainda não há uma data para a reapresentação ao Santos. Desde antes do Mundial pessoas que convivem com o jogador o veem cansado do entorno do futebol. Um dos focos é a relação com a imprensa —Neymar Jr. já reclamou a amigos da falta de reconhecimento de seus 15 anos a serviço da seleção brasileira. Neste momento há três cenários possíveis de futuro: o retorno ao Santos para cumprimento do restante do contrato; uma transferência a um clube em um centro de menor pressão no futebol; ou a aposentadoria do futebol. Pessoas próximas ao jogador, dizem que será uma decisão tomada exclusivamente pelo atacante, nos próximos dias, e no tempo dele. Via: @UOLEsporte / @PVC / @danilolavieri / @pedrolopesg 📷AFP #Neymar #Futebol #Aposentadoria

PELÉ ETERNO! 👑🇧🇷 Há 69 anos, um menino de apenas 16 anos vestia pela primeira vez a camisa da Seleção Brasileira. No dia 7 de julho de 1957, Edson Arantes do Nascimento entrou em campo no Maracanã, contra a Argentina, para substituir seu companheiro de Peixão, Del Vecchio. E, como parecia estar destinado a fazer desde o início, marcou também o seu primeiro gol pelo Brasil. Aquela estreia foi o início de uma trajetória incomparável, com 3 Copas do Mundo, 95 gols com a Amarelinha, feitos marcantes e o reconhecimento eterno como o maior jogador da história do futebol. Da Vila Belmiro para o mundo. O indiscutível maior da história. 🤍🖤 #Pelé #Futebol #Brasil

Analistas em Moçambique defendem a legalização de associações LGBT, como a Lambda, que enfrenta atrasos burocráticos, enquanto o país é criticado internacionalmente por órgãos de direitos humanos devido à falta de reconhecimento das minorias sexuais e à persistência de preconceitos na sociedade. #Moçambique #LGBTQ #DireitosHumanos

Analistas querem legalizar associações LGBT em Moçambique

O artigo discute os problemas enfrentados pela nova plataforma digital de exames em Portugal, que falhou em seu funcionamento, resultando em atrasos no calendário e minando a confiança no processo, gerando críticas à gestão do ministro, apesar de seu reconhecimento técnico em outras áreas. #ExamesNacionais #BatalhaDeSãoMamede #Portugal900Anos

Plataforma de exames foi um passo maior do que a perna?

Vozinha foi ovacionado pelos seus companheiros de time no momento em que embaraçou no ônibus da Seleção de Cabo Verde rumo ao Aeroporto de Miami. Numa demonstração de reconhecimento por tudo que o goleiro, 40 anos, fez por sua equipe na Copa do Mundo 2026. https://t.co/k5zRBoXNNd #CopaDoMundo #SeleçãoDeCaboVerde #Futebol

Taylor Swift casou-se usando um vestido de alta costura, criado por Jonathan Anderson da Dior, que foi descrito como “seu primeiro para uma celebridade de reconhecimento mundial”. Anderson, em sua estreia na Dior, incluiu um vestido de noiva no desfile e foi responsável pelos vestidos de Ming Xi e da brasileira Elisa Zarzur. 👇🤍 #TaylorSwift #Dior #AltaCostura

Eu acho que este é o reconhecimento do primeiro-ministro que o ano passado fez as coisas mal feitas. E esta é a maior prova de que isso aconteceu e que o Chega tinha razão quando disse que os mecanismos são para ser ativados a seu tempo, senão depois outros países que começam a ter também incêndios, ultrapassam-nos, quer nos meios, quer na sua concentração. No ano passado foi o caso da Grécia e de Espanha. E portanto, é o reconhecimento que o próprio governo esteve mal.

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Os artistas campeões que deram vida ao 27º título do Boi Caprichoso. Com 31 anos de carreira, Algles Ferreira dedica 29 deles ao Boi Caprichoso, onde construiu uma trajetória marcada pela criatividade, técnica e inovação. Iniciou sua caminhada artística aos 13 anos de idade e, desde então, tornou-se referência nas áreas de escultura, pintura, ferragens e mecanismos de movimento, elementos que dão vida às grandiosas alegorias do Festival de Parintins. Sua formação foi construída dentro do boi-bumbá. Começou como desenhista, pintor e escultor, recebendo ensinamentos de mestres como Juarez Lima, Ozeas Bentes, Rossy Amoedo e Miguel de Pascale. Também iniciou sua trajetória ao lado de Karu Carvalho e, posteriormente, firmou parceria com Glaucivan. Desde 2011, segue carreira solo no Boi Caprichoso e, há seis anos, é o artista responsável pelo Ritual Indígena, item em que acumula excelentes avaliações dos jurados, alcançando nota máxima em diversas edições. Além da história no Caprichoso, Algles também levou seu talento para o Carnaval carioca, atuando nas escolas Imperatriz Leopoldinense e Estação Primeira de Mangueira. Em 2023, recebeu um dos maiores reconhecimentos de sua carreira ao conquistar o prêmio de Melhor Escultor do Carnaval Carioca pelo desfile da Imperatriz Leopoldinense. No Festival de Parintins de 2026, assinou mais uma vez uma das apresentações mais aguardadas da arena: o Ritual Indígena Wat-Ama. Inspirado na cultura do povo Sateré-Mawé, apresentou uma proposta inovadora, conduzida por uma gigantesca tucandeira, símbolo ancestral que protagonizou a chegada triunfal do Pajé. A alegoria impressionou pelas dimensões: cerca de 25 metros de altura, 40 metros de boca de cena e 20 metros de profundidade. A construção mobilizou uma equipe de 28 profissionais, enquanto aproximadamente 160 artistas integraram o corpo cênico da apresentação. A trajetória de Algles Ferreira é a prova de que o talento nascido em Parintins ultrapassa fronteiras, conquistando reconhecimento nos maiores espetáculos culturais do Brasil e reafirmando a força da arte produzida na Ilha Tupinambarana. 📸: Alexandre Vieira e Michel Amazonas 🎥 @boicaprichoso e TV Acritica #BoiCaprichoso #FestivalDeParintins #ArteCultural