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#Infancias

📋 Hoy, en el fin de semana de las Infancias, los chicos de Segundo Grado del Colegio Racing Club presentan la formación. ¡Así sale La Academia para enfrentar a Banfield! 🩵👊🏻 https://t.co/1oSAJR5INt #Infancias #Fútbol #Colegio

📋 Hoy, en el fin de semana de las Infancias, los chicos de 2º Grado del Colegio Racing Club presentan la formación. ¡Así sale La Academia para enfrentar a Banfield! 🩵👊🏻 https://t.co/Dy6LyKlYnX #Infancias #Fútbol #RacingClub

“Me parece bien que Virgina Gallardo se preocupe por las infancias, pero saben que? Su gobierno VOTÓ EN CONTRA de la emergencia pediatrica, en contra del Garrahan, y encima se afanaron TODO” Le dicen la verdad al gato reventado, los niños no se curan con GLOBOS https://t.co/Ooh4iDpZek #Infancias #SaludInfantil #Política

☢️ Reflexão da Cooperativa: olha, afinal a banana tem caroço! Fui ler as 34 páginas do requerimento redigido pelo ToZé ao Tribunal Constitucional a propósito da lei de estrangeiros e de concessão de asilo. Pesado. Muita palha, muita conversa. Algum Marcelo Rebelo de Sousa no sketch do RAP sobre o aborto. Decidi focar-me num ponto específico. ➡️➡️Aquele em que a lei admite expulsar determinados estrangeiros condenados por crimes muito graves apesar de terem filhos menores portugueses e o ToZé, tomado pela inquietação paternal, pergunta se afastar aquele progenitor não poderá ferir o superior interesse da criança. Sim, quem é que vai ensinar o puto a fazer uma bomba, ou a cometer um triplo homicídio. Para ser bem feito, é preciso técnica. É por isso uma preocupação comovente. Sobretudo porque pressupõe uma coisa que o resto do direito português passa os dias a desmentir aos próprios portugueses, que ter um pai ou mãe por perto é, por definição, melhor do que não o ter.⬅️⬅️ Há crianças que são retiradas aos pais sem que ninguém tenha morto, violado, raptado ou rebentado alguma coisa. Basta, e bem, que o Estado conclua que naquela casa existe violência, abandono, negligência grave, abuso ou um ambiente capaz de transformar uma infância num pesadelo. Nesses dias ninguém aparece diante do tribunal com um violino a explicar que separar uma criança dos progenitores é uma violência intolerável contra a unidade familiar. Chamamos-lhe proteção. Às vezes pomos a criança numa instituição, outras vezes noutra família, outras limitamos visitas, e fazemos tudo isto porque há uma evidência que até o mais modesto técnico de proteção de menores conhece, que um progenitor pode ser biologicamente indispensável para fabricar uma criança e perfeitamente dispensável para a criar. Não deveria, sou o mais possível contra, mas sabemos que há casos. Só que depois entra em cena a imigração e parece que a legislação muda. O mesmo homem pode ser condenado a uma pena longa por um crime suficientemente grave para o Estado lhe fechar uma porta de ferro durante anos, arrancando-o à rotina do filho e àquela extraordinária unidade familiar que aparentemente sobrevive sem dificuldades entre duas paredes de betão, barras de ferro e o horário de visitas. A criança pode passar cinco ou oito anos a ver o pai através das regras de um estabelecimento prisional e isso é uma consequência triste, mas juridicamente suportável, da circunstância bastante prosaica dum progenitor ter decidido cometer um crime grave. ⚠️Ora aparentemente a cadeia não destrói a família; já a fronteira, pelos vistos, sim. A Carregueira preserva afetos. Rabat desfaz laços de sangue, será isso? Estar a cinquenta quilómetros, fechado numa cela, continua a ser uma espécie de paternidade de proximidade; estar a duas horas de avião transforma uma criança portuguesa, filha de pais estrangeiros, numa vítima constitucional. Eu não sabia que o amor de um pai/mãe perde propriedades químicas para lá de Badajoz. E o mais extraordinário é que a lei nem sequer parte para esta história com o machado prontinha a degolar pessoas. Obriga a ponderar o caso concreto, a relação com o filho, a unidade familiar, o interesse da criança. Que pai é este? Que relação mantém realmente com o menor? É uma presença protetora, afetiva, estruturante, ou apenas um nome numa certidão e uma fotografia antiga na cómoda? O que representa para aquela criança? Que crime cometeu? Que risco oferece? Que dano provocaria a expulsão? Pode a relação continuar de outra forma? Talvez, feitas as contas, a conclusão seja que deve ficar. Mas talvez seja exatamente a contrária, e parece ser esta segunda possibilidade que deixa o Tó Zé particularmente desconfortável para um estrangeiro, mas que para os nacionais, está ótima. Ora bem ToZé, se a criança é realmente o centro da decisão, então temos de aceitar que, em certos casos, afastar um pai pode não ser uma tragédia acrescentada à sua vida. Pode ser o princípio do silêncio depois de anos de ruído. Pode ser a porta que finalmente deixa de bater durante a noite. Pode ser a ausência da presença errada. Os tribunais de família sabem-no, as CPCJ sabem-no, milhares de adultos que passaram infâncias inteiras a desejar que alguém o tivesse afastado dos seus progenitores, sabem-no. Só nesta discussão parece surgir a ideia infantil de que o pai, por ser pai, ou mãe, transporta consigo esta espécie de radiação benigna que deve permanecer geograficamente próxima da criança, ainda que separados por muros muito altos. Não transporta. Há pais extraordinários a milhares de quilómetros e há monstros a dormir no quarto ao lado. ➡️➡️O que me incomoda, portanto, não é o Seguro querer proteger crianças. É precisamente o contrário. É usar a criança como argumento para proteger o adulto e chamar a isso proteção da criança. A certa altura o menor deixa de ser uma pessoa cujo interesse devemos descobrir e passa a funcionar como uma pequena âncora constitucional, lançada pelo progenitor no território nacional, camaradas, daqui não me tiram, porque eu tenho descendência portuguesa. Nada disto poderia ser pior. Não pode ser, não são as fronteiras que transformam crianças em escudos. São os adultos. O Estado devia ter a decência de não ajudar à festa. Para vossa eventual reflexão. o dono da cooperativa Nota: o vídeo promocional é uma palermeira sem sentido, e no entanto, ajudou a ganhar umas presidenciais. Está tudo dito. #DireitosHumanos #Imigração #ProteçãoInfantil

No es normal que un niño pase más tiempo viendo TikTok que jugando. Mientras las pantallas ocupan cada vez más espacio en la infancia, aumentan los problemas de atención, el ciberacoso y los riesgos a los que están expuestos miles de menores en internet. En Acción Nacional no vamos a normalizarlo. Por eso Querétaro fue el primer estado en prohibir celulares en las escuelas y desde el Congreso seguimos impulsando medidas para regular el acceso de menores de edad a las redes sociales. La tecnología debe proteger a la infancia, no reemplazarla. #InfanciaSegura #TecnologíaResponsable #SaludMental

Today we take an important step to protect children from vicarious violence by putting minors at the center: they should be heard and protected. All childhoods deserve to live a life free from macho violence. (translated)

The EU is moving towards a common regulation to limit minors' access to social networks. Spain was one of the first countries to drive this debate and confront the techno-oligarchs. Let’s keep leading. Guaranteeing a free and healthy childhood is one of the greats. (translated)

Esta tarde nuestra Base Diana recibió un llamado de auxilio por violencia contra una menor de edad de tan solo 2 años. Nuestros Oriones llegaron de inmediato y como resultado se detuvo al presunto agresor quien fue puesto a disposición de la fiscalía especializada. La seguridad de las infancias son prioridad. #ViolenciaInfantil #DerechosDeLosNiños #SeguridadInfantil

El artículo Infancias en venta explora el fenómeno de los niños influencers, comparándolo con las antiguas concursantes de belleza, destacando cómo algunos padres ven en la explotación de la fama infantil una oportunidad económica, mientras que otros advierten sobre los peligros de este estilo de vida. #NiñosInfluencers #Disney #Youtube

Infancias en venta
eldiario.es Jun 8

Článek popisuje zkušenost dětí, které zůstaly doma, zatímco jejich matky emigrovaly do Španělska za lepšími příležitostmi, a zaměřuje se na emocionální náklady a frustraci, které tato situace způsobila, včetně pocitu osamělosti, strachu a viny spojené s distancí od rodiče a nedostatečnou schopností komunikovat v těžkých chvílích. #Migración #Maternidad #InfanciasTransnacionales

Mi madre migró a España y yo crecí viéndola a través de una pantalla: ahora nos hemos reencontrado
eldiario.es May 21

Alexandra Lange, crítica de diseño y arquitectura, destaca la necesidad de construir ciudades adaptadas a las infancias y familias en su libro El diseño de la infancia, resaltando cómo los espacios influyen en el desarrollo de los niños y abogando por un enfoque más inclusivo y seguro en el urbanismo. #DiseñoDeLaInfancia #Urbanismo #Infancia

Alexandra Lange, crítica de diseño y arquitectura: “Hay que construir ciudades adaptadas a las infancias y familias”