O Lindbergh disse ao Cláudio Dantas que o nome da mulher na denúncia contra Alfredo Gaspar era Jailma. Lindbergh confirmou a história da testemunha que mostrou toda a armação. https://t.co/UVZxJViGst #Jailma #AlfredoGaspar #Testemunha
O Lindbergh disse ao Cláudio Dantas que o nome da mulher na denúncia contra Alfredo Gaspar era Jailma. Lindbergh confirmou a história da testemunha que mostrou toda a armação. https://t.co/UVZxJViGst #Jailma #AlfredoGaspar #Testemunha
SUR-PRE-SA! 🤡 “O caso começou a ser descoberto em 14 de abril, quando a assessora de Gaspar, Marise Pena, relatou à Polícia Legislativa ter recebido uma ligação de Luiz Antonio Lopes. Segundo ela, o homem afirmou ter conhecimento de uma armação envolvendo uma jovem que assumiria identidade falsa e receberia dinheiro para sustentar uma história de abuso sexual contra o parlamentar. Lopes, em 23 de abril, confirmou em depoimento à Polícia Legislativa que conheceu uma jovem chamada Marcela, que teria sido orientada a se apresentar como “Jailma”, suposta mulher de origem nordestina que teria sido abusada por um político quando adolescente e engravidado em decorrência do crime. Marcela fora convencida, segundo Lopes, por um suposto assessor parlamentar de nome Lucas, ligado à prefeitura de Nova Iguaçu, berço político de Lindbergh. O depoente afirmou ainda que sua própria conta bancária foi utilizada para receber valores destinados a Marcela. Foram três supostos pagamentos: um de 10 mil reais, um de 4 mil reais e um terceiro de 2,5 mil reais. Chama a atenção no depoimento é que um desses pagamentos feitos a Marcela, o de 4 mil reais, por intermédio de Lopes, ocorreu pela conta de Carlos Roberto Lopes, presidente da Conafer. Carlos Roberto chegou a ser preso por determinação da CPMI do INSS por mentir ao colegiado. No depoimento, Luiz Antônio Lopes narra que Marcela chegou a fazer uma reunião pelo Google Meet em que supostamente teria a participação de Lindbergh Farias. “Marcela viabilizou uma reunião virtual realizada por meio da plataforma Google Meet, ocasião em que estavam presentes o próprio Lindbergh Farias, Carlos Roberto Lopes, um vereador de Nova Iguaçu/RJ conhecido como “Toninho da Padaria”, além de outras pessoas não identificadas; QUE, durante essa reunião, Marcela cobrou o pagamento que lhe havia sido prometido, tendo sido informada de que o valor seria providenciado, o que de fato ocorreu por meio de terceiros; QUE os pagamentos eram feitos, em regra, por outras pessoas, aparentemente para evitar que os principais envolvidos figurassem diretamente nas transações; QUE, segundo sua percepção, o declarante acredita que Lindbergh Farias parecia ter ciência do contexto tratado nas reuniões e integraria o conjunto de pessoas que discutiam os desdobramentos da narrativa”, aponta o boletim de ocorrência. “Quando Lindbergh Farias levou adiante a acusação pública ao longo dos trabalhos da CPMI, caiu a ficha para o denunciante sobre a efetiva trama em curso; QUE o plano, conforme compreendeu, consistia em apresentar a falsa vítima Marcela, sob o nome de “Jailma” e, num segundo momento, fazê-la desaparecer, para depois sustentar publicamente que o relator da CPMI do INSS teria mandado sumir com ela, aprofundando a suspeita e o desgaste político”, acrescenta o boletim de ocorrência.” https://t.co/R2KOit3G7p #Política #Justiça #Corrupção
🇧🇷 URGENTE: Depoimento na Polícia Legislativa aponta para uma suposta trama para fabricar uma acusação de estupro contra Alfredo Gaspar (PL-AL), atual vice de Flávio Bolsonaro. Em março, Lindbergh Farias (PT-RJ) e Soraya Thronicke (PSB-MS) levaram à PF uma acusação de estupro de vulnerável contra Gaspar, que nega o crime. Em menos de 20 dias, Luiz Antonio Lopes, um comerciante, procurou a Polícia Legislativa e afirmou que uma jovem chamada Marcela teria sido orientada a assumir a identidade falsa de “Jailma” e se apresentar como vítima do deputado. Segundo o depoimento, Marcela teria recebido R$ 16,5 mil, divididos em pagamentos de R$ 10 mil, R$ 4 mil e R$ 2,5 mil. Um dos repasses teria relação com Carlos Roberto Lopes, presidente da Conafer e preso na CPMI do INSS. Lopes também afirmou que Marcela participou de uma reunião virtual com Lindbergh, Carlos Roberto Lopes, “Toninho da Padaria” e outras pessoas, na qual teria cobrado valores prometidos. O suposto plano seria apresentar Marcela como vítima de Gaspar e, posteriormente, fazê-la “desaparecer”, para então acusar o parlamentar de ter mandado sumir com ela. 🗞️ @o_antagonista / @wilsonlimaslz #Justiça #Política #Denúncia