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#Marinha

Em resposta à solicitação do Sport Club Internacional, a Brigada Militar liberou a utilização, por parte da torcida do Inter, da área das churrasqueiras cobertas do Marinha localizadas próximas à Avenida Padre Cacique. A estrutura estará disponível, em espaço já delimitado, ao longo desta quinta-feira (27/08), data do Gre-Nal de ida das quartas de final da Copa do Brasil. Diante da mudança no isolamento inicialmente previsto, o Clube do Povo reforça aos colorados e coloradas o pedido de que respeitem o distanciamento estabelecido pelas autoridades de segurança e evitem situações que possam levar a tumultos nos arredores do Beira-Rio. Contamos com a colaboração de todos e todas, unidos para apoiar o Inter e fazer a diferença nas arquibancadas do Gigante! #GreNal #CopaDoBrasil #TorcidaUnida

Nota: Churrasqueiras do Marinha O Sport Club Internacional informa que solicitou ao Comando da Brigada Militar a possibilidade de reavaliar o isolamento integral do Parque Marinha do Brasil previsto para o Gre-Nal 453. O Clube reforçou que respeita a decisão adotada pela Brigada Militar, em nome da segurança dos torcedores que virão ao estádio, mas entende que as churrasqueiras são um importante ponto de encontro para quem chega antecipadamente aos jogos para se somar ao tradicional uso do espaço público pela torcida Colorada. #GreNal #SportClubInternacional #Churrasqueiras

"O q o senhor faria com os relatos dos comandantes da Marinha e aeronáutica q falaram que teve tentativa de golpe?" Caiado: "O mesmo que Juscelino Kubitschek fez" "Parte daqueles anistiados por Juscelino,8 anos depois,ajudaram a promover o golpe de 64.”https://t.co/HNHLyJ3Llt #história #golpe #Política

“Acabei de ser informado pela Marinha dos Estados Unidos de que todas as minas foram removidas e/ou detonadas nas águas internacionais do estreito de Ormuz. O Irão foi notificado de que qualquer navio ou embarcação que coloque novas minas será destruído de imediato e de forma sistemática”

Trump: minas removidas em Ormuz e Irão avisado
observador.pt
Lula 1w

Em um mundo conflagrado por conflitos geopolíticos, a soberania nas áreas de defesa e tecnologia é essencial. Por isso, sigo hoje para Iperó, em São Paulo, onde irei acompanhar de perto projetos estratégicos para o futuro do Brasil. No Centro Industrial Nuclear de Aramar, acompanho o avanço do Programa Nuclear da Marinha e o início da montagem da seção nuclear do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE), etapa importante para o desenvolvimento do nosso primeiro submarino armado com propulsão nuclear. Soberania é, também, investir em saúde. Visitarei hoje o local onde está sendo construído o Reator Multipropósito Brasileiro, o principal empreendimento do país em medicina nuclear. O projeto vai ampliar a produção nacional de radiofármacos, medicamentos fundamentais para o diagnóstico e tratamento do câncer. O reator, de 30 MW, será capaz de quadruplicar a capacidade do SUS de produção nacional destes medicamentos, reduzindo a necessidade de importação. Também permitirá produzir radioisótopos, substâncias utilizadas na indústria, na agricultura, nos combustíveis nucleares e em outros materiais. Investimentos em conhecimento e inovação que fortalecem a soberania do Brasil, cuidam da nossa população e preparam o país para o futuro. 🇧🇷 #Soberania #Inovação #Tecnologia

Admiral Brad Cooper, in charge of the U.S. Navy, stated that mental health aboard the USS Lincoln is a priority, following alarming reports of mental health issues among sailors after nearly nine months without access to land and poor living conditions in the Middle East. (translated)

USS Lincoln: saúde mental é "prioridade", diz almirante

Eu vi gente aqui na rede negando essa história o que é errado. Nesse momento o porta aviões americano está a mais de 250 dias em alto mar sem parada. Além disso é sempre bom lembrar que tem 6000 marinheiros presos em embarcacoes no estreito de Ormuz e a ONU já emitiu até um alerta #notícias #Marinha #Geopolítica

China and Indonesia's navies concluded unprecedented joint naval exercises east of Taiwan, provoking condemnation from Taipei, which accuses Beijing of strengthening its maritime claims in the region, while Indonesia downplayed the importance of the exercise, treating it as part of routine maritime diplomacy. (translated)

Marinhas da China e Indonésia terminam exercícios conjuntos

Taiwan conducted an unprecedented maritime counter-blockade drill, in which ships from the Navy and Coast Guard escorted a landing ship to the ports of Hualien and Suao, in response to increasing Chinese pressure in the region. (translated)

Taipé faz simulacro contra possível bloqueio marítimo chinês

“Controlamos totalmente o Estreito de Ormuz. Controlamo-lo; mais ninguém, só nós. A nossa Marinha é incrível e as coisas estão a correr muito bem para o nosso país”

Trump diz que EUA controlam Ormuz apesar de ameaças do Irão
observador.pt

The navies of China and Indonesia will conduct joint naval exercises in August in waters east of Taiwan, an action condemned by Taipei which sees it as an attempt by China to assert its sovereignty over the region. (translated)

Marinhas da China e Indonésia realizam exercícios conjuntos

The Minister of Defense and Prime Minister Luís Montenegro addressed the death of a Portuguese citizen in Croatia and the controversial acquisition of frigates by the Portuguese Navy, emphasizing the need for transparency and legal commitment in public processes. (translated)

As notícias das 13h

Ao mesmo tempo em que Lula se afasta dos EUA de Trump, se aproxima forte da Rússia de Putin. Patrushev, homem forte na ditadura russa, visitou o NAM Atlântico e se reuniu com representares da Marinha do Brasil. #Lula #Rússia #Diplomacia

Neste momento está mais ou menos aberto. Temos uma coisa chamada bloqueio, liderada pela Marinha dos Estados Unidos da América, e somos nós que a controlamos. E agora somos nós que a controlamos, mas eles podem sempre disparar alguma coisa. Têm sempre alguma coisa ou lançam uma mina. E se houver uma mina por aí, isso acaba por complicar as coisas, porque as pessoas não querem levar os seus barcos milionários e serem acidentalmente atingidas por uma mina. Mas acho que estamos a sair-nos muito bem. Eu estou envolvido nas negociações, acho que estamos a sair-nos bem. Pode ser que aconteça em breve, sim.

Irão estará a preparar-se para a morte de Mojtaba Khamenei
observador.pt

The government approved the update of the Coastal Beach Program Ovar - Marinha Grande, which enhances the protection of about 140 kilometers of coastline and adapts the beaches to current challenges of coastal erosion. Among the main news are the creation of new beaches and the (translated)

The Maritime Police and the Navy of Portugal are intensifying control of the maritime border in the Algarve with daily patrols, in response to the entry of Moroccan migrants in Ceuta, which resulted in the death of 67 people during the crossing. (translated)

Controlo da fronteira marítima reforçado no Algarve

Oh Sr. Ministro, Assim Também Eu… Em Portugal há sempre uma explicação para tudo — mesmo para uma piscina que nasceu sozinha, sem ninguém a construir. Oh Sr. Ministro, não havia necessidade. Uma vizinha minha, reformada, com uma pensão que mal dá para os remédios, quis fechar o quintal com um muro de um metro e vinte. Foi à câmara, preencheu o requerimento, esperou três meses e ainda assim levaram uma fita métrica a medir a obra, porque o projecto dizia um metro e quinze e ela, distraída, deixou o pedreiro subir mais cinco centímetros. Multa. Aprendemos, quem não tem contactos na Judiciária, que a lei em Portugal é como as filas do hospital: rigorosa com quem já lá está há horas, e invisível para quem entra pela porta das urgências com um cartão certo. O senhor andou por universidades de direito; a minha vizinha andou pela universidade da fila da câmara. Repassemos os factos, que são tediosos, mas instrutivos, e que não são opiniões minhas, são datas e diplomas. Primeiro: como director nacional da Polícia Judiciária desde 2018, e mais tarde como ministro, estava obrigado, ao abrigo da Lei n.º 4/83 e da Lei n.º 52/2019, a declarar ao Tribunal Constitucional, e depois à Entidade para a Transparência, o seu património. O próprio Tribunal Constitucional confirmou não existir, entre 2018 e 2024, um único registo em nome do senhor. Em sua defesa, o senhor garante que nunca foi notificado — nem pelo Tribunal, nem, durante oito anos, por ninguém. Talvez seja verdade; a lei obriga essas entidades a notificar, e parece que falharam nisso. Mas o seu antecessor na PJ, Almeida Rodrigues, entregou sempre as suas declarações sem que ninguém precisasse de lhe bater à porta — em 2018, uma actualização em 2013, e a de cessação de funções em 2018. A primeira declaração do senhor tem data de 16 de Fevereiro de 2026: exactamente uma semana antes de tomar posse como ministro. Quando a memória só acorda a uma semana de uma cadeira no Governo, já não é bem falta de notificação — é falta de vontade. E foi precisamente nessa declaração, entregue à pressa, que faltou a empresa da sua mulher — "mero lapso", disse o senhor, ainda que a tal empresa constasse, garante, de "plataformas públicas". Como resumiu João Paulo Batalha, antigo presidente da associação Transparência e Integridade, a imagem que fica é a de alguém que só se lembrou da lei quando soube que ia para o Governo. Segundo: o atrelado. Continha 62 bidões, cerca de 12.400 litros, de amoníaco, acetona e outros precursores de droga sintética, apreendidos pela Polícia Judiciária em Dezembro de 2024, na Operação Pacoba. Dois dias depois, a procuradora do processo ordenou a destruição de todo o material — a lei processual penal manda destruir sem demora "coisas perigosas" apreendidas. Essa ordem nunca foi cumprida: destruir custava cerca de 144 mil euros, e a PJ não os tinha. A Marinha, entretanto, queria o atrelado fora das suas instalações no Seixal, por risco de explosão. Foi nesse aperto que surgiu a solução: João Carvalho, o mesmo empreiteiro que já facturava milhões à PJ e obras ao ministro, ofereceu um armazém seu, em Barcelos, gratuitamente, enquanto se procurava — sem sucesso, durante quase um ano — uma empresa mais barata para a destruição. Em conferência de imprensa, o senhor rejeitou qualquer ligação entre este armazenamento e a prática de ilícitos, garantindo que não houve desvio de bens nem comprometimento de provas. Explicou que a proposta partiu de um alto quadro da PJ em quem deposita, disse, total confiança — e, quase no mesmo fôlego, assumiu a decisão como inteiramente sua, chamando-lhe "um puro acto de boa gestão" assente em critérios de segurança e poupança. Fica isto, então: o Estado tinha uma ordem judicial por cumprir e não tinha 144 mil euros para a cumprir, e a resposta a esse buraco no orçamento foi entregar precursores de droga apreendidos, de graça, ao mesmo empresário que já ganhava milhões com contratos da mesma polícia. Chamar-lhe gestão é optimismo; o Ministério Público, sabendo-o, abriu inquérito por suspeita de abuso de poder e descaminho. Terceiro: a piscina. Nas propriedades de Odemira, dentro do Parque Natural do Sudoeste Alentejano, qualquer obra urbanística — e uma piscina é, para a lei, exactamente isso — exige licenciamento camarário nos termos do Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação. A Câmara de Odemira foi clara: não recebeu pedido nenhum. O que se pediu foi um tanque de apoio; o que se construiu foi, nas palavras do próprio, "uma chamada piscina média familiar". E depois há o dinheiro, que é a parte mais reveladora, porque não precisa de interpretação. O senhor admitiu que a sua mulher pagou obras no monte alentejano "em numerário". Ora a Lei n.º 92/2017 proíbe pagamentos em dinheiro vivo iguais ou superiores a 3.000 euros a quem tem contabilidade organizada, e — este é o ponto que o senhor parece ignorar — a própria lei manda somar pagamentos fraccionados ao mesmo credor precisamente para impedir o truque de ir pagando em prestações pequenas para nunca ultrapassar o limite. Não é uma lacuna que se contorna com bom senso; é uma norma escrita a pensar exactamente nesta manobra. Dizer que se pagou aos poucos, em dinheiro, a um empreiteiro com quem já não havia sequer contrato escrito, não é prudência financeira: é a definição de fraccionamento que a lei antecipou e proibiu. E já agora, sobre o "puro acto de boa gestão" assente em "poupança": a poupança real não estava no estacionamento, estava nos 144 mil euros que o Estado não tinha para cumprir uma ordem de destruição judicial. Perante esse buraco, havia sempre outra alternativa, essa sim gratuita e sem qualquer conflito de interesses: comunicar ao Ministério Público que a PJ não dispunha de verba, e deixar que fosse a instituição — e não um empresário que já facturava milhões ao mesmo departamento — a decidir o que fazer com precursores apreendidos. Entregar precursores de estupefacientes a um amigo com contratos activos na mesma polícia não é gestão, extraordinária ou ordinária: é, na melhor das hipóteses, ingenuidade incompatível com o cargo, e na pior, exactamente aquilo que o Ministério Público está a investigar. Há aqui uma tradição bem portuguesa. Quando D. João V prometeu a Frei António de S. José um modesto convento franciscano em Mafra, o modesto convento cresceu, ano após ano, até se tornar a maior obra barroca da Europa, paga com o ouro do Brasil, sem que ninguém perguntasse onde ficara o orçamento inicial. Também aqui um tanque de apoio prometido se transformou, sem que ninguém desse por isso, numa piscina "média familiar". A diferença é que Mafra levou treze anos a inchar e ficou para a posteridade como maravilha; esta piscina levou meses e ficou como notícia de jornal. Mas o mecanismo é rigorosamente o mesmo: a promessa pequena que se infla sozinha, ao abrigo do poder, sem que ninguém peça contas a tempo. Fernando Pessoa escreveu que o poeta é um fingidor, que finge tão completamente que chega a fingir que é dor a dor que deveras sente. Em administração pública, fingir tem outro nome. O senhor fingiu que era um tanque, fingiu não saber que o terreno estava em área protegida, fingiu que mover a prova foi gestão extraordinária. A diferença entre o poeta e o ministro é que o poeta finge para revelar uma verdade maior, e o ministro finge para que a verdade desapareça — como o atrelado desapareceu do parque de apreendidos. E o mais estranho não foi sequer o senhor: foi o silêncio à sua volta. A polémica rebentou a 10 de Julho; o senhor só falou, "ponto por ponto", a 29 — quase três semanas depois, três semanas em que o Primeiro-Ministro manteve a confiança "numa quase mudez" e a Entidade para a Transparência não fez uma única declaração pública. Nesse vazio institucional, quem pegou no microfone que devia estar nas mãos de quem fiscaliza foi o líder do Chega, André Ventura, a exigir a sua demissão numa carta ao Primeiro-Ministro, a falar em "captura do Estado" pelo crime organizado, a pedir a intervenção do Presidente da República. Não porque o populismo tenha razão sempre — muitas vezes não tem —, mas porque é extraordinariamente eficiente a ocupar o espaço que as instituições deixam vazio. Quando a fiscalização normal demora três semanas a abrir a boca, não deve espantar-se ninguém que seja a demagogia a falar primeiro, mais alto, e com uma carta já escrita. Fico-me por aqui, Sr. Ministro, mas não sem lhe dizer isto: o problema não é só seu. É de um país que, perante o dono da piscina, prefere perguntar se ela tem água a perguntar quem pagou os azulejos, e que depois se surpreende quando é o populismo a dar voz à indignação que as instituições não souberam dar a tempo. Nós, os do muro de um metro e vinte medido à fita, temos o hábito de baixar a cabeça e cumprir, e depois olhamos para o senhor com aquela indignação morna que dura um ciclo de notícias e se dissolve como cloro ao sol. Talvez a pergunta não seja por que o senhor achou que podia. A pergunta é por que nós continuamos, escândalo após escândalo, a deixar que sejam sempre os mesmos — ou os mais gritantes — a ocupar o silêncio que devíamos ter preenchido nós primeiro. Sr. Ministro, assim também eu — mas ao contrário: sem necessidade nenhuma de fingir que não vi. #política portuguesa, #Luís Neves, #transparência, #Odemira, #Administração Interna, #corrupção, #opinião,# João Carvalho, # Operação Pacoba,

Atacámos o Irão com toda a força. A marinha deles desapareceu, a Força Aérea deles desapareceu. 250 jatos já não existem. 159 embarcações, boas embarcações. Não têm radares, restam-lhes muito poucos drones, apesar do que se vê. De vez em quando vão montar algumas coisas, mas já não lhes resta grande coisa. E já agora, eles estão a falar connosco neste momento. Adorariam chegar a um acordo. Acho que ainda não estão prontos para isso. Não acho que já seja a altura certa, mas estou disposto a ouvir. Eles não podem ter uma arma nuclear.

10h. Rui Rio diz que polémicas do MAI abalam a imagem do PSD
observador.pt

Atacamos o Irão com toda a força. A marinha deles desapareceu, a Força Aérea deles desapareceu. 250 jatos já não existem, 159 embarcações, boas embarcações. Não têm radares, restam-lhes muito poucos drones, apesar do que se vê. E de vez em quando vão montar algumas coisas, mas já não lhes resta grande coisa. E já agora, eles estão a falar conosco neste momento. Adorariam chegar a um acordo. Acho que ainda não estão prontos para isso. Não acho que já seja a altura certa, mas estou disposto a ouvir. Eles não podem ter uma arma nuclear.

7h. Pedro Sanchez visita as zonas mais afetadas de Madrid
observador.pt
Observador Jul 21

Rússia realizou um exercício militar com artilharia a 74 km da costa britânica, sendo monitorado pela Marinha do Reino Unido, em um contexto de tensões entre os dois países e enquanto as autoridades russas lidam com as consequências de um ataque ucraniano a uma barragem na região de Belgorod. #Rússia #ReinoUnido #GuerraUcrânia

Rússia faz exercício militar a 74km da costa britânica