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#Organização

Fila quilométrica para a imprensa conseguir entrar no estádio da final da Copa do Mundo. Horas esperando do lado de fora, confusão nos acessos e gente credenciada sem conseguir entrar. Uma zona no jogo mais importante do torneio. Em 2014 no Brasil não vimos esse caos para entrar nos estádios. Mas os Estados Unidos tem fama de "organização de primeiro mundo", então tá tudo certo. E a FIFA que em qualquer outro país exige até a cor do parafuso da catraca, nos EUA aceita esse papelão caladinha. Imagina se uma desorganização dessas fosse no Brasil, aquele boçal do Jerome Valcke daria chilique por uma semana. #CopaDoMundo #FIFA #Estádio

Estamos ha 2 horas na fila pro raio x pra ENTRAR no estadio. Tudo desorganizado, um caos. Se fosse na america do sul, nos chamariam de animais, país de terceiro mundo. Como é nos EUA ninguem fala nada. Um terror de organização, patetico #Desorganização #Estádio #Caos

A Human Line Project, uma organização sem fins lucrativos fundada no Canadá por Etienne Brisson, oferece apoio a indivíduos que enfrentam dificuldades emocionais e psicológicas após interações prolongadas com chatbots de inteligência artificial, tendo já recebido mais de 400 pedidos de ajuda desde a sua criação em março de 2025. #InteligênciaArtificial #SaúdeMental #HumanLineProject

Human Line, o grupo de apoio para a "ilusão da IA"

⚠️ IMPORTANTE: Recebemos relatos de acidentes durante os fogos de artifício em Sign of the Times. A mãe de uma fã precisou levar pontos após ser atingida por um estilhaço, e outras pessoas procuraram atendimento por partículas que caíram nos olhos. Fiquem atentos durante esse momento do show e protejam os olhos. Esperamos que a organização reavalie a segurança dos efeitos para os próximos shows. #Segurança #Acidentes #FogosDeArtifício

💙❌ 𝗔𝗠𝗘𝗥𝗜𝗖𝗔𝗦 | MIBR estreia com DERROTA no #VCTAmericas A organização brasileira foi derrotada pelos norteamericanos da NRG por 2 a 1, de virada. Com esse resultado, a equipe formada por aspas, zekken e companhia inicia a segunda etapa da competição com o pé esquerdo, sofrendo sua primeira derrota e ficando com um retrospecto de 0-1 no Grupo Alpha. 🇧🇷 𝗠𝗜𝗕𝗥 𝟭-𝟮 𝗡𝗥𝗚 🇺🇸 #VCT #MIBR #NRG

Esqueça por um minuto quem é o réu. Fique só com o princípio. Nemo iudex in causa sua. Ninguém pode ser juiz da própria causa. Isso não é doutrina de direita nem de esquerda: é a regra mais antiga do Direito, anterior a qualquer Constituição. Agora aplique o princípio ao caso concreto. Um ministro do Supremo decide, sozinho, quais visitas o principal líder da oposição pode receber e o que ele pode comunicar ao país em ano eleitoral. Até cartas (!) entram na proibição. Esse mesmo ministro opera há ANOS como principal opositor e repressor desse grupo. E isso não é interpretação, é registro público: Desde 2019, é o relator de um "inquérito" aberto pelo próprio Supremo, sem provocação do Ministério Público, para investigar ataques ao próprio Supremo: vítima, investigador e juiz no mesmo processo. Até hoje, esse instrumento funciona como censura em massa da direita brasileira; Em maio de 2022, meses antes de presidir a eleição, ele já classificava a direita como ameaça antidemocrática nas redes; Escreveu tese e livro inteiros sobre o dever de "combater o populismo digital extremista", o nome que ele dá ao campo do réu; Diplomou Lula e, na mesma noite, foi à festa de comemoração do diplomado, na casa de um advogado, ao som de samba; O ex-chefe do setor de combate à desinformação do TSE revelou, em mensagens publicadas pela Folha, que o gabinete encomendava relatórios sob demanda para abastecer inquéritos do próprio ministro. "Só entravam no gabinete coisas para criminalizar a direita", disse ele; Na despedida do TSE, celebrou que o Brasil "saiu vencedor" dessa disputa; Em agosto de 2025, da própria cadeira de ministro, chamou bolsonaristas de "organização criminosa miliciana", de atuação "covarde e traiçoeira"; E até o delator central do caso relatou ter ouvido, do próprio comandante do Exército, que o ministro nutre "raiva e ódio" pelo ex-presidente. Não por acaso, ele se tornou o alvo central das críticas desse mesmo campo e de reiterados pedidos de impeachment. A pergunta não é ideológica, é institucional: esse juiz é imparcial nessa causa? Você aceitaria ser julgado assim? Agora o teste de simetria. Lula, preso em 2018, recebia lideranças na "cela", lançou a candidatura do Haddad por carta lida em ato público e manteve os perfis nas redes, pilotados por assessores. Dirão: "os regimes jurídicos eram diferentes". Exato. E aqui entra outro princípio básico do Direito: Lex uno ore omnes alloquitur. A lei fala a todos com uma só boca. Deve valer igualmente para qualquer réu. Por que o sistema jamais desenhou para Lula as restrições que desenhou para Bolsonaro? A diferença de desenho é a prova da diferença de tratamento. Não é preciso gostar de Bolsonaro para enxergar o problema. Basta aceitar que a regra que vale para um tem que valer para o outro. Como alguém pode falar em eleições livres diante desse estado de coisas? Quando um tribunal abandona pilares seculares do Direito, o nome disso não é "proteção da democracia". É estado de exceção. #Direito #Justiça #Democracia

Sepp Blatter, o polémico ex-presidente da FIFA, transformou a organização ao longo de sua presidência de 17 anos, impulsionando o Mundial para novos continentes e sendo alvo de controvérsias, incluindo provocações a Ronaldo e suspeitas de corrupção, culminando em sua saída durante uma grave crise na entidade. #FIFA #SeppBlatter #Corrupção

Platini, a provocação a Ronaldo e as suspeitas de corrupção

A nova decisão de Alexandre de Moraes contra Bolsonaro é a prova cabal de Lawfare contra o ex-presidente. Vamos analisar a decisão: 1- A situação atual de Bolsonaro é comparável ao que aconteceu no processo do Lula quando ele esteve preso? Resposta: SIM. Ainda que alguns juristas tenham insistido que a decisão anterior se tratava de uma situação diferente, porque Lula não estava obrigado a cumprir uma cautelar, a decisão atual versa sobre LIBERDADE DE EXPRESSÃO. Lula, mesmo preso, mantinha seu direito constitucional a dar entrevistas sobre política(e sobre qualquer outra coisa) e foi isso que Ricardo Lewandowski entendeu quando deu uma autorização para isso na Reclamação 32.035. Ele disse que: o ato do juízo de execução penal de proibir as entrevistas era equivalente a “censurar a imprensa e negar ao preso o direito de contato com o mundo exterior”. Nesse ponto, a decisão de Moraes viola frontalmente a própria jurisprudência do STF. Na época de Lula, o Partido Novo apresentou uma Suspensão de Liminar 1178, para que a decisão de Lewandowski fosse cassada pela presidência do STF. Fux atendeu o pleito. A questão é que no parecer da PGR nesse caso é dito expressamente que proibir as entrevistas pelo seu conteúdo eleitoral significaria claramente CENSURA prévia, o que é vedado pela constituição. "Além disso, o argumento do requerente pressupõe que Luiz Inácio Lula da Silva, na entrevista, emitirá opiniões que resultarão “em inequívoca atividade político partidária e críticas ideológicas ao seu encarceramento”. Ocorre que eventual vedação de entrevista em razão de seu eventual conteúdo caracteriza nítida censura com base no conteúdo, o que não pode ser admitido sob qualquer hipótese." (p.18). Moraes expressamente proibiu Bolsonaro de se manifestar sobre questões políticas, violando seu direito constitucional de liberdade de expressão. 2- Moraes proibiu Bolsonaro de receber visitas com finalidade "político-eleitoral". O que diabos é uma visita com finalidade "político-eleitoral" e onde existe a autorização para essa proibição? O preso Bolsonaro não pode se eleger ou ser eleito, não está participando de atividades partidárias, então que proibição é essa? Aliás, como vai fiscalizar esse tipo de visita? 3- Moraes sabe que a suspensão de direitos políticos não tem relação com expressão de um "manifesto político". O próprio Moraes cita o que entende como "direito político" na sua obra "Direito Constitucional 13ª": "Assim, são direitos políticos: • direito de sufrágio; • alistabilidade (direito de votar em eleições, plebiscitos e referendos); • elegibilidade; • iniciativa popular de lei; • ação popular; • organização e participação de partidos políticos." Nada sobre liberdade de expressão. Mais uma vez, é o escritor Alexandre de Moraes contra o juiz Alexandre de Moraes. 4- O que fazer? a) A defesa de Bolsonaro tem que apresentar uma Suspensão de Liminar para o Fachin. b) Acionar os organismos internacionais cabíveis. #LiberdadeDeExpressão #Lawfare #Justiça

Apenas UM ex-LOUD venceu a equipe em seu primeiro reencontro contra a organização: 🇧🇷 dgzin 🇧🇷 Sacy e 🇧🇷 pANcada: Perderam no VCT Americas de 2023 com a Sentinels 🇧🇷 aspas: Perdeu no Kickoff 2024 com a Leviatán 🇧🇷 Less e 🇦🇷 Saadhak: Perderam no VCT Americas Stage 2 de 2026 com a KRÜ 🇧🇷 dgzin: Venceu no Kickoff 2026 com a Evil Geniuses Outros jogadores que passaram pela organização não enfrentaram a @LOUDgg desde que saíram. #VCT #LOUD #EvilGeniuses

João Havelange, presidente da FIFA entre 1974 e 1998, transformou a organização de uma entidade amadora em uma potência milionária global, impulsionando o futebol a novos continentes e enfrentando escândalos ao longo de sua carreira. #JoãoHavelange #FIFA #Futebol

Havelange, o homem que tornou a FIFA no que é hoje

O que mais me impressiona é ver a organização da esquerda globalista e o financiamento multimilionário que ela possui. Quanto custou essa ação coordenada? https://t.co/crpD4R9KPh #Esquerda #Globalismo #Financiamento

A Democracia constitui o quadro político que assegura o exercício legítimo do poder, mediante a participação livre e informada dos cidadãos. Enquanto sistema de organização do Estado, assenta em princípios estruturantes que garantem a proteção dos direitos fundamentais, a limitação do poder e a preservação das liberdades públicas. No plano institucional, a Democracia exige a existência de um Estado de Direito, no qual todas as entidades — públicas e privadas — se encontram subordinadas à lei. Este princípio é complementado pela separação de poderes, pela independência dos tribunais e pela atuação imparcial das instituições de fiscalização. A legitimidade democrática decorre da realização periódica de eleições livres, universais e transparentes, que permitem a renovação dos titulares de cargos políticos e asseguram a representação plural da sociedade. A liberdade de expressão, de informação e de imprensa — garantida por uma comunicação social independente — constitui condição essencial para o escrutínio público e para o debate informado. A Democracia exige, igualmente, o respeito pelo pluralismo, pela diversidade de opiniões e pela participação cívica ativa. A convivência entre diferentes perspetivas fortalece o espaço público e impede a concentração arbitrária de poder. A preservação do regime democrático depende da vigilância permanente dos cidadãos, da transparência das instituições e da rejeição de práticas que comprometam a integridade do processo político, como a desinformação, a intolerância ou a erosão da confiança pública. Assim, a Democracia deve ser entendida como um compromisso contínuo, sustentado pela responsabilidade coletiva de proteger direitos, garantir liberdades e assegurar que o poder é exercido de forma legítima, limitada e escrutinável.

NOTA OFICIAL DA PRESIDÊNCIA DA COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL SOBRE A IMPOSIÇÃO DE TARIFAS ADICIONAIS DOS ESTADOS UNIDOS A PRODUTOS BRASILEIROS @lpbragancabr A Presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional manifesta profunda preocupação e repúdio à forma irresponsável com que o governo brasileiro, respaldado pelo Ministério das Relações Exteriores, conduziu as negociações comerciais com os Estados Unidos. A imposição de tarifas adicionais de 25% sobre produtos brasileiros, anunciada pelo governo norte-americano nesta quarta-feira, dia 15, representa uma grave derrota diplomática e comercial para o Brasil. Não se trata de um fato inevitável, mas do resultado direto de uma política externa ideologizada, confrontacionista e incapaz de proteger os interesses concretos do setor produtivo nacional. Segundo informações divulgadas pelas autoridades norte-americanas, o fracasso das tratativas decorreu da postura de má-fé adotada pelo governo brasileiro, que teria priorizado ganhos políticos e eleitorais em detrimento de uma negociação técnica, responsável e orientada pela defesa da economia brasileira. A retórica da “defesa da soberania” foi utilizada como instrumento de propaganda para encobrir a ausência de planejamento, de capacidade diplomática e de disposição real para construir uma solução. A decisão de submeter a controvérsia à Organização Mundial do Comércio, em 6 de agosto de 2025, ignorando o contexto de negociações bilaterais estabelecido pelas autoridades norte-americanas, evidencia a escolha deliberada pelo confronto. Em vez de preservar canais de diálogo, o governo optou por politizar a questão e transformar uma disputa comercial em instrumento de mobilização ideológica. Essa estratégia irresponsável poderá impor à economia brasileira prejuízos estimados em aproximadamente US$ 11 bilhões, atingindo empresas, trabalhadores, produtores e exportadores que não participaram das escolhas políticas que provocaram essa crise. A Administração Lula preferiu fabricar uma narrativa de enfrentamento externo a cumprir sua obrigação elementar: defender, com seriedade, competência e rigor técnico, os interesses do Brasil. A soberania nacional não se protege com discursos vazios, bravatas diplomáticas ou hostilidade gratuita. Protege-se com instituições respeitadas, economia forte, capacidade de negociação e uma política externa comprometida com os interesses permanentes da Nação. Mais uma vez, o Itamaraty coloca sua tradição, sua credibilidade e o prestígio internacional do Brasil a serviço das conveniências ideológicas do governo de plantão. Ao hostilizar um parceiro histórico e abandonar uma negociação responsável, o governo sacrifica os interesses nacionais para preservar sua própria narrativa política. O preço dessa irresponsabilidade não será pago pelos responsáveis por ela, mas pelos brasileiros que produzem, trabalham, exportam e sustentam a economia nacional. Deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional #ComércioInternacional #Diplomacia #EconomiaBrasileira

🚨 AGORA! Flamengo aciona agência da CBF por análise e possível veto à venda da SAF do Vasco para Marcos Lamacchia. Antes de acionar a Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF), o Fla notificou o Vasco. A ANRESF pediu esclarecimentos ao Vasco sobre a negociação. O Cruzmaltino tem prazo aberto para responder. O Rubro-Negro cita artigos da Lei Geral do Esporte e do Fair Play Financeiro da CBF. A reclamação do Flamengo é pelo fato de Marcos Lamacchia ser filho de José Lamacchia, que é casado com Leila Pereira, presidente do Palmeiras. O artigo 86 do Fair Play Financeiro da CBF veda que "qualquer pessoa, física ou jurídica, detenha, direta ou indiretamente, controle ou influência significativa sobre mais de um clube". • O QUE DIZ A LEI GERAL DO ESPORTE: A Lei Geral do Esporte diz que “nenhuma pessoa natural ou jurídica que, direta ou indiretamente, seja detentora de parcela do capital com direito a voto ou, de qualquer forma, participe da administração de qualquer organização esportiva que promova a prática esportiva profissional poderá ter participação simultânea no capital social ou na gestão de outra organização esportiva congênere disputante da mesma competição que envolva a prática esportiva profissional”. “Duas ou mais organizações esportivas que promovam a prática esportiva profissional disputem a mesma competição ou a mesma série ou divisão de uma competição, quando for o caso, das diversas modalidades esportivas disputadas profissionalmente quando: I - uma mesma pessoa natural ou jurídica, direta ou indiretamente, por meio de relação contratual, explore, controle ou administre direitos que integrem seus patrimônios; ou II - uma mesma pessoa natural ou jurídica, direta ou indiretamente, seja detentora de parcela do capital com direito a voto ou, de qualquer forma, participe da administração de mais de uma sociedade ou associação que explore, controle ou administre direitos que integrem os seus patrimônios. § 2º A vedação de que trata este artigo aplica-se: I - ao cônjuge e aos parentes até o segundo grau das pessoas naturais; e II - às sociedades controladoras, às controladas e às coligadas das mencionadas pessoas jurídicas, bem como a fundo de investimento, a condomínio de investidores ou outra forma assemelhada que resulte na participação concomitante vedada neste artigo.” 🗞️ @geglobo | @raphazarko #Flamengo #Vasco #Futebol

O Flamengo acionou a Agência Nacional de Regulação e Sustentabilidade do Futebol (ANRESF) para análise e eventual veto da negociação entre Vasco e Marcos Lamacchia. A seção 9 do Regulamento de Sustentabilidade Financeira, que trata de Multiclubes, é citada pelo Flamengo, como operação que deveria ser vetada pela agência. O Flamengo também cita o artigo 62 da Lei Geral do Esporte. A ANRESF pediu esclarecimentos ao Vasco sobre a negociação e os moldes de uma possível venda a Marcos Lamacchia. O Vasco tem prazo aberto para responder à ANRESF. A Lei Geral do Esporte afirma que “nenhuma pessoa natural ou jurídica que, direta ou indiretamente, seja detentora de parcela do capital com direito a voto ou, de qualquer forma, participe da administração de qualquer organização esportiva que promova a prática esportiva profissional poderá ter participação simultânea no capital social ou na gestão de outra organização esportiva congênere disputante da mesma competição que envolva a prática esportiva profissional”. O texto da Lei Geral do Esporte também completa: “duas ou mais organizações esportivas que promovam a prática esportiva profissional disputem a mesma competição ou a mesma série ou divisão de uma competição, quando for o caso, das diversas modalidades esportivas disputadas profissionalmente quando: I - uma mesma pessoa natural ou jurídica, direta ou indiretamente, por meio de relação contratual, explore, controle ou administre direitos que integrem seus patrimônios; ou II - uma mesma pessoa natural ou jurídica, direta ou indiretamente, seja detentora de parcela do capital com direito a voto ou, de qualquer forma, participe da administração de mais de uma sociedade ou associação que explore, controle ou administre direitos que integrem os seus patrimônios. § 2º A vedação de que trata este artigo aplica-se: I - ao cônjuge e aos parentes até o segundo grau das pessoas naturais; e II - às sociedades controladoras, às controladas e às coligadas das mencionadas pessoas jurídicas, bem como a fundo de investimento, a condomínio de investidores ou outra forma assemelhada que resulte na participação concomitante vedada neste artigo.” 📰 @raphazarko #Futebol #Regulamentação #ANRESF

Nota sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos EUA É uma agressão comercial injustificável e inaceitável a decisão do governo de Donald Trump de impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Precisamos ser francos: é o Brasil sob ataque econômico movido por interesses políticos, ideológicos e eleitorais. Trata-se de uma ação política que ameaça empregos, renda, empresas e cadeias produtivas dos dois países. Os números desmentem qualquer alegação de tratamento comercial injusto por parte do Brasil. Nos últimos 15 anos, os EUA acumularam um superávit de US$ 424,5 bilhões no comércio de bens e serviços com o nosso país. Somente em 2025, 76% dos produtos norte-americanos importados pelo Brasil entraram sem pagar tarifa, e a alíquota média efetivamente aplicada foi de apenas 3,1%. Também não é possível ignorar que 63 das 78 manifestações apresentadas nas audiências públicas realizadas pelo órgão de comércio dos EUA foram contrárias ao tarifaço. A própria maioria dos representantes do setor privado brasileiro e norte-americano rejeitou uma medida que prejudica empresas, trabalhadores e consumidores dos dois lados. É igualmente inaceitável utilizar a política ambiental brasileira e o PIX como pretextos para punir o Brasil. Na área ambiental, as acusações são especialmente absurdas. Desde 2023, o Brasil retomou o combate ao desmatamento, ao garimpo ilegal e aos crimes contra nossas florestas e nossos povos indígenas e comunidades tradicionais. Reestruturamos a política ambiental, fortalecemos a fiscalização e voltamos a reduzir a destruição dos nossos biomas. O desmatamento da Amazônia atingiu o menor patamar em uma década e, no Cerrado, alcançamos o menor índice desde 2021. Tudo fruto dos planos de prevenção e controle ampliados para todos os biomas, reforço das equipes de fiscalização ambiental e destinação de mais recursos para combater os crimes ambientais, além da ação integrada de todos os órgãos de proteção ambiental. Transformar esse esforço reconhecido internacionalmente em justificativa para sanções comerciais é distorcer os fatos e desrespeitar o papel que o Brasil exerce na agenda climática global. Já PIX é um patrimônio público, que ampliou o acesso da população ao sistema financeiro e se tornou referência internacional de inovação digital. O Brasil precisa responder com firmeza, equilíbrio e dentro do direito internacional, utilizando a Lei de Reciprocidade, os instrumentos da Organização Mundial do Comércio e todas as medidas necessárias para proteger os setores atingidos, os empregos e a capacidade produtiva nacional. Soberania não se negocia sob ameaça. O que mais impressiona é que o próprio governo Trump, por meio do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), apontou 2021 como o ano de pico do desmatamento ilegal no Brasil. Naquele ano, como sabemos, estávamos em pleno governo de Jair Bolsonaro, cuja gestão foi marcada pelo negacionismo climático e pelo desmonte das políticas ambientais e dos órgãos de fiscalização e proteção ambiental. É especialmente grave que integrantes da família Bolsonaro, que tem o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, tenham colaborado ativamente para criar um ambiente favorável a medidas contra o próprio Brasil. Em nome de seus interesses eleitorais e familiares, trabalharam para enfraquecer o país, pressionar nossas instituições e causar prejuízos à população brasileira. Como afirmou a nota da Presidência da República, “não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições”. Quem pede sanções contra seu próprio país comemora dificuldades impostas aos brasileiros e se coloca a serviço de interesses estrangeiros não é patriota. #Comércio #Tarifas #Soberania

Todo o sistema está unido, dia sim e dia também, em seu revezamento habitual, em prol do filho parido pela organização, fazendo diariamente o papel para o qual é pago. Democratize-se! #Unidade #Organização #Trabalho

“Da zero pra ele”! A Organização Mundial do Comércio não é um Tribunal. Melhor tentar uma liminar no STF. Vai que o pedido cai com o Gilmar. https://t.co/xWKrI4TVXu #OMC #STF #Justiça

O Governo brasileiro reagiu veementemente à decisão dos EUA de impor uma tarifa de 25% sobre produtos brasileiros, classificando-a como um marco lastimável nas relações bilaterais e preparando uma resposta na Organização Mundial do Comércio (OMC), afirmando que não há justificativa para medidas unilaterais. #Comércio #Economia #Brasil

Brasil prepara reação contra tarifas dos EUA na OMC

Portugal tornou-se membro da HealthAI, uma organização internacional que promove o acesso equitativo a inovações em saúde baseadas em inteligência artificial, assinando um protocolo durante uma conferência da OMS em Lisboa, o que reafirma seu compromisso com a implementação responsável da IA na saúde. #InteligênciaArtificial #Saúde #Inovação

Portugal integra promotora de inovação em saúde com IA