Na decisão de hoje que autorizou a venda da SAF, a juíza expressou um ponto que venho insistindo sempre que busco contribuir com os debates envolvendo o @maurocezar, o Maurinho; @ChatackBruno, o Fenômeno; @RMPoficial, o Deselegante; o @antoniotabet, o Palhaço; o @ArnaldoJRibeiro, o Vassalo; e o @andrizek, o Esforçado. A recuperação judicial traz benefícios, mas também ônus: de um lado, permite renegociar dívidas, preservar a atividade e buscar novos investimentos; de outro, impõe restrições, fiscalização reforçada e maior controle sobre a administração! Em outras palavras, segundo a juíza, o Vasco não está “livre para fazer o que quiser, gastar como quer” por estar em RJ. Ao contrário! O Vasco opera sob uma vigilância que clubes igualmente endividados não enfrentam, pois estão fora da recuperação judicial. A juíza afirmou que reforçar o elenco tem relação direta com a tentativa de evitar o rebaixamento e, portanto, com a preservação da própria atividade econômica do clube. A juíza também afirmou que, em relação às contratações, o que deve ser fiscalizado é o impacto no caixa, o endividamento e a capacidade de cumprir as obrigações. E a decisão mostra que essa fiscalização existe de verdade: o clube teve de prestar esclarecimentos, apresentar comprovantes, demonstrar fluxo de caixa e ficou sujeito a limites e acompanhamento sobre novos financiamentos. A discussão mais honesta que Mauro e Seus Maurinhos devem ter não é “clube em recuperação judicial pode contratar?”. Isso a juíza já respondeu! A pergunta correta é: está contratando de forma compatível com sua realidade, sem abandonar credores e sem criar uma dívida impagável? Não é certo transformar a recuperação judicial em estigma esportivo quando, na prática, ela coloca o devedor sob mais transparência e controle, enquanto outros clubes com passivos gigantes continuam contratando sem esse mesmo nível de supervisão. Como falei: se o problema é especificamente o Vasco da Gama, avisem logo que paramos de explicar o óbvio para quem é limitado ou simplesmente é intelectualmente desonesto! #Vasco #Futebol #RecuperaçãoJudicial






