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#PovosIndígenas

Kriska Carvalho stated that, in her assessment, the situation could be worse than during the dictatorship. She said that, during that period, Petrobras and the forests were not handed over, and attributed to the political project in question the intention to privatize everything, resume deforestation, and provoke more severe climate events. She also warned of the possibility of losing Petrobras and new impacts on indigenous peoples, which, according to her, would represent an irreversible setback. Carvalho said that chaos was approaching if it was not possible to reverse the scenario and elect President Lula. #Lula #Desmatamento #PovosIndígenas (translated)

A Alianza Ceibo, composta por povos indígenas da Amazónia, ganhou o Prémio Gulbenkian para a Humanidade 2026, recebendo um milhão de euros para promover a defesa da natureza e alertar sobre as ameaças do extrativismo e da crise climática em seus territórios. #Amazônia #PovosIndígenas #CriseClimática

Alianza Ceibo ganha Gulbenkian para a Humanidade
Mídia NINJA Sep 3

Em 2019, Bolsonaro acusou Leonardo DiCaprio, sem prova nenhuma, de financiar queimadas na Amazônia. Em 2026, DiCaprio foi recebido por Lula no Palácio do Planalto para falar de floresta, clima e povos indígenas, ao lado de Janja, Eloy Terena e Margareth Menezes. O roteiro mudou bastante, né? 🌳🎬 📸 @ricardostuckert #Amazônia #MudançasClimáticas #PovosIndígenas

SE Palmeiras Aug 9

No Dia Internacional dos Povos Indígenas, relembramos o torneio de futebol que organizamos em 2025 no Xingu e ressaltamos a importância da luta de todos #PorUmFuturoMaisVerde 💚 https://t.co/V5LCg6UEmJ #DiaInternacional #PovosIndígenas #Futebol

Hoje é #DiaDeBahia, #DiaDosPais e também Dia Internacional dos Povos Indígenas. Em parceria com a FINPAT, aproveitaremos a data para promover uma reflexão nas nossas camisas e comunicações digitais. Leia o Manifesto: "Existe uma questão muito pouco perguntada: Quem pisou antes nessa terra? O Brasil como país tem apenas cinco séculos. A República ainda menos. A escritura mais antiga reúne poucas gerações. Nosso tempo na terra não se mede assim. Se mede em rio que mudou de curso. Em mata que nasceu, caiu e refloresceu. Em ancestral que habitava, vivia e contava nossa história antes mesmo do “descobrimento” português. Não somos hóspedes do Brasil. O Brasil sempre esteve aqui — antes do nome, antes da bandeira, antes da fronteira no papel. Mas chegaram sem pedir licença, deram nome ao que já existia. Se disseram donos de um território e ainda cobraram documento de quem aqui já habitava. Por isso, até hoje incomoda quando exigem que a gente explique a própria presença. Ninguém pergunta ao rio o que ele faz correndo pro mar. Ninguém questiona a sabedoria da mata. Mas ao indígena, sempre se pede. Prova da nossa existência, prova da nossa ancestralidade, prova que estávamos aqui. Como se a nossa existência precisasse de carimbo. Como se não tivessem tentado apagar nossa história E enquanto discutem no papel se estávamos ou não estávamos... No território o rio tenta correr, a mata tenta crescer, a vida tenta sobreviver. É isso o que território significa para quem vive um lugar. Quem olha de fora chama de conflito fundiário. Nós chamamos pelo nome certo: é a continuação de algo que começou muito antes e nunca parou. Mudou só o instrumento. Antes era a espada. Depois foi a cerca. Agora são as ordens de despejo. O objetivo é o mesmo — transformar quem pertence à terra em invasor. Só que tem uma coisa que em cinco séculos não conseguiram: nos convencer de que este chão não é nosso. Podem mudar a lei, o instrumento, o argumento. Nós não mudamos. Território não é o que a gente tem. É o que somos. Pisamos antes do mapa". #DiaDeBahia #DiaDosPais #PovosIndígenas

Ao som dos tambores e maracás, abençoada pelos ancestrais, hoje celebramos a cunhã-poranga Marciele Albuquerque. Neste dia especial, o Boi Caprichoso e toda a Nação Azul e Branca homenageiam uma mulher que carrega, com coragem e excelência, muito mais do que um item. Marciele representa a força das mulheres indígenas, a resistência dos povos originários e a grandeza da Amazônia. Na arena, encanta com seu talento. Fora dela, faz da sua voz um instrumento de luta, levando as causas dos povos indígenas a espaços nacionais e internacionais e mostrando ao mundo a riqueza da nossa identidade. Sua trajetória inspira porque é construída com determinação, respeito às suas raízes e compromisso com o seu povo. É essa força que faz de você um símbolo de representatividade e orgulho para toda a nação azulada. Que este novo ciclo seja de saúde, felicidade, conquistas e ainda mais vitórias. Parabéns, Marciele! #ForçaDasMulheres #PovosIndígenas #Amazônia