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#Desmatamento

TARIFAS EXPÕEM LULA (MAIS UMA VEZ) A Seção 301 foi mais uma chance que os EUA deu para o gov. Lula consertar problemas como censura, perseguição política, desmatamento, pirataria e combate a corrupção. Não que os americanos não soubessem que estavam lidando com uma cleptocracia que mente compulsivamente. Eles apenas deram a corda para Lula se enrolar. É dizer, ao invés de aplicar a tarifa de cara e dar munição para Lula enganar mais desavisados, seguiram aquilo esperado de um país decente: abriram uma investigação, seguiram o devido processo legal e abriram prazo para defesa, tudo devidamente ignorado por Lula que, como já sabemos, desejava as tarifas. Dito e feito. Tarifas aplicadas, Lula soltou textão nas redes para tentar manipular os mais ignorantes e na sequência a resposta do @SecRubio e do @USTradeRep Jamiense Greer foi tão boa que hoje o ministro da Fazenda, Diringan, já está suavizando os efeitos da tarifa, sinal que não conseguiram botar adiante a narrativa do PT de que @FlavioBolsonaro é o culpado por elas. E neste cenário mais uma grande oportunidade para fazermos do limão uma limonada: vamos levar a verdade destes fatos ao maior número de pessoas para que assim a nossa tropa combate com melhores argumentos Lula e mude k Brasil em outubro para que nunca mais tenhamos um presidente que prefere sacrificar seu próprio povo visando lucro eleitoral. #Lula #Tarifas #Corrupção

Nota sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos EUA É uma agressão comercial injustificável e inaceitável a decisão do governo de Donald Trump de impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Precisamos ser francos: é o Brasil sob ataque econômico movido por interesses políticos, ideológicos e eleitorais. Trata-se de uma ação política que ameaça empregos, renda, empresas e cadeias produtivas dos dois países. Os números desmentem qualquer alegação de tratamento comercial injusto por parte do Brasil. Nos últimos 15 anos, os EUA acumularam um superávit de US$ 424,5 bilhões no comércio de bens e serviços com o nosso país. Somente em 2025, 76% dos produtos norte-americanos importados pelo Brasil entraram sem pagar tarifa, e a alíquota média efetivamente aplicada foi de apenas 3,1%. Também não é possível ignorar que 63 das 78 manifestações apresentadas nas audiências públicas realizadas pelo órgão de comércio dos EUA foram contrárias ao tarifaço. A própria maioria dos representantes do setor privado brasileiro e norte-americano rejeitou uma medida que prejudica empresas, trabalhadores e consumidores dos dois lados. É igualmente inaceitável utilizar a política ambiental brasileira e o PIX como pretextos para punir o Brasil. Na área ambiental, as acusações são especialmente absurdas. Desde 2023, o Brasil retomou o combate ao desmatamento, ao garimpo ilegal e aos crimes contra nossas florestas e nossos povos indígenas e comunidades tradicionais. Reestruturamos a política ambiental, fortalecemos a fiscalização e voltamos a reduzir a destruição dos nossos biomas. O desmatamento da Amazônia atingiu o menor patamar em uma década e, no Cerrado, alcançamos o menor índice desde 2021. Tudo fruto dos planos de prevenção e controle ampliados para todos os biomas, reforço das equipes de fiscalização ambiental e destinação de mais recursos para combater os crimes ambientais, além da ação integrada de todos os órgãos de proteção ambiental. Transformar esse esforço reconhecido internacionalmente em justificativa para sanções comerciais é distorcer os fatos e desrespeitar o papel que o Brasil exerce na agenda climática global. Já PIX é um patrimônio público, que ampliou o acesso da população ao sistema financeiro e se tornou referência internacional de inovação digital. O Brasil precisa responder com firmeza, equilíbrio e dentro do direito internacional, utilizando a Lei de Reciprocidade, os instrumentos da Organização Mundial do Comércio e todas as medidas necessárias para proteger os setores atingidos, os empregos e a capacidade produtiva nacional. Soberania não se negocia sob ameaça. O que mais impressiona é que o próprio governo Trump, por meio do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), apontou 2021 como o ano de pico do desmatamento ilegal no Brasil. Naquele ano, como sabemos, estávamos em pleno governo de Jair Bolsonaro, cuja gestão foi marcada pelo negacionismo climático e pelo desmonte das políticas ambientais e dos órgãos de fiscalização e proteção ambiental. É especialmente grave que integrantes da família Bolsonaro, que tem o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, tenham colaborado ativamente para criar um ambiente favorável a medidas contra o próprio Brasil. Em nome de seus interesses eleitorais e familiares, trabalharam para enfraquecer o país, pressionar nossas instituições e causar prejuízos à população brasileira. Como afirmou a nota da Presidência da República, “não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições”. Quem pede sanções contra seu próprio país comemora dificuldades impostas aos brasileiros e se coloca a serviço de interesses estrangeiros não é patriota. #Comércio #Tarifas #Soberania

No primeiro semestre de 2026, a Amazónia registou a menor área de desmatamento em 10 anos, com alertas a somarem apenas 1.295 km², segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) do Brasil. #Desmatamento #Amazônia #Floresta

Amazónia. Menor nível de alertas de desmatamento em 10 anos

Atingimos o menor índice de desmatamento na Amazônia em 10 anos. No Cerrado em 5 anos. Vamos dar a volta por cima. Mas pra isso não podemos retroceder. Bom dia. #Amazônia #Desmatamento #Sustentabilidade

TARIFA? SE VIER É CULPA DO LULA Gráfico: aprovação de Lula sobe em julho/2025, mês que EUA tarifou o Brasil. Como a corrida eleitoral está disputada entre Lula e @FlavioBolsonaro, Lula torce para a aplicação de novas tarifas, o que ele imagina lhe dará a chance de mentir e emplacar a narrativa de que Flávio pediu a Trump para tarifar o Brasil, quando ocorreu justamente o contrário. As chances de tarifas são reais, pois elas vem sugeridas pelo USTR, órgão técnico, não político e sua fundamentação é baseada nas condutas do governo Lula e STF/Moraes de, principalmente: -Censura -Falta de combate à corrupção -Desmatamento -Violações de propriedade intelectual (pirataria) -Etc Na audiência de ontem Flávio foi diferenciado, pois os representantes de sindicatos e entidades empresariais, via de regra, expuseram argumentos técnicos, que são tão verdadeiros como já conhecidos e quase sempre culminavam em “é preciso abrir um canal bilateral de diálogo entre os governos de Brasil e EUA para se resolver os conflitos”. Ora, é justamente este canal que Lula fecha propositalmente. Na audiência esta conduta do PT ficou ainda mais escancarada com o não envio de sequer um único representante do governo Lula à audiência que trata das tarifas, pauta que ele sempre afirma ser importantíssima. O que estaria fazendo de mais importante o presidente da APEX? O ministro de indústria e comércio? Ou qualquer outro aspone internacional deste governo? Nem as agendas eles divulgaram, talvez para evitar mesmo este constrangimento. Assim, Flávio consagra-se como um estadista, legitimamente preocupado com os anseios dos brasileiros, ele não perguntou na bancada de expoentes qual seria a cor partidária de cada um deles. Ainda por cima, Flávio de última hora adiou seu retorno ao Brasil, cancelando evento marcado em Pernambuco, para participar de mais reuniões e bastidores com autoridades americanas virando a não tarifação do Brasil. Se estas tarifas não forem aplicadas, o motivo tem nome e sobrenome: Flávio Bolsonaro. #Tarifas #Brasil #Política

🚨O secretário de estado americano, Marco Rubio, enviou uma carta ao senador Flávio Bolsonaro em relação ao pedido de Flávio para adiar a aplicação de tarifas contra o Brasil. Marco Rubio reforçou a posição americana da investigação feita no âmbito da seção 301 e diz que as partes brasileiras interessadas devem comparecer a audiência em Washington em 6 de julho para apresentar seus comentários sobre o tema. Eis a íntegra da carta de Rubio a Flávio: “O SECRETÁRIO DE ESTADO
WASHINGTON 23 de junho de 2026 O Honorável
Flávio Bolsonaro
Senador da República Federativa do Brasil
 Prezado Senador Bolsonaro: Agradeço pela sua carta e pela sua recente visita a Washington. Compartilho da sua convicção de que a amizade duradoura entre os Estados Unidos e o Brasil deve continuar ancorada em valores compartilhados, respeito mútuo e uma visão unificada para a segurança e a prosperidade do Hemisfério Ocidental. Agradeço profundamente pelo seu apoio à nossa decisão de designar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como Terroristas Globais Especialmente Designados e Organizações Terroristas Estrangeiras, nos termos da legislação dos Estados Unidos. Os Estados Unidos reconhecem que a violência e as sofisticadas redes criminosas dessas facções ameaçam a segurança de cidadãos honestos em todo o nosso hemisfério compartilhado. Ao atingir suas redes financeiras, de drogas e de armas, estamos tomando medidas decisivas para proteger tanto o povo brasileiro quanto o americano do crime organizado transnacional. Como você observou, o Representante Comercial dos Estados Unidos, Embaixador Jamieson Greer, anunciou em 1º de junho de 2026 sua determinação de que certos atos, políticas e práticas do Brasil são injustos ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos Estados Unidos. Ele propôs uma ação responsiva para comentários públicos. Essa determinação e a ação responsiva proposta decorrem de uma investigação iniciada em julho de 2025, por determinação específica do Presidente Trump. O Embaixador Greer deixou claro que continuamos a ter diferenças substanciais na resolução das questões identificadas nesta investigação. Elas se referem ao comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais injustas, aplicação da lei contra a corrupção, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. Qualquer parte interessada no Brasil pode participar do período de comentários públicos sobre a ação responsiva proposta e da audiência pública que o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos realizará em 6 de julho de 2026. O período de comentários públicos permanece aberto até 1º de julho de 2026. As solicitações para comparecer à audiência devem ser enviadas até 22 de junho de 2026. Os Estados Unidos mantêm firme o desejo de ver um Brasil próspero, seguro e economicamente estável. Observamos seu otimismo em relação às próximas eleições de outubro e sua generosa oferta de colocar uma equipe de transição à nossa disposição, caso seja eleito. Os Estados Unidos estão prontos para trabalhar de forma cooperativa com os líderes escolhidos pelo povo brasileiro na busca de um amplo, justo e mutuamente benéfico arcabouço de comércio e investimentos. Aguardo com expectativa o nosso diálogo contínuo e o aprofundamento da parceria estratégica entre nossas duas grandes nações. Que Deus abençoe os Estados Unidos e o Brasil. Atenciosamente, Marco Rubio
Secretário de Estado” #Comércio #RelaçõesInternacionais #Diplomacia

Lula Jun 15

Ao chegar para o G7, que acontece em Évian-les-Bains, na França, fui recebido em Genebra pelo presidente da Suíça, Guy Parmelin. Destacamos a comemoração de 200 anos de relações diplomáticas e 18 anos de parceria estratégica entre os dois países. A Suíça é uma das principais origens de investimento direto no Brasil. Ao tratar do comércio bilateral, nos comprometemos a trabalhar pela diversificação da pauta de exportações. O presidente Parmelin e eu concordamos que o Acordo Mercosul - EFTA constitui uma oportunidade de ampliar o comércio bilateral em um contexto global de crescente protecionismo e unilateralismo. Ainda na esfera bilateral, decidimos expandir a cooperação em áreas como Inteligência Artificial, transição energética, minerais críticos, biotecnologia, saúde e defesa, entre outras. O presidente Parmelin cumprimentou o Brasil pela realização da COP30, em Belém, e ressaltou os avanços que o país tem mostrado no combate ao desmatamento. 📸 @ricardostuckert #G7 #Brasil #Suíça

Lula Jun 11

Hoje visitei o Observatório Regional Amazônico, que visualiza em tempo real o desmatamento, a degradação florestal e incêndios em oito países amazônicos. Lá, divulgamos os dados mais recentes do monitoramento do Deter/Inpe sobre o desmatamento na Amazônia e no Cerrado referentes a maio de 2026. 👇 ✅ Queda de 61,4% nos alertas de desmatamento da Amazônia brasileira na comparação com o mesmo mês do ano passado. É a maior redução percentual já registrada para o período na série histórica. No acumulado dos últimos dez meses, a queda é de 37,5% em relação ao mesmo período anterior, e o menor valor já registrado na série histórica. ✅ No cerrado, queda de 12,2% em relação a maio de 2025, e de 25,3% em relação a maio de 2024. A redução no acumulado dos últimos dez meses é de 8,2% em relação ao mesmo período de 2024/25, e de 28,8% em relação ao período em 23/24. Retrato da retomada de uma política ambiental séria, com base na ciência, foco na preservação e em linha com a meta de zerarmos o desmatamento ilegal até 2030. #Amazônia #Desmatamento #Sustentabilidade

🚨ORGULHO! Ministro da Fazenda cita RECORDES CONSECUTIVOS do PLANO SAFRA e MÍNIMA HISTÓRICA recente no desmatamento no Brasil! 🇧🇷🌱 Mostrando que no GOVERNO LULA o país CRESCE, PRODUZ e PROTEGE suas riquezas. O BRASIL VOLTOU AOS HOLOFOTES DO MUNDO! 🌍 🇧🇷👏 https://t.co/aGlt0fot33 #Brasil #Desmatamento #Desenvolvimento

Lula Jun 6

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, o Governo do Brasil reafirma seu compromisso com a sustentabilidade, com a preservação dos nossos biomas e com a meta de desmatamento zero até 2030. Nos últimos anos, apresentamos redução consistente do desmatamento: 🔹 50% na Amazônia (2022 a 2025) 🔹 32% no Cerrado (2022 a 2025) 🔹 65% no Pantanal (2022 a 2025) 🔹 54% na Mata Atlântica (2022 a 2024) 🔹 30% no Pampa (2022 a 2024) Fonte: INPE / MCTI Resultado de um trabalho sério do Governo do Brasil, que envolve a ação conjunta de ministérios e agências federais, e a implementação de Planos de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas. Pela primeira vez na história, eles existem para todos os biomas e detalham estratégias específicas até 2027. Intensificamos ações de fiscalização ambiental, com a retomada da estrutura e pessoal dos órgãos de controle, e adotamos novas normas para acesso ao crédito rural, que incentivam a preservação da vegetação nativa. Também estamos combatendo os incêndios florestais. Em 2025, a área queimada reduziu em 39%, em todo o país em comparação com a média dos últimos oito anos, com destaque para o Pantanal, Amazônia, Mata Atlântica e Pampa. Só nos últimos dois meses, entregamos, por meio do Fundo Amazônia, R$ 150 milhões em equipamentos para combate a incêndios no Cerrado e Pantanal para estados, Distrito Federal e Força Nacional. Medida importante, que antecipa possíveis efeitos do El Niño para o ano de 2026. Ações que reafirmam o compromisso com os nossos biomas, e consolidam o Brasil como referência mundial na preservação ambiental. #Sustentabilidade #MeioAmbiente #DesmatamentoZero

O governo dos Estados Unidos publicou, em seu site oficial, uma determinação formal contra práticas adotadas pelo Brasil em diferentes áreas comerciais e institucionais, incluindo comércio digital, meios de pagamento eletrônico, tarifas, propriedade intelectual, combate à corrupção, etanol e desmatamento ilegal. A decisão foi divulgada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, órgão responsável pela política comercial americana. A publicação ocorreu em Washington, no contexto de uma investigação aberta em 15 de julho de 2025, por determinação do presidente Donald Trump, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. Essa legislação permite ao governo americano investigar e reagir a práticas estrangeiras consideradas injustas, discriminatórias ou prejudiciais ao comércio dos Estados Unidos. O ponto mais sensível do documento, no entanto, não está nas tarifas ou no comércio agrícola. Está na acusação de que tribunais brasileiros emitiram ordens secretas contra empresas americanas de redes sociais, exigindo a remoção de conteúdo político e a suspensão de perfis de residentes dos Estados Unidos, às vezes com alcance global. Segundo o USTR, essas ordens também proibiam as plataformas de informar aos donos dos perfis sobre as decisões judiciais. #ComércioInternacional #PolíticaComercial #RelaçõesInternacionais

SEÇÃO 301: O DOCUMENTO QUE EXPÕE O BRASIL E DESMONTA A NARRATIVA DE LULA O governo Lula afirma que a investigação da Seção 301 foi provocada pela família Bolsonaro. Mas os documentos oficiais contam outra história. Em 15 de julho de 2025, os Estados Unidos abriram uma investigação formal contra o Brasil utilizando a mesma ferramenta que serviu de base para a guerra comercial contra a China. Após quase um ano de apuração, audiências públicas e análise de centenas de manifestações, Washington concluiu que determinadas políticas brasileiras relacionadas ao comércio digital, plataformas de tecnologia, PIX, combate à corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal criam obstáculos ao comércio americano. O resultado foi a proposta de uma tarifa adicional de 25% sobre parte relevante dos produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos. Mas essa história vai muito além de tarifas. O relatório cita decisões judiciais contra plataformas americanas, questiona o modelo regulatório do PIX, menciona a Lava Jato, a Odebrecht, Dias Toffoli e insere o Brasil em uma disputa geopolítica muito maior entre Estados Unidos e China. Afinal, o que realmente está acontecendo? Neste vídeo-reportagem, analisamos o documento oficial da Seção 301, as acusações feitas pelos Estados Unidos, as respostas do governo Lula e o verdadeiro significado dessa investigação para o futuro econômico e estratégico do Brasil. 📌Assista o video até o final, compartilhe e deixe sua opinião nos comentários. #Brasil #Lula #ComércioExterior

MarioFrias Jun 3

Lula tenta jogar a culpa em Flávio Bolsonaro, mas existe um detalhe que destrói essa narrativa: os Estados Unidos já investigavam o Brasil desde 15 de julho de 2025. Os motivos? Censura nas redes sociais, falhas graves no combate à corrupção e recordes de desmatamento. Ou seja: Lula já sabia que o Brasil estava na mira internacional. Já sabia que o país poderia sofrer sanções econômicas e desgaste diplomático. A taxa de 25% não caiu do céu e nem nasceu de uma foto ou de uma reunião política. Foi consequência da destruição institucional promovida pelo próprio governo. Agora tentam transformar Flávio Bolsonaro em bode expiatório para esconder aquilo que o mundo inteiro já enxerga: o Brasil perdeu credibilidade internacional sob Lula. Enquanto Lula viaja o mundo tentando limpar a imagem de facções e atacando adversários políticos, o país afunda em censura, insegurança jurídica e descrédito econômico. A verdade é simples: ninguém taxa um país estável, confiável e respeitado. O problema não é Flávio Bolsonaro. O problema é o desastre que Lula transformou o Brasil. #Brasil #Lula #Corrupção

🚨URGENTE - Jornal Nacional explica o que o governo Trump alega para propor tarifa de 25% ao Brasil Dentre as acusações estão: censura, corrupção e desmatamento https://t.co/Z0epCuDcfB #GovernoTrump #Tarifas #Censura

🇺🇸🇧🇷 Governo Trump conclui investigação comercial contra o Brasil e propõe tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. O relatório de 107 páginas aponta práticas “injustas” em seis áreas: Pix, tarifas preferenciais, combate à corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento. Sobre o Pix, os EUA afirmam que o Banco Central age como regulador e operador ao mesmo tempo, favorecendo o sistema brasileiro em detrimento de concorrentes americanos. As medidas oficiais ainda não foram definidas e serão discutidas até 15 de julho, prazo acordado entre Lula e Trump. #Comércio #Tarifas #EUA

🚨AGORA - EUA propõe tarifas de 25% sobre produtos brasileiros sob o argumento de concorrência desleal que envolve: - PIX; - Etanol; - Desmatamento; - Registro de patentes; - Regulamentação de big techs. Prazo para cidadãos brasileiros se manifestarem foi aberto. https://t.co/E6rO8rQfNy #Brasil #Economia #Comércio

Sam Pancher Jun 2

BREAKING: O Escritório de Comércio do Governo dos EUA propõe uma tarifa geral de 25% contra o Brasil baseada nas investigações da Seção 301. Documento cita ordens judiciais secretas de remoção de conteúdo, tarifas preferenciais “injustas”, aplicação insuficiente de medidas anticorrupção, desmatamento ilegal e o PIX que concorreria de forma “desleal” com outros meios de pagamento Conclusões ainda serão discutidas em audiência pública no dia 6 de Julho. #Comércio #Tarifas #Brasil

JH Fonseca Jun 2

### URGENTE: OFFICE OF US TRADE REPRESENTATIVES AFIRMA QUE A ABORDAGEM DO BRASIL EM RELAÇÃO AO COMÉRCIO DIGITAL, A DETERMINADAS TARIFAS E AO DESMATAMENTO ILEGAL PODE SER CONTESTADA NOS TERMOS DAS DISPOSIÇÕES DA SEÇÃO 301. traduzindo: vem tarifas no bostil #ComércioDigital #Tarifas #Desmatamento

SAPO May 14

Em 2025, o desmatamento na Mata Atlântica brasileira atingiu o menor nível da história, com uma redução de 28% na destruição florestal, totalizando 38.385 hectares desmatados, devido a pressões públicas, políticas ambientais e fiscalização, conforme relatado pela Fundação SOS Mata Atlântica. #Desmatamento #MataAtlântica #Sustentabilidade

Desmatamento na Mata Atlântica brasileira cai para menor nível histórico em 2025 – relatório