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#Desmatamento

Eu acho interessante ver a preocupação do Derrite e do Salles agora com as queimadas e o desmatamento, porque em 2024 nós tivemos uma situação fora da curva com uma onda de calor, devido ao problema de mudanças no clima. Quem é negacionista são vocês, que dizem que não tem mudança do clima. É o Flávio Bolsonaro que diz que isso não existe e que vai enfrentar esse problema apenas com saneamento básico. #MarinaNoUOL #MarinaNaFolhaDeSãoPaulo #Queimadas #Desmatamento #MudançasClimáticas

carol 2w

Flávio Bolsonaro ataca o Lula. Zema ataca o Lula. Renan ataca o Lula. Caiado ataca o Lula. Já o Lula ataca o desemprego, a fome, o desmatamento, a violência contra a mulher, o discurso de ódio, o crime organizado e as fake news… https://t.co/Cb9MJYC5Gy #Lula #Política #Brasil

Lula 4w

Eu e Janja recebemos nesta quarta, no Palácio do Planalto, a visita do ator Leonardo DiCaprio. No encontro, que durou cerca de 40 minutos, conversamos sobre os impactos das mudanças climáticas e as iniciativas do governo brasileiro de proteção ao meio ambiente, com redução recorde do desmatamento, enfrentamento ao garimpo ilegal e demarcação de terras indígenas. Destaquei que o Brasil tem a matriz energética mais limpa do mundo, além de ser grande produtor de biocombustíveis, o que reduz a emissão de CO2, com a mistura de 32% de etanol na gasolina e de 15% de biodiesel no diesel. DiCaprio contou como conheceu o Xingu, há 25 anos, relatou a amizade com o cacique Raoni e falou do trabalho de sua organização em defesa da proteção dos territórios indígenas e das florestas no Brasil – em parceria com o governo federal -, além de ações na África e na Ásia. Parabenizei DiCaprio pelo seu compromisso com a causa ambiental e indígena. O ator e ativista estava acompanhado do CEO Wes Sechrest, que elogiou o Brasil pela criação do Fundo Tropical Florestas para Sempre (TFFF). O fundo inova ao disponibilizar parte dos rendimentos para recompensar países que mantêm suas florestas de pé e, ao mesmo tempo, garantir retorno aos seus investidores. A audiência foi acompanhada pela ministra Margareth Menezes (Cultura), seu secretário-executivo Márcio Tavares, pelos ministros Eloy Terena (Povos Indígenas) e João Paulo Capobianco (Meio Ambiente), além do diretor da Re:wild no Brasil, Rodrigo Medeiros; e na América Latina, Christopher Jordan. 📸 @ricardostuckert #MudançasClimáticas #MeioAmbiente #Sustentabilidade

Lula Aug 29

Negar o aquecimento global em pleno século XXI e reduzir o combate às mudanças climáticas a saneamento básico dá a dimensão do amadorismo irresponsável de quem se propõe a governar um país. É retrato de gente que vende soluções simples para problemas complexos. É da lavra do povo que nega a importância das vacinas e de gente que anda acompanhado de quem prega o fim do voto feminino. Gente que não ouve a ciência. E que fique claro: saneamento básico é fundamental. Tanto que, desde 2023, destinamos R$ 23 bilhões para obras de abastecimento, esgoto e resíduos, além de R$ 3,5 bilhões para destravar obras abandonadas anteriormente. Mas enfrentar a crise climática de verdade exige muito mais. Demanda compromisso. Antecipação. Trabalho em várias frentes. » Um exemplo atual: para discutir o impacto potencial do El Niño em 2026 temos uma Sala de Situação que reúne 24 ministérios e dezenas de especialistas. Da saúde à energia, da assistência social à segurança alimentar. De unificação de dados a monitoramento de rios e sistemas de alerta. Prevenção e resposta a desastres. Investimento: são R$ 1,3 bilhão destinados. » Isso nos garante previsibilidade. Não temos o poder total de conter ou antecipar ciclones, enchentes, estiagens, deslizamentos, incêndios. Mas temos planos claros de ação. » Prevenção a desastres se faz ainda com obras estruturantes: são R$ 18,6 bilhões no Novo PAC para drenagem urbana e contenção de encostas. Modernizamos alertas com o Cemaden em 1.427 municípios e via sinal direto de celular pela Defesa Civil. » Pelo Fundo Amazônia, o mesmo que ficou parado na gestão anterior, usamos meio bilhão para modernizar equipamentos, veículos e estruturar bases. Mapeamos regiões críticas. Temos agora mais helicópteros, aviões, viaturas e equipamentos destinados diretamente ao combate a incêndios. » Investimos em estoques de emergência de alimentos essenciais para momentos de crise. No SUS, criamos Centros de Informação em Clima e bases regionais da Força Nacional do SUS. » Na energia, estamos garantindo a segurança elétrica com R$ 118 bilhões em geração renovável e R$ 107 bilhões em transmissão (equivalente a duas Itaipus de nova capacidade instalada). O Novo PAC contempla R$ 15 bilhões em obras de segurança hídrica essenciais no Nordeste. » É com essa perspectiva que revertemos o abandono da gestão ambiental anterior. Reduzimos o desmatamento em 50% na Amazônia, 32,5% no Cerrado e 63% no Pantanal. Fortalecemos IBAMA e ICMBio. Chegamos a 4,4 mil brigadistas federais em 2026 nos cinco biomas, aumento de 40% em relação a 2022. » O Brasil voltou a ser protagonista global. Sediamos a COP30, lideramos discussões sobre financiamento climático e conservação de florestas, sempre tendo como prioridade o bem-estar das populações que vivem embaixo das árvores e à margem dos rios. Governar o Brasil não é para aventureiros. Quem não entende a gravidade das questões conectadas ao clima, opera na lógica de "passar a boiada" e enxerga o mundo com a lente embaçada do negacionismo, certamente não tem preparo para guiar o futuro de uma nação. #MudançasClimáticas #Sustentabilidade #Ciência

Observador Aug 13

O Brasil perdeu 14% de sua vegetação nativa nos últimos 41 anos, conforme dados da MapBiomas, com a agropecuária expandindo de 18% para 32% do território entre 1985 e 2025, embora o ritmo de desmatamento tenha diminuído, alcançando menos de um milhão de hectares desmatados em 2025. #Desmatamento #Agropecuária #Amazônia

Brasil perdeu 14% de vegetação nativa em 41 anos

A gente começa essa semana com foco no agro. O Plano Safra desse ano é o maior da história. Nosso governo deu mais de R$ 2 trilhões de crédito pro agro nesses anos, com uma média anual 50% maior do que o governo passado. Com tecnologia, estamos batendo recordes de produção com recordes de redução de desmatamento. E seguimos abrindo mercados e trabalhando para ajudar quem investe e faz o país crescer. #Agro #PlanoSafra #Sustentabilidade

Lula Aug 8

Rumo ao desmatamento ilegal zero. Alcançamos em 2026 o menor nível de alertas de desmatamento na Amazônia da série histórica, com queda de 36,87% em relação ao ano anterior. Apresentamos também redução no Cerrado (7,8%), que teve o menor índice registrado nos últimos cinco anos. São dados do Deter, acumulados de agosto de 2025 a julho de 2026, divulgados hoje no Inpe, em São José dos Campos (SP). Os dados do Prodes de agosto de 2024 a julho de 2025 também mostram redução no desmatamento dos outros biomas. Na Caatinga, a redução em relação ao ano anterior foi de 34,3%. Na Mata Atlântica, 15,32%, e no Pampa, 41,7%. Nós assumimos um compromisso que ninguém pediu: o desmatamento zero até 2030. Os números indicam que estamos no caminho certo. Se a gente continuar do jeito que está, com seriedade e com os recursos necessários, nós iremos alcançar. 📸 @ricardostuckert #DesmatamentoZero #Amazônia #Sustentabilidade

Lula Jul 26

Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida. Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas. Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%. Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares. Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano. As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%. No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros. Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental. A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social. Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós. A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos. Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento. O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20. Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado. Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras. As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros. Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la. Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva #Comércio #Brasil #EUA

TARIFAS EXPÕEM LULA (MAIS UMA VEZ) A Seção 301 foi mais uma chance que os EUA deu para o gov. Lula consertar problemas como censura, perseguição política, desmatamento, pirataria e combate a corrupção. Não que os americanos não soubessem que estavam lidando com uma cleptocracia que mente compulsivamente. Eles apenas deram a corda para Lula se enrolar. É dizer, ao invés de aplicar a tarifa de cara e dar munição para Lula enganar mais desavisados, seguiram aquilo esperado de um país decente: abriram uma investigação, seguiram o devido processo legal e abriram prazo para defesa, tudo devidamente ignorado por Lula que, como já sabemos, desejava as tarifas. Dito e feito. Tarifas aplicadas, Lula soltou textão nas redes para tentar manipular os mais ignorantes e na sequência a resposta do @SecRubio e do @USTradeRep Jamiense Greer foi tão boa que hoje o ministro da Fazenda, Diringan, já está suavizando os efeitos da tarifa, sinal que não conseguiram botar adiante a narrativa do PT de que @FlavioBolsonaro é o culpado por elas. E neste cenário mais uma grande oportunidade para fazermos do limão uma limonada: vamos levar a verdade destes fatos ao maior número de pessoas para que assim a nossa tropa combate com melhores argumentos Lula e mude k Brasil em outubro para que nunca mais tenhamos um presidente que prefere sacrificar seu próprio povo visando lucro eleitoral. #Lula #Tarifas #Corrupção

Marina Silva Jul 16

Nota sobre a imposição de tarifas unilaterais contra o Brasil pelos EUA É uma agressão comercial injustificável e inaceitável a decisão do governo de Donald Trump de impor tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Precisamos ser francos: é o Brasil sob ataque econômico movido por interesses políticos, ideológicos e eleitorais. Trata-se de uma ação política que ameaça empregos, renda, empresas e cadeias produtivas dos dois países. Os números desmentem qualquer alegação de tratamento comercial injusto por parte do Brasil. Nos últimos 15 anos, os EUA acumularam um superávit de US$ 424,5 bilhões no comércio de bens e serviços com o nosso país. Somente em 2025, 76% dos produtos norte-americanos importados pelo Brasil entraram sem pagar tarifa, e a alíquota média efetivamente aplicada foi de apenas 3,1%. Também não é possível ignorar que 63 das 78 manifestações apresentadas nas audiências públicas realizadas pelo órgão de comércio dos EUA foram contrárias ao tarifaço. A própria maioria dos representantes do setor privado brasileiro e norte-americano rejeitou uma medida que prejudica empresas, trabalhadores e consumidores dos dois lados. É igualmente inaceitável utilizar a política ambiental brasileira e o PIX como pretextos para punir o Brasil. Na área ambiental, as acusações são especialmente absurdas. Desde 2023, o Brasil retomou o combate ao desmatamento, ao garimpo ilegal e aos crimes contra nossas florestas e nossos povos indígenas e comunidades tradicionais. Reestruturamos a política ambiental, fortalecemos a fiscalização e voltamos a reduzir a destruição dos nossos biomas. O desmatamento da Amazônia atingiu o menor patamar em uma década e, no Cerrado, alcançamos o menor índice desde 2021. Tudo fruto dos planos de prevenção e controle ampliados para todos os biomas, reforço das equipes de fiscalização ambiental e destinação de mais recursos para combater os crimes ambientais, além da ação integrada de todos os órgãos de proteção ambiental. Transformar esse esforço reconhecido internacionalmente em justificativa para sanções comerciais é distorcer os fatos e desrespeitar o papel que o Brasil exerce na agenda climática global. Já PIX é um patrimônio público, que ampliou o acesso da população ao sistema financeiro e se tornou referência internacional de inovação digital. O Brasil precisa responder com firmeza, equilíbrio e dentro do direito internacional, utilizando a Lei de Reciprocidade, os instrumentos da Organização Mundial do Comércio e todas as medidas necessárias para proteger os setores atingidos, os empregos e a capacidade produtiva nacional. Soberania não se negocia sob ameaça. O que mais impressiona é que o próprio governo Trump, por meio do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR), apontou 2021 como o ano de pico do desmatamento ilegal no Brasil. Naquele ano, como sabemos, estávamos em pleno governo de Jair Bolsonaro, cuja gestão foi marcada pelo negacionismo climático e pelo desmonte das políticas ambientais e dos órgãos de fiscalização e proteção ambiental. É especialmente grave que integrantes da família Bolsonaro, que tem o apoio do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, tenham colaborado ativamente para criar um ambiente favorável a medidas contra o próprio Brasil. Em nome de seus interesses eleitorais e familiares, trabalharam para enfraquecer o país, pressionar nossas instituições e causar prejuízos à população brasileira. Como afirmou a nota da Presidência da República, “não se pode amar o Brasil apenas quando vencemos eleições”. Quem pede sanções contra seu próprio país comemora dificuldades impostas aos brasileiros e se coloca a serviço de interesses estrangeiros não é patriota. #Comércio #Tarifas #Soberania

Observador Jul 10

No primeiro semestre de 2026, a Amazónia registou a menor área de desmatamento em 10 anos, com alertas a somarem apenas 1.295 km², segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) do Brasil. #Desmatamento #Amazônia #Floresta

Amazónia. Menor nível de alertas de desmatamento em 10 anos

Atingimos o menor índice de desmatamento na Amazônia em 10 anos. No Cerrado em 5 anos. Vamos dar a volta por cima. Mas pra isso não podemos retroceder. Bom dia. #Amazônia #Desmatamento #Sustentabilidade

TARIFA? SE VIER É CULPA DO LULA Gráfico: aprovação de Lula sobe em julho/2025, mês que EUA tarifou o Brasil. Como a corrida eleitoral está disputada entre Lula e @FlavioBolsonaro, Lula torce para a aplicação de novas tarifas, o que ele imagina lhe dará a chance de mentir e emplacar a narrativa de que Flávio pediu a Trump para tarifar o Brasil, quando ocorreu justamente o contrário. As chances de tarifas são reais, pois elas vem sugeridas pelo USTR, órgão técnico, não político e sua fundamentação é baseada nas condutas do governo Lula e STF/Moraes de, principalmente: -Censura -Falta de combate à corrupção -Desmatamento -Violações de propriedade intelectual (pirataria) -Etc Na audiência de ontem Flávio foi diferenciado, pois os representantes de sindicatos e entidades empresariais, via de regra, expuseram argumentos técnicos, que são tão verdadeiros como já conhecidos e quase sempre culminavam em “é preciso abrir um canal bilateral de diálogo entre os governos de Brasil e EUA para se resolver os conflitos”. Ora, é justamente este canal que Lula fecha propositalmente. Na audiência esta conduta do PT ficou ainda mais escancarada com o não envio de sequer um único representante do governo Lula à audiência que trata das tarifas, pauta que ele sempre afirma ser importantíssima. O que estaria fazendo de mais importante o presidente da APEX? O ministro de indústria e comércio? Ou qualquer outro aspone internacional deste governo? Nem as agendas eles divulgaram, talvez para evitar mesmo este constrangimento. Assim, Flávio consagra-se como um estadista, legitimamente preocupado com os anseios dos brasileiros, ele não perguntou na bancada de expoentes qual seria a cor partidária de cada um deles. Ainda por cima, Flávio de última hora adiou seu retorno ao Brasil, cancelando evento marcado em Pernambuco, para participar de mais reuniões e bastidores com autoridades americanas virando a não tarifação do Brasil. Se estas tarifas não forem aplicadas, o motivo tem nome e sobrenome: Flávio Bolsonaro. #Tarifas #Brasil #Política

Max Cardoso Jun 26

🚨O secretário de estado americano, Marco Rubio, enviou uma carta ao senador Flávio Bolsonaro em relação ao pedido de Flávio para adiar a aplicação de tarifas contra o Brasil. Marco Rubio reforçou a posição americana da investigação feita no âmbito da seção 301 e diz que as partes brasileiras interessadas devem comparecer a audiência em Washington em 6 de julho para apresentar seus comentários sobre o tema. Eis a íntegra da carta de Rubio a Flávio: “O SECRETÁRIO DE ESTADO
WASHINGTON 23 de junho de 2026 O Honorável
Flávio Bolsonaro
Senador da República Federativa do Brasil
 Prezado Senador Bolsonaro: Agradeço pela sua carta e pela sua recente visita a Washington. Compartilho da sua convicção de que a amizade duradoura entre os Estados Unidos e o Brasil deve continuar ancorada em valores compartilhados, respeito mútuo e uma visão unificada para a segurança e a prosperidade do Hemisfério Ocidental. Agradeço profundamente pelo seu apoio à nossa decisão de designar o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital como Terroristas Globais Especialmente Designados e Organizações Terroristas Estrangeiras, nos termos da legislação dos Estados Unidos. Os Estados Unidos reconhecem que a violência e as sofisticadas redes criminosas dessas facções ameaçam a segurança de cidadãos honestos em todo o nosso hemisfério compartilhado. Ao atingir suas redes financeiras, de drogas e de armas, estamos tomando medidas decisivas para proteger tanto o povo brasileiro quanto o americano do crime organizado transnacional. Como você observou, o Representante Comercial dos Estados Unidos, Embaixador Jamieson Greer, anunciou em 1º de junho de 2026 sua determinação de que certos atos, políticas e práticas do Brasil são injustos ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos Estados Unidos. Ele propôs uma ação responsiva para comentários públicos. Essa determinação e a ação responsiva proposta decorrem de uma investigação iniciada em julho de 2025, por determinação específica do Presidente Trump. O Embaixador Greer deixou claro que continuamos a ter diferenças substanciais na resolução das questões identificadas nesta investigação. Elas se referem ao comércio digital, serviços de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais injustas, aplicação da lei contra a corrupção, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e desmatamento ilegal. Qualquer parte interessada no Brasil pode participar do período de comentários públicos sobre a ação responsiva proposta e da audiência pública que o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos realizará em 6 de julho de 2026. O período de comentários públicos permanece aberto até 1º de julho de 2026. As solicitações para comparecer à audiência devem ser enviadas até 22 de junho de 2026. Os Estados Unidos mantêm firme o desejo de ver um Brasil próspero, seguro e economicamente estável. Observamos seu otimismo em relação às próximas eleições de outubro e sua generosa oferta de colocar uma equipe de transição à nossa disposição, caso seja eleito. Os Estados Unidos estão prontos para trabalhar de forma cooperativa com os líderes escolhidos pelo povo brasileiro na busca de um amplo, justo e mutuamente benéfico arcabouço de comércio e investimentos. Aguardo com expectativa o nosso diálogo contínuo e o aprofundamento da parceria estratégica entre nossas duas grandes nações. Que Deus abençoe os Estados Unidos e o Brasil. Atenciosamente, Marco Rubio
Secretário de Estado” #Comércio #RelaçõesInternacionais #Diplomacia

Lula Jun 15

Ao chegar para o G7, que acontece em Évian-les-Bains, na França, fui recebido em Genebra pelo presidente da Suíça, Guy Parmelin. Destacamos a comemoração de 200 anos de relações diplomáticas e 18 anos de parceria estratégica entre os dois países. A Suíça é uma das principais origens de investimento direto no Brasil. Ao tratar do comércio bilateral, nos comprometemos a trabalhar pela diversificação da pauta de exportações. O presidente Parmelin e eu concordamos que o Acordo Mercosul - EFTA constitui uma oportunidade de ampliar o comércio bilateral em um contexto global de crescente protecionismo e unilateralismo. Ainda na esfera bilateral, decidimos expandir a cooperação em áreas como Inteligência Artificial, transição energética, minerais críticos, biotecnologia, saúde e defesa, entre outras. O presidente Parmelin cumprimentou o Brasil pela realização da COP30, em Belém, e ressaltou os avanços que o país tem mostrado no combate ao desmatamento. 📸 @ricardostuckert #G7 #Brasil #Suíça

Lula Jun 11

Hoje visitei o Observatório Regional Amazônico, que visualiza em tempo real o desmatamento, a degradação florestal e incêndios em oito países amazônicos. Lá, divulgamos os dados mais recentes do monitoramento do Deter/Inpe sobre o desmatamento na Amazônia e no Cerrado referentes a maio de 2026. 👇 ✅ Queda de 61,4% nos alertas de desmatamento da Amazônia brasileira na comparação com o mesmo mês do ano passado. É a maior redução percentual já registrada para o período na série histórica. No acumulado dos últimos dez meses, a queda é de 37,5% em relação ao mesmo período anterior, e o menor valor já registrado na série histórica. ✅ No cerrado, queda de 12,2% em relação a maio de 2025, e de 25,3% em relação a maio de 2024. A redução no acumulado dos últimos dez meses é de 8,2% em relação ao mesmo período de 2024/25, e de 28,8% em relação ao período em 23/24. Retrato da retomada de uma política ambiental séria, com base na ciência, foco na preservação e em linha com a meta de zerarmos o desmatamento ilegal até 2030. #Amazônia #Desmatamento #Sustentabilidade

🚨ORGULHO! Ministro da Fazenda cita RECORDES CONSECUTIVOS do PLANO SAFRA e MÍNIMA HISTÓRICA recente no desmatamento no Brasil! 🇧🇷🌱 Mostrando que no GOVERNO LULA o país CRESCE, PRODUZ e PROTEGE suas riquezas. O BRASIL VOLTOU AOS HOLOFOTES DO MUNDO! 🌍 🇧🇷👏 https://t.co/aGlt0fot33 #Brasil #Desmatamento #Desenvolvimento

AKH-Chirurg über schwere E-Scooter-Unfälle: „Wenige Sekunden entscheiden über weiteres Leben“ [premium]
Lula Jun 6

Neste Dia Mundial do Meio Ambiente, o Governo do Brasil reafirma seu compromisso com a sustentabilidade, com a preservação dos nossos biomas e com a meta de desmatamento zero até 2030. Nos últimos anos, apresentamos redução consistente do desmatamento: 🔹 50% na Amazônia (2022 a 2025) 🔹 32% no Cerrado (2022 a 2025) 🔹 65% no Pantanal (2022 a 2025) 🔹 54% na Mata Atlântica (2022 a 2024) 🔹 30% no Pampa (2022 a 2024) Fonte: INPE / MCTI Resultado de um trabalho sério do Governo do Brasil, que envolve a ação conjunta de ministérios e agências federais, e a implementação de Planos de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento e Queimadas. Pela primeira vez na história, eles existem para todos os biomas e detalham estratégias específicas até 2027. Intensificamos ações de fiscalização ambiental, com a retomada da estrutura e pessoal dos órgãos de controle, e adotamos novas normas para acesso ao crédito rural, que incentivam a preservação da vegetação nativa. Também estamos combatendo os incêndios florestais. Em 2025, a área queimada reduziu em 39%, em todo o país em comparação com a média dos últimos oito anos, com destaque para o Pantanal, Amazônia, Mata Atlântica e Pampa. Só nos últimos dois meses, entregamos, por meio do Fundo Amazônia, R$ 150 milhões em equipamentos para combate a incêndios no Cerrado e Pantanal para estados, Distrito Federal e Força Nacional. Medida importante, que antecipa possíveis efeitos do El Niño para o ano de 2026. Ações que reafirmam o compromisso com os nossos biomas, e consolidam o Brasil como referência mundial na preservação ambiental. #Sustentabilidade #MeioAmbiente #DesmatamentoZero

O governo dos Estados Unidos publicou, em seu site oficial, uma determinação formal contra práticas adotadas pelo Brasil em diferentes áreas comerciais e institucionais, incluindo comércio digital, meios de pagamento eletrônico, tarifas, propriedade intelectual, combate à corrupção, etanol e desmatamento ilegal. A decisão foi divulgada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, o USTR, órgão responsável pela política comercial americana. A publicação ocorreu em Washington, no contexto de uma investigação aberta em 15 de julho de 2025, por determinação do presidente Donald Trump, com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. Essa legislação permite ao governo americano investigar e reagir a práticas estrangeiras consideradas injustas, discriminatórias ou prejudiciais ao comércio dos Estados Unidos. O ponto mais sensível do documento, no entanto, não está nas tarifas ou no comércio agrícola. Está na acusação de que tribunais brasileiros emitiram ordens secretas contra empresas americanas de redes sociais, exigindo a remoção de conteúdo político e a suspensão de perfis de residentes dos Estados Unidos, às vezes com alcance global. Segundo o USTR, essas ordens também proibiam as plataformas de informar aos donos dos perfis sobre as decisões judiciais. #ComércioInternacional #PolíticaComercial #RelaçõesInternacionais

SEÇÃO 301: O DOCUMENTO QUE EXPÕE O BRASIL E DESMONTA A NARRATIVA DE LULA O governo Lula afirma que a investigação da Seção 301 foi provocada pela família Bolsonaro. Mas os documentos oficiais contam outra história. Em 15 de julho de 2025, os Estados Unidos abriram uma investigação formal contra o Brasil utilizando a mesma ferramenta que serviu de base para a guerra comercial contra a China. Após quase um ano de apuração, audiências públicas e análise de centenas de manifestações, Washington concluiu que determinadas políticas brasileiras relacionadas ao comércio digital, plataformas de tecnologia, PIX, combate à corrupção, propriedade intelectual, etanol e desmatamento ilegal criam obstáculos ao comércio americano. O resultado foi a proposta de uma tarifa adicional de 25% sobre parte relevante dos produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos. Mas essa história vai muito além de tarifas. O relatório cita decisões judiciais contra plataformas americanas, questiona o modelo regulatório do PIX, menciona a Lava Jato, a Odebrecht, Dias Toffoli e insere o Brasil em uma disputa geopolítica muito maior entre Estados Unidos e China. Afinal, o que realmente está acontecendo? Neste vídeo-reportagem, analisamos o documento oficial da Seção 301, as acusações feitas pelos Estados Unidos, as respostas do governo Lula e o verdadeiro significado dessa investigação para o futuro econômico e estratégico do Brasil. 📌Assista o video até o final, compartilhe e deixe sua opinião nos comentários. #Brasil #Lula #ComércioExterior