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#Preconceito

Vocês lembram do juiz de Jales que condenou um casal a 50 dias de prisão por fazer homeschooling — ou seja, por ensinar as filhas em casa? Na sentença, o juiz citou a rejeição de uma adolescente ao funk como “sinal de preconceito”. A investigação descobrou que mesmo juiz curtiu o Réveillon ao som de Anitta meses antes. O problema não é o que ele ouve. É usar o gosto musical de uma adolescente — que rejeita funk e prefere música cristã — como fundamento numa condenação criminal. O critério, ao que parece, é muito mais sobre gosto pessoal do que jurídico. O juiz afirmou que havia citado “funk” apenas uma vez na sentença, classificou as críticas como difamação, ameaça e até homofobia, e alertou que quem divulgasse informações do processo sigiloso poderia estar cometendo crime. Só que, no story seguinte, o próprio juiz divulgou um trecho da sentença para tentar se defender. Hoje, Junior da Luz Miranda — cujo nome anterior era Eliel — responde a diversos procedimentos disciplinares simultâneos no CNJ e na Corregedoria do TJSP. Reportagem completa em @a_investigacao_: https://t.co/r7ACdlJtb2 #Homeschooling #Preconceito #Justiça

O artigo discute a esquizofrenia como uma doença tratável que, apesar de ser pouco falada, afeta profundamente os pacientes e suas famílias, destacando a importância da compreensão para combater o preconceito em torno da condição. #Esquizofrenia #SaúdeMental #Preconceito

Esquizofrenia: entender para combater o preconceito