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#Promessas

Durante mais de 100 anos, o Túnel Santos-Guarujá foi lembrado como um projeto que nunca saía do papel. Mudavam os governos, surgiam novas promessas, mas a travessia continuava a mesma. Agora, esse capítulo começa a mudar. O primeiro túnel imerso do Brasil finalmente vai se tornar realidade, conectando Santos e Guarujá, fortalecendo o Porto de Santos, reduzindo o tempo de deslocamento de milhões de pessoas e transformando a mobilidade da Baixada Santista. Chega de inaugurar promessas, aqui a gente veio pra fazer história. #Mobilidade #Infraestrutura #Brasil

O artigo de Jorge Coutinho de Miranda discute a recente reforma do arrendamento urbano em Portugal, argumentando que, apesar dos esforços do governo ao longo do século para solucionar a crise habitacional por meio de intervenções estatais, o verdadeiro progresso só foi observado com a emergência de soluções espontâneas do mercado, como o Alojamento Local, que revitalizou áreas degradadas, enquanto as políticas anteriores falharam em cumprir suas promessas. #Arrendamento #Habitação #ReformaUrbanística

Será desta que a Reforma do Arrendamento Urbano resulta?

O artigo de Jorge Coutinho de Miranda analisa como a presidência de Trump, através de uma política industrial deliberada e reindustrialização promovida por empresários, conseguiu atrair parte dos votos dos apoiadores de Bernie Sanders, destacando a criação de empregos e o fortalecimento da economia americana, em contraste com as promessas de proteção do trabalhador feitas pelo socialista. #Trump #EconomiaAmericana #VotosSanders

Trump e como o Sistema Americano atraiu os votos de Sanders

🦅🤔 VALEU A PENA? | O saldo da irresponsabilidade de Osmar Stabile e do marketing do Corinthians em apostar e defender uma parceria do maior clube do Brasil com uma plataforma de conteúdo adulto: - 52 milhões de visualizações de vídeos com menções negativas ao clube por conta da parceria. - ⁠ influenciadores de diversos segmentos, políticos, ativistas, pastores, e até mesmo artistas se posicionando contra o Corinthians por estampar uma plataforma de conteúdo adulto. - ⁠ 3 representações no MP contra a parceria. - ⁠ A criação de uma PL municipal e estadual para proibir esse tipo de parceria em espaços culturais e esportivos. - ⁠ ONGs de defesa do Estatuto da Criança e do adolescente criando abaixo assinado em busca do fim da parceria. Será mesmo que nenhuma outra empresa no mundo toparia patrocinar o Corinthians por esses valores, ou o marketing não foi capaz de encontrá-los? Mesmo com o patrocínio, não conseguiriam cumprir as promessas de quitar os direitos de imagem e o transfer ban. Fechar um contrato desse sem bônus por assinatura? Sem valor adiantado? Valeu a pena comprar a briga? O pior de tudo é que a crise institucional não deve ter chegado no seu ápice, pois daqui a pouco a história chegará na TV. Seja lá o que vai acontecer, cremos que o Corinthians já perdeu com essa parceria. O dano na marca já foi feito. E vale ressaltar: os responsáveis desse absurdo precisam ser cobrados. 📸 | Davi Bittencourt/Time do Povo #Corinthians #Marketing #CriseInstitucional

Na edição das 4h da Rádio Observador, destacam-se as preocupações do primeiro-ministro Luís Montenegro sobre falhas políticas no novo processo de correção dos exames nacionais, as promessas de reformas nas áreas da educação e saúde, e as ambições do recém-eleito co-porta-voz do LIVRE, Jorge Pinto, de superar a Iniciativa Liberal nas próximas eleições. #Noticiário #Montenegro #Irão

As notícias das 4h

Duas reportagens recentes são alarmantes sobre a situação da educação no país. O PT destruiu gerações. Segundo A Gazeta do Povo, 64 milhões de brasileiros com 15 anos ou mais não concluíram a educação básica. Alerta: 64 milhões é o equivalente à população de muitos países pelo mundo. A Folha de S.Paulo mostra que das 6.200 promessas de Lula para a Educação, só 12% estão andando (lentamente) e não serão entregues neste ano. De pé mesmo, só uma creche no Ceará. #Educação #Brasil #Alerta

Na África do Sul, uma série de protestos contra imigrantes africanos agrava a situação social já tensa, marcada por altos índices de desemprego e violência xenofóbica, com milícias realizando buscas ilegais e o governo promovendo deportações forçadas, refletindo um retrocesso nas promessas de unidade da era pós-apartheid. #ÁfricaDoSul #Imigração #Xenofobia

África do Sul. A vaga de protestos contra imigração africana

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Em 1990, logo após sua primeira eleição presidencial, o Dr. Enéas Carneiro voltou a Belém do Pará. O registro emociona ao mostrar um lado pouco visto: o homem por trás da voz forte, relembrando uma infância de pobreza, trabalho duro e dificuldades. Ao caminhar por aquelas ruas, a tristeza de Enéas era evidente ao ver que o abandono continuava o mesmo. Corte para os dias de hoje. Já se passaram décadas. Há mais de 20 anos, o sistema liderado pelo PT repete as mesmas promessas de acabar com a pobreza. A narrativa é antiga, mas a realidade de muitas cidades e famílias brasileiras continua travada no mesmo abandono que indignava Enéas em 1990. Promessas não mudam vidas; ações mudam. Não podemos continuar aceitando o ciclo da estagnação. Precisamos retomar o caminho da prosperidade, do desenvolvimento e do respeito real pelo trabalhador que o Governo Bolsonaro estava trilhando. O Brasil tem jeito, só precisa do rumo certo. #Brasil #Política #Desenvolvimento

Imagina ter escutado isso? 🥹 Pequenos detalhes sobre os votos de Taylor Swift e Travis Kelce, revelados pelo CEO do AMC Theaters: “Então os votos… Longos, divertidos, pessoais, charmosos, emocionais, irreverentes e cativantes relatos de cada um sobre como se conheceram, por que querem estar juntos por toda a eternidade, as promessas que fizeram ao unir suas duas famílias tão amadas (a dos Kelce e a dos Swift) em uma só, e o compromisso com sua nova vida mútua juntos.  O que estava claro acima de tudo era simplesmente isto: seu amor profundo. Este não é um amor pequeno. Cada um no absoluto ápice de seus mundos. Cada um tão obviamente perdidamente apaixonado por ter encontrado sua alma gêmea.” #TaylorSwift #TravisKelce #Amor

FERNANDO SEABRA FICA NO CORITIBA! ✅ Departamento de futebol (William Thomas) manteve postura firme em relação a multa rescisória, Vasco não cumpriu com promessas e treinador seguirá no clube. Projeito esportivo do Coritiba segue intacto com seu propósito. 🫶 https://t.co/W9l3W4p70I #Coritiba #Futebol #Treinador

Estou satisfeito com as promessas chinesas de encomendas de aviões Boeing e com a estabilidade comercial; discuti com Xi, ao detalhe, vendas de armas americanas a Taipei.

A China não precisa de invadir Taiwan
observador.pt

Lula atacou Santa Catarina porque o povo de lá não aceita ser dependente de suas promessas - que jamais são cumpridas. #Lula #SantaCatarina #Política

O artigo de José António Rodrigues do Carmo analisa como as promessas de Donald Trump sobre Israel e o Irão dependem mais de seus interesses pessoais do que de princípios políticos coerentes, revelando uma crescente desilusão de Israel em relação às suas políticas. #DonaldTrump #Israel #Geopolítica

O que move Trump?

❓ Qual foi a PIOR promessa do Lula? ⚖️ Colocamos as promessas mais famosas em um confronto direto e o resultado ficou pesado! 🗣️ Qual você acha que merece o título de maior mentira? https://t.co/drxadDLn25 #Lula #Promessas #Política

Prisioneiros de guerra colombianos na Ucrânia denunciam uma rede de recrutamento russo que utiliza plataformas como Facebook e TikTok para atrair cidadãos latino-americanos com promessas de empregos, revelando como foram enganados e acabaram lutando para o exército russo. #GuerraNaUcrânia #RecrutamentoRusso #PrisioneirosDeGuerra

Prisioneiros de guerra denunciam rede de recrutamento russo

Ocean Pact: a debate in the midst of a heatwave. Does the investment match the promises? In the Azores, there is a lack of support for fishermen, means of intervention, and investment in science and researchers (even more necessary with the expected approval of the Ocean Observatory). (translated)

13 anos. 1 ano e meio. 13 anos de Giannis Antetokounmpo no Bucks. 1 ano e meio de Giannis tentando sair do Bucks. Como eu começo a tentar explicar pra vocês a dimensão do que é ver um cara que é o GOAT da sua franquia simplesmente saindo para outro time numa quarta-feira qualquer? Como eu começo a explicar que o cara que é: - líder do Bucks em partidas - líder do Bucks em pontos - líder do Bucks em rebotes - líder do Bucks em assistências - líder do Bucks em duplos duplos - líder do Bucks em tocos - líder do Bucks em temporadas - líder do Bucks em pontos em playoffs - líder do Bucks em rebotes em playoffs - líder do Bucks em assistências em playoffs - líder do Bucks em vitorias em playoffs - 1x campeão da NBA - 1x Finals MVP - 2x MVP - 1x DPOY - 9x All-NBA - 10x All-Star - 5x All-Defense - 1x MIP - 1x Campeão da Copa da NBA - Membro do NBA 75th Anniversary Team … simplesmente deixou o seu time onde começou tudo? A história de Giannis no Bucks é muito mais do que basquete. É pertencimento, família, sentir que está sendo aceito num lugar. Desde a época de um Giannis calouro que descontava seu dinheiro no banco andando a pé na cidade e ganhando carona de torcedores do Bucks desconhecidos. Desde a época que ele levou seu falecido pai a arena do Bucks e disse que um dia teria sua camisa aposentada. Desde a época que seus filhos nasceram em Milwaukee. Desde a época que seu pai foi velado em Milwaukee. Desde que a época que ele criou e financiou uma rede de apoio a imigrantes na cidade. Giannis atravessou épocas e épocas vestindo a camiseta verde do Milwaukee Bucks. Ele perder muitos jogos, venceu muitos jogos, chorou de tristeza, chorou de raiva, chorou de alegria. E num simples Tweet, descobrimos que isso tudo acabou. É realmente estranho pra mim. Eu vi o Giannis chegar na NBA, eu vi o Giannis virar o MIP, vi o Giannis vencer o DPOTY e MVP (algo que não acontecia desde o Hakeem nos anos 90), eu vi sua dominação. Vi quando James Harden disse que ele só corre e enterra. Vi quando ele hiperextendeu seu joelho e voltou na mesma série de finais de NBA para sentar 50 pontos no Suns e vencer a NBA para o Bucks depois de 5 décadas. É num passe de mágica, tudo se vai. Não vou dizer que foi só isso também. A situação Giannis e Bucks me faz lembrar que nós humanos somos péssimos em fechar ciclos. Somos péssimos em dizer adeus, e em seguir em frente. Giannis queria sair tem 1 ano e meio, o Bucks o segurou numa trade deadline e mais um verão com promessas: “da próxima vez vai ser diferente.” Acho que nem tudo é feito pra durar pra sempre no papel. No papel o Giannis vai se tornar jogador do Miami Heat dia 7 de julho de 2026. Mas na minha cabeça e nos nossos corações, Giannis e Milwaukee Bucks sempre serão um só. Espero que você tenha desfrutado ver como um cara pode ter o poder de colocar Milwaukee no mapa, e dar orgulho as franquias de mercado menor da NBA. O legado não se apaga. #Giannis #MilwaukeeBucks #NBA

Na atualização das 2h, destaca-se que Benjamin Netanyahu anunciou uma mudança na doutrina de segurança de Israel, com ataques preventivos a inimigos, enquanto o Irão encerrou as negociações com os EUA na Suíça em resposta a ameaças de Donald Trump; além disso, Luís Montenegro no Congresso do PSD reafirmou promessas de campanha, incluindo a proteção das pensões e a criação de um fundo soberano para investir em setores estratégicos do país. #Noticiário #Mundial2026 #PolíticaPortuguesa

As notícias das 2h

O Irão pode cessar as negociações com os Estados Unidos, caso Israel não se retire do Líbano, conforme reportado pela agência Tasnim, em um contexto de tensões políticas e promessas do líder do PSD, Luís Montenegro, sobre a criação de um novo fundo soberano português. #Irão #Negociações #PSD

19h. Irão pode abandonar negociações com os Estados Unidos