The article discusses the responsibility of religious leaders in cases of deaths that occurred due to the faith of their followers, exemplifying with the recent trial of Paul Mackenzie and his associates for mass murder in Kenya, where the doctrine of extreme fasting led to the death of 191 people, including many children. #MorteEmFé #LiberdadeReligiosa #CultosDestrutivos (translated)
The Kenyan Amos Kipruto and the Ethiopian Hawi Feysa won the Chicago Marathon, with Kipruto setting a personal record of 2:01:07 hours and Feysa also improving her time to 2:13:33 hours, respectively, making them both among the best marathon runners in history. #MaratonaChicago #Atletismo #Desporto (translated)

Eliud Kipchoge, 41-year-old Kenyan athlete and Olympic champion, won a marathon again after three years, claiming the title in Melbourne with a new record of 2:09:10 hours. #EliudKipchoge #Maratona #Atletismo (translated)

Ethiopian Zerihun Adugna and Kenyan Dolphine Nyaboke Omare won the 26th edition of the Lisbon Half Marathon, held this Sunday, with times of 1:02.01 and 1:07.25, respectively. #MeiaMaratona #Atletismo #Lisboa (translated)

Poponze reported that 54 countries and territories had already announced the results of the Brazilian elections abroad. According to the author, Lula won in 43: South Africa, Germany, Angola, Saudi Arabia, Australia, Austria, Belgium, Cape Verde, China, South Korea, Croatia, Denmark, Egypt, Slovakia, Slovenia, Spain, Estonia, Finland, France, Hungary, Ireland, Italy, Jordan, Kuwait, Lebanon, Malaysia, Morocco, Norway, New Zealand, the Netherlands, Palestine, Poland, Kenya, the United Kingdom, Romania, Senegal, Serbia, Singapore, Syria, Sweden, Switzerland, the Czech Republic, and East Timor. Flávio Bolsonaro, wrote poponze, won in 11: Qatar, United Arab Emirates, Philippines, Greece, Hong Kong, Indonesia, Israel, Japan, Mozambique, Taiwan, and Thailand. #Eleições2023 #Lula #ResultadosEleitorais (translated)
Mais de 40 milhões de pessoas na África Oriental enfrentam insegurança alimentar aguda, com a crise a ter triplicado desde 2016, destacando situações críticas no Sudão do Sul, Somália e Quénia, enquanto Uganda é a única exceção com algumas melhorias. #InsegurançaAlimentar #ÁfricaOriental #Fome

A iniciativa “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M - Partners for Multilateralism) reúne a União Europeia, a Austrália, o Brasil, Barbados, o Canadá, a Índia e o Quénia e foi lançada à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas desta semana, em Nova Iorque. Uma boa iniciativa. https://t.co/jzDew0d3Ig #Multilateralismo #NaçõesUnidas #P4M #EU #AU #BR #BB #CA #IN #KE
Em artigo no Financial Times, o presidente Lula, presidente do Conselho Europeu, António Costa, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, e o presidente do Quênia, William Ruto, defendem o surgimento da P4M, nova organização global formada para a cooperação entre os continentes. "A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital", diz um trecho do artigo. #cooperação #multilateralismo #governança
Os líderes do Brasil, Canadá, Quénia e o presidente do Conselho Europeu lançaram a iniciativa Partners for Multilateralism (P4M) para reformar a ONU e promover uma cooperação multilateral mais eficaz, destacando a interligação global e a necessidade de enfrentar desafios contemporâneos como a emergência climática e as tensões geopolíticas. #Multilateralismo #NaçõesUnidas #CooperaçãoGlobal

Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos
“SaWaDiKa” por LISA, já atingiu o topo de 45 países no iTunes atualmente: #1. Brasil 🇧🇷 #1. Colômbia 🇨🇴 #1. República Dominicana 🇩🇴 #1. Indonésia 🇮🇩 #1. Mongólia 🇲🇳 #1. Singapura 🇸🇬 #1. Tailândia 🇹🇭 #1. Equador 🇪🇨 #1. Filipinas 🇵🇭 #1. Arábia Saudita 🇸🇦 #1. Vietnã 🇻🇳 #1. Laos 🇱🇦 #1. Honduras 🇭🇳 #1. Angentina 🇦🇷 #1. Omã 🇴🇲 #1. Malásia 🇲🇾 #1. Emirados Árabes Unidos 🇦🇪 #1. Bolívia 🇧🇴 #1. Hong Kong 🇭🇰 #1. Índia 🇮🇳 #1. Chile 🇨🇱 #1. Macau 🇲🇴 #1. Turquia 🇹🇷 #1. Uganda 🇺🇬 #1. Lituânia 🇱🇹 #1. Finlândia 🇫🇮 #1. Camboja 🇰🇭 #1. Cazaquistão 🇰🇿 #1. El Salvador 🇸🇻 #1. Sri Lanka 🇱🇰 #1. Nigéria 🇳🇬 #1. Gâmbia 🇬🇲 #1. Belize 🇧🇿 #1. Suécia 🇸🇪 #1. Noruega 🇳🇴 #1. Polônia 🇵🇱 #1. Perú 🇵🇪 #1. Irlanda 🇮🇪 #1. Portugal 🇵🇹 #1. Armênia 🇦🇲 #1. Quênia 🇰🇪 #1. Botswana 🇧🇼 #1. Paraguai 🇵🇾 #LISA #SaWaDiKa #iTunes
Entre um campeonato e outro ou entre as rodadas de um torneio, sempre sabemos que nosso time de coração vai voltar ao campo. Já a pausa causada pela Esclerose Lateral Amiotrófica não. O Fogão empresta sua voz a milhares de pessoas que convivem com uma doença que pode interromper movimentos, fala e respiração. O Mais Por ELA nasceu no Sul Global para dar mais visibilidade, atenção e apoio às pessoas, cuidadores e famílias impactados pela Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), uma doença neurológica progressiva e, até o momento, sem cura. O Mais Por ELA tem a missão de fortalecer associações de pacientes no Brasil 🇧🇷, Argentina 🇦🇷, Uruguai 🇺🇾, Colômbia 🇨🇴, África do Sul 🇿🇦 e Quênia 🇰🇪, ampliando a conscientização e a mobilização em torno da causa. Entramos em campo ao lado do Mais Por ELA, porque essa é uma luta que ninguém deveria enfrentar sozinho. #ELA #ALS #MaisPorEla #GlobalSouth #ELA #ALS #MaisPorEla
A polícia queniana dispersou manifestações em várias cidades, incluindo Nairobi, marcando o segundo aniversário de protestos antigovernamentais que resultaram em mais de 120 mortes entre 2024 e 2025, utilizando gás lacrimogêneo e estabelecendo postos de controle, enquanto manifestantes e familiares das vítimas exigiam justiça e homenageavam os falecidos. #Quénia #Protestos #Polícia
Nasci no campo de refugiados de Kakuma, no Quénia. Os meus pais são do Sudão do Sul.
Os Estados Unidos estão planejando estabelecer um centro de quarentena no Quênia para cidadãos norte-americanos expostos ao vírus do Ébola, sem permitir isolamento ou tratamento em solo americano, enquanto aguardam a aprovação do governo queniano. #Ébola #Quénia #RepúblicaDoCongo

O queniano Sabastian Sawe impressionou ao realizar uma performance extraordinária na Maratona de Londres, destacando-se entre os demais competidores. #MaratonaDeLondres #SabastianSawe #corrida
Durante a cimeira África-França no Quénia, o Presidente Emmanuel Macron anunciou um investimento total de 23 mil milhões de euros para África, incluindo 14 mil milhões de fundos franceses, que se destinam a sectores como a energia, transição digital, inteligência artificial e agricultura, com a promessa de criar mais de 250.000 empregos diretos em França e no continente africano. #África #Investimento #EmmanuelMacron
