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#governança

If I were Flávio Bolsonaro, passing to the second round, I would call Caiado, Zema, Renan, and Cury and commit to: 1. Including 1-2 proposals from each (in security, economy, health, etc.) as the official government plan 2. Not attempting re-election 3. Putting them on the transition team (translated)

Augusto Cury CONFIRMS the use of artificial intelligence in the formulation of his government program presented to the TSE; the Pangram tool indicated 81% of content produced by AI. (translated)

Política é a arte de fazer composições. Chegou a hora de Flávio, Zema, Caiado e Cury conversarem. Todos podem contribuir em um futuro governo Flávio. Apoiem o líder e negociem, sim, pastas para representarem seus eleitores. #Política #Governança #Liderança

Tem uma tentativa de mostrar o Tarcísio como o xerife. E não é, pelo contrário, nós estamos regredindo em termos de segurança pública, a olhos vistos. Profissionais desvalorizados, mal remunerados, desanimados, uma Polícia Civil totalmente sucateada do ponto de vista de equipamento, do ponto de vista de salário, delegacias que nem merecem esse nome de tão desorganizadas que estão, B.O. todo em papel, telefone fixo. Tá difícil a vida aqui para um policial civil e militar em São Paulo. Eu tenho alertado isso. Eu tenho dito. Eu quero ser o governador da segurança pública, porque não é possível que, com 60% dos paulistas dizendo que esse é o maior problema, o governador corte 50% da verba para combater o crime organizado. #SabatinaMetropoles #SegurançaPública #PolíticaSP #Governança

Quando fiz a primeira menção ao relacionamento entre Banco Master e o filho 01 de Jair, em março, recebi uma notificação judicial de Brasília. Flavio Bolsonaro conseguiu me censurar. Hoje, ao ver sua intimidade financeira com Vorcaro, vejo o que ele temia. #Governança #Transparência #Corrupção

A Sport Integrity Global Alliance (SIGA) exige que a consulta às 211 federações-membro para reformar a governança da FIFA, proposta pelo presidente Gianni Infantino, seja realizada de forma independente e transparente desde o início. #FIFA #EscândaloFIFA #ReformaFIFA

SIGA exige consulta transparente para reformar FIFA

O artigo de Miguel Jonet discute a crescente preocupação com a desigualdade econômica causada pela automação e inteligência artificial, advertindo que, se não houver uma governança adequada, aqueles que não controlam o capital nem a tecnologia serão os que mais perderão nesta transição. #InteligênciaArtificial #Economia #Desigualdade

Quem paga a travessia

*ESTADÃO: PF ENCONTRA MENÇÃO A CONTRATO DE AMIGA DE LULINHA COM EMPRESA QUE DISPUTAVA CONTRA A PETROBRAS *ESTADÃO: ROBERTA LUCHSINGER CITOU CONTRATOS COM A UNIGEL EM MENSAGENS; EMPRESA NEGA ACORDO COM A LOBISTA E PETROBRAS DIZ QUE SEGUIU NORMAS DE GOVERNANÇA. #Lula #Petrobras #Corrupção

João Lourenço, Presidente de Angola, criticou a anarquia mundial e a lógica da força na ONU, pedindo uma reforma urgente do Conselho de Segurança para assegurar uma governança mundial mais justa e democrática. #NaçõesUnidas #JoãoLourenço #ReformaConselhoSegurança

João Lourenço critica "anarquia mundial" na ONU
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Na tarde desta segunda-feira (21), tive uma reunião com o senador Bernie Sanders, em Nova York, no contexto da semana de Alto Nível das Nações Unidas. Dialogamos sobre temas globais, como a defesa do multilateralismo, da paz e da democracia. Repudiamos, nesse contexto, o aumento dos gastos militares, o aprofundamento das desigualdades e a precarização da situação dos trabalhadores em diversas partes do mundo. Manifestamos preocupação com o extremismo e defendemos a necessidade urgente de uma governança multilateral da inteligência artificial. Defendemos, também, maior participação dos jovens e das mulheres na política, em todos os níveis. O senador Sanders apresentou sua perspectiva sobre as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, bem como sobre a situação política e econômica do país. Comentei com ele o contexto eleitoral no Brasil e apresentei algumas das políticas públicas de inclusão implementadas no atual mandato, em especial na área de saúde. O senador Sanders manifestou interesse em conhecer a experiência brasileira com o Sistema Único de Saúde. 📸 @ricardostuckert #Multilateralismo #Democracia #Saúde

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Na tarde desta segunda-feira (21), tive uma reunião com o senador democrata Bernie Sanders, em Nova York, no contexto da semana de Alto Nível das Nações Unidas. Dialogamos sobre temas globais, como a defesa do multilateralismo, da paz e da democracia. Repudiamos, nesse contexto, o aumento dos gastos militares, o aprofundamento das desigualdades e a precarização da situação dos trabalhadores em diversas partes do mundo. Manifestamos preocupação com o extremismo e defendemos a necessidade urgente de uma governança multilateral da inteligência artificial. Defendemos, também, maior participação dos jovens e das mulheres na política, em todos os níveis. O senador Sanders apresentou sua perspectiva sobre as eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, bem como sobre a situação política e econômica do país. Comentei com ele o contexto eleitoral no Brasil e apresentei algumas das políticas públicas de inclusão implementadas no atual mandato, em especial na área de saúde. O senador Sanders manifestou interesse em conhecer a experiência brasileira com o Sistema Único de Saúde. 📸 @ricardostuckert #Multilateralismo #Democracia #Saúde

Em artigo no Financial Times, o presidente Lula, presidente do Conselho Europeu, António Costa, o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, e o presidente do Quênia, William Ruto, defendem o surgimento da P4M, nova organização global formada para a cooperação entre os continentes. "A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital", diz um trecho do artigo. #cooperação #multilateralismo #governança

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Artigo publicado no Financial Times deste domingo, assinado pelo presidente Lula 🇧🇷, pelo presidente do Conselho Europeu, António Costa 🇪🇺, pelo primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney 🇨🇦, e pelo presidente do Quênia, William Ruto 🇰🇪. 📰 O Multilateralismo não é idealismo, é uma necessidade À medida que os líderes mundiais seguem para a Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nesta semana, nos deparamos com um paradoxo. A comunidade internacional está mais interdependente do que nunca, ao mesmo tempo em que se torna cada vez mais fragmentada e polarizada. Nossas economias estão profundamente interligadas. A tecnologia conecta bilhões de pessoas para além das fronteiras nacionais, enquanto capital, bens, dados e ideias circulam em velocidades que seriam inimagináveis quando as Nações Unidas foram fundadas, em 1945. O comércio global atingiu o recorde de US$ 35 trilhões no ano passado, e seis bilhões de pessoas – quase três quartos da humanidade – estão conectadas à internet. No entanto, a geopolítica caminha na direção oposta. Em 2025, foram registrados 65 conflitos armados envolvendo Estados, o maior número desde 1946, enquanto os gastos militares globais atingiram o recorde de US$ 2,9 trilhões. O direito internacional está sob pressão. A linguagem das esferas de influência e da política de poder está de volta. As relações econômicas são cada vez mais utilizadas como instrumentos de pressão e coerção, enquanto a desigualdade aumenta, tanto dentro dos países quanto entre eles. Alguns podem concluir, portanto, que o sistema multilateral fracassou. Em parte, essa crítica é compreensível. Um sistema multilateral que não reflita as realidades de hoje não resistirá ao tempo. Mas a necessidade de cooperação multilateral segue plenamente viva. O mundo do pós-guerra há muito ficou para trás, mas a lógica fundamental que justificou a cooperação multilateral é mais evidente do que nunca. A emergência climática está superando até mesmo as previsões mais alarmantes. A inteligência artificial avança mais rapidamente do que nossa capacidade de controlá-la. Pandemias podem se espalhar por continentes em questão de semanas, e choques financeiros podem abalar os mercados em poucas horas. Conflitos armados podem desestabilizar regiões inteiras e obrigar milhões de pessoas a fugir de suas casas. Pontos de estrangulamento das rotas marítimas globais, como o Estreito de Ormuz, quando afetados por conflitos, podem paralisar cadeias de abastecimento em todo o mundo. Nenhum país, por mais poderoso que seja, pode enfrentar esses desafios sozinho. A cooperação não é um ato de idealismo; é uma necessidade prática. A questão não é saber se o multilateralismo pode sobreviver, mas como ele deve evoluir para responder às realidades do nosso tempo. É nesse contexto que nos unimos em torno de uma nova iniciativa: “Parceiros pelo Multilateralismo” (P4M, na sigla em inglês). A P4M não pretende criar mais um bloco exclusivo nem outra burocracia internacional. Seu propósito é justamente o oposto: oferecer uma estrutura flexível e aberta a países de diferentes regiões e tradições políticas que estejam dispostos a atuar para além de suas diferenças, formar coalizões em favor de reformas e transformar princípios compartilhados em ações concretas. A P4M apoiará a reforma das Nações Unidas e de outras instituições multilaterais, para torná-las mais representativas, legítimas, eficazes e confiáveis. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cooperação entre organizações regionais, contribuir para a paz e a segurança, aprimorar a governança econômica global e desenvolver abordagens comuns para desafios contemporâneos, da inteligência artificial e das mudanças do clima à segurança sanitária e à transformação digital. A P4M buscará renovar e fortalecer o sistema multilateral, e não o substituir, além de construir pontes e aproximar países que podem discordar em muitas questões, mas que compartilham o compromisso com os princípios básicos consagrados na Carta da ONU. São princípios inegociáveis, como a igualdade soberana, a integridade territorial, a solução pacífica de controvérsias, a proibição da ameaça ou do uso da força, o direito internacional humanitário, o desenvolvimento sustentável, os direitos humanos e as liberdades fundamentais. O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou recentemente que "as superpotências estão descobrindo seus limites". Acreditamos que a comunidade internacional precisa redescobrir o extraordinário potencial da ação coletiva. A competição não precisa se transformar em confronto se criarmos canais de diálogo e cooperação. A soberania é fortalecida, e não diminuída, quando os países trabalham juntos para enfrentar desafios comuns. A promoção dos interesses nacionais muitas vezes passa pela ação coletiva diante de desafios compartilhados. A verdadeira escolha não é entre preservar a ordem internacional estabelecida após a Segunda Guerra Mundial ou abandoná-la. É entre renovar a cooperação multilateral em um mundo em transformação ou permitir que a fragmentação, a polarização e a política de poder definam a próxima era. Diante de uma ordem mundial que se transforma rapidamente, conclamamos líderes de todo o mundo a se juntarem a nós na iniciativa P4M, optando pela cooperação em vez da fragmentação, pelo direito em vez do poder e pela responsabilidade compartilhada em vez da divisão. 🔗: https://t.co/EF1VXhg1kh #Multilateralismo #CooperaçãoGlobal #DesafiosContemporâneos

LIMINAR SUSPENDE ASSEMBLEIA DESTE SÁBADO (19/9) O Gaviões da Fiel Torcida repudia formalmente a decisão que, a menos de 24 horas da votação, suspendeu a Assembleia Geral Extraordinária de reforma estatutária do Sport Club Corinthians Paulista. A medida foi obtida por Ademir de Carvalho Benedito, Guilherme Gonçalves Strenger e Alexandre Husni, conselheiros que integram, há anos, a estrutura de governança do clube, a mesma estrutura responsável pelo acúmulo de uma dívida que hoje ultrapassa R$ 3 bilhões e pelo transfer ban que impede o Corinthians de se reforçar. É o terceiro movimento judicial dos três contra a reforma: barrados na Assembleia e vencidos em primeira instância, retornam agora com um novo pedido para impedir que o associado exerça o direito que a Justiça já havia reconhecido. Não há projeto de clube nessa insistência. Há, isto sim, o exercício reiterado de barrar, pela via processual, aquilo que não conseguem barrar pela via democrática. É o padrão de quem não tem resposta para a crise que ajudou a construir, mas tem disposição para adiá-la indefinidamente. Miguel Battaglia, primeiro presidente do Corinthians, definiu o clube com uma frase que atravessa 116 anos de história: "O Corinthians vai ser o time do povo, e o povo é quem vai fazer o time". Os requerentes desta liminar parecem desconhecê-la ou conhecê-la bem demais e, talvez exatamente por isso, insistam em impedir que o povo decida. O Gaviões da Fiel convoca o quadro associativo do Corinthians a se posicionar. A cada manobra judicial bem-sucedida contra a vontade do associado, mais distante fica o clube de qualquer reforma real. Se essa lógica prevalecer, não haverá o que reformar: nem competitividade, nem finanças saudáveis, nem instituição a ser preservada. É hora de o associado se organizar e resistir a essa tentativa de esvaziamento. Fica registrada, por fim, uma pergunta institucional a Ademir de Carvalho Benedito, Guilherme Gonçalves Strenger e Alexandre Husni: obtida mais esta suspensão, o que os três pretendem apresentar, concretamente, para tirar o Corinthians da dívida de R$ 3 bilhões que ajudaram a construir? Gaviões da Fiel Torcida #Corinthians #Futebol #GaviõesDaFiel

Tudo, menos mostrar respeito pelo povo brasileiro que precisa de atenção de um governo sério. #Lula13. https://t.co/KsKX648AdN #Brasil #Governança #Respeito

O artigo discute a falta de participação da Europa no debate sobre Inteligência Artificial, enfatizando a polarização das opiniões sobre seus riscos e benefícios, e a necessidade urgente de desenvolver capacidades técnicas e de governança próprias na região. #InteligênciaArtificial #Política #Europa

Os dois novos polos na política de Inteligência Artificial

Ao analisar mais de 55 mil contas sugeridas pela rede social, uma pesquisa do projeto Rede em Jogo revelou que 84% das operadoras promovidas pela própria plataforma não têm autorização para funcionar no Brasil. O achado expõe como as falhas de moderação e as políticas de governança da Meta alimentam um ecossistema que normaliza jogos de azar como investimento e expõe milhões de usuários a práticas abusivas. Leia a coluna completa de Lorrana Melo e Beatriz Montenegro no site do Intercept Brasil: https://t.co/J4nRN5sIHp #JogosDeAzer #RedesSociais #Meta

" Primeiro-Ministro da Índia Narendra Modi: Amigos, ao fortalecer o BRICS, também devemos definir a direção da reforma global. A estrutura atual da governança global parece uma pirâmide. No topo dessa pirâmide, o poder e a tomada de decisões estão concentrados. E na base estão os países que são afetados por essas decisões, mas não conseguem moldá-las. Hoje, o Sul Global está na linha de frente das crises globais, mas permanece na última fila da tomada de decisões. Devemos transformar essa pirâmide de privilégios em uma plataforma de parcerias." #BRICS #GovernançaGlobal #SulGlobal

Nos últimos anos, vieram à tona investigações e denúncias envolvendo integrantes do governo Tarcísio e é preciso explicações e transparência. Quando fui prefeito de São Paulo, criei a Controladoria Geral do Município, desmontei a máfia dos fiscais do ISS e ajudei a transformar a capital em referência de transparência. São Paulo merece respeito, responsabilidade e um governo que não tenha medo de investigar nem o próprio governo. Conheça também nossas propostas para o estado. Link na bio e nos stories. Vote 13. Haddad governador. #Transparência #Governança #Eleições2023

O afastamento do diretor-geral da Polícia Federal é uma medida necessária diante da gravidade dos fatos. Parabéns ao Ministro André Mendonça pela atuação. A PF é uma instituição de Estado. Não pode estar a serviço de governo, de ministro ou de qualquer projeto de poder (…) #PolíciaFederal #Justiça #Governança