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#Quimioterapia

The FDA has approved Rasonque, a new drug for treating advanced pancreatic cancer, which has shown to nearly double the average lifespan compared to conventional chemotherapy. (translated)

FDA aprova novo medicamento para tratar cancro do pâncreas

Lucy Davis, known for her role in 'The Office' and 'Sabrina', has announced that she has stage 4 breast cancer with metastasis to the bones, revealing that it is incurable and too late for chemotherapy, but conveying a message of optimism and humor to her followers. (translated)

Lucy Davis, actriz de 'The Office' o 'Sabrina', anuncia que padece un cáncer «incurable»

"Teve a quimioterapia e o transplante de medula..." "Sua resposta ao tratamento foi excelente. Os exames não detectam mais a doença. Se daqui a 3 meses, tudo se mantiver vira trimestral." A TRISTEZA DA BRUNA. #Quemamacuida https://t.co/cpj7Q8hSLx #Saúde #Esperança #Superação

SB 2w

Lucy Davis, de O Mundo Sombrio de Sabrina, revela diagnóstico de câncer de mama em estágio 4. Segundo a atriz, não há mais tempo para a quimioterapia, pois a doença já avançou para as costelas, quadril e coluna. #ForçaLucy #CâncerDeMama #LutaContraOCâncer

E lá vamos nós para mais um dia de tratamento rumo à cura do câncer de mama. Já se foram sete. Faltam cinco desse primeiro ciclo. E hoje eu consigo dizer que estabilizei muita coisa dentro de mim. Os medos, os receios, a insegurança com o diagnóstico, com a quimioterapia, com tudo o que eu imaginava que seria esse processo. Quero falar disso principalmente para quem está passando por isso, para quem ainda vai passar e também para quem acompanha alguém da família. Uma vez me disseram que perder o cabelo seria o de menos. Eu não acreditei muito, não. Sofri demais antes de perder meu cabelo. Mas aí ele caiu e, incrível, realmente virou o de menos. É ruim? É. Porque eu não escolhi ficar careca. Mas não tenho vergonha nenhuma da minha careca. Ando por aí exibindo quando quero. Às vezes cubro, às vezes não. Hoje está frio, então resolvi preservar a coitada um pouco. Mas ela está aqui. A quimioterapia, que acontece todas as segundas-feiras, também entrou na minha rotina. Virou uma parte da minha vida, não a minha vida inteira. Já não chego aqui abalada como antes. As reações diminuíram bastante. Ficou essa coceirinha chata, que agora vou investigar com o alergista. Estou forte, minha imunidade está boa e tenho engordado bastante. Fazer o quê? Neste momento, prefiro engordar, me alimentar direito e conseguir chegar até o fim sem precisar pular nenhuma sessão do que ficar fraca. E volto a falar da alimentação porque, para mim, ela tem feito uma diferença enorme durante o tratamento. Todo dia tem chia. Ela tem fibras, ômega 3, minerais e virou parte da minha rotina. É quase o meu “Danoninho vale por um bifinho” versão quimioterapia. Mas acho que a mensagem de hoje é outra. É menos ruim do que aparenta. Não é legal. Ninguém quer receber um diagnóstico de câncer. Ninguém quer fazer quimioterapia. É um saco fazer quimioterapia. É um saco ter câncer de mama. Não vou romantizar porque não existe nada de bonito nisso. Mas também não é impossível. Quando você começa a atravessar o processo, percebe justamente isso: é um processo. E processos passam. Agora eu já consigo olhar para trás e perceber que está passando rápido. Falta pouco. Não tenho mais aquela ansiedade gigantesca do começo. Continuo trabalhando. Não quero parar de trabalhar e não vou parar de trabalhar. Faço minhas coisas dentro de casa, sigo minha rotina. E isso é muito importante para a cabeça da gente. A doença e o tratamento não podem definir quem você é. Você precisa continuar sendo você durante o tratamento do câncer de mama. O câncer não pode ocupar todos os espaços da sua existência. E não tem nada a ver com essa história de “guerreira”, de “você é forte”, de transformar quem tem câncer numa espécie de heroína obrigada a sorrir diante de tudo. Não. Tem a ver com entender que a vida é cheia de obstáculos. A gente passa por coisas psicológicas, psiquiátricas, físicas, familiares, amorosas. A vida de ninguém é uma linha reta de felicidade absoluta. Muito pelo contrário. Tem coisa que simplesmente é uma merda. A gente sente, sofre, reclama, fica com medo, fica de saco cheio. E continua. Hoje, inclusive, estou fazendo quimioterapia no que denominei de quartinho premium presidencial: cama, banheiro e uma bela vista nublada de São Paulo. Eu acho São Paulo bonita vista daqui de cima. Apesar de que o avanço predatório do mercado imobiliário está produzindo uma situação meio bizarra: um prédio vai tampando a vista do outro até chegar o momento em que, para ver São Paulo, aparentemente será necessário morar no último prédio construído. Mas hoje dei sorte. Caminha, banheiro, janela, vista de São Paulo, quimioterapia terminando e daqui a pouco estou indo embora. Sete foram. Faltam cinco. Bora lá. Agora falta pouco. #CancroDeMama #Quimioterapia #ForçaECoragem

E lá vamos nós para a metade do primeiro ciclo do meu tratamento contra o câncer de mama. Nesse caminho eu já chorei, já ri, já fiquei angustiada, querendo que tudo acabasse logo. Já fiquei deprimida, feliz, emocionada, alegre com tantas coisas boas que também aconteceram durante esse processo. Mas hoje eu acordei bem. E quero tranquilizar todo mundo que me vê saracutiando por aí, porque eu sei que eu não paro quieta. Seguinte: minha imunidade está muito boa. Minhas plaquetas estão boas, meus exames semanais estão ótimos. No sábado fiz mais uma bateria de exames, mais completa, e deu tudo muito bem. Minha médica me liberou para sair, claro, com responsabilidade. Não é para fazer loucura nem sair todos os dias. Inclusive, ela me liberou para voltar a trabalhar presencialmente uma vez por semana. Uso máscara, sigo todas as orientações e tenho aprontado por aí, no bom sentido. Estou fisicamente muito bem. E isso também ajuda na imunidade. Estar ativa, me movimentando, exercitando a cabeça faz diferença. Além disso, sábado e domingo costumam ser os meus melhores dias, então hoje acordei cheia de energia para mais uma semana de tratamento. Vim para a quimioterapia feliz, animada. Já estamos chegando à metade do primeiro ciclo e isso me deixa muito contente. No caminho, dentro do Uber, começou a tocar Roberto Carlos: “Além do Horizonte”. Pronto… a música grudou na minha cabeça. Estou cantando até agora. E agora vocês também vão ficar com ela na cabeça. Coitada da equipe da quimioterapia e do pessoal da recepção, que vão ter que me aguentar desse jeito hoje. Acordei com energia de dez coelhas atacadas. Mas quero que vocês fiquem tranquilos. Eu não sou irresponsável. Sigo rigorosamente todas as recomendações médicas. Além das reações esperadas, como uma coceirinha aqui, um incômodo ali, não tive nenhum problema importante. Ah, e minha pressão também estabilizou. Está tudo certo. Quero agradecer mais uma vez todo o carinho, todas as mensagens, todas as orações. Tenho certeza de que cheguei até aqui com a ajuda de vocês, com muita fé, com as orações, com Deus, Jesus, Nossa Senhora Aparecida, os orixás e todas as pessoas que, de alguma forma, colocaram energia boa nessa caminhada. Apesar de tudo, o tratamento tem sido muito menos complicado do que eu imaginava. Claro que existem dias bons e dias ruins. Tem dias em que vou reclamar bastante, outros em que vou estar ótima. E está tudo bem. Faz parte. E quero falar mais uma vez sobre alimentação. Tenho convicção de que uma das coisas que mais tem contribuído para o meu tratamento é a forma como eu estou me alimentando. Estou priorizando proteínas, frutas, legumes e alimentos que ajudam na imunidade e na recuperação do organismo. Mas isso também me faz pensar em uma realidade muito dura. Eu tenho condições de manter uma alimentação de qualidade. Sei que muitas mulheres não têm. E justamente o número de mulheres jovens diagnosticadas com câncer de mama tem aumentado. São mulheres que estão trabalhando, sustentando suas famílias, muitas vezes são as principais responsáveis pela renda da casa. Algumas precisam interromper o trabalho durante o tratamento e simplesmente deixam de ter renda. Como é que essas mulheres conseguem manter uma alimentação adequada? Como conseguem sustentar a casa e, ao mesmo tempo, cuidar da própria saúde? Por isso eu queria deixar esse alerta. A gente precisa discutir políticas públicas voltadas para quem enfrenta o tratamento do câncer de mama. Não basta garantir o tratamento médico. É preciso pensar também em condições para que essas mulheres consigam atravessar esse período com dignidade. Isso significa pensar em auxílios que ajudem a manter a renda da família e, principalmente, garantir acesso a uma alimentação de qualidade durante o tratamento. Porque é muito difícil enfrentar um câncer sem poder trabalhar, precisando se alimentar bem e ainda carregando a responsabilidade de sustentar uma família. Esse é o alerta que eu queria deixar hoje. #CâncerDeMama #Saúde #Força

Eu falei para mim mesma, desde o diagnóstico, que não faria do câncer um modo de vida. E continuo firme nessa decisão. Os relatos sobre o meu tratamento serão pontuais, porque sei que ajudam outras pessoas e muita gente me pede para compartilhar essa experiência. Mas ontem recebi um comentário muito pesado, de uma pessoa que se diz de esquerda, e pensei que talvez eu precise explicar algumas coisas com mais clareza. Gente, eu sei que o processo de cura de um câncer não termina quando acaba a quimioterapia. Sei que, na medicina, geralmente são cinco anos de acompanhamento para uma pessoa ser considerada curada. Em nenhum momento disse que estou curada ou que estarei quando terminar a quimioterapia. O que trato como o fim de um ciclo é a quimioterapia. E quem passa por ela sabe o quanto é pesada. No meu caso, é ainda mais intensa. Tenho um câncer de mama triplo negativo, um tipo agressivo. Graças a Deus, está localizado, não houve metástase e o nódulo já desapareceu ao exame clínico. Mas continua sendo agressivo e tenho consciência disso. Ainda aguardo o resultado da pesquisa genética. Dependendo do que ela mostrar, posso precisar de uma cirurgia mais complexa. Se não houver mutação, talvez faça uma cirurgia conservadora, retirando apenas um quadrante da mama. Tudo será decidido pelas minhas médicas. Sou uma mulher jovem e, infelizmente, o câncer de mama tem aumentado entre mulheres mais novas. Por isso recebo o tratamento mais moderno disponível. Sou tratada no AC Camargo, referência em oncologia, e minhas médicas escolheram um protocolo intenso para reduzir ao máximo o risco de metástase no futuro. Serão cinco meses de quimioterapia. Três meses de quimioterapia semanal associada à imunoterapia, depois dois meses da quimioterapia vermelha, mais forte, a cada 15 dias. Depois vem a cirurgia. Dependendo do resultado, ainda posso precisar de radioterapia ou mais tratamento. Eu sei disso. Conheço os riscos da minha doença. Sei que existe a possibilidade de metástase. Mas também sei que faço o tratamento indicado pela ciência para aumentar minhas chances de viver muitos e muitos anos. Foi por isso que me doeu tanto ler um comentário dizendo: “Você não está curada. Sua médica não falou que demora cinco anos? Você não sabe da Rita Lee, da Preta Gil, do meu filho? Você pode ter metástase.” Eu não conheço essa pessoa. Ela não conhece a minha história. E esse comentário não ajuda ninguém. Quem recebe um diagnóstico de câncer já sabe que existe risco. A gente sabe que pessoas morrem da doença. A gente sabe o que é metástase. Não precisa que alguém apareça para nos lembrar disso. Todo paciente oncológico sente medo. Medo de morrer, da metástase e das reações do tratamento. Hoje, o que mais me assusta são os efeitos da quimioterapia, porque são muito pesados. Mas eu fiz uma escolha. Eu escolhi viver. Eu escolhi acreditar que vou me curar. Eu escolhi seguir tudo o que minhas médicas orientam, confiar na ciência e manter minha fé. Isso não é alienação. Não é negar a realidade. É decidir que o medo não vai comandar a minha vida. Nunca façam esse tipo de comentário para alguém que está enfrentando um câncer. Contar que seu pai, sua mãe, seu filho ou outra pessoa morreu da doença não ajuda quem está em tratamento. Nós já sabemos que isso acontece. Precisamos de apoio, esperança e respeito. O câncer, infelizmente, faz parte da realidade de milhões de pessoas e estará cada vez mais presente na vida das famílias. Mas ninguém consegue viver pensando todos os dias que vai morrer. Isso não é viver. Eu sei o diagnóstico que tenho. Sei que ele é agressivo. Sei dos riscos e do tratamento que ainda tenho pela frente. Mas também sei que sou acompanhada por uma equipe extraordinária, em um dos melhores hospitais para tratar câncer, recebendo o que há de mais avançado na medicina. Por isso, escolho acreditar nas minhas chances. Eu escolho viver. É assim que vou atravessar esse tratamento: com os pés na realidade e confiança! #Câncer #Oncologia #Esperança

Mais um dia rumo à cura! Quinta sessão de quimioterapia! Gente, eu não aguento. Eu jamais imaginei que sairia por aí ostentando a minha careca. Comprei e ganhei vários lenços. Foi a última coisa que pensei que aconteceria, mas estou adorando! A melhor parte é que as pessoas não sabem se sou uma rebelde sem causa, uma revolucionária, uma desapegada, uma skinhead, se fiz o santo ou se estou em tratamento oncológico. E ainda ganhei um beijo nela do presidente Lula, né? Foi um duplo twist carpado na minha vida. Nunca imaginei que passaria por tudo isso e, no meio do caminho, ainda receberia um beijo, um carinho e uma bênção dessas do presidente. Sobre os sintomas, acho sempre importante falar para ajudar outras pessoas que também estão passando pelo tratamento. Nesta semana apareceu uma reação nova: coceira e pinicação nas mãos. Desde a última segunda-feira, depois da quimioterapia e da imunoterapia, minhas mãos começam a coçar e pinicar todos os dias, geralmente depois das cinco da tarde. É muito ruim. Acho que, de todas as reações que já senti, essa foi a pior, porque é angustiante demais. A médica passou um antialérgico, mas eu não quero viver de antialérgico. Passei no cardiologista, comecei a tomar uma medicação e ela já está baixando. Vou fazer alguns exames, mas está tudo bem. Fora isso, meu intestino se comportou melhor na última semana. Continuo me alimentando da mesma forma, não fico muito cansada e meus exames deram muito bons novamente. Minha imunidade está boa, minhas plaquetas também estão bem. Então estou aqui. Vamos para a quinta! Se Deus quiser, vai passar e vai acabar. Mais uma vez, obrigada por todas as mensagens de carinho que recebo. Vocês são maravilhosos. Obrigada! #Quimioterapia #Saúde #Superação

20 minutos Jul 24

Marta Peñate se defiende de las críticas recibidas por compartir su tratamiento de quimioterapia, explicando que lo realiza para tratar células anormales en su útero y poder ser madre, agradeciendo que su condición fue detectada a tiempo. #Quimioterapia #Maternidad #SaludMental

Marta Peñate aclara por qué recibe quimioterapia en su proceso de ser madre: "Si no me curo..."

Bom dia. Estou aqui de volta, gente! Desculpem por não ter respondido ontem. Vou responder todo mundo. Obrigada por tanto carinho, tanta força e tantas mensagens. Não têm sido dias muito agradáveis, mas continuo firme, de pé. Tenho um compromisso com a minha vida: não desistir, seja lá o que aconteça. Vou me levantar todos os dias e seguir, mesmo quando tudo parecer um grande inverno. Ontem trabalhei normalmente, mas deixei um pouco as redes sociais e as outras coisas de lado para olhar para mim, para este momento e para tudo o que estou sentindo. Hoje estou um pouco melhor e decidi dar um fim nessa angústia. Vou raspar o cabelo. Ainda não sei se hoje ou amanhã, mas vou encarar de vez esta nova fase do meu tratamento de cura. Mais uma vez, eu não tenho palavras para agradecer tantas mensagens, tanto amor, tanto carinho e tantas orações. De verdade, eu nunca imaginei que receberia tanto afeto. É muito louco perceber quantas pessoas torcem pela gente, mesmo de longe, e como as redes sociais também conseguem aproximar e criar laços tão verdadeiros. Só tenho a agradecer a vocês, à minha rede de apoio, à minha família, aos meus filhos e aos meus amigos. Ontem fiz mais uma sessão de quimioterapia e imunoterapia. Foi mais pesada do que as anteriores, por tudo o que já contei, e por isso não registrei. Minha filha foi comigo. E tenho amigos que, todos os dias, tiram um tempinho para perguntar como estou, oferecer carinho, colo e ombro. Não existe uma forma suficiente de agradecer por tudo isso. É mais um dia. E vamos lá. Já foram quatro quimioterapias. Agora faltam quatro meses. Vai passar. Com cabelo ou careca, com tristeza ou alegria, com força, fé e amor, vai passar. Obrigada. #Força #Gratidão #Superação

BCharts Jul 21

Carolina Dieckman reitera que saúde de Preta Gil se agravou após ela ter sido traída pelo então marido Rodrigo Godoy, que a largou no meio da quimioterapia, como confirmado ainda em vida. Gominho largou tudo para morar com Preta assim que a viu sozinha. 💔 https://t.co/NIpteggOGg #Saúde #Relacionamentos #Solidariedade

Hoje é dia da minha quarta sessão de quimioterapia, rumo à cura. Mas os dias do fim de semana não foram tão bons. No sábado, eu levantei, cuidei do meu cabelo como sempre cuidei, lavei, hidratei, e minha filha resolveu registrá-lo ainda aqui. Porque o dia que eu mais temia, mesmo sabendo que ele chegaria, chegou: meu cabelo começou a cair. E eu estou tentando elaborar tudo isso. Eu sabia que cairia, mas não é fácil passar por esse momento. Toda mulher carrega no cabelo uma parte da sua autoestima, da sua identidade e da sua história. Eu sei que ele vai crescer, mas é muito difícil perdê-lo e saber que vai demorar para voltar. Todo mundo tem uma história com o próprio cabelo. Eu tenho a minha. Não se trata apenas de perder o meu cabelo, mas, ainda que temporariamente, uma parte de quem eu sou. Eu me casei aos 15 anos e passei mais de 20 anos sobrevivendo, sem poder viver a minha vida, sem liberdade para ser quem eu realmente era. Quando falam que são “só” cinco meses de tratamento, e que agora já faltam quatro, pode parecer pouco. Mas é muito tempo para mim. Como na música do Belchior, eu tenho muita pressa de viver. Sempre tive. Quando me separei, passei a ter ainda mais pressa. Para mim, cada minuto, cada dia e cada mês importam muito. A minha vida, de verdade, começou há poucos anos. Eu me casei novamente, mas hoje tenho um companheiro que compreende e respeita a minha liberdade. Eu sou livre ao lado dele. Posso ser quem sou, porque ele entende que um relacionamento não deve ser uma prisão, mas um espaço de liberdade. Por isso, perder cinco meses dessa vida que começou há tão pouco tempo parece muita coisa. Eu continuo achando tudo isso muito injusto. O meu cabelo também faz parte da minha história. Passei muitos anos sendo levada a acreditar que a cor e o formato dele estavam errados, que eu deveria descolori-lo e transformá-lo. Foram anos descolorindo, agredindo e praticamente matando o meu cabelo. Até que, há alguns anos, descobri que quem estava errada era eu por acreditar que precisava ser diferente. Percebi que deveria simplesmente ser quem eu sou. Sou uma mulher latino-americana, de cabelos pretos, ondulados e já grisalhos. Resolvi deixar os meus cabelos livres, assim como eu. E foi lindo me reconhecer e aceitar o meu cabelo. Eu estava vivendo o melhor momento da minha relação comigo mesma. Livre das imposições da ditadura da beleza, aceitando o meu corpo com suas imperfeições, o corpo de uma mãe, com estrias, flacidez e marcas de vida. Aceitando o meu cabelo natural e grisalho. Essa é a mulher que sou hoje. Então veio o câncer e, de alguma forma, veio tirar isso de mim. Eu sei que será apenas por um período, mas é um período que custa muito. Toda mulher que passa por isso entende. Cada uma elabora esse momento de uma maneira. Eu decidi encarar que passaria por isso. Existia a possibilidade da touca de resfriamento, mas ela também seria pesada, dolorosa e custosa, além de não oferecer garantia por causa do tipo de quimioterapia que estou fazendo. Não é um processo fácil. É muito difícil. Eu sou forte e tenho sido forte até aqui, mas essa parte é pesada. Hoje, eu me permito ser fraca. Eu me permito sentir, sofrer e não estar bem. Eu sei que isso vai passar. Sei que, lá na frente, vou olhar para tudo o que vivi e terei a certeza de que venci. Dias melhores virão. Quero agradecer a todas as pessoas que me enviam amor, carinho e orações. Senti que precisava falar sobre isso, não apenas por mim, mas também por todas as mulheres que estão enfrentando, que já enfrentaram ou que ainda enfrentarão esse processo. É difícil perder o cabelo. Não deixem ninguém minimizar essa dor. Dói. É injusto. Nós não queremos passar por isso. Saber que o cabelo vai crescer não ameniza a dor de perdê-lo agora. Mas nós somos fortes. Toda mulher é forte, até nos dias em que não consegue se sentir assim. E seguimos. Eu continuo seguindo, um dia de cada vez. Hoje é apenas um dia ruim. Outros, muito melhores, virão. #Quimioterapia #Autoaceitação #ForçaFeminina

Rumo a mais um dia de cura. Menos uma quimioterapia. Terceira sessão vencida. Hoje eu tenho uma notícia muito boa e muito animadora. Antes da quimioterapia, passei pela consulta com a minha médica e ela me disse que o nódulo sumiu completamente ao exame físico. O tratamento teve um resultado ainda melhor do que o esperado. Meus exames também estão ótimos. Minha imunidade está alta, não estou com anemia e minha médica disse que estou de parabéns pela forma como meu corpo reagiu. Ainda tenho um caminho pela frente e vou seguir todas as etapas do tratamento, mas hoje eu sei que estou caminhando rumo à cura. E quero dividir uma coisa que foi fundamental para mim desde o começo: eu não deixei que um diagnóstico de câncer mudasse completamente a minha vida. Eu não parei de trabalhar, não parei de lutar, não abandonei minha rotina e não passei a viver apenas em função da doença ou do tratamento. Coloquei tudo isso no lugar de mais uma coisa que eu preciso enfrentar, vencer e superar na minha vida. É claro que existe medo. É claro que existem dias difíceis. Mas eu continuo sendo quem sempre fui. Continuo com os meus compromissos, com as minhas lutas, com os meus sonhos e com a minha vontade de viver. Acredito que isso também tem feito diferença. Não permitir que a doença ocupe todos os espaços da nossa vida. Seguir em frente, respeitando o corpo, ouvindo os médicos, fazendo o tratamento corretamente, mas sem deixar de viver. Eu acredito em milagre, acredito na medicina, nos bons profissionais e na força que existe dentro da gente. Para quem está passando pelo mesmo, eu quero dizer: tenha força, não desista de você e não entregue toda a sua vida ao diagnóstico. Cuide da sua alimentação, da sua hidratação, da sua mente e siga vivendo. Uma sessão de cada vez. Um passo de cada vez. Mais uma vitória no caminho da cura. #Cura #Força #Superação

Tracklist Jul 13

Sam Neill, estrela de "Jurassic Park", faleceu hoje (13) aos 78 anos. Segundo a Variety, em 2022 o ator havia sido diagnosticado com um tipo de câncer no sangue que exigiria quimioterapia pelo resto da vida. Em abril deste ano, ele comunicou que estava livre da doença. https://t.co/z9kY7OY5C0 #SamNeill #JurassicPark #RIP

Uma coisa eu não vou deixar de fazer: falar sobre o meu tratamento oncológico. Não vou mesmo. Porque, além de me ajudar a botar pra fora, eu sei que também tem ajudado outras pessoas que estão passando por algo parecido. E uma parte curiosa do meu tratamento é que, ao contrário do que muita gente relata com a quimioterapia, eu não perdi o apetite. Pelo contrário: eu estou com MUITO apetite. Assustadoramente muito. Eu brinco que tenho uma anaconda no estômago. Vivo numa larica eterna. Eu como, como, como, como… parece que não tem fim. Só que, pra não cair em besteira, até porque mês passado eu passei mal depois de comer dois pastelzões, um doce e um salgado, eu tenho investido muito na minha alimentação. Tenho me alimentado como se eu fosse um bebê, uma criança em introdução alimentar, com imunidade baixa. Aquele cuidado mesmo: tudo muito bem limpo, higienizado, muita fruta, muito legume, verdura, proteína, suplemento indicado pelos médicos, claro, e muita água. Água aqui em casa virou prioridade absoluta. Eu já bebia bastante, mas agora bebo uns três a quatro litros por dia. O consumo de água está elevado a mil. Tenho seguido direitinho as orientações da nutricionista, e meu apetite está maravilhoso. Eu até fico assustada, porque eu como mesmo. Tem dia que é cuscuz, ovo, pão, uma cumbuca cheia de fruta com iogurte, chia, castanha, suplemento… e ainda passo o dia inteiro comendo bem. Fruta, legume, proteína, bolo de milho, leite, leite em pó, até com mucilon. Uma alimentação rica, simples, forte, natural, do jeito que o corpo precisa. E eu deixo esse relato pra quem está passando por algo parecido, porque eu sei que a falta de apetite atrapalha muito no tratamento. Procurem uma nutricionista, conversem com os médicos, vejam quais alimentos vocês conseguem ingerir melhor e quais suplementos são seguros e indicados pra vocês. No meu caso, o leite tem me ajudado muito. Me dá uma energia cabulosa. Quando eu acho que vou ficar mais fraca, vem o leite e me levanta. E eu acredito muito que essa energia toda que eu tenho sentido, mesmo fazendo quimioterapia, tem a ver com a alimentação. Então é isso: água, comida boa, o mais natural possível, nada de ultraprocessado, cuidado com o corpo e orientação médica sempre. Bora pra mais um dia rumo à cura. ❤️ #TratamentoOncológico #AlimentaçãoSaudável #ForçaNaLuta

Los enfermos de cáncer ya cobran menos por estar temporadas de baja para tratarse con quimioterapia u otros tratamientos. Ahora, Feijóo quiere que no cobren nada. Cree que son unos vagos y que se lo inventan. El PP, contra los enfermos y los currantes. #Cáncer #Salud #Derechos

Listen to @Gamito. And listen to me, as I'm only here continuing to annoy you because I had 16 sessions of chemotherapy plus 25 of radiotherapy and one surgery. Don't trust AI or IB (the intelligence of donkeys). (translated)

Rumo a menos uma quimioterapia. Cheguei aqui hoje e, graças a Deus, parece que não sobrou nenhum sintoma do que eu senti na semana passada. E aí bora tomar outra carga, né? Espero que seja como foi na última vez: tranquilo, sem grandes reações e com muita força. Queria compartilhar uma coisa que ainda vou relatar para a oncologista, mas que achei importante dividir aqui, porque talvez outras pessoas tenham passado pela mesma experiência. O meu nódulo era bem palpável antes da quimioterapia. Foi por isso que eu encontrei. Ele tinha cerca de dois centímetros, mais ou menos do tamanho de uma azeitona. Desde sexta-feira, comecei a perceber que já não conseguia achar ele com tanta facilidade. No começo achei que podia ser coisa da minha cabeça, mas fui observando. Na sexta, senti menor. No sábado também. Ontem, parecia do tamanho de um caroço de milho. Hoje, está muito difícil de encontrar. Eu sei que ele está ali, ainda consigo sentir uma pequena ondulação, mas ele já não tem a mesma forma e não está mais fácil de palpar como antes. Não sei dizer exatamente o que é. Pode ser efeito da quimio, pode ser uma resposta do corpo, pode ser muita coisa, e claro que vou conversar com a médica. Mas o fato é que eu sinto que ele diminuiu muito. Muito mesmo. E eu acredito muito em milagre. Acredito muito em oração. Tem tanta gente orando, pedindo, fazendo promessa, acendendo vela, mandando energia boa, mensagem, carinho e força. Eu só tenho a agradecer. Até aqui, está sendo mais tranquilo do que eu imaginei. Não é fácil, mas está sendo muito menos pior do que eu achei que seria. Estou bem, estou firme e estou indo rumo à cura. Os cabelos ainda estão aqui. Eu gostaria muito que eles ficassem, mas se eles forem, eu também já estou elaborando isso por aqui. Não vai ser fácil, mas tudo bem. O mais importante é que eu vou sair curada. Tenho certeza que vai dar tudo certo. Na verdade, já deu. #Quimioterapia #Cura #Esperança

Fiz questão de receber no Palácio do Planalto a Márcia, paciente com câncer que foi humilhada por um prefeito bolsonarista por cobrar dele medicamentos para o tratamento. O prefeito de Campo Limpo Paulista chamou ela de “calvinha”, em referência à perda de cabelo pela quimioterapia. Vergonhoso. Estamos contigo, Márcia! #Justiça #Saúde #Solidariedade

20 minutos Jul 2

La modelo e influencer Nara Smith ha compartido, visiblemente afectada, que su hija de dos años, Whimsy Lou, ha sido diagnosticada con cáncer y ha comenzado un tratamiento de quimioterapia tras una difícil odisea médica y numerosas pruebas que revelaron la enfermedad. #NaraSmith #CáncerInfantil #Quimioterapia

La modelo e 'influencer' Nara Smith, rota de dolor, revela que su hija de dos años padece cáncer