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#Sindicatos

A Comissão Europeia reconhece as críticas aos novos estatutos da agência Lusa, apontando que podem ameaçar sua autonomia editorial e destacando a necessidade de monitorização do seu modelo de governação, especialmente em face das preocupações expressas por sindicatos e trabalhadores sobre a influência do Estado na gestão da agência. #ComissãoEuropeia #LiberdadeDeImprensa #Lusa

Bruxelas reconhece críticas a estatutos da Lusa

Os Correios viraram retrato do aparelhamento do governo Lula: gestão política, prejuízo bilionário e conta no colo do povo. Estatal deve servir à sociedade, não a sindicatos, amigos e cúmplices do PT. O Brasil precisa de gestão séria! Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/AGMsMsH99t #Brasil #Política #GestãoSéria

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Andy Burnham ha sido proclamado líder del Partido Laborista británico tras obtener el apoyo mayoritario de sus miembros y sindicatos, y asumirá el cargo de primer ministro en un contexto en el que advierte que ésta es la última oportunidad que tenemos para combatir el avance de la ultraderecha y revitalizar el partido, enfocándose en una agenda de descentralización del poder. #AndyBurnham #PartidoLaborista #Descentralización

Andy Burnham, proclamado líder del Partido Laborista británico en sustitución de Starmer: "Ésta es la última oportunidad que tenemos"

El Banco Santander ha alcanzado un acuerdo con los sindicatos que permitirá prejubilaciones a partir de los 55 años, ofreciendo hasta el 95% de la pensión a unos 5.000 empleados, con la posibilidad de que entre 2.500 y 3.000 de ellos abandonen voluntariamente su puesto en los próximos dos años y medio. #BancoSantander #prejubilaciones #sindicatos

El Banco Santander ofrecerá prejubilaciones a partir de 55 años con hasta el 95% de la pensión

A Nota Sem Rosto Como um exame deixou de ter aluno, e passou a ter apenas respostas Imagine um pai a tentar explicar ao filho, na véspera do exame, uma regra nova: se a resposta certa for escrita na página errada do caderno, vale zero. Não é um exagero pedagógico. É, literalmente, a instrução oficial deste ano. E a razão para essa exigência quase absurda de precisão revela, melhor do que qualquer discurso oficial, o que mudou de facto na forma como Portugal avalia os seus jovens: já não é um professor a ler um exame. É uma máquina a decidir para onde vai cada resposta — e, se a resposta estiver no sítio errado, simplesmente deixa de existir para efeitos de nota. Vale a pena perceber a mecânica com um exemplo simples. Imagine um exame com vinte perguntas, feito por trezentos alunos — seis mil respostas, ao todo. Com sessenta professores disponíveis para corrigir, o modelo antigo distribuiria os alunos: cada professor receberia o exame completo de cinco alunos, do princípio ao fim. O modelo novo faz o oposto: distribui as perguntas. Cada professor fica responsável por uma pergunta específica — a número sete, digamos — e corrige essa mesma pergunta em cem alunos diferentes. No total, corrige as mesmas cem respostas que corrigiria antes; mas nunca vê o exame completo de ninguém. É essa fragmentação, e não a digitalização em si, que está no centro da polémica deste Verão. Nem todas as perguntas passam por este processo, importa dizê-lo. As de escolha múltipla — preencher o círculo certo — são lidas e corrigidas inteiramente pela máquina, sem qualquer professor envolvido, tal como um teste de bolinhas tradicional. Só as perguntas de desenvolvimento, onde o aluno escreve por extenso, é que são digitalizadas e distribuídas aos classificadores humanos. E é justamente aí, nessa distribuição, que apareceram os erros mais graves deste ano: folhas de continuação cortadas a meio, itens de um aluno a aparecerem trocados com os de outro, professores a receberem, sem explicação, perguntas de disciplinas que nunca leccionaram. Há uma boa imagem portuguesa para o que se perde neste modelo: um painel de azulejos. Cada azulejo, sozinho, é só uma mancha de cor sem sentido — um losango azul, um traço branco. É preciso ver o conjunto, a parede inteira, para perceber que ali está um barco, uma cena de caça, uma figura religiosa. O exame de um aluno é isso: um conjunto de respostas que só ganham sentido lidas em conjunto, como percurso de uma pessoa — onde acertou por saber, onde errou por distracção, onde revelou uma lacuna de base. O modelo actual entrega a cada professor um azulejo de cada vez, tirado de painéis diferentes, sem nunca lhe mostrar a parede. Corrige-se o azulejo. Já não se lê o quadro. Especialistas em avaliação educativa há muito que alertam para este tipo de perda: a avaliação fragmentada por item pode ganhar em uniformidade de critério, mas sacrifica quase sempre a capacidade de dar um feedback que ajude o aluno a perceber, verdadeiramente, onde e porque falhou — porque já ninguém, no final da linha, tem uma visão de conjunto para lho explicar. Um director de escola resumiu bem a diferença entre o problema antigo e a solução nova, ao ser confrontado com a polémica: no sistema anterior "há sempre erros pontuais", mas "são sempre resolvidos". Não havia, até este ano, adiamentos nacionais de notas nem pedidos de intervenção da Justiça por parte de sindicatos. E o mais incómodo de toda esta história é que o aviso já tinha sido dado, com um ano de antecedência. Em 2025, o mesmo modelo foi testado num projecto-piloto, só com o exame de Filosofia — pouco mais de 23 mil provas, um décimo do volume deste ano. Os professores desse piloto relataram, já então, exames que desapareciam do sistema, folhas em branco ou completamente pretas, respostas cortadas a meio, itens trocados entre alunos. O Ministério classificou esse piloto como "muito positivo" e decidiu alargá-lo, no ano seguinte, a todas as disciplinas do secundário — um salto de vinte para trezentas mil provas, sem que nada do que já se sabia estar por resolver tivesse sido, de facto, resolvido. A resposta às falhas seguiu, semana após semana, o mesmo guião: negar primeiro, admitir depois. O ministro garantiu ao Parlamento que a maioria dos relatos de erro eram falsos — e teve de recuar dias depois, quando confirmou publicamente que cerca de 30% das provas tinham, de facto, erros de digitalização. Garantiu que nenhum aluno seria prejudicado, ao mesmo tempo que o prazo de entrega das notas era adiado. Garantiu segurança total do sistema, horas depois de a plataforma ter estado suspensa por uma falha grave, com uma consultora externa chamada às pressas para ajudar a resolvê-la. E, numa intervenção que resume talvez melhor do que qualquer crítica externa o espírito de todo o processo, disse aos deputados que era preciso "experimentar, testar e falhar" — uma filosofia perfeitamente razoável para um protótipo em fase de testes, bem mais discutível quando o que está em jogo é o acesso de 166 mil jovens ao ensino superior. Não escrevo isto para condenar a digitalização em si — há, nela, ganhos reais de consistência que seria injusto ignorar. Escrevo-o porque um sistema já reprovado num piloto do ano anterior foi, ainda assim, alargado à pressa a todo o país, e porque a fragmentação da correcção, por muito bem-intencionada que seja a sua lógica, retira a quem avalia a única coisa que devia estar sempre presente numa escola: a visão de uma pessoa inteira, não de uma sucessão de respostas soltas. Um exame, no fundo, devia ser uma conversa adiada entre um aluno e alguém que o lê por inteiro. O que temos agora é um mosaico corrigido às cegas, azulejo a azulejo, por gente que nunca chega a recuar o suficiente para ver a parede. #educação, #exames nacionais, #avaliação educativa, #correcção digital, #Portugal, #escola, #professores, #IAVE, #EduQA

Governo, patrões e sindicatos se reunirão amanhã pela primeira vez após a rejeição da reforma laboral, com a Ministra do Trabalho afirmando que é hora de ouvir os parceiros sociais sobre a mudança na lei do trabalho. #ReformaLaboral #ConcertaçãoSocial #Governo

19h. Governo, patrões e sindicatos encontram-se amanhã

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Rentas. 7d

Es sindicalista, dirige SIPRO UNIAMAZONIA es el presidente de ese sindicato. Acá todo del Sr FRANKLIN GAMBOA TABARES https://t.co/cHblh7hvOT #Sindicatos #DerechosLaborales #Unión

Esther Palomera: "De qué paguitas habla, porque la Iglesia todavía está financiada en parte por el Estado español" Ella cobra su paguita de RTVE, su hijo del PSOE, y los sindicatos, ONG, chiringuitos zurdos... https://t.co/lNBuo2USU1 #Política #Iglesia #España

Los 23.000 trabajadores del grupo Volkswagen en España están a salvo de despidos inminentes, gracias al aumento de producción y contratación en las plantas de Seat y Navarra, aunque los sindicatos alertan sobre el riesgo de perder la asignación de futuros modelos eléctricos debido a la reestructuración en Alemania. #Volkswagen #Empleo #CochesEléctricos

Los 23.000 trabajadores del grupo Volkswagen en España se salvan (por ahora) de la traumática reconversión

Volkswagen čelí odmítání ze strany odborů ohledně plánovaného redukčního programu, který má zahrnovat propouštění až 100.000 zaměstnanců a uzavření čtyř továren, což vede k napětí mezi vedením a pracovníky a vyvolává protesty v celém Německu. #Volkswagen #empleo #sindicatos

El gran recorte de 100.000 empleos de Volkswagen choca con los representantes sindicales

Estimates from teacher unions and family groups indicate that 99% of classrooms in schools and institutes in Spain lack air conditioning in summer. (translated)

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La crisis de las bajas médicas en España, que ha llevado a un aumento significativo de los absentismos desde la pandemia, genera un intenso debate entre el Gobierno, la oposición, la patronal y los sindicatos sobre sus causas, desde el envejecimiento y problemas de salud mental hasta la reforma laboral de 2021, mientras que no existe un consenso claro sobre el fraude en el sistema. #BajasMédicas #Absentismo #SaludLaboral

¿Enfermedad o fraude? Las claves de la crisis de las bajas médicas: del envejecimiento a la salud mental... y el impacto de la reforma laboral
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El PP ha modificado su propuesta para abordar el absentismo laboral y sugiere incentivos para reducirlo, tras criticar las bajas médicas fraudulentas y abogar por recortes en las prestaciones a trabajadores que reciben el 100% de su salario durante estas bajas, mientras el Gobierno y los sindicatos responden con fuertes críticas a sus planteamientos. #AbsentismoLaboral #PP #NegociaciónColectiva

El PP reformula su propuesta y plantea incentivos para reducir el absentismo tras defender recortes en las bajas fraudulentas

TARIFA? SE VIER É CULPA DO LULA Gráfico: aprovação de Lula sobe em julho/2025, mês que EUA tarifou o Brasil. Como a corrida eleitoral está disputada entre Lula e @FlavioBolsonaro, Lula torce para a aplicação de novas tarifas, o que ele imagina lhe dará a chance de mentir e emplacar a narrativa de que Flávio pediu a Trump para tarifar o Brasil, quando ocorreu justamente o contrário. As chances de tarifas são reais, pois elas vem sugeridas pelo USTR, órgão técnico, não político e sua fundamentação é baseada nas condutas do governo Lula e STF/Moraes de, principalmente: -Censura -Falta de combate à corrupção -Desmatamento -Violações de propriedade intelectual (pirataria) -Etc Na audiência de ontem Flávio foi diferenciado, pois os representantes de sindicatos e entidades empresariais, via de regra, expuseram argumentos técnicos, que são tão verdadeiros como já conhecidos e quase sempre culminavam em “é preciso abrir um canal bilateral de diálogo entre os governos de Brasil e EUA para se resolver os conflitos”. Ora, é justamente este canal que Lula fecha propositalmente. Na audiência esta conduta do PT ficou ainda mais escancarada com o não envio de sequer um único representante do governo Lula à audiência que trata das tarifas, pauta que ele sempre afirma ser importantíssima. O que estaria fazendo de mais importante o presidente da APEX? O ministro de indústria e comércio? Ou qualquer outro aspone internacional deste governo? Nem as agendas eles divulgaram, talvez para evitar mesmo este constrangimento. Assim, Flávio consagra-se como um estadista, legitimamente preocupado com os anseios dos brasileiros, ele não perguntou na bancada de expoentes qual seria a cor partidária de cada um deles. Ainda por cima, Flávio de última hora adiou seu retorno ao Brasil, cancelando evento marcado em Pernambuco, para participar de mais reuniões e bastidores com autoridades americanas virando a não tarifação do Brasil. Se estas tarifas não forem aplicadas, o motivo tem nome e sobrenome: Flávio Bolsonaro. #Tarifas #Brasil #Política

Pedro Sánchez rechaza intervenir en el conflicto de la huelga de médicos y remite a los sindicatos a negociar directamente con el Ministerio de Sanidad, lo que ha generado el descontento de los facultativos que acusan al presidente de no mostrar interés por resolver la situación. #HuelgaMédica #PedroSánchez #EstatutoMarco

Pedro Sánchez rechaza intervenir para frenar la huelga de médicos

"Social concertation" = having fictitious unions and employers, funded with public subsidies, to be able to take a photo with them and say that you have agreed with the "social agents" something you want to approve. (translated)

El presidente del Gobierno español, Pedro Sánchez, ha rechazado mediar en el conflicto médico, delegando la responsabilidad en el Ministerio de Sanidad, lo que ha generado críticas de los sindicatos que acusan a Sánchez de no mostrar preocupación por la crisis y de eludir su responsabilidad en la resolución del paro indefinido que se prevé para el otoño. #ConflictoMédico #HuelgaIndefinida #SanidadPública

Sánchez rechaza mediar en el conflicto médico y los sindicatos le afean que "se ponga de perfil": "No hay un ápice de preocupación"
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El pacto entre PP y Vox en Andalucía, que implica una reducción del 50% en las subvenciones a sindicatos y organizaciones empresariales, amenaza la concertación social y ha generado un fuerte rechazo entre las principales organizaciones sindicales, como UGT y CCOO, que ya enfrentan una deuda millonaria con la Junta derivada de un fraude en el pasado. #Andalucía #Subvenciones #Sindicatos

El pacto PP-Vox amenaza la concertación social en Andalucía: El tijeretazo del 50% en las subvenciones pone en pie de guerra a los sindicatos

Los sindicatos CCOO y UGT han creado un fondo de solidaridad de cuatro millones de euros para compensar el salario de sus afiliados en huelga, con el objetivo de fortalecer la negociación colectiva y aumentar los salarios, mientras exigen al Gobierno la aprobación del registro horario antes del 31 de julio. #Salarios #Huelgas #Sindicato

CCOO y UGT lanzan un fondo con cuatro millones para compensar el salario de trabajadores en huelga