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Iga Świątek z awansem do trzeciej rundy ✅ Nasza reprezentantka pewnie wygrała pierwszego seta, grała bardzo solidny tenis. W drugiej partii wkradło się o wiele więcej niewymuszonych błędów, w dodatku Sara Bejlek podniosła swój poziom i spotkanie się wyrównało. Na szczęście Polka przetrwała niezwykle istotny szósty gem i pognała po zwycięstwo. Kolejną rywalką 8. rakiety świata podczas WTA 1000 w Toronto będzie rozstawiona z "31" Donna Vekic albo Viktorija Golubic. 📸 IG/National Bank Open | #NBO26 | #zkortu #Świątek #WTA #tenis

John Kennedy desbanca Hulk e assume titularidade no ataque do Fluminense. ALGUNS DOS MOTIVOS: • Mobilidade e velocidade ao ataque; • Artilharia e efetividade; • Xodó da torcida; • Entrosamento com os companheiros; • Destaque no jogo de ida, contra o Vasco. Recém-contratado, Hulk não tem conseguido dar ritmo às jogadas como John Kennedy e deixou a desejar em outros aspectos, como a baixa efetividade nas finalizações. Ao final do jogo contra o Bahia, o camisa 7 saiu vaiado por torcedores tricolores no Maracanã. 🗞️ @geglobo 📸 Lucas Merçon/FFC #Fluminense #Futebol #JohnKennedy

¡Ya juega la Reserva! Con estos 11, River visita a Gimnasia en Mendoza por la fecha 3 del #TorneoProyección Clausura 2026 ⚽ 📺 https://t.co/Km2TMH0aax #VamosRiver ⚪🔴⚪ https://t.co/txP1oUUpAv #TorneoProyección #RiverPlate #Fútbol

💣 OSMAR STABILE TERÁ DOIS DEPOIMENTOS EM DIAS CONSECUTIVOS NO MINISTÉRIO PÚBLICO‼️ O presidente do Corinthians, Osmar Stabile, terá uma semana decisiva no âmbito das investigações conduzidas pelo Ministério Público de São Paulo. Conforme apurado pelo BlogdoMacedo, está agendado para o próximo dia 6 de agosto o depoimento de Stabile no inquérito que investiga o caso envolvendo a empresa de segurança Mega Assessoria. A oitiva será conduzida pelo promotor Cássio Roberto Conserino, responsável pela condução das investigações relacionadas ao caso. Já no dia 7 de agosto, Osmar Stabile voltará ao Ministério Público para prestar novo depoimento, desta vez ao promotor Luiz Ambra Neto. A oitiva faz parte do procedimento que apura a situação administrativa do Corinthians e que poderá embasar um eventual pedido de intervenção judicial no clube, caso o Ministério Público entenda que existem elementos suficientes para essa medida. Os dois depoimentos ocorrem em investigações distintas, mas colocam o presidente Corinthiano no centro de procedimentos relevantes conduzidos pelo Ministério Público. A expectativa é de que os esclarecimentos prestados por Stabile possam contribuir para o avanço das apurações, tanto no caso envolvendo a Mega Assessoria quanto no procedimento que analisa a gestão do clube e a possibilidade de uma intervenção judicial. O desenrolar das oitivas poderá representar um passo importante para os rumos das investigações, que seguem acompanhadas de perto por conselheiros, associados e torcedores do Corinthians. #BlogdoMacedo Apoio: #1908CoffeeStation #Corinthians #MinistérioPúblico #Justiça

Widzę że rozpisującym się tutaj białym mewom trzeba łopatologicznie. Koleś jest ikoną wszystkiego czego w kibolstwie zwykli ludzie nienawidzą. Koleś naruszył nietykalność cielesną piłkarza (Rzeźniczaka), wtargnął na boisko w Bydgoszczy. W społecznym odczuciu sprawiedliwości taki człowiek już nigdy nie powinien wejść na stadion piłkarski. Wchodzi dzięki dziurawym przepisom i niesamowitemu wsparciu politycznemu. Teraz wisienką na torcie jest akt łaski Nawrockiego. Zobaczymy czy ten akt spowoduje, że już więcej o tym kolesiu nie usłyszymy w mediach. #kibolstwo #bezpieczeństwo #socjalsportu

❌💰NO se espera un aumento salarial significativo para Ferran Torres, ya que el Barça considera que su salario actual está perfecto. [Vía @ffpolo ] https://t.co/EZy0dyGAnG #FerranTorres #FCBarcelona #Salario

☎️ Algunos ejecutivos dentro del Barça creen que Ferran Torres está intentando sacar el máximo provecho de su situación actual de máxima popularidad para conseguir un contrato mejor en el Barça, que dejará salir a Ferran si él quiere. [Vía @ffpolo ] https://t.co/YOKD816CO0 #FCBarcelona #FerranTorres #Fútbol

Una giornata in memoria di Enzo Tortora: c'è l'ok della Camera ma il campo largo si astiene. La figlia Gaia: “Fate pena”https://t.co/TkgwL4CNuT #EnzoTortora #memoria #politica

Astenersi sulla giornata per le vittime degli errori giudiziari e la memoria di Enzo Tortora pur di non scontentare l'ANM è qualcosa di agghiacciante. Questa è la sinistra di oggi: servile verso i magistrati, sorda alla giustizia vera e incapace di provare vergogna. #Giustizia #DirittiUmani #Memoria

In Iran, the repression of opponents is intensifying with up to two executions per day, bringing the total number of executions to 886 since the beginning of the year, according to the NGO Iran Human Rights, while summary trials and confessions obtained under torture raise concerns about the respect for fundamental rights. (translated)

"Il y a jusqu'à deux pendaisons par jour" : en Iran, les exécutions se multiplient pour réprimer les opposants

Jak dotąd oferta za Ferrana Torresa od PSG nie wpłynęła i niektórzy wątpią, że kiedykolwiek się pojawi. Wpływowe osobistości w FC Barcelonie nie wykluczają, że prawdziwym celem Ferrana jest wykorzystanie swojej obecnej popularności do zapewnienia sobie bardziej lukratywnego przedłużenia kontraktu więc panuje spokój. Klub nie zamierza ruszyć się ani o cal ze swojej ugruntowanej pozycji. Barça jasno daje do zrozumienia, że ​​na niego liczy, ale w ramach ustalonych warunków sportowych i pensji. W związku z tym zarząd uważa, że ​​pensja Torresa jest współmierna do jego roli w drużynie i w oczach trenera, a zatem nie oczekuje się znaczącego wzrostu pensji w żadnej przedstawionej mu propozycji. Plan działania jest ustalony i tylko 🇪🇸 może go zmienić, jeśli zdecyduje się odejść i przedstawi ofertę, która przekona Laportę i Deco. Jeśli PSG jest zainteresowane, mają pieniądze, by przekonać niemal każdego. [@ffpolo - @mundodeportivo] (1️⃣) #FCBarcelona #FerránTorres #PSG

Quando competências constitucionais são ultrapassadas e exceções se tornam regra, a insegurança jurídica afasta investimentos, compromete empregos e enfraquece a democracia. A partir de 2027, o Brasil precisará de um Senado forte e independente para restabelecer o equilíbrio entre os Poderes. Sem segurança jurídica, não há investimento. Sem equilíbrio entre os Poderes, não há democracia. #SegurançaJurídica #Democracia #Investimentos

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

. @FlavioBolsonaro construiu sua trajetória política muito antes de chegar ao Senado. Formado em Direito, estagiário da defensoria pública no presídio de Bangú, no Rio de Janeiro, advogado, com especializações em Ciência Política, Políticas Públicas e Empreendedorismo, empresário, iniciou sua vida pública aos 21 anos, tornando-se um dos deputados estaduais mais jovens eleitos da história do estado. Foram 16 anos consecutivos na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, período em que concentrou sua atuação em temas como segurança pública, administração penitenciária, defesa civil e fortalecimento da família, além de presidir a Comissão de Segurança Pública na Alerj, berço da ideologia esquerdista no Brasil. Em 2018, foi eleito senador pelo Rio de Janeiro como o candidato mais votado para a vaga em disputa. No Senado, tem atuado em pautas relacionadas à segurança pública, liberdade de expressão, defesa das prerrogativas do Parlamento, economia, redução da burocracia, fortalecimento do empreendedorismo e do pacto federativo. Ao longo de mais de duas décadas de vida pública, consolidou uma trajetória marcada por sucessivas eleições e pela defesa das bandeiras que sempre apresentou aos seus eleitores, tornando-se uma das principais lideranças da direita brasileira, mesmo que todo o sistema insista em apagar também sua trajetória, assim como fazem com @jairbolsonaro ! Seguimos! #Política #SegurançaPública #Empreendedorismo

A 44-year-old man, Galymzhan Abaildayev, jumped naked from the Brooklyn Bridge tower, surviving a fall of about 85 meters, but now he faces five charges while the police continue to search for motivations for his actions. (translated)

Uomo si lancia nudo dalla torre del ponte di Brooklyn: il salto di 85 metri che ha paralizzato New York

A legionella outbreak has been reported in Basel, which has already caused one death and 26 cases, with authorities investigating office cooling towers as a possible source of contamination. (translated)

Focolaio di legionella a Basilea, un morto 26 casi: “Verifiche su torri di raffreddamento per uffici”

SI TORNA SEMPRE DOVE SI È STATI BENE 💙🥇🇮🇹 Ci sono luoghi che restano nel cuore. Per Ginevra Taddeucci, la Senna è uno di questi. Due anni dopo il bronzo olimpico, l’azzurra torna a Parigi e si aggiudica il titolo europeo nella 10 km in 2h07'49"9. 📸 @DBM_Media https://t.co/Sx0JzEZtfR #Olimpiadi #Sport #Corsa

Huomaatko miten valikoivasti kohistaan EU-politiikasta. Kun Suomi heinäkuussa torppasi Espanjan vaatimuksen uudesta EU:n yhteisvelasta, Espanjassa nousi mölinä. Suomessa liki täysi hiljaisuus. Eikö tullut mainehaittaa? Vai onko normitila, että etelä tahtoo rahamme? 1/2 #EUpolitiikka #Suomi #rahapolitiikka

Sabe o que é baderna, @tarcisiogdf? Milhares de passageiros correrem o risco de morrerem carbonizados porque você privatizou a CPTM. Milhares de paulistas receberem água podre na torneira porque você privatizou a SABESP. O povo de um estado inteiro pagar mais caro por serviços piores. Trabalhadores que dedicaram uma vida inteira a atender a população perderem a estabilidade no emprego e ficarem à mercê dos seus amigos empresários, que só pensam no lucro. Isso é baderna! Se pra você governar é entregar o patrimônio do povo, assuma sua incompetência, deixe o cargo e não volte nunca mais. O povo de São Paulo agradecerá! #Privatização #CPTM #SABESP

Piccola storia triste. Questa mattina @Montecitorio ha approvato la giornata in memoria di Enzo #Tortora e di tutte le vittime di #errorigiudiziari ebbene #PD #M5S #AVS si sono astenuti. Immagino l’abbiano fatto per non irritare #ANM davvero imbarazzante questa sudditanza. Non so come facciano a non provare vergogna. #giustizia #memoria #dirittiumani