Given my job, I should be able to know how to communicate with my relatives, but I know that if I try to contact them, they will have problems with the police... If they are still alive, of course. Ibrahim, a computer engineer living in Istanbul, has not heard from his parents since 2016. “Given my job, I should be able to know how to communicate with my relatives, but I know that if I try to contact them, they will have problems with the police... If they are still alive, of course,” he says. #Uigures #Exilio #DerechosHumanos (translated)
The article explores the difficult life in exile of the Uyghur ethnic group in Turkey, where they face uncertainty, nostalgia for their homeland, and fear of repression due to the diplomatic rapprochement between Turkey and China, along with the lack of news about their relatives in their original home. #Uigures #Exilio #DerechosHumanos (translated)

En el Líbano crece el temor a una posible infiltración de terroristas chechenos y uigures desde Siria para combatir a Hizbolá, especialmente tras la visita del ministro de Asuntos Exteriores sirio, Asaad al Shaibani, que ha despertado preocupaciones sobre la lealtad suní hacia Siria en contraposición a la influencia chií. #Líbano #Hizbolá #Siria

Há um padrão que começa a ser difícil de ignorar. Comentadores que exigem contenção absoluta a Israel explicam, com compreensão quase académica, a violência de actores que nem sequer reconhecem o direito do outro lado existir. Os mesmos que pedem proporcionalidade a uma democracia tratam o terrorismo como “contexto”. Há quem “descubra” causas para o 7 de Outubro, mas não encontre palavras para o condenar sem reservas. Quem veja “ocupação” em tudo, menos naquilo que de facto o é. Quem convoque o direito internacional apenas quando ele serve uma narrativa já escolhida. E depois há o silêncio selectivo. A energia moral que enche estúdios e praças desaparece quando o tema são os uigures, o Sudão ou a repressão pura e simples onde não há câmaras nem custos políticos. A régua não muda com o sofrimento. Muda com o alvo. Nada disto é novo. Eric Hoffer resumiu-o há décadas numa ideia desconfortável: há exigências que o mundo faz aos judeus que não faz a mais ninguém. Isto já não é apenas incoerência. É um padrão. E quando a política externa começa a ser feita à medida de maiorias internas e de equilíbrios frágeis, o resultado é previsível: princípios flexíveis, indignação calibrada e uma linguagem que muda conforme a conveniência. O problema não é haver crítica. É quando ela deixa de obedecer a critérios e passa a obedecer a alinhamentos. E isso, mais cedo ou mais tarde, deixa de dizer alguma coisa sobre o conflito. Passa a dizer tudo sobre quem comenta. #Justiça #DireitosHumanos #Conflito