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💣 ATUALIZAÇÃO: PLANILHA DO CORINTHIANS REVELA COMPRAS DE TONELADAS DE INSUMOS PARA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS E TAMBÉM MILHÕES DE REAIS EM COMPRAS DE COMIDAS PRONTAS E LEVANTA QUESTIOMANENTOS‼️ Por Blogdomacedo Uma análise detalhada e atualizada da planilha de despesas com alimentação do Corinthians revela R$ 4.082.247,18 em gastos no período analisado. O levantamento mostra uma estrutura que envolve praticamente toda a cadeia de alimentação do clube: compra de arroz, feijão, macarrão, ovos, leite, farinha, óleo, temperos, frutas, verduras, legumes e carnes, além da contratação de empresas que fornecem refeições, marmitas, cafés da manhã, lanches e alimentação semanal. E é justamente essa combinação que levanta uma pergunta que merece ser respondida pelo Corinthians: Quanto custa produzir uma refeição dentro do clube e quanto custa comprar essa mesma refeição pronta de terceiros? A planilha não permite afirmar que exista irregularidade ou duplicidade. Mas permite identificar uma aparente sobreposição entre compra de matéria-prima para produção interna e contratação recorrente de alimentação pronta. HORTIFRÚTI: R$ 443 MIL EM UMA PLANILHA SEPARADA Um dos principais fornecedores é a Hortifrutícola Tinem. Na segunda aba da planilha, separada especificamente para análise dos gastos com hortifrúti, aparecem R$ 443.381,76 em despesas. A Tinem aparece com vários lançamentos envolvendo frutas, verduras, legumes e outros produtos. Entre os itens estão bananas, maçãs, laranjas, abacaxis, melões, mamões, mangas, uvas, melancias, tomates, batatas, brócolis, alfaces, cenouras e outros produtos utilizados na preparação de alimentos. Também aparecem registros de “TEMPERO”, que chamam atenção pelo volume financeiro. Na semana passada o Corinthians explicou que são produzidos mais de 600 refeições por dia na cozinha do CT para todas as categorias, e afirmou que o alto valor do item "Temperos" foi um erro de descrição do fornecedor. Sabemos que o Corinthians possui estrutura própria de cozinha e alimentação. Portanto, uma pergunta legítima é: Quanto dessa matéria-prima é transformada em refeições dentro do próprio clube e quanto é comprado de terceiros? ARROZ, FEIJÃO, MACARRÃO E OUTROS INSUMOS O levantamento também identificou uma série de produtos básicos utilizados para preparação de alimentos. Entre eles estão: - arroz; - feijão; - macarrão; - farinha; - óleo; - azeite; - açúcar; - leite; - ovos; - temperos; - molhos; - extratos; - outros produtos de despensa. São produtos que não representam uma refeição pronta, mas sim ingredientes utilizados na preparação de refeições. Isso é importante porque mostra que o Corinthians não depende exclusivamente de empresas terceirizadas para alimentar seus atletas. Existe também uma estrutura de aquisição de matéria-prima. A questão, portanto, passa a ser entender qual é a proporção entre o que o clube produz e o que compra pronto. E AS CARNES? Outro capítulo importante da planilha é o gasto com proteínas. No levantamento dos produtos identificáveis como carne bovina in natura, foram encontrados aproximadamente R$ 484.912,17 em compras. Entre os principais cortes aparecem: - filé-mignon; - alcatra; - contra-filé; - maminha; - picanha; - fraldinha; - coxão mole; - coxão duro; - patinho; - lagarto; - acém; - carne seca; - entre outros. O maior fornecedor é a Smartfrig Comercial de Carnes, considerando as duas grafias da razão social existentes na planilha. Somadas, as duas identificações da Smartfrig representam aproximadamente R$ 374.853,64 em carnes bovinas identificáveis. Na sequência aparece a B.B. Distribuidora de Carnes, com aproximadamente R$ 98.106,30 em produtos bovinos identificáveis. Também aparecem compras de carne bovina com: - Apetito Foods — aproximadamente R$ 6.813,37; - Michele Ramundo — aproximadamente R$ 4.310,46; - Frimesa — aproximadamente R$ 828,40..... Segue a publicação no próximo post, siga o fio...👇👇👇 #Corinthians #Alimentação #Esporte

TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS "Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança. Eu não ponho flores neste cemitério. Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos. No meio havia meia dúzia de burgueses esclarecidos, exilados ou educados no estrangeiro, alguns com apelidos que os protegiam, e havia uma classe indistinta constituída por remediados. Uma pequena burguesia sem poder aquisitivo nem filiação ideológica a rasar o que hoje chamamos linha de pobreza. Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós. Numa rua de cidade havia uma mercearia e uma taberna. Às vezes, uma carvoaria ou uma capelista. A mercearia vendia açúcar e farinha fiados. E o bacalhau. Os clientes pagavam os géneros a prestações e quando recebiam o ordenado. Bifes, peixe fino e fruta eram um luxo. A fruta vinha da província, onde camponeses de pouca terra praticavam uma agricultura de subsistência e matavam um porco uma vez por ano. Batatas, peras, maçãs, figos na estação, uvas na vindima, ameixas e de vez em quando uns preciosos pêssegos. As frutas tropicais só existiam nas mercearias de luxo da Baixa. O ananás vinha dos Açores no Natal e era partido em fatias fininhas para render e encharcado em açúcar e vinho do Porto para render mais. Como não havia educação alimentar e a maioria do povo era analfabeta ou semianalfabeta, comia-se açúcar por tudo e por nada e, nas aldeias, para sossegar as crianças que choravam, dava-se uma chucha embebida em açúcar e vinho. A criança crescia com uma bola de trapos por brinquedo, e com dentes cariados e meia anã por falta de proteínas e de vitaminas. Tinha grande probabilidade de morrer na infância, de uma doença sem vacina ou de um acidente por ignorância e falta de vigilância, como beber lixívia. As mães contavam os filhos vivos e os mortos era normal. Tive dez e morreram-me cinco. A altura média do homem lusitano andava pelo metro e sessenta nos dias bons. Havia raquitismo e poliomielite e o povo morria cedo e sem assistência médica. Na aldeia, um João Semana fazia o favor de ver os doentes pobres sem cobrar, por bom coração. Amortalhado a negro, o povo era bruto e brutal. Os homens embebedavam-se com facilidade e batiam nas mulheres, as mulheres não tinham direitos e vingavam-se com crimes que apareciam nos jornais com o título ‘Mulher Mata Marido com Veneno de Ratos’. A violação era comum, dentro e fora do casamento, o patrão tinha direito de pernada, e no campo, tão idealizado, pais e tios ou irmãos mais velhos violavam as filhas, sobrinhas e irmãs. Era assim como um direito constitucional. Havia filhos bastardos com pais anónimos e mães abandonadas que se convertiam em putas. As filhas excedentárias eram mandadas servir nas cidades. Os filhos estudiosos eram mandados para o seminário. Este sistema de escravatura implicava o apartheid. Os criados nunca dirigiam a palavra aos senhores e viviam pelas traseiras. O trabalho infantil era quase obrigatório porque não havia escolaridade obrigatória. As mulheres não frequentavam a universidade e eram entregues pelos pais aos novos proprietários, os maridos. Não podiam ter passaporte nem sair do país sem autorização do homem. A grande viagem do mancebo era para África, nos paquetes da guerra colonial. Aí combatiam por um império desconhecido. A grande viagem da família remediada ao estrangeiro era a Badajoz, a comprar caramelos e castanholas. A fronteira demorava horas a ser cruzada, era preciso desdobrar um milhão de autorizações, era-se maltratado pelos guardas e o suborno era prática comum. De vez em quando, um grande carro passava, de um potentado veloz que não parecia sujeitar se à burocracia do regime que instituíra uma teoria da exceção para os seus acólitos. O suborno e a cunha dominavam o mercado laboral, onde não vigorava a concorrência e onde o corporativismo e o capitalismo rentista imperavam. Salazar dispensava favores a quem o servia. Não havia liberdade de expressão e o lápis da censura aplicava-se a riscar escritores, jornalistas, artistas e afins. Os devaneios políticos eram punidos com perseguição e prisão. Havia presos políticos, exilados e clandestinos. O serviço militar era obrigatório para todos os rapazes e se saíssem de Portugal depois dos quinze anos aqui teriam de voltar para apanhar o barco da soldadesca. A fé era a única coisa que o povo tinha e se lhe tirassem a religião tinha nada. Deus era a esperança numa vida melhor. Depois da morte, evidentemente." Clara Ferreira Alves in "A Pluma Caprichosa", jornal Expresso.

VOX 🇪🇸 Jul 7

🔴 @Santi_ABASCAL sobre Feijóo: "Hemos visto un PP que estaba a por uvas frente a un gobierno criminal, que mantiene pactos con el PSOE en Bruselas y en Ceuta, y que ha llegado a acuerdos con el PSOE en el Tribunal Constitucional". "Eso no significa tener mala relación, significa que tenemos la obligación de decir la verdad". #Política #España #Feijóo

Un estudio revela que el consumo de uvas favorece la protección de la piel frente a la radiación UV al provocar cambios en la expresión genética, mejorando así la salud cutánea gracias a los polifenoles y otros nutrientes presentes en esta fruta. #Salud #Piel #Uvas

El consumo de uvas favorece la protección de la piel frente a los rayos de sol
Spainball Jun 29

Podemos ver un escenario para la derecha de 185 escaños pre recuento de voto CERA y 169 post CERA. Y el PP a por uvas, como siempre. #Elecciones #Política #Derecha

20 minutos Jun 26

Un informe de la Autoridad Europea de Seguridad Alimentaria revela que las uvas, las fresas y las naranjas son las frutas más contaminadas con pesticidas en Europa, aunque la mayoría de las muestras cumplen con los límites establecidos para la salud. #Pesticidas #SaludAlimentaria #FrutasContaminadas

Un informe de las autoridades europeas confirma que las uvas, las fresas y las naranjas son las frutas más contaminadas con pesticidas
20 minutos Jun 25

Un informe de la Autoridad Europea de Seguridad Alimentaria (EFSA) de 2024 revela que las uvas, fresas y naranjas son las frutas más contaminadas con pesticidas en España, aunque los niveles detectados no representan un problema importante para la salud, cumpliendo en su mayoría con los límites establecidos. #Pesticidas #SeguridadAlimentaria #FrutasContaminadas

Un informe de las autoridades europeas confirma que las uvas, las fresas y las naranjas son las frutas más contaminadas con pesticidas
20 minutos Jun 24

Un informe de la Autoridad Europea de Seguridad Alimentaria confirma que las uvas, las fresas y las naranjas son las frutas más contaminadas con pesticidas en Europa, aunque la mayoría de las muestras analizadas cumplen con los límites de seguridad establecidos. #Pesticidas #SeguridadAlimentaria #FrutasContaminadas

Un informe de las autoridades europeas confirma que las uvas, las fresas y las naranjas son las frutas más contaminadas con pesticidas
20 minutos Jun 23

Un informe de la Autoridad Europea de Seguridad Alimentaria revela que las uvas, las fresas y las naranjas son las frutas más contaminadas por pesticidas en Europa, aunque los niveles detectados no representan un riesgo significativo para la salud, ya que la mayoría cumple con los límites establecidos. #Pesticidas #Salud #Frutas

Las uvas, las fresas y las naranjas, las frutas con más pesticidas
Gustavo Petro Jun 19

El preconteo no es vinculante jurídicamente, el resultado es el escrutinio y no se hace en un día, la rapidez solo.busva evitar las impugnaciones legítimas y de la ciudadanía. El.refistrador no permitió veeduría tex uvas y expertas sobre el software pero ya sabemos muchas cosas El proceso de escrutinios debe desarrollarse en tranquilidad y debe contar con veeduría fisica y virtual sobre todos los E14. La registraduría ha dificultado la verificación de los E14 al eliminar los algoritmos que permiten ver la trazabilidad en el tiempo: los llamados "hoja del tiempo" y el Hash o candado que evita retoques sobre el presentado inicialmente Está eliminación permite cambiar el E14 en el tiempo. Por tanto la veeduría ciudadana sobre los votos, necesita no solo los testigos de mesa, uno en cada mesa y sabiendo lo que hay que hacer, sino testigos digitales para observar en el tiempo cuando cambia el formulario E14 se las.mesas.que quiera cuidar y denunciarlo a las oficinas centrales de los movimientos políticos. Tenemos una sociedad dividida casi por mitad y líderes dedicados a hablar del exterminio del.oyto como en la violencia de mediados del siglo XX. Hay que actuar con tranquilidad y por la paz de Colombia y eso significa dedicar el tiempo del día domingo después de votar a cuidar el voto. Ninguna desconcentración provocada, no caer en trampas. Una red de medio millón de personas, físicas en cada mesa y digitales en cada hogar observando todo el tiempo los E14, organizados por regiones, puede eliminar cualquier posibilidad de fraude. #EleccionesColombia #VeeduríaCiudadana #TransparenciaElectoral