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#bacalhau

Bacalhau teve 22,5M a mais que o Flamengo em descontos no Profut. Mesmo assim seguiu dando calote em jogadores, técnicos, funcionários e colaboradores. Foi vendido, deu calote em todos de novo e agora em RJ busca institucionalizar o calote pagando até 10% do que deve 😂 https://t.co/2u4YMkOaAh #Futebol #Calotes #Profut

TÃO FELIZES QUE NÓS ÉRAMOS "Anda por aí gente com saudades da velha portugalidade. Saudades do nacionalismo, da fronteira, da ditadura, da guerra, da PIDE, de Caxias e do Tarrafal, das cheias do Tejo e do Douro, da tuberculose infantil, das mulheres mortas no parto, dos soldados com madrinhas de guerra, da guerra com padrinhos políticos, dos caramelos espanhóis, do telefone e da televisão como privilégio, do serviço militar obrigatório, do queres fiado toma, dos denunciantes e informadores e, claro, dessa relíquia estimada que é um aparelho de segurança. Eu não ponho flores neste cemitério. Nesse Portugal toda a gente era pobre com exceção de uma ínfima parte da população, os ricos. No meio havia meia dúzia de burgueses esclarecidos, exilados ou educados no estrangeiro, alguns com apelidos que os protegiam, e havia uma classe indistinta constituída por remediados. Uma pequena burguesia sem poder aquisitivo nem filiação ideológica a rasar o que hoje chamamos linha de pobreza. Neste filme a preto e branco, pintado de cinzento para dar cor, podia observar-se o mundo português continental a partir de uma rua. O resto do mundo não existia, estávamos orgulhosamente sós. Numa rua de cidade havia uma mercearia e uma taberna. Às vezes, uma carvoaria ou uma capelista. A mercearia vendia açúcar e farinha fiados. E o bacalhau. Os clientes pagavam os géneros a prestações e quando recebiam o ordenado. Bifes, peixe fino e fruta eram um luxo. A fruta vinha da província, onde camponeses de pouca terra praticavam uma agricultura de subsistência e matavam um porco uma vez por ano. Batatas, peras, maçãs, figos na estação, uvas na vindima, ameixas e de vez em quando uns preciosos pêssegos. As frutas tropicais só existiam nas mercearias de luxo da Baixa. O ananás vinha dos Açores no Natal e era partido em fatias fininhas para render e encharcado em açúcar e vinho do Porto para render mais. Como não havia educação alimentar e a maioria do povo era analfabeta ou semianalfabeta, comia-se açúcar por tudo e por nada e, nas aldeias, para sossegar as crianças que choravam, dava-se uma chucha embebida em açúcar e vinho. A criança crescia com uma bola de trapos por brinquedo, e com dentes cariados e meia anã por falta de proteínas e de vitaminas. Tinha grande probabilidade de morrer na infância, de uma doença sem vacina ou de um acidente por ignorância e falta de vigilância, como beber lixívia. As mães contavam os filhos vivos e os mortos era normal. Tive dez e morreram-me cinco. A altura média do homem lusitano andava pelo metro e sessenta nos dias bons. Havia raquitismo e poliomielite e o povo morria cedo e sem assistência médica. Na aldeia, um João Semana fazia o favor de ver os doentes pobres sem cobrar, por bom coração. Amortalhado a negro, o povo era bruto e brutal. Os homens embebedavam-se com facilidade e batiam nas mulheres, as mulheres não tinham direitos e vingavam-se com crimes que apareciam nos jornais com o título ‘Mulher Mata Marido com Veneno de Ratos’. A violação era comum, dentro e fora do casamento, o patrão tinha direito de pernada, e no campo, tão idealizado, pais e tios ou irmãos mais velhos violavam as filhas, sobrinhas e irmãs. Era assim como um direito constitucional. Havia filhos bastardos com pais anónimos e mães abandonadas que se convertiam em putas. As filhas excedentárias eram mandadas servir nas cidades. Os filhos estudiosos eram mandados para o seminário. Este sistema de escravatura implicava o apartheid. Os criados nunca dirigiam a palavra aos senhores e viviam pelas traseiras. O trabalho infantil era quase obrigatório porque não havia escolaridade obrigatória. As mulheres não frequentavam a universidade e eram entregues pelos pais aos novos proprietários, os maridos. Não podiam ter passaporte nem sair do país sem autorização do homem. A grande viagem do mancebo era para África, nos paquetes da guerra colonial. Aí combatiam por um império desconhecido. A grande viagem da família remediada ao estrangeiro era a Badajoz, a comprar caramelos e castanholas. A fronteira demorava horas a ser cruzada, era preciso desdobrar um milhão de autorizações, era-se maltratado pelos guardas e o suborno era prática comum. De vez em quando, um grande carro passava, de um potentado veloz que não parecia sujeitar se à burocracia do regime que instituíra uma teoria da exceção para os seus acólitos. O suborno e a cunha dominavam o mercado laboral, onde não vigorava a concorrência e onde o corporativismo e o capitalismo rentista imperavam. Salazar dispensava favores a quem o servia. Não havia liberdade de expressão e o lápis da censura aplicava-se a riscar escritores, jornalistas, artistas e afins. Os devaneios políticos eram punidos com perseguição e prisão. Havia presos políticos, exilados e clandestinos. O serviço militar era obrigatório para todos os rapazes e se saíssem de Portugal depois dos quinze anos aqui teriam de voltar para apanhar o barco da soldadesca. A fé era a única coisa que o povo tinha e se lhe tirassem a religião tinha nada. Deus era a esperança numa vida melhor. Depois da morte, evidentemente." Clara Ferreira Alves in "A Pluma Caprichosa", jornal Expresso.

O desespero do Dezão quando saiu o nome do Vasco no sorteio antecipou o cagaço do Fluminense para mais um duelo contra o Bacalhau. Perderam na véspera. https://t.co/SJzhZpcOz5 #Vasco #Fluminense #Futebol

Last week, the food basket composed of 63 essential goods rose to 253.60 euros, highlighting price increases for dried garlic, ham, and sandwich bread, while consumers face a cumulative increase of 120% in the price of beef and 89% in cod since 2022. (translated)

Cabaz alimentar volta a subir para 253,60 euros

Finalmente vi jornalista e influencer palmeirense se dando conta que, quando os Lamacchia comprarem o Bacalhau, vão meter o pé do Porco e levar o que tiver pra levar pra filial carioca. Desde dirigente da base a diretor de futebol. Se não for jogador novo junto 👀 Deveriam estar junto ao Flamengo nas causas que fazem bem inclusive ao Palmeiras, como lutar contra imposto mais alto que para SAFs, lugar contra conflito de interesse e por uma melhora no contrato de direitos comerciais. A ampla maioria ainda segue babando uma família que vai passar a mão na bunda deles e levar o que tiver. #Palmeiras #Futebol #Impostos

Observador Jul 23

A União Europeia alcançou um acordo sobre o 21.º pacote de sanções à Rússia, após ceder a Portugal e à Grécia em questões relacionadas à importação de bacalhau e ao transporte de GNL, com o objetivo de reforçar as restrições nos setores energético, financeiro e marítimo da Rússia. #GuerraNaUcrânia #UniãoEuropeia #SançõesÀRússia

Sanções à Rússia avançam após UE ceder a Portugal e à Grécia
Observador Jun 21

David Rodrigues, filho de imigrantes portugueses e residente nos EUA, tornou-se uma figura viral ao ensinar os americanos a cozinhar pratos tradicionais portugueses, como bacalhau e chouriço assado, através do seu projeto How to Cook Stuff, que visa desmistificar a culinária portuguesa e conectar a comunidade luso-americana com suas raízes culturais. #CozinhaPortuguesa #LusoAmericanos #Bacalhau

O português que ensina a América a cozinhar bacalhau

Článek vyjadřuje osobní rozhořčení autorky nad negativními poznámkami britské novinářky Rachel Johnson o tradičních portugalských jídlech, bacalhau a caldo verde, a obhajuje jejich chuť a význam v portugalské kultuře, přičemž kritizuje povrchnost činnosti kritičky. #bacalhau #gastronomiaportuguesa #caldoverde

Adoro bacalhau e caldo verde: devo ter sido portuguesa numa vida anterior