Caros comentaristas da @GloboNews: o voto do Luiz Fux no julgamento da suposta tentativa de golpe existiu. Aconteceu em 10 de setembro de 2025, e durou 13 horas e 46 minutos. No voto, Fux desmascarou a fragilidade da peça acusatória elaborada por Paulo Gonet, aquele que disse que tinha saudades de Vorcaro, e do tirano-relator, Alexandre de Moraes, que tratou um batom como arma de destruição em massa e mandou detidos do 8 de Janeiro para a prisão preventiva com base em opiniões políticas postadas por eles nas redes sociais. (Como eu e David Ágape provamos.) Antes, Fux havia ajudado Moraes a perseguir muitos desses cidadãos comuns. Mas, como disse Fux, um juiz deve ter “humildade para absolver quando houver dúvida”. Como sabemos, Moraes e humildade são como água e óleo. O tirano careca desconhece negociação e empatia, e sua cabeça lustrosa é ocupada 100% por uma diretriz: dobrar a aposta. Falta até espaço para regras da gramática. Fux é um homem que vai levar arrependimento para a cova. Sabe que cometeu um pecado pelo qual deve se confessar. “Essa é a coragem que eu invoco ao reconhecer que meu entendimento anterior [...] incorreu em injustiças que o tempo e a consciência já não me permitiam sustentar”, disse ele, em 21 de outubro de 2025. Comentaristas, a sua alegação recorrente de que é caso resolvido que houve uma "tentativa de golpe" em 2023 é, portanto, muito mais controversa do que vocês pensam. Digo mais: a tese alexandrina de que a tentativa aconteceu atrapalha a crítica à cogitação, que de fato aconteceu. Ocorre que cogitar não é crime, embora seja certamente imoral. Pela atenção, obrigado. #Justiça #DireitosHumanos #LiberdadeDeExpressão












