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#inquietação

🚨 ATENÇÃO! Testemunhas afirmam que Julio Casares, ex-presidente do São Paulo, retirava cerca de R$ 100 mil em espécie do clube por mês, desde janeiro de 2021 a janeiro de 2026. Os depoimentos são de duas testemunhas interrogadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público. “Era um valor variável, acho que uma vez por mês. R$ 100 mil, R$ 115 mil, R$ 118 mil, R$ 100 mil, R$ 109 mil, R$ 118 mil… Em dinheiro. Num envelope, dentro de uma pasta ‘polionda’. O envelope vinha fechado, com plástico a vácuo. Então, eu não contava o valor, porque ele já vinha fechado. E tinha um recibo que especificava o valor”, disse uma das testemunhas. Segundo os depoimentos, os recibos justificavam que esses valores seriam para "ações promocionais", mas não explicavam quais eram essas ações. Depois, ainda de acordo com as testemunhas, o ex-presidente justificava as retiradas para "adquirir ingressos". O São Paulo não possui nenhum registro desses ingressos. “Eu não consigo esclarecer (para onde foi esse dinheiro). Quem tem que esclarecer iss é o presidente. São quase R$ 7 milhões. Eu tenho a documentação, o recibo”, afirma uma testemunha. O São Paulo possui um caixa mínimo para uso no dia a dia, quando necessário, como para o pagamento de premiação aos jogadores, de acordo com uma das testemunhas. À época, esses valores eram solicitados pelo departamento de futebol e pela presidência ao departamento financeiro, que encaminhava a solicitação aos bancos onde está o dinheiro. Há um cofre no Morumbis para guardá-los. “Quando havia a solicitação do futebol profissional e da presidência, a gente solicitava esse dinheiro via carro forte no banco. O carro forte vinha e trazia esse dinheiro ao São Paulo”, diz a testemunha. Uma das testemunhas, que trabalha no clube desde o início do século, respondeu que nunca havia presenciado ou intermediado entregas de dinheiro em espécie para outros ex-presidentes, como acontecia com Julio Casares. • POSICIONAMENTO DE JULIO CASARES: “A defesa de Julio Casares, representada pelos advogados Daniel Bialski e Bruno Borragine, com vistas a restabelecer a verdade, reitera que todas as movimentações financeiras de Julio Casares possuem origem lícita e legítima. No tocante a rubrica “ações promocionais”, reitera que tudo se acha regularmente acautelado na Contadoria do Clube. O numerário, que transitou pela conta contábil do SPFC, alocado nas movimentações financeiras em jogos e constante da pasta contábil “adiantamentos em jogos”, foram disponibilizados pela Diretoria Financeira e Contadoria do Clube para serem utilizados em despesas recorrentes de, no mínimo, 172 jogos do SPFC em diversas competições. Ou seja, tudo com destinação certa, específica e formalmente contabilizada. Com relação a ingressos, esclarece que todos os diretores, conselheiros, coordenadores de grupos políticos, atletas e familiares têm quota determinada de ingressos cortesia para eventos que são sediados no Estádio do São Paulo. Referidos ingressos, também disponibilizados para fins de relacionamento institucional e comercial, são permitidos pela política do Clube e não possuem valor financeiro. Por fim, a defesa repudia de forma veemente o seletivo vazamento do conteúdo de investigações que tramitam, por determinação do Poder Judiciário, sob sigilo. Causa estranheza e inquietação que a parcial inobservância do sigilo decretado pelo Poder Judiciário ocorra após o compartilhamento de peças selecionadas com o São Paulo Futebol Clube. De toda sorte, a defesa e seu constituinte confiam na seriedade das instituições e autoridades, que certamente apurarão – e responsabilizarão – os envolvidos.” 🗞️ @geglobo | @bgiufrida 📸 Reprodução #SãoPauloFC #Corrupção #JulioCasares

https://t.co/l0stsaq7Pc Fui surpreendido, confesso, pela indicação ao prêmio iBest de Influenciador de Política. Encontro-me, neste instante, em décimo quarto lugar: posição que me parece quase obscena de tão improvável. Pergunto-me, com genuína perplexidade: como pode um sujeito nascido numa cidadezinha esquecida do interior do Paraná, sem padrinho ilustre, sem parentes importantes, sem sequer o verniz obrigatório das boas famílias, ser alçado à condição de “influenciador” em escala nacional? Como pode alguém situado fora dos eixos sagrados de Rio-São Paulo, ou o mais moderno, Miami-Washington, possuir alcance superior ao de um torneio de cuspe à distância? São indagações que só o milagre das redes sociais consegue responder. Elas, e somente elas, romperam o monopólio que as grandes redes midiáticas exerciam outrora sobre o imaginário coletivo. Um milagre, sem dúvida. Um milagre que explica, por exemplo, a liderança de uma dona de casa como Bárbara sobre os figurões encanecidos da velha televisão, aqueles que ainda julgam reinar por direito divino de antena. Contudo, todo milagre carrega em si a semente da própria finitude. Não é difícil imaginar o desassossego que toma conta das grandes corporações. Basta olhar os prêmios iBest para constatar que perderam o protagonismo; o centro do palco já não lhes pertence. E não é preciso ser gênio, nem mesmo analista de terceira categoria, para perceber a inquietação que assola os grandes magistrados diante da “liberdade nas redes”. Dia sim, dia não, entoam o mantra da “regulação”, como se a palavra fosse neutra e desinteressada. A censura, aliás, já se exerce com desenvoltura acaciana no YouTube: invocam, com solenidade professoral, os algoritmos, as diretrizes comunitárias, o bem comum digital. Todo mundo sabe, no entanto, do que se trata: canais que ousam dizer a verdade são discretamente enviados para a geladeira, como o meu, por exemplo. Simples assim. Seja como for, o fato bruto permanece: ainda estamos vivos. Ainda estamos aqui, para usar a fórmula que a esquerda tanto aprecia. Muitos repetem que o essencial, agora, é sobreviver a 2026. Se chegarmos inteiros a janeiro de 2027, poderemos nos declarar ressuscitados. Antes de tudo, trata-se de uma questão de fé. E o iBest aí está, modesto e obstinado, para provar que milagres, ainda que provisórios, continuam a acontecer. Dito isso, Flávio 22. #Influenciador #RedesSociais #PrêmioiBest

SAPO May 14

José Gil, um renomado filósofo português, enfatiza que o medo, alimentado por crises climáticas, políticas e tecnológicas, não apenas protege mas também paralisa a ação individual, moldando as subjetividades contemporâneas e criando um clima de angústia e solidão, especialmente sob regimes autoritários que o utilizam como ferramenta de controle. #medo #filosofia #inquietação

José Gil: “O medo funciona como intensificador das emoções e pode puxar a tristeza para abismos sufocantes. É contagiante e abafador”