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TSBR, separa dois pôsteres! Quem comparecer à nossa watch-party do filme “The Eras Tour: The Final Show” vai ganhar um pôster!* Fizemos dois modelos exclusivos para a experiência, que vai ser no restaurante e bar The Core, em São Paulo. Chamem os amigos para jantar, beber e aproveitem! 💖 🗓️ 16/07, a partir das 19h 🎟️ entrada da Watch-Party: R$ 20,00 📍 Rua Major Sertório - 209 (República) Coloque seu nome na lista para ganhar o pôster: https://t.co/MFbdhexw5e *Um pôster por pessoa enquanto tiver disponível. #TheErasTour #WatchParty #SãoPaulo

A modelo Helena Gomes afirmou ao UOL que a absolvição do empresário Thiago Brennand pelo TJ-SP desencoraja vítimas de violência sexual a denunciarem os casos. Helena, que foi agredida por Brennand em uma academia de São Paulo, disse que a decisão impacta não apenas sua história, mas também outras mulheres que passaram por situações semelhantes. A agressão contra Helena ocorreu em agosto de 2022, em uma academia de luxo na zona oeste de SP. Após a repercussão, outras denúncias de agressão e violência sexual vieram à tona. Restam três condenações contra ele, que segue preso. Em dois casos, as penas superam dez anos. Um deles envolve o estupro de uma mulher por 3 semanas, em 2016, com os abusos sendo gravados. Brennand é réu em outros oito processos e está preso desde abril de 2023. Neste caso de agora, Brennand havia sido denunciado pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) em dezembro de 2022. Segundo a acusação, o crime ocorreu após um jantar na capital paulista, quando a vítima- a estudante de Medicina Stefanie Cohen - narrou que teria passado mal em razão da ingestão de bebida alcoólica. No entanto, ficou vencido pelos votos do revisor, desembargador Francisco Orlando, e do presidente da 2ª Câmara de Direito Criminal, desembargador Alex Zilenovski, que formaram maioria pela absolvição. Ao analisar o recurso, o colegiado concluiu que as contradições estruturais apontadas pela defesa enfraqueceram a palavra da vítima por meio de elementos considerados confiáveis. Para os desembargadores que prevaleceram, a dúvida sobre a autoria dos fatos deveria beneficiar o réu, o que levou à absolvição. Em seu voto, o desembargador Francisco Orlando afirmou que as provas colocam em dúvida a versão apresentada pelo Ministério Público sobre a ausência de consentimento da vítima. Por meio de nota, a advogada Karina Kufa Brennand - que cuida da defesa de Thiago Brennand e é a ESPOSA dele - afirmou que a absolvição foi o "reconhecimento da verdade dos fatos". Outras condenações envolvendo o empresário pernambucano: Estupro contra uma mulher norte-americana – condenado inicialmente a 10 anos e 6 meses de prisão. Em 2025, o TJ-SP reduziu a pena, mas manteve a condenação. Em 2026, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) restabeleceu a pena original de 10 anos e 6 meses; Agressão contra a modelo Helena Gomes, em uma academia de São Paulo – condenado a 1 ano e 8 meses de prisão. A condenação foi mantida pela Justiça; Estupro com emprego de violência física e grave ameaça (outro processo) – condenado a 10 anos e 6 meses de prisão em 2024. Casos que ele foi absolvido na 2ª Instância: Estupro contra uma massagista – condenado a 8 anos de prisão em primeira instância e absolvido na 2ª Instância; Estupro da estudante de Medicina Stefanie Cohen - condenado a 8 anos de prisão em primeira instância e absolvido na 2ª Instância. (trechos de matérias do G1 e UOL) #ViolênciaSexual #Justiça #DireitosDasMulheres

🚨 BEM-VINDA de volta, Camaleoa! No trailer de Protocolo Secreto, vemos um suposto Tio Wang em Paris. Porém, há um detalhe que entrega a farsa... Durante o jantar de aniversário de Sabine, o verdadeiro Tio Wang faz uma ligação diretamente de Xangai para lhe desejar feliz aniversário. Como a própria Lila diz para Fei que fazia, o verdadeiro Tio Wang está em Xangai e a ligação com Sabine confirma isso. Ou seja, o "Tio Wang" visto em Paris é, na verdade, mais uma identidade assumida por Camaleoa. #ProtocoloSecreto #Camaleoa #Cinema

Sis sobre cenas de amor. 🔥: “A cena de amor (São as mais difíceis).” 🔥: “O difícil é porque somos amigas, e uma cena de amor precisa vir de sentimentos verdadeiros. Nós realmente precisamos sentir aquela cena, precisamos nos tornar os personagens... Sisss sobre cenas de amor. 🌷: “É tranquilo, não precisamos nos preocupar com nada. Nós usamos nossos sentimentos... Os sentimentos dos personagens. E não precisamos nos preparar tanto uma com a outra como de costume.” 🪽: “As cenas de amor, nós simplesmente deixamos os sentimentos fluirem.” Engraçado que... Quem lembra da fofoquinha dos bastidores? 👀 🔥: “Na mesa de jantar, estávamos conversando sobre cenas de amor. A N’Freen me perguntou: ‘Você nunca fez uma cena de amor antes?’ Eu respondi: ‘Não, nunca. Essa é a minha primeira vez.’ E ela disse que não era difícil. A N’Bec também disse: ‘Não é difícil de jeito nenhum. Eu acho que cenas de amor são fáceis, provavelmente as mais fáceis.’ Como eu assisti à série delas, The Loyal Pin, eu acredito nisso. Eu realmente acredito. Pelo que vi, foi tudo muito natural. As partes que elas interpretaram foram lindas e muito fluidas...” #CenasDeAmor #Sentimentos #Atuação

Lembro de uma frase do Cr7 em 2016/2017 que ele disse que não precisava jantar com o Bale e com o Benzema em casa pro trio de ataque ter entrosamento Aqui é o mesmo esquema Jaylen Brown e Jayson Tatum precisavam se entender em quadra, e se entendiam. O resto é balela #NBA #Basquete #Entrosamento

CR7: A Estátua Que Ainda Se Julga Viva Ou: como perder o respeito por alguém sem lhe negar uma única conquista Estava em casa, às 18 horas de Lisboa, a ver Portugal empatar com a República Democrática do Congo, quando dei por mim a fazer uma coisa que nunca pensei fazer: torcer, discretamente, para que a bola não caísse aos pés de Cristiano Ronaldo. Não por rancor. Por cansaço. O cansaço de quem admirou durante vinte anos um jogador e começa agora a duvidar do homem. Não lhe retiro nada do que fez em campo. Cinco Bolas de Ouro, recordes que provavelmente nunca serão batidos, duas décadas a carregar selecções às costas quando ninguém mais o fazia. Isso é facto e permanece facto, imune a qualquer texto de opinião. Mas há uma diferença entre reconhecer o mérito de um jogador e continuar a admirar o homem em que ele se tornou — e é aí que a admiração deixa de bastar. Os números ajudam a perceber a dimensão do problema. Contra a RD do Congo, Ronaldo chegou ao seu décimo jogo consecutivo sem marcar em fases finais de Mundiais e Europeus — um registo que não se estende a outras competições da selecção, onde continuou a marcar normalmente, mas que, nos palcos que mais contam, se arrasta desde o Mundial de 2022. Teve apenas três remates e nenhum à baliza — sexta vez que isso lhe acontece num Mundial. Pelos vistos, aos 41 anos, Ronaldo na selecção só se for na Playstation. E, ainda assim, quando a equipa se juntou no meio-campo para aplaudir os adeptos no final do jogo, ele já ia a caminho do balneário, sozinho, antes de todos os outros. A imprensa internacional não deixou passar o pormenor. É a mesma lógica de um accionista maioritário que continua a comparecer às reuniões de uma empresa que já não gere, exigindo que todos se levantem quando ele entra na sala — mesmo que o produto já não seja dele, mesmo que a equipa de gestão tenha mudado, mesmo que os resultados o desmintam. A marca sobrevive à utilidade. E é exactamente isso que Portugal, aos poucos, deixou de tolerar. Portugal já conhece esta história. Chama-se sebastianismo. Um rei parte para uma guerra que não devia ter travado, desaparece em circunstâncias nebulosas, e o país passa séculos à espera do regresso do "Encoberto" — a certeza colectiva de que só ele pode salvar a pátria, mesmo depois de todas as provas em contrário. Substituam-se as brumas de Alcácer-Quibir pelos relvados de Houston e a estrutura emocional é praticamente a mesma: um povo que prefere esperar por um homem a confiar em si próprio. Fernando Pessoa dedicou parte da sua obra a mostrar como este tipo de espera colectiva por um salvador pode ser, ao mesmo tempo, a maior força e a maior fragilidade de um povo — e é difícil não pensar nisso ao ver um capitão de 41 anos ser tratado como se a selecção não pudesse respirar sem ele, quando hoje tem jogadores como João Neves ou Bruno Fernandes plenamente capazes de a fazer voar sozinha. E é aqui que a crónica muda de tom, porque há episódios que já não são sobre futebol. Ronaldo foi expulso em Novembro contra a Irlanda, por uma cotovelada no defesa Dara O'Shea, e ficaria a dever dois jogos de suspensão para o Mundial. Uma semana depois de jantar na Casa Branca — presente numa recepção oferecida por Donald Trump ao príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman, o mesmo príncipe que os serviços de informação norte-americanos associaram ao assassínio do jornalista Jamal Khashoggi, esquartejado num consulado saudita em Istambul —, a FIFA decidiu converter essa suspensão num "período probatório". Pode ser coincidência de calendário. Mas é, no mínimo, uma coincidência incómoda, vinda de uma organização que lucra directamente com a presença dele no torneio que os Estados Unidos co-organizam. Não é a primeira vez que o vejo escolher o desconforto de uma sala com príncipes e bilionários em vez do desconforto de uma crítica doméstica. Aceita com naturalidade estar sentado ao lado de quem gere o dinheiro saudita — o mesmo fundo soberano que é dono do Al-Nassr e lhe paga duzentos milhões de dólares por ano —, mas revela dificuldade em aceitar que um jovem médio português diga, sem qualquer maldade, que dentro do grupo ele é hoje tratado como mais um. É uma inversão de prioridades reveladora: tolerância total ao poder que o remunera, desconforto perante a igualdade que o desafia. Por isso já não é sobre golos, nem sobre Bolas de Ouro, nem sobre se ainda é ou não o melhor do mundo. É sobre saber ficar no lugar certo quando o palco deixa de ser só seu. Um país não se ajoelha perante um homem, por maior que ele tenha sido — e este Portugal de 2026 já não precisa de esperar por ninguém para acreditar em si próprio. Porque, no fim, nenhum general ganha batalhas sozinho — e nenhum rei continua a sê-lo depois de o povo deixar de precisar dele. #Cristiano Ronaldo, #Mundial 2026, #futebol, #Arábia Saudita, #Casa Branca, #FIFA, #Portugal, #sebastianismo, #crónica

após o show de ontem à noite, todos os membros do BTS foram jantar no Olle London, um restaurando que os jikook (06/2019) e o seokjin (05/2019) também visitaram há 7 anos atrás! o Olle Korean BBQ é um famoso restaurante de churrasco coreano, frequentado por muitos idols de kpop que costumam ir a London! #BTS #Kpop #OlleKoreanBBQ

O PT passou 17 anos no poder e só agora, em ano eleitoral, quer empurrar a redução de jornada por canetada. Não há debate sério, apenas um projeto de perpetuação no poder. Lula entrega um Brasil em que o trabalhador vende almoço para comprar o jantar e deixa a dívida para o povo. Assista à fala completa em nosso canal do YouTube: https://t.co/wYfe3l7aFn #Política #Trabalho #Brasil

A peleja entre Neymar e o goleiro norueguês após o gol brasileiro, com o camisa 10 apontando pro peito e botando marra, é uma das cenas de Copa mais ridículas que não poderíamos nem imaginar, de tão ridículas que são. É estarrecedoramente ridículo. Dou ao Neymar o respeito que ele mesmo não se dá: sua história na Seleção, que já estava encerrada e foi, nesta Copa, só um dos vários delírios de um técnico em negação, é muito diferente da de Casemiro, Danilo e Marquinhos, três biografias essencialmente de clubes, mas três "líderes" que não deixarão a menor saudade na Seleção - se é que estas biografias realmente acabaram. Líderes de cabeceira de mesa de jantar, de poltrona de ônibus, de conversinha de vestiário, mas que nunca se reproduziu em campo. Danilo, em especial, ao ser convocado como zagueiro (pra não jogar) e acabar tendo que fazer a lateral porque o técnico, em um arroubo desvairado, imaginou que dava pro Ibañez jogar na posição, se converte na mais clamorosa aberração que já vi a Seleção se submeter em um Mundial, maior até do que a aposta em um jogador cuja lesão no dia da convocação era diferente da lesão do dia seguinte. Já que o contrato do técnico está renovado, que ele encargue de dar o ponto final (tardio) a alguns dos (autodeclarados) líderes (de nada) da Seleção. O tempo deles foi um tempo de derrotas. #Copa2023 #Futebol #SeleçãoBrasileira

Selena Gomez com Benny Blanco para o jantar de ensaio do casamento de Taylor Swift. https://t.co/ngDVdc0WX3 #SelenaGomez #TaylorSwift #BennyBlanco

MARAVILHOSA! Selena Gomez em novo vídeo ao som de “Lover”, para o jantar de ensaio do casamento de Taylor Swift e Travis Kelce, que aconteceu ontem em Nova York. https://t.co/nZFWQ6cBkp #SelenaGomez #TaylorSwift #Wedding

BELÍSSIMA! 🖤 Fotos de Selena Gomez prontíssima para o jantar de ensaio do casamento de Taylor Swift e Travis Kelce, que aconteceu ontem em Nova York. https://t.co/HvmQDauPbd #SelenaGomez #TaylorSwift #NovasYork

Ross Travis, Erin Andrews e alguns amigos de Travis Kelce foram vistos a caminho do jantar de ensaio do casamento de Taylor Swift com o jogador. #TaylorSwift #TravisKelce #Casamento

A diva Ashley Avignone também foi vista chegando no jantar de ensaio do casamento de Taylor e Travis! 💖 #AshleyAvignone #TaylorTravis #Casamento

Ashley Avignone, Bradley Cooper e Gigi Hadid foram vistos a caminho do jantar de ensaio do casamento de Taylor Swift e Travis Kelce. ❤️ #TaylorSwift #Celebrities #Gossip

Primeira amizade do mundo! Taylor Swift no jantar de ensaio do casamento de Selena Gomez x Selena Gomez a caminho do jantar de ensaio do casamento de Taylor Swift. 🥹 https://t.co/14E7GBeAO5 #Amizade #TaylorSwift #SelenaGomez

🚨 MEU DEUS! Selena Gomez PRONTÍSSIMA para o jantar de ensaio do casamento de Taylor Swift, em Nova York. https://t.co/3rdgZ3QR2Y #SelenaGomez #TaylorSwift #Casamento

Taylor Swift e Travis Kelce se casarão oficialmente no Madison Square Garden nesta sexta-feira (03), segundo a AP News. Além da cerimônia, uma fonte revelou que um jantar de ensaio será realizado durante a noite desta quinta-feira (02), em Nova York. https://t.co/lMbSuRDMkj #TaylorSwift #TravisKelce #MadisonSquareGarden

A Matemática Selectiva Quando se mexe no denominador e se finge que o numerador não existe Há uns anos, tocou-me à campainha um recenseador do INE, prancheta debaixo do braço, a perguntar quantas pessoas viviam em minha casa. Contei os nomes, ele anotou, despediu-se com um sorriso burocrático e foi tocar à porta seguinte. Nunca imaginei que aquele gesto tão modesto — contar gente, uma casa de cada vez — pudesse, anos depois, decidir se o país é rico ou pobre. O INE, que durante anos jurou que éramos cerca de 10,7 milhões, anunciou agora que afinal somos 11,4 milhões. Mudou a contagem. Não mudou nada em minha casa. E, como quem muda uma lâmpada sem avisar, deixou o país às escuras durante uns segundos, até percebermos o que isto significa. O problema não é a luz. É o timing. A cronologia ajuda a perceber o desconforto. Os dados de 2021 foram publicados definitivamente em Setembro de 2023, ainda com a população antiga. Durante 2022, 2023 e 2024 governou-se com essa régua curta, sem que ninguém parecesse preocupado com o facto de estarmos a medir produtividade, pressão hospitalar e necessidades escolares com uma população que não existia. Só em Janeiro de 2025 o INE anunciou que Portugal tinha afinal 11,4 milhões de residentes, graças à integração dos dados da AIMA, da Segurança Social, das Finanças e de outros serviços públicos. E só em 2026 é que o debate público explodiu, como se a queda do PIB per capita fosse uma descoberta súbita e não o resultado de quatro anos de estatística mal calibrada. Mas o detalhe mais curioso não está na cronologia. Está na matemática. Alterar apenas o denominador de uma fracção e manter o numerador intacto é, no mínimo, controverso — para não dizer enganador. O PIB não mudou. O que mudou foi o número de pessoas a dividi-lo. É como actualizar o número de convidados de um jantar sem contar os pratos que eles trouxeram. A fracção desce, claro, mas não porque o jantar ficou mais pobre — apenas porque a contagem ficou a meio caminho. E, no entanto, esta operação aritmética é agora apresentada como diagnóstico económico, como se a queda do PIB per capita revelasse uma verdade profunda sobre o país, quando revela apenas um erro técnico que demorou quatro anos a ser corrigido. E aqui entra o ponto que quase ninguém menciona, talvez porque estraga a narrativa conveniente. Se o INE descobriu que afinal havia mais gente no país — gente que consome, trabalha e produz — então não basta corrigir o denominador. O numerador também deveria ser revisto. A chamada "Economia Não Declarada" não é um conceito académico: é consumo real que não foi contado, trabalho real que não foi medido, produção real que nunca entrou nas contas. O próprio INE confirmou que vai rever esta estimativa. E, ao fazê-lo, admite que havia riqueza real que não estava a ser captada. Ora, se havia riqueza não captada, o PIB estava subestimado. E se o PIB estava subestimado, corrigir apenas o denominador é uma operação incompleta — e politicamente útil. Mas a política raramente resiste a uma oportunidade. Em vez de se perguntar como é que andámos anos a planear hospitais, escolas e políticas económicas com uma população mal contada, preferiu-se concluir que o problema é dos trabalhadores, que não produzem o suficiente, que precisam de mais "flexibilidade". É uma leitura tão previsível que quase parece ensaiada. A estatística tropeça; o discurso moral levanta-se. E tudo isto sem que ninguém explique como é que uma reforma laboral resolve um erro de contagem. A verdade é que a produtividade portuguesa não se mede na força dos braços, mas na estrutura das empresas. E essa estrutura é, há décadas, o nosso segredo mal guardado. Temos um país onde 99,9% das empresas são PME, e onde 96% são microempresas. Negócios familiares, muitos deles geridos com boa vontade, mas pouca formação. Cerca de 42% dos empregadores têm apenas o ensino básico. É um número que raramente aparece nos debates, talvez porque desmonta a explicação confortável de que o problema é "cultural" ou "comportamental". Não é. É estrutural. Há uma frase do escritor escocês Andrew Lang que devia estar emoldurada em todos os gabinetes de comunicação: as estatísticas são como um candeeiro para um bêbedo — servem para se apoiar, não para iluminar o caminho. A revisão demográfica do INE deveria ter servido para iluminar: a qualidade dos dados, a capacidade do Estado para contar quem cá vive, a necessidade de planear políticas com base na realidade. Em vez disso, serviu de apoio a um discurso antigo, que culpa os trabalhadores por problemas que não criaram e que não podem resolver sozinhos. E é aqui que a crónica vira. Porque, leitor, a sua vida não mudou com a revisão do INE. O seu salário é o mesmo. A sua factura da luz, infelizmente, também. Mudou apenas o discurso em torno dele, que tenta agora transformar um erro técnico numa lição moral sobre produtividade. Mas a pergunta que importa é outra: como é que um país pretende ser competitivo quando a maioria das suas empresas não tem estrutura para competir? No fim, resta-lhe esta reflexão: quando ouvir falar de "produtividade", pergunte-se se estão a falar de si — ou de um país que insiste em medir-se com uma régua que nunca coube na realidade. Fontes para aprofundar • INE — Estimativas de População Residente, 2025 (divulgação oficial): o documento-fonte com os 11 424 031 residentes e a revisão da série 2021-2024. ine.pt • Jornal Económico — "Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita": detalha a queda de 81% para 77% da média da UE e a posição relativa face a Polónia, Estónia, Croácia e Roménia, com os cálculos do economista Óscar Afonso. jornaleconomico.sapo.pt • RTP — "População residente em Portugal atinge 11,4 milhões. 14% são estrangeiros": explica a mudança de metodologia — de censos para registos administrativos, incluindo dados da AIMA. rtp.pt • CNN Portugal / SOL — "INE vai rever PIB, emprego e outros indicadores per capita": o calendário oficial das revisões em cascata, incluindo o recálculo das Contas Nacionais previsto para Março de 2027. cnnportugal.iol.pt • INE — Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (2025): a estatística estrutural usada na crónica — 99,9% das empresas portuguesas são PME, 96,7% microempresas. ine.pt • JN — "Os números pregam partidas" (opinião): outra leitura crítica do mesmo episódio estatístico, com uma ironia complementar à desta crónica. jn.pt

Torcedores noruegueses explicam que a pronúncia correta de Haaland é “Rôlan”. Romário posta foto jantando prato “de pedreiro” e seguidor reage: “bora trabalhar, senador”. Criança dá entrevista e diz que nome de Neymar deveria ser Caio: “porque ele cai”. Raphinha nega que está falido. Mãe de Virginia curte post criticando a filha por “ir atrás do traste” do Vini Jr. Enquanto Colômbia e Congo jogavam na Copa, participante da Casa do Patrão afirma que o Brasil está vendo o jogo dele. Brasileiros reproduzem “remada viking” da Noruega no bar enquanto seguram garrafas de cerveja. Haaland revela que recusou convite para jantar com Tom Holland por não conhecer o ator. Cristiano Ronaldo diz “estou de volta” após gols contra o Uzbequistão. Ibrahimovic conta que frase de CR7 o fez rir: “parece que ficou desaparecido por dez anos, anunciar que está de volta é como o sol anunciar que nascerá amanhã”. Vozinha negocia com três clubes brasileiros da Série B. New York Times afirma que torcida brasileira vive “endrickmania” e “memepocalipse” por espalhar memes de Ancelotti e Endrick pelo mundo. Militão revela que dorme com almofada que reproduz formato e rosto da esposa quando está longe dela. Casal de torcedores cria lavabo personalizado em homenagem a Neymar, o “Neyvabo”. Internautas lembram que Neymar pode ultrapassar Messi e se tornar o maior artilheiro das Copas caso marque dez gols contra a Escócia. Mãe de Davi Brito cai do cavalo e ele aposta que placar do Brasil contra a CROÁCIA será 2 a 0, 2 a 1 ou 3 a 0: “eu acredito nesses três placares”. Quarta-feira, 24 de junho de 2026 #Futebol #Memes #Copa2026