Quando a Arte Me Apanha de Surpresa: Dos “Amigos Improváveis” a Duchamp e Manzoni No fim-de-semana passado, para diminuir o ócio, decidi ver um filme: "Amigos Improváveis". Já tinha ouvido falar dele, mas nunca me tinha sentado, verdadeiramente, a apreciá-lo. Bastaram poucos minutos para perceber que não era apenas uma comédia dramática; era o encontro improvável entre dois mundos que, à partida, nunca se tocariam. De um lado, Philippe, um aristocrata tetraplégico, culto, refinado, rodeado de arte, música clássica e silêncio. Do outro, Driss, um jovem de origem humilde, impulsivo, directo, cheio de vida e sem filtros. A relação entre os dois cresce precisamente dessa colisão de universos — e eu, do meu sofá, dei por mim a sorrir com a franqueza de Driss e a serenidade de Philippe. Há uma cena, no entanto, que ficou cravada na memória. Philippe mostra a Driss uma pintura abstracta caríssima. Driss olha para o quadro, inclina a cabeça e diz aquilo que eu próprio já pensei diante de certas obras: "Isto? Isto podia ter sido feito por mim." Ri-me, claro. Porque ali, naquele momento, Driss estava a verbalizar a perplexidade que tantos de nós sentimos quando confrontados com arte abstracta. Para ele, eram apenas manchas. Para Philippe, era emoção, gesto, intenção. Mais tarde, Driss pinta o seu próprio quadro — uma brincadeira, quase um desafio — e Philippe acaba por vendê-lo a um coleccionador por uma pequena fortuna. E eu percebi ali algo essencial: o valor da arte não está apenas no objecto, mas na história que o envolve, na narrativa que lhe atribuímos, no olhar que lhe dedicamos. De repente, dei por mim a pensar em artistas que levaram esta ideia ao extremo. Um campo de forças, não uma sentença individual Ao reflectir sobre tudo isto, lembrei-me de algo fundamental: o valor da arte não é decidido por uma única pessoa ou entidade. Nasce da interacção entre vários agentes — críticos, curadores, museus, coleccionadores, galerias, leiloeiras, mercado e público. Em termos sociológicos, o valor artístico é construído dentro de um "campo", um espaço onde diferentes forças competem, legitimam e disputam o que merece ser chamado de arte. Ou seja: quando Driss olha para um quadro e diz que podia tê-lo feito, e Philippe responde com serenidade que há ali algo mais, ambos estão a participar — sem o saber — nesse jogo complexo de legitimação. A arte vive dessa tensão entre o olhar individual e o consenso colectivo. Duchamp: o homem que me ensinou a desconfiar das certezas Lembrei-me então de Marcel Duchamp, o artista que virou o mundo artístico do avesso. Em 1917, Duchamp pega num urinol — um objecto banal, industrial, sem qualquer pretensão estética —, vira-o ao contrário, assina-o R. Mutt e apresenta-o como obra de arte. Assim nasce "A Fonte". Quando ouvi falar desta peça pela primeira vez, confesso que também pensei: "Isto é provocação pura." Mas quanto mais reflicto, mais percebo que Duchamp não queria que eu admirasse a forma; queria que eu questionasse o conceito. Queria que eu percebesse que a arte não é apenas aquilo que se pinta ou esculpe — é também aquilo que se declara como arte. Com Duchamp, aprendi que a arte conceptual é um convite à dúvida, ao desconforto e, sobretudo, ao pensamento. Manzoni: quando a provocação se transforma em obra E se Duchamp já me tinha abanado, Piero Manzoni empurrou-me definitivamente para fora da zona de conforto. Em 1961, Manzoni cria "Merda de Artista" — 90 latas seladas, alegadamente contendo excremento seu, vendidas ao preço do ouro. Quando descobri esta obra pela primeira vez, fiquei entre o riso e a incredulidade. Mas depois percebi o génio: Manzoni estava a expor a obsessão do mercado pela "aura" do artista, pela ideia de que tudo o que ele toca se transforma automaticamente em arte. E eu, mais uma vez, fui obrigado a perguntar-me: o que é que realmente valorizo numa obra? A técnica? A intenção? O nome? O choque? A subjectividade como bússola Entre a pintura abstracta de "Amigos Improváveis", o urinol de Duchamp e as latas de Manzoni, percebi algo fundamental: a arte não é um território de certezas, mas um espaço de diálogo. A subjectividade não é um erro — é a minha própria assinatura invisível sobre a obra. E quanto mais me permito entrar neste jogo, mais descubro que a provocação, o desconforto e até o riso são portas de entrada para novas formas de pensar. Fica a pergunta para vós: já vos aconteceu olhar para uma obra de arte e pensar exactamente o mesmo que o Driss? E, se sim, o que fizeram com esse pensamento — riram-se dele, ou deixaram-no crescer até vos mudar a forma de ver?
Debora Bloch terá férias curtas na Globo após viver Odete Roitman em Vale Tudo. A atriz foi escolhida para protagonizar "Resposta ao Tempo", nova série de Licia Manzo para o Globoplay. A trama acompanha quatro nadadoras de um time campeão dos anos 1990 que se reencontram três décadas depois em uma equipe master. A história será contada em duas linhas do tempo e terá como ponto de partida um acontecimento envolvendo a personagem de Debora. As gravações começam em agosto, com direção de Luisa Lima. A escalação das demais atrizes está em fase final de definição. 🗞 Coluna Play #DeboraBloch #Globoplay #RespostaAoTempo
Salmone e manzo, entrambi importanti fonti proteiche, differiscono significativamente nel loro impatto sulla salute: mentre il manzo è superiore per l'assorbimento del ferro eme, il salmone offre vantaggi nel controllo della glicemia grazie al suo elevato contenuto di acidi grassi omega-3. #salmone #manzo #glicemia

Es una bajeza de @Claudiashein pedir pruebas del narcopacto de Morena y dejar a @PaolaGarateV sin protección. Ya pasó con Manzo, ¿qué espera, señora @Claudiashein ? #Política #México #Seguridad
BOMBAZO DE CHIVAS Jordan Carrillo ya es de Chivas. Hace una hora en Ciudad de México, Alejandro Irarragori y Alejandro Manzo llegaron a un acuerdo y Jordan va en venta a Chivas. Se le durmió el gallo a Pumas. https://t.co/Zh9bpzvKpu #Chivas #FútbolMexicano #Transferencias
7 MESES Y LA JUSTICIA NO HA LLEGADO A MICHOACÁN 🕊️ "A 7 meses de tu partida hoy te seguimos recordando, la realidad es que siempre nos harás falta no solo a nuestra familia, sino a todos los michoacanos que siempre creyeron en ti." "Recordamos y seguimos exigiendo justicia que nos demuestren que México sí puede, que México sí cuenta con las herramientas necesarias para detener a ese o esos que mandaron quitarte la vida, lamentablemente hoy todo se enfoca en lo que Estados Unidos quiere hacer o en la intervención que pretende hacer con todos aquellos narco políticos, o haciendo reformas absurdas y han dejado de voltear a ver a Valeria por ejemplo una jovencita que apenas iniciaba su vida y le arrebataron su vida, o a todas esas madres buscadoras que día con día salen y ponen en riesgo sus vidas porque no hay quien las proteja, hablo como una víctima más, porque así lo soy y seguiré levantando la voz y pidiendo que se esclarezcan todos estos casos." -GQ- Te seguimos recordando querido Carlos Manzo y no dejaremos esta lucha aunque nos cueste la vida como a ti 🙏🤠 #Justicia #Michoacán #Memoria
NOS QUIEREN QUITAR DEL CAMINO. Posicionamiento Del Movimiento Independiente Del Sombrero Denunciamos públicamente que la Reforma Electoral que el día de mañana se pretende imponer en Michoacán: NO es una reforma democrática, no es una reforma técnica y no es una reforma ciudadana. Es una reforma hecha desde el miedo. Es una reforma diseñada para intentar detener por la vía legal lo que no han podido detener con ataques, desprestigio y persecución política. Porque hay que decirlo con claridad: Pensaron que quitándole la vida a Carlos Manzo este movimiento desaparecería. Pero se equivocaron. Carlos Manzo no era solamente una persona. Carlos Manzo sembró una causa y las causas que nacen del pueblo no se matan. Hoy después de no haber podido borrar su legado, después de no haber podido destruir la esperanza ciudadana que él despertó, ahora quieren usar la ley electoral para intentar bloquear al movimiento que lleva su esencia, su lucha y su memoria. El documento de reforma propone que las campañas independientes deban realizarse de forma estrictamente individual, autónoma e independiente, prohibiendo cualquier coordinación, asociación, colaboración estratégica o actuación conjunta entre candidaturas independientes. También pretende impedir que compartan plataformas políticas, propaganda, imagen, colores, símbolos, emblemas, estrategias de comunicación. En pocas palabras : quieren que los independientes vayan, solos, divididos, débiles, aislados y sin identidad. Quieren que los ciudadanos caminen solos. Quieren prohibir que la ciudadanía se organice como movimiento. Y a este lo llamamos bloqueo político intencional. Quieren cancelar candidaturas si la gente nos identifica como parte de una misma causa. Desde aquí invito al Congreso del Estado de Michoacán: Ojalá no se presten a una reforma regresiva. No usen la ley para perseguir movimientos ciudadanos. No conviertan al Congreso en instrumento del miedo. No aprueben una reforma que limita derechos políticos. No manchen la vida democrática de Michoacán. A las Diputadas y Diputados les digo: la historia los va a juzgar. Porque una cosa es legislar para mejorar la democracia y otra para cerrarle la puerta al pueblo. Y esta reforma no regula al contrario; bloquea. ASÍ QUE PUEBLO DE MICHOACÁN ABRAN BIEN LOS OJOS DE QUIENES QUIEREN SEGUIR IMPONIÉNDOSE A LA VOLUNTAD DEL PUEBLO, CUENTAN CONMIGO Y VAMOS A DARLE, QUE NADA NI NADIE DETENGA LA VOLUNTAD DE UN PUEBLO UNIDO. ¡TOPÉ DONDE TOPE Y NI UN PASO ATRÁS! #Michoacán #ReformaElectoral #MovimientosCiudadanos