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🚨 AGORA! NOTA OFICIAL EMITIDA POR VÁRIOS CLUBES: "O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais sobre as pessoas mais vulneráveis exigem atenção do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. É fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. O investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro a dominar o cenário sul-americano em competições como CONMEBOL Libertadores e CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Os recursos alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe outro segmento econômico capaz de substituir esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado preocupação em todos os clubes, federações e entidades do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios. Contratos firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. O futebol se coloca à disposição do Governo Federal, do Congresso Nacional, das Autoridades Estaduais e Municipais para colaborar em mecanismos mais eficientes de educação e conscientização. O futebol está mobilizado, reconhece suas responsabilidades e quer participar da solução, de uma forma racional e consciente. O TORCEDOR NÃO PODE PAGAR ESSA CONTA. SE ACABAR COM O MERCADO REGULADO, AS APOSTAS NÃO ACABAM. O FUTEBOL É QUEM ACABA." #FutebolBrasileiro #Apostas #Regulamentação

O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos regularmente firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. O futebol se coloca à disposição do Governo Federal, do Congresso Nacional, das Autoridades Estaduais e Municipais para colaborar em mecanismos mais eficientes de educação e conscientização. #FutebolBrasileiro #Regulamentação #ApostasResponsáveis

O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. A consequência não será apenas uma porta escancarada para as apostas clandestinas, mas um golpe fatal para o futebol brasileiro, levando muitos clubes à insolvência. Isso, sem falar na insegurança jurídica e profissional que a medida acarretaria, especialmente para contratos regularmente firmados e planejamentos construídos sob o marco regulatório aprovado pelo Congresso Nacional e estabelecido pelo próprio Estado. O que o futebol entende que deve ser feito, com o máximo rigor, é combater a ilegalidade, fortalecer a fiscalização e aperfeiçoar os mecanismos de proteção, sem colocar em risco um mercado que foi regulamentado pelo próprio Estado. #FutebolBrasileiro #Apostas #Regulamentação

Flamengo 12h

O FIM DO FUTEBOL BRASILEIRO O futebol acompanha com atenção as discussões sobre o mercado de apostas no Brasil e reconhece os desafios que sua expansão traz. Os impactos sociais, especialmente sobre as pessoas mais vulneráveis, exigem atenção permanente do Poder Público, das empresas e de todos os setores envolvidos. Por isso, é fundamental aprimorar as medidas de proteção, fiscalização, educação e prevenção, para reduzir riscos e garantir um mercado responsável. O Brasil escolheu enfrentar esse desafio pela regulamentação. A regulamentação estabeleceu regras rígidas para as empresas autorizadas a atuar no país, com regras claras que permitem ao Estado fiscalizar o mercado, responsabilizar quem descumpre a lei e combater a atuação de plataformas clandestinas. Importante ressaltar que, nos últimos anos, o investimento das empresas de apostas autorizadas tornou-se uma das principais fontes de receita do esporte. Este investimento impulsionou o futebol brasileiro de tal forma a dominar o cenário sul-americano em competições como a CONMEBOL Libertadores e a CONMEBOL Sul Americana e a colocar clubes brasileiros em posição de protagonismo. Essa presença não se limita aos maiores clubes. Os recursos também alcançam equipes de menor expressão, divisões de acesso e competições com menor exposição comercial. Para muitos destas agremiações, especialmente aquelas localizadas no interior do país, não existe hoje outro segmento econômico capaz de substituir imediatamente esse investimento. Essas receitas são fundamentais para manter estruturas administrativas, centros de treinamento, profissionais, projetos sociais e departamentos que não gerem recursos suficientes para se sustentar de maneira independente, como parte do futebol feminino e a formação de futuros talentos, os primeiros investimentos ameaçados quando a receita cai de forma abrupta. Assim, os rumores sobre mudanças abruptas na regulamentação do mercado de apostas têm gerado enorme preocupação em todos os clubes, federações e entidades de administração do esporte. Uma mudança abrupta nas regras reduziria a capacidade de investimento dos clubes e criaria desequilíbrios dentro e fora do país. Contratos regularmente firmados, planejamentos plurianuais e compromissos financeiros foram estabelecidos sob um marco regulatório construído pelo próprio Estado. Para responder a um mercado que já existia e movimentava ilegalmente bilhões de reais, o país instituiu um ambiente regulado. Empresas foram autorizadas, passaram a recolher impostos e assumiram obrigações relacionadas à proteção do consumidor, ao bloqueio de menores, à prevenção de práticas abusivas e ao combate à lavagem de dinheiro e à manipulação de competições. Foi justamente a regulamentação do mercado que retirou o Brasil da liderança do ranking mundial de casos de manipulação. Inviabilizar esse modelo não fará com que as apostas deixem de existir. Apenas abrirá o caminho para que os consumidores migrem integralmente para plataformas clandestinas, que não pagam impostos, não respeitam limites, não oferecem instrumentos de proteção e não colaboram com as autoridades. #futebol #apostas #regulamentação

Artificial intelligence companies, such as OpenAI, Anthropic, and Google DeepMind, are in discussions to create a new oversight entity aimed at managing the risks associated with AI, in response to growing concerns about safety and regulation in the industry. (translated)

Empresas de IA querem entidade para controlar riscos

A study by APAJO reveals that 40% of online gamblers in Portugal use illegal sites, highlighting a normalization of illegal gambling in the country and the need for new effective legislation. (translated)

Quatro em cada dez jogadores apostam em sites ilegais

Esse texto sobre o desastre das Bets no país é excelente. Paula Lavigne antes achava que deviam ser reguladas, agora crê que devem ser proibidas. https://t.co/rWVcaR5ykM #Apostas #Regulamentação #Desastre

The CEO of Anthropic, Dario Amodei, calls for a slowdown in the development of artificial intelligence and advocates for the need for international regulation, while experts like Professor José Tribolet warn about the lack of rules in the industry and the urgency of government intervention. (translated)

As notícias das 16h

Dario Amodei, CEO of Anthropic, calls for coordination among artificial intelligence companies and government regulation to mitigate risks and ensure the safety of systems, after an attack organized by AI agents. (translated)

As notícias das 11h

The CEO of OpenAI and Elon Musk warn about the need to slow down the development of artificial intelligence, while a three-step plan proposed by the CEO of Anthropic suggests greater external oversight and common safety standards among companies, facing challenges in global regulation. (translated)

As notícias da 1h

A educação brasileira não pode continuar sendo usada como instrumento de formação político-partidária de nossas crianças e adolescentes. Combato esse problema há mais de uma década, não apenas no discurso, mas por meio de propostas concretas apresentadas durante minha atuação parlamentar. Fui autor do projeto que instituiu o Programa Escola sem Partido, defendendo o direito do aluno de não ser submetido à propaganda político-partidária dentro da sala de aula e o direito das famílias de participarem ativamente da formação de seus filhos. Também apresentei proposta de adesão a uma política de alfabetização baseada em evidências científicas, buscando priorizar métodos que efetivamente ensinem nossas crianças a ler e escrever. Defendi ainda o homeschooling, garantindo às famílias a possibilidade de escolher a educação domiciliar dentro de regras estabelecidas e ampliando a liberdade dos pais sobre a formação educacional de seus filhos. Durante a pandemia, propus reconhecer escolas públicas e privadas como serviços essenciais, porque sempre entendi que a educação não pode ser colocada em segundo plano. Também apresentei iniciativas para preservar o correto ensino da língua portuguesa e combater alterações ideológicas impostas à linguagem dentro de instituições públicas e escolares. Outra proposta de minha autoria buscou impedir que conteúdos relacionados a marxismo, socialismo, comunismo, gramscismo e outras correntes ideológicas fossem utilizados como instrumentos de militância na educação infantil e fundamental, estabelecendo que esses assuntos fossem tratados dentro do conteúdo pedagógico adequado e oficialmente previsto. Também me posicionei contra mecanismos que fortaleciam o monopólio da UNE na concessão de benefícios estudantis e participei de propostas voltadas à prevenção às drogas entre crianças e jovens. Minha linha de atuação sempre foi clara: liberdade das famílias, respeito aos alunos, combate à militância político-partidária, alfabetização de qualidade, proteção das crianças e valorização do conhecimento. E é exatamente essa luta que quero levar ao Senado Federal. Em Brasília, quero ampliar a participação dos pais na educação de seus filhos, defender a liberdade de consciência dos estudantes, avançar na regulamentação nacional do homeschooling, fortalecer políticas de alfabetização baseadas em evidências, fiscalizar os recursos destinados à educação e enfrentar qualquer tentativa de transformar escolas em espaços de doutrinação político-partidária. A escola deve ensinar português, matemática, ciências, história, geografia, tecnologia e preparar nossos jovens para a vida. Professor deve ensinar. Aluno deve aprender. E os pais jamais podem ser afastados da educação dos próprios filhos. Nossas crianças pertencem às suas famílias, não a partidos políticos, movimentos ideológicos ou projetos de poder. Educação é conhecimento, liberdade, responsabilidade e futuro. É pelo futuro de nossos filhos e netos que essa batalha precisa ser enfrentada também no Senado Federal. 🇧🇷 #Educação #Liberdade #Alfabetização

The article by Fernando Camelo de Almeida addresses how the ease of online betting raises concerns about collective responsibility, the normalization of gambling in sports, and the need for regulation to protect vulnerable individuals from the dangers associated with gambling addiction. (translated)

Apostar nunca foi tão fácil e isso devia preocupar-nos

Eu sei, tá todo mundo falando do Moraes. Menos o Lula. O presidente segue em silencio absoluto desde ontem, quando o Jornal Nacional exibiu mais de 30 minutos da crise que expõe as vísceras de como o Banco Master é coisa do PT e do Moraes. Mas eu tenho um alerta importante a fazer aqui para vocês. Os petistas perderam apoio internacional da USAID e, neste ciclo eleitoral, não teremos os Vingadores e nem Hollywood na campanha presidencial do Lula. Porém eles sempre encontram um jeito de inovar para fazer a captura dos votos do eleitorado jovem, principalmente os iniciantes de urna: jovens de 16 e 17 anos que ainda não atingiram sua maioridade. Lula promoveu no Planalto neste dia 31/08, um evento para regulamentação de venda de ingressos em shows, impor regra contra cambistas e impor fim às filas nas portas dos recintos onde os jovens as vezes passam dias esperando o show começar. Pois bem. Neste evento além de convidar a turma da Máfia do Dendê, convidou “diretores” de fã clube dos artistas internacionais aqui no Brasil. Jovens que em sua maioria usam o X para defender e propagar a imagem dos seus artistas prediletos. São extremamente organizados. Um detalhe importante, é que em época de BBB, estes mesmos perfis são atuantes nas discussões políticas da “casa mais vigiada” do Brasil. Eles não dormem no ponto, e “farão” o diabo pra vencer essas eleições. #Lula #Política #Eleições2024

Lula 2w

Desde que assumimos o governo decidimos enfrentar um problema que, durante anos, foi tratado sem a seriedade e a responsabilidade que ele exigia: o avanço das bets sobre as famílias brasileiras. O que foi apresentado como diversão e entretenimento se transformou, para muita gente, em dívidas, sofrimento, conflitos dentro de casa e problemas de saúde. É uma realidade que a sociedade brasileira não pode ignorar. Hoje me reuni com quem conhece essa história de perto: especialistas em saúde e comportamento, representantes dos trabalhadores, do comércio e da indústria, entidades de defesa do consumidor, organizações que estudam os impactos das apostas sobre mulheres, crianças e famílias, além de representantes das igrejas, da cultura e da sociedade civil. Seus relatos, experiência, pesquisas e análises vão nos auxiliar na tomada de novas decisões. Nosso governo fez o que já deveria ter sido feito muito antes de chegarmos: colocou regras num mercado que ficou anos sem regulamentação, passou a fiscalizar as empresas, tirou do ar dezenas de milhares de sites ilegais, criou a autoexclusão e ampliou no SUS a prevenção e o atendimento às pessoas que perderam o controle sobre o jogo. E seguirá atuando para proteger as famílias brasileiras. 📸 @ricardostuckert #JogosResponsáveis #SaúdeMental #FamíliasBrasileiras

Haddad: “Sou favorável à proibição das bets. No governo Bolsonaro, foram quatro anos sem fiscalização, sem regulamentação, sem nada.” Esse abandono permitiu a criação de um mercado bilionário, com enorme circulação de dinheiro, poucos empregos e forte presença na publicidade, no futebol e na política. HADDAD NO RODA VIVA #Apostas #Regulamentação #Política

O Estado não é dono dos nossos filhos. A própria Constituição Federal estabelece que a educação é dever do Estado e também da família, além de garantir a liberdade de aprender e ensinar e o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas. A educação começa dentro de casa. As famílias precisam ter liberdade para participar ativamente da formação de seus filhos e escolher, dentro da lei, o modelo de ensino que melhor corresponda aos seus valores e convicções. Defender a regulamentação do homeschooling é defender essa liberdade, dentro das regras de segurança constitucional frente às famílias que desejam exercer essa escolha. No Senado, vou lutar para transformar essa liberdade em uma opção efetivamente garantida pela legislação brasileira. Por nossas famílias. Por Santa Catarina. Pelo Brasil.🇧🇷👍🏻 #Educação #Homeschooling #Liberdade

The new decree regulating the stateless status in Portugal comes into effect in September, after an extensive parliamentary debate and the approval of a text that ensures basic rights for beneficiaries during the recognition process. (translated)

Regulamentação para cidadãos apátridas arranca em setembro

O futuro presidente @FlavioBolsonaro foi um dos únicos, se não o único, a se posicionar claramente CONTRA a reforma tributária de Lula. Sob a orientação do ministro @ASachsida , em 20 de julho de 2026, explanamos o que significa o Split Payment embutido na regulamentação da matéria e, caso eleito senador, colocaremos ainda mais luz sobre o assunto e batalharemos pela revogação dessa normatização da Receita Federal, que significa mais um soco no estômago do empreendedor, principalmente no que tange aos pequenos investidores. Sob a liderança de Flávio Bolsonaro, esta e outras propostas que aniquilam as prefeituras em geral e prejudicam a saúde da relação entre produção e emprego no Brasil terão prioridade em nossa agenda, para desburocratizar e fazer justiça ao brasileiro, revertendo regras absurdas impostas ao povo. Contem conosco! Somos um time, e um time vai muito além de autopromoção sem mencionar os verdadeiros responsáveis que lutam pelo melhor do Brasil!🇧🇷👍🏻 #ReformaTributária #FlavioBolsonaro #Empreendedorismo

Eu ganhei em segunda instância uma ação que corre na justiça desde 2019. São anos sofrendo todo tipo de ataque misógino e gordofóbico nas redes. A vitória de hoje é muito importante porque o misógino em questão tem milhões de seguidores, tem programa de TV, influencia muita gente e finge que tudo não passa de piada. Na verdade, pelo alcance que ele tem, acaba por estimular que tantos outros façam o mesmo tipo de ataque: e foi justamente isso o que aconteceu desde seus primeiros posts contra mim, com uma série de perfis publicando conteúdo igual ou semelhante. Essa vitória jurídica me dá mais força e convicção sobre o necessário projeto de criminalização da misoginia e de regulamentação das redes, na contenção de grupos e conteúdos de Redpills. E para as demais pessoas "influentes" que me atacam, estejam cientes de que sei me defender e buscarei sempre mover ações por reparação aos danos causados. Essa já é a terceira ação do tipo que ganho e, se precisar, moverei quantas forem necessárias. #Justiça #Misoginia #DireitosDasMulheres

🚨AGORA - Flávio diz que não vai ter censura em seu governo “Da nossa parte, não vai ter censura de rede social, nem esse nome bonitinho de regulamentação para justificar censura e controle” https://t.co/FHYkc8KiAN #LiberdadeDeExpressão #Censura #Governança