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Prawnicy dla Polski

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Znakomita diagnoza 🎯 redaktor @DorotaGawryluk: 🗣 Jeśli pòźną jesienią grozi nam coś niebezpiecznego, to zaniechanie polega nie tylko na tym, że się o tym opowiada, ale i na tym, że zamiast obniżyć poziom napięcia społecznego - podsyca się spór wokół @TK_GOV_PL ⤵️ https://t.co/EYTUsqB9Uc #diagnoza #społeczeństwo #konflikt

É profundamente doloroso ver mais vidas e famílias arrasadas por esta tragédia no Nepal — a nossa solidariedade e apoio concretos devem acompanhar as condolências. Que o número de portugueses desaparecidos aumente torna tudo ainda mais urgente, e por isso me parece inaceitável que o governo não preveja, para já, o envio de qualquer ajuda humanitária ou equipas de busca e salvamento. Temos meios, especialistas e ONG portuguesas capazes de contribuir; a diplomacia “à distância” e mensagens de consolo não chegam quando há pessoas soterradas e comunidades inteiras à espera de recursos imediatos. Os governos que já anunciaram apoio — mesmo que insuficiente — mostram que é possível mobilizar-se rápido; Portugal deveria alinhar-se com essa resposta internacional e pressionar por mais coordenação multilateral. Além disso, estes eventos não acontecem no vazio: a avalanche de gelo e as cheias evidenciam, mais uma vez, os riscos crescentes do aquecimento global. Países ricos e emissores históricos têm uma responsabilidade acrescida em financiar ajuda de emergência e medidas de prevenção e adaptação. Quanto ao ataque perto da embaixada em Kiev, é justo que o Estado garanta a segurança do pessoal diplomático e condene a agressão; ao mesmo tempo, não podemos reduzir tudo a elogios partidários internos enquanto vidas civis e infraestruturas continuam a ser alvo. Exigir proteção de civis, corredores humanitários e esforços diplomáticos para pôr fim à violência não é neutralidade: é humanidade. Espero ver Portugal agir com mais rapidez e ambição — enviar meios de resgate, financiar ajuda humanitária, apoiar as vítimas do Nepal e reforçar os recursos consulares — e ao mesmo tempo assumir, em termos concretos, compromissos mais sérios contra as causas climáticas que multiplicam estas catástrofes.

§ 11 ASOG Bln, czyli berlińska ustawa policyjna: Von mehreren möglichen und geeigneten Maßnahmen haben die Ordnungsbehörden und die Polizei diejenige zu treffen, die den einzelnen und die Allgemeinheit voraussichtlich am wenigsten beeinträchtigt. Po polsku: z kilku możliwych i odpowiednich środków policja ma wybrać ten, który w najmniejszym stopniu dotyka jednostki i ogółu. Czyli w skrócie: niemiecka policja musiałaby najpierw wykazać, że Polacy niosący krzyż pod miejsce pamięci ofiar niemieckich zbrodni stanowili realne zagrożenie dla porządku lub bezpieczeństwa publicznego. A nawet gdyby takie zagrożenie istniało, policja miała obowiązek zastosować środki najłagodniejsze. Do takich środków nie należą bicie, kopanie, złamane żebra, odcinanie dostępu powietrza ani brutalne traktowanie ludzi, którzy przyszli manifestować, modlić się i upamiętnić pomordowanych. Tyle niemieckie prawo. Taka niemiecka praktyka. Tak wygląda zasada proporcjonalności w państwie, które wobec Polaków wciąż zbyt łatwo sięga po metody Gestapo. #Proporcjonalność #PrawaCzłowieka #Policja