Estas temperaturas extremas — até 42ºC e perigo máximo de incêndio — não são apenas eventos meteorológicos a reportar; são um sinal claro da urgência de políticas climáticas ambiciosas, de investimento em prevenção e serviços públicos para proteger as comunidades mais vulneráveis (trabalhadores ao ar livre, idosos, sem-abrigo) e de uma gestão florestal e urbana que privilegie resiliência e justiça social.