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#Decepção

As últimas 3 semanas foram puxadas. As mais difíceis que passei em muito tempo. Alguns de vocês acompanharam pelo perfil da minha esposa. Mas eu nem quis falar nada... A Malu teve o visto de estudante dos Estados Unidos negado duas vezes. Com o intercâmbio pronto para começar em Denver, uma cidade que ela escolheu, para morar com uma família que foi escolhida de acordo com o perfil dela, no dia 24 de agosto. Não fazia sentido essa negativa, para quem tinha o visto de turista válido. Na segunda vez, perdi o chão. Confiava totalmente que seria aprovado. Quando a funcionária do Consulado disse NÃO, eu tentei argumentar e ela foi totalmente seca dizendo que "as razões estão nesse papel branco" (com uma explicação padrão, que em nada servia para o caso da Malu!), eu saí do guichê anestesiado, sentei num muro branco e comecei a chorar. Com a Malu ali... Porque a Malu passou a sonhar com esse intercâmbio porque foi convencida por mim e pela Fabiana. Gerar esse tipo de decepção para ela era algo que eu nunca me perdoaria. Mas as 24 horas seguintes mostraram a filha maravilhosa e a esposa espetacular que eu tenho. A Malu segurou a onda porque viu que eu estava pior do que ela. Vocês têm noção do que é isso para uma jovem de 17 anos que via seu sonho ruir? Passado o susto, sentamos e vimos uma opção: tentar um 3⁰ visto em Brasília. Mas eu só toparia se Malu e Fabiana estivessem prontas para uma eventual frustração. Antes, as duas realizaram a festa de Até Logo, mesmo sem saber se a Malu iria. E foi um sucesso. Uma noite especial com pessoas que amam a Malu de verdade. E lá foram elas para Brasília, num drama de 15 dias, com elas lidando com uma ansiedade monstruosa, mas mostrando a força de duas gigantescas mulheres. Foto, entrevista, formulários, e-mails, argumentação... Até que o Visto F da Malu estava nas nossas mãos na sexta-feira. Vitória das duas, pois eu já estava abatido. E no fim, tudo certo! Corremos, organizamos uma viagem para Denver de forma expressa, Malu viajou na noite de sábado, neste domingo já está com a Pamela, sua Host Mother, e amanhã começa na escola! Serão 10 meses de aprendizado, mas que começaram nesse show de resiliência delas! #Intercâmbio #Visto #Resiliência

Não havendo OC, está aqui o 1.º ponto de decepção neste mercado 26/27. A não ser que, com a saída de Moura e a lesão de Zaidu, seja Souza + 1 LE, fica complicado justificar uma aposta num jogador de potencial para daqui a 1 ano ser devolvido. Veremos as próximas horas. #MercadoDeTransferências #Futebol #Decepção

A decepção só acontece quando existe confiança e consideração. Eu jurava que petista não gostava de banqueiro. https://t.co/KNzdvpUPUR #decepção #confiança #política

#JENNIE escreveu uma carta no Weverse sobre o aniversário de 10 anos do BLACKPINK: "Olá, sou a Jennie. Eu também estava muito triste por não ter conseguido conversar de verdade com os BLINKs enquanto comemorávamos o 10º aniversário do #BLACKPINK. Como eu queria terminar o último festival que já estava previamente programado antes de escrever, senti que conseguiria transmitir melhor o que estava no meu coração depois de concluí-lo. Ao longo desses últimos 10 anos, graças a vocês, recebi momentos preciosos que nunca mais poderei vivenciar da mesma maneira. Em cada instante, foi o amor que os BLINKs compartilharam conosco que nos permitiu crescer e sonhar com um futuro ainda maior. Em um dia que deveria ser apenas de comemoração pelo nosso 10º aniversário, acabamos deixando um sentimento de decepção entre nós. Da minha parte, só posso dizer que sinto muito e que não tenho desculpas. Para nós, BLACKPINK, os BLINKs sempre foram a maior bênção e o maior amor. Sinto muito por ter mostrado um lado meu que não foi maduro o suficiente, e quero dizer, acima de tudo, que sou verdadeiramente grata por tudo ao longo desses últimos 10 anos. Guardo nossa relação no lugar mais profundo do meu coração. Quero transmitir mais uma vez a todos vocês todo o meu amor, minha felicidade e minha infinita gratidão. Feliz 10º aniversário para nós, e obrigada ainda mais por terem estado conosco durante todo esse tempo. Não vou esquecer tudo o que aprendi e senti ao longo desses anos e, daqui para frente, continuarei sendo uma Jennie capaz de transmitir a vocês todo o amor que recebi. BLINK, eu amo vocês!" #BLACKPINK #JENNIE #BLINK

Olá, pessoal. Em meio a tudo que aconteceu, esperamos a poeira baixar para conseguir falar sobre a situação com a calma e a responsabilidade que ela exige. Realmente, não queríamos nos aproveitar de um assunto tão sensível para farmar likes ou engajamento. Mas, diante da repercussão e de vocês quererem saber o nosso posicionamento, sentimos que era importante nos manifestarmos enquanto portal. Sendo muito sinceros: estamos péssimos com tudo isso. Foi um erro muito grande e, neste momento, tudo parece meio too much. Entendemos completamente a indignação, a frustração e a decepção de muitas pessoas. Reconhecemos que existem motivos legítimos para que essa situação e determinadas associações causem desconforto, e não queremos, de forma alguma, invalidar esses sentimentos. Também estamos analisando todo o cenário e, sinceramente, ainda existe em nós um fio de esperança sobre como tudo isso pode se desenrolar, principalmente diante de tudo que foi construído ao longo de tantos anos. Mas a sensação, neste momento, é realmente pesada. Não sabemos exatamente como reagir diante de tudo isso. Ao mesmo tempo, temos uma responsabilidade enquanto fanbase e portal: continuar trazendo informações e atualizações relacionadas ao Namjoon e aos seus trabalhos, assim como fazemos com os demais acontecimentos relevantes de sua carreira. Informar sobre uma pessoa não significa apoiar todas as suas escolhas. Da mesma forma, continuar acompanhando o trabalho do Namjoon enquanto portal não significa ignorar, minimizar ou concordar com questões que consideramos problemáticas. Isso também se aplica ao nosso evento, que continua sendo produzido e será realizado com o mesmo carinho, dedicação e propósito que sempre tivemos. O evento não representa uma tentativa de apagar ou ignorar o que aconteceu, mas sim a continuidade de um projeto que foi construído com muito trabalho e significado pra tanta gente. Sabemos que cada pessoa vai lidar com essa situação de uma maneira diferente. Respeitamos quem está decepcionado, magoado, indignado ou que precisa se afastar neste momento. Não queremos transformar uma questão séria em uma disputa dentro da comunidade, muito menos dizer a alguém como deve se sentir. Nosso espaço continuará sendo dedicado ao Namjoon, ao BTS, à sua arte e à nossa comunidade, mas sempre buscando agir com responsabilidade, respeito e honestidade diante de assuntos como esse. Agradecemos a quem tem conversado conosco com respeito e também a quem nos chamou a atenção para a importância de nos posicionarmos. Estamos ouvindo, refletindo e tentando entender tudo isso junto com vocês. #Namjoon #BTS #Responsabilidade

Eu não quero iludir o torcedor por isso estou sendo cautelosa nas postagens , até pq a decepção foi grande! Mas há chances SIM da volta do Memphis ! Eu não brincaria com a torcida . Agora se o assunto “ esfriar” eles se sentirão acomodados . Não é por arrependimento e sim medo do que o memphis leve a justiça. Mas afirmo , HÁ CHANCES REAIS DO MEMPHIS VOLTAR ! #Memphisnocorinthians #Futebol #Corinthians #Transferências

Presida 3w

Fernando Diniz assumiu, em plena coletiva, que está DECEPCIONADO com o desfecho da renovação do Memphis. Stábile, você perdeu todo mundo! Peça para sair! #Futebol #Renovação #Decepção

A nossa força nasce do próprio sofrimento que vocês, dirigentes, causaram. Cada decepção, cada dia de angústia. Ao ver vocês destruindo o Corinthians, isso nos fortaleceu para construir algo ainda maior. A nossa luta é contra vocês, dirigentes. Torcedor corinthiano, não desanimemos. Essa luta só termina quando tirarmos o último rato de dentro do clube. O nosso amor é maior do que tudo e não vai ser um bando de 300 ratos malditos que vai afastar a Fiel Torcida do propósito de ajudar o Corinthians a reencontrar o caminho das vitórias. Vamos juntos, Corinthianos. Pelo Corinthians, com muito amor, até o fim. #Corinthians #FielTorcida #AmorAoClube

POPTime 4w

Erika Hilton sobre ter declarado à Justiça Eleitoral patrimônio de R$ 15 mil reais: “Queriam o quê? Que eu tivesse comprado mansões à vista? […] Desculpem a decepção, mas é impossível enriquecer na política sendo honesta, arrimo de família e tendo bom gosto pra se vestir […] O que me choca é ver dedicarem mais atenção a uma parlamentar jovem, que não acumula patrimônio porque o próprio salário é destinado a ajudar a família, apoiar pessoas próximas, quitar dívidas e garantir um mínimo de conforto, do que a políticos que se apresentam como donos da moral e dos bons costumes, mas que, eleição após eleição, multiplicam seu patrimônio de forma impossível de se explicar.” #Política #Honestidade #Justiça

Em nota ao Metrópoles, Erika Hilton fala sobre os R$ 15,9 mil em bens declarados à Justiça Eleitoral: “Queriam o quê? Que eu tivesse comprado mansões à vista? […] Desculpem a decepção, mas é impossível enriquecer na política sendo honesta, arrimo de família e tendo bom gosto pra se vestir […] O que me choca é ver dedicarem mais atenção a uma parlamentar jovem, que não acumula patrimônio porque o próprio salário é destinado a ajudar a família, apoiar pessoas próximas, quitar dívidas e garantir um mínimo de conforto, do que a políticos que se apresentam como donos da moral e dos bons costumes, mas que, eleição após eleição, multiplicam seu patrimônio de forma impossível de se explicar.” #Política #Corrupção #Justiça

Pessoal, os últimos dias não foram fáceis. Entre a ansiedade, a frustração com a organização e a cobrança por um marco tão importante, nós — assim como grande parte do fandom — expressamos nossa indignação de forma muito dura. Não voltamos atrás no que diz respeito ao respeito que o BLACKPINK e os BLINKs merecem... mas hoje o dia chegou. E ver a JISOO tão emocionalmente abalada dessa forma pela primeira vez foi um choque de realidade para todos nós. A reação dela hoje é apenas mais um exemplo, entre tantos, do quanto ela se importa, se dedica e faz de tudo pelos fãs. Da mesma forma, conhecendo o histórico da JENNIE, da ROSÉ e da LISA, sabemos que cada uma delas se importa e demonstra isso à sua maneira. Entendemos totalmente a frustração de todos os fãs, até porque nós mesmos da administração também fomos tomadas por raiva, tristeza e decepção nos últimos dias, mas acreditamos que nossas vozes e demandas já foram ouvidas. Agora, o melhor a se fazer é acalmar o coração e ver o que está por vir. Não é saudável — nem para nós, nem para elas — alimentar essas questões continuamente. Não sabemos a fundo os motivos por trás das falhas na organização do aniversário e projetos em grupo, mas uma coisa é certa: os bastidores envolvem muito mais do que nós, do lado de fora, podemos imaginar. Por trás de erros de gestão e agendas complexas, existem quatro mulheres incríveis que construíram essa história com a gente. Críticas sobre o planejamento continuam sendo válidas, mas hoje decidimos virar a chave para acolher as meninas e celebrar esse marco. A partir de hoje, cabe a nós torcer pelo melhor do BLACKPINK como grupo, pelo futuro solo de cada uma delas e pelas suas escolhas. Estaremos aqui, apoiando, independente do que aconteça. 🖤🩷 #BLACKPINK #BLINKs #Kpop

A língua de chicote! SBS News comentou: “Fãs expressam decepção antes do 10º aniversário de estreia do grupo” “Os fãs também ressaltaram que as integrantes não devem esquecer que estão onde estão hoje porque estrearam como BLACKPINK.” https://t.co/ULwkIFT4ot #BLACKPINK #Kpop #Aniversário

🚨BLINKS IS THE REVOLUTION! A mídia coreana repercutiu a insatisfação dos fãs com os acontecimentos dos últimos dias envolvendo o aniversário de 10 anos do BLACKPINK. "Como resultado, as redes sociais foram inundadas com postagens expressando a decepção dos fãs com o BLACKPINK e instando o grupo e a agência a valorizarem melhor seus apoiadores." https://t.co/d5g13a1TFZ #BLACKPINK #BLINKS #Kpop

Lula 4w

Conversei na manhã desta terça-feira, 4 de agosto, com o presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin. No telefonema de cerca de uma hora, repassamos os principais temas da agenda bilateral, com destaque para as reuniões que ocorreram este ano, em Brasília, no âmbito da Comissão de Alto Nível (CAN) e da Comissão Intergovernamental de Cooperação Econômica, Comercial, Científica e Tecnológica (CIC). Reforçamos o caráter estratégico das relações Brasil-Rússia e a intenção de intensificar a cooperação em temas como energia, ciência e tecnologia e na área naval. Sublinhei a importância do comércio entre os dois países, com ênfase especial no fornecimento de diesel e fertilizantes. Também ressaltei a necessidade de buscar maior equilíbrio no intercâmbio comercial, com aumento das exportações brasileiras para a Rússia. Discutimos também a situação geopolítica atual. Expressei decepção com a incapacidade do Conselho de Segurança da ONU em encaminhar uma solução para os conflitos e sublinhei a importância do diálogo entre as grandes potências em busca da paz. Nesse contexto, ressaltei os aspectos humanitários dos conflitos e lamentei a perda de vidas humanas, inclusive civis. Expressamos determinação de continuar trabalhando conjuntamente nos foros internacionais, especialmente no BRICS, cujo papel no atual cenário internacional foi enfatizado. Concordamos também quanto ao valor do multilateralismo, baseado em um mundo multipolar. Mencionei a eleição para o cargo de Secretário-Geral das Nações Unidas, reiterando o apoio do Brasil à candidatura de Michelle Bachelet. #Brasil #Rússia #Cooperação

Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica

Como confiar? - Diretor da PF escolhido pelo governo fez tour internacional com o presidente da República e participou de degustação de whisky com ministros do STF e o PGR em Londres, bancada pelo protagonista da maior fraude da história do país; - Presidente foi flagrado convidando um desses ministros do STF para tomar café, enquanto a PF tentava driblar o atual relator do caso de seu filho, pedindo ao Supremo redistribuição da investigação por supostos crimes de corrupção e tráfico de influência, e acionando o próprio governo, na AGU, contra a atuação do mesmo relator; - O relator do caso do filho do presidente, no âmbito do escândalo do roubo dos aposentados, havia reclamado do corpo mole da PF e cobrado informações e imparcialidade, sobretudo após a cúpula da corporação ter trocado três delegados que conduziam os trabalhos e um perito, em manobras vistas como evidências de pressão política; - O ministro do café, como presidente interino do STF, remeteu o pedido da PF ao PGR indicado pelo próprio presidente da República, e o PGR não se opôs à redistribuição do caso do filho dele para um novo relator; - Esse PGR jamais pediu investigação sobre qualquer ministro do STF, incluindo o do resort, cuja empresa teve cotas milionárias compradas pelo cunhado e operador do protagonista da maior fraude do país, e o do café, cuja esposa fechou contrato alegadamente advocatício de R$ 130 milhões com o banco do protagonista da maior fraude do país, com quem o próprio ministro do café conversava via WhatsApp; - No Supremo, a redistribuição do caso do filho do presidente foi então a sorteio, mas, por ironia do destino e para decepção de todos que atuaram ou torceram pela troca, o caso caiu novamente com o mesmo relator que a PF tentou driblar; - A outra ironia da história é que os ministros do café e do resort, exercendo controle já criticado como intrusivo sobre os trabalhos da PF em relatorias anteriores (seja de trama golpista e 8/1, seja na etapa inicial do caso da maior fraude do país), abriram precedentes para legitimar até eventuais excessos do relator do caso do filho do presidente na supervisão da atividade policial... Haja cafezinho agora. #Corrupção #Justiça #Política

“Eu não esperava nada do Neymar (na Copa do Mundo), mas olhando a festa, a loucura e a pressão pela convocação dele, o Neymar é a maior decepção da história da Copa.” 🎙️ Vitor Birner, na ESPN. 🎥 @ESPNBrasil | @SportsCenterBR https://t.co/u71r9VaEus #CopaDoMundo #Neymar #Futebol

poponze Jul 20

O público decepcionado com a apresentação do Justin Bieber na final da Copa. https://t.co/pfIjcj4OBf #JustinBieber #Copa #Decepção

BoysLove Hub Jul 17

Justin Moir se pronuncia após ter sido exposto por reposts LGBTfóbicos, misóginos, pró-Trump e de apologia ao feminicídio. “Sinceras desculpas pelas coisas que repostei no passado, pela dor e decepção. Embora tenha feito em uma época em que ainda não tinha maturidade, ser jovem não é uma desculpa. Assumo total responsabilidade pelo que fiz.” #Justica #Empatia #Responsabilidade

Sucumba Games Jul 13

Em 2011, os executivos da Sony Interactive vieram a público pedir desculpas e explicar toda a situação do ataque cibernético na PSN, que colocou em risco os dados pessoais de milhões de usuários e forçou a empresa a desligar os servidores por um tempo. Após o incidente, a Sony investiu pesadamente em segurança, aprimorou significativamente seus sistemas e, desde então, não sofreu nenhuma brecha de grande escala novamente. Essa resposta demonstrou comunicação clara com a comunidade e um comprometimento em melhorar a proteção dos consumidores. Agora, em 2026, muitos usuários de PlayStation temem a perda de direitos relacionados à posse e à liberdade de compra de jogos com o fim da mídia física anunciado pela empresa. Já se passaram quase 2 semanas desde o anúncio e a companhia ainda não se pronunciou novamente sobre o tema, mesmo diante da clara preocupação e decepção dos consumidores. Ao que tudo indica, as grandes empresas de games hoje priorizam mais o lucro do que a reputação, só vão fazer algo se doer no bolso ou se novas leis os obrigarem a fazer isso. #PlayStation #Cybersecurity #GamersRights