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#Honestidade

@Rconstantino Você devia ser homem e citar nomes de quem você pode perdoar. Não falar nomes é postura de quenga. Conta pro Brasil quem são os teus amigos. #perdão #honestidade #amizade

Cansaram de fingir que era sobre defender mulheres de adolescentes cheirando a cheetos e resolveram assumir que é sobre cercear a liberdade de expressão mesmo. Obrigado pela honestidade e transparência, isto é raro na política. #LiberdadeDeExpressão #Transparência #Política

@welmelo Isso não foi uma burrada, foi a ocasião mostrando o ladrão, a oportunidade de ser ladrão. Fosse honesto, teria devolvido. Simples assim... #honestidade #oportunidade #reflexão

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

Gadi Eisenkot, ex-general das IDF que perdeu o filho em combate em Gaza, desafia Netanyahu nas próximas eleições israelitas com um novo partido chamado Yashar, prometendo uma mensagem de honestidade e unidade para um país dividido por tensões sociais e políticas. #GadiEisenkot #Netanyahu #EleiçõesIsrael

O militar que perdeu filho em Gaza e desafia Netanyahu

Um tapa na cara das pessoas honestas que declaram imposto de renda fielmente. https://t.co/P4bH1JAH8Y #ImpostoDeRenda #Honestidade #Cidadania

Vai ser textão, mas esse aqui eu prometo que vale a pena ler. Com toda honestidade. Desde que a Kings acabou tirei um tempo das lives, para conhecer meu irmão que havia nascido durante a competição, ajudar meu pai com a correria dele (ele da aulas de Jiu Jitsu e mora em outro país) e distrair um pouco, até porque, por mais que não pareça para vocês (🤣) me dedico MUITO em tudo que faço. E precisava recarregar. E assim fiz. Depois disso, voltei para casa e prometi que o foco voltaria como nunca antes. E voltou. Já com um público bem menor, afinal, live também é frequência. Em uma dessas lives, durante uma madrugada, falei com um dos poucos 100/150 que ali estavam que a live para mim é igual. Seja com 100 pessoas ou 100 mil. O meu dever é entregar algo legal e sempre antes de começar peço a Deus para me dar sabedoria e para que as pessoas, ao sairem, querem voltar outro dia porque se sentiram bem enquanto assistiram. Enfim. O foco só aumentou. Os conteúdos em si melhoraram. Desenferrujei… E o público, naturalmente, voltou a subir. Dia após dia. Sem deixar de fazer um dia sequer. Mas esse é apenas um contexto que usei para falar de UMA coisa em específico. Para muitos, pode não parecer nada demais. Mas para mim, é MUITO. Em meio a tudo isso, conheci através do chat, um jogo que, de cara, me pegou. Quando vi, já estava apostando todas fichas. Uma tentativa, um episódio e um “all in” por dia. Com o maior capricho do mundo. E para melhorar, o CRIADOR DO JOGO, ali com a gente, lendo os feedbacks, vendo todo seu projeto furar bolhas e sair de um sonho para uma realidade. O jogo estourou. E hoje, durante a live, o chat pediu: “olha site do jogo, você vai gostar, confia…” E lá estávamos nós. Estampados na cara do gol por uma gratidão mutua. A nossa com ele por ter feito essa obra de arte e a do Santiago com a gente por comprar o barulho dele. Pode parecer bobeira, mas aqui, para mim, já fizemos história. Tenho convicção de que, em dias, esse jogo será 200x maior do que é agora. E fico realizado em saber que a nossa comunidade, que a dias estava “apagada”, puxou a rédea disso. Joguem. Joguem sem precedentes. Jogo leve, divertido, emocionante. Apenas joguem. E depois tragam seus feedbacks. Que garanto que você vai fazer toda diferença como todos que sugeriram algo até agora fizeram. Obrigado, Chat! Obrigado, Santiago (criador do jogo)! Obrigado a toda comunidade! Essas situações me explicam cada vez mais o motivo de todo dia abrir live. ❤️🫵🏽 #live #comunidade #jogos

o carisma do carlos a inteligência do eduardo a honestidade do flávio e a sabedoria do jair Jair Renan é o super trunfo do Bolsonariamo #carisma #inteligência #honestidade

@Metropoles @digaormf Imagina o vexame!! Mas mesmo que se comprove fraude, quero vê-la desclassificada. Não sei porque as pessoas não conseguem competir um esporte de forma honesta e sem fanatismo. Futebol não é o que define uma pátria não. #Esporte #Honestidade #Futebol

O ÚNICO que em delações premiadas foi citado para dizer que ele era HONESTO. O ÚNICO que teve sua vida toda investigada e não acharam mais do que uma foto com uma baleia. O ÚNICO que sozinho protestou para castração química contra pedófilos O ÚNICO que jogou dentro das 4 linhas e se recusou a se corromper O ÚNICO que teve sua reunião ministerial vazada e vimos que o que ele falava lá era igual ao que ele falava ao público. MITO. JAIR MESSIAS BOLSONARO!- #Bolsonaro #Honestidade #Política

Fazer parte da bancada que eu cresci vendo carrega muita responsabilidade, especialmente num dia em que todos querem nos ouvir. E precisamos ser honestos com nossos sentimentos, sem medo de ofensas e intimidações. Porque quem se identifica com o que falamos merece respeito. https://t.co/hJj2Q6TAyY #Responsabilidade #Honestidade #Respeito

A gente busca um homem honesto e decente pra vice, focando em suas qualidades. A imprensa esnoba: seria mais “profissional” se fosse um indicado de um partido corrupto. #Política #Honestidade #Ética

Lucas Pizane e Giovanna Lima, ex-BBBs 24, anunciaram o fim do relacionamento através das redes sociais. “Foram muitos momentos felizes, com amor, respeito e parceria. Por isso, em honestidade com nós mesmos, chegamos ao entendimento de que nosso namoro chegou ao fim.” https://t.co/oaRmcZgl9p #Relacionamento #FimDeNamoro #Amor

SINCERICIDIO DO PINGUÇO!! "Entre vocês na política, porque o político honesto que vocês querem está dentro de vocês, não está dentro de mim". https://t.co/ArdRAR7nKt #Política #Honestidade #Reflexão

Lula conseguiu protagonizar mais um daqueles momentos em que a sátira perde o emprego. Durante a premiação da 20ª OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas), Lula resolveu fazer uma observação curiosa sobre honestidade na política. Em vez de reafirmar a própria integridade, preferiu sugerir que quem procura um político honestíssimo talvez devesse procurar em outro lugar. Normalmente, políticos gastam décadas tentando convencer a população de que são exemplos de virtude. Lula parece ter optado por um caminho diferente - a honestidade sobre a falta de honestidade. Talvez seja a evolução definitiva da política brasileira. Depois de anos de escândalos, condenações anuladas, mensalão, petrolão, delações, empreiteiras, bilhões desviados e uma sucessão interminável de manchetes, chegamos ao ponto em que nem é mais necessário fingir. Esse é o retrato perfeito de uma nação onde o absurdo deixou de causar espanto. Quando Lula admite, em um lapsus, que não deve ser procurado como referência de honestidade, e isso não gera indignação nacional, o problema já não está apenas na política. Existe uma diferença enorme entre um país que combate a corrupção e um país que aprende a rir dela. E o Brasil parece ter escolhido a segunda opção há muito tempo #Lula #Política #Corrupção

Há 20 anos, Taylor Swift iniciava sua carreira ao lançar seu primeiro single para o mundo: “Tim McGraw”. 💚 Pela primeira vez, milhares de pessoas ouviam aquela garota e percebiam que ela conseguia colocar nossos sentimentos em palavras, atravessando até mesmo as barreiras da língua e da distância. Taylor Swift já mostrava ali a força que a música tem, era algo genuíno. Ela sentia tudo de verdade e transformava isso em canção, com a honestidade de alguém que já sabia exatamente o que queria dizer. Duas décadas depois, “Tim McGraw” representa o ponto de partida de uma carreira que permaneceu forte como as raízes de Taylor. Marcada por recordes históricos, estádios lotados e, o mais importante, uma conexão única construída através de algumas das letras mais honestas da música. Hoje celebramos o legado e o impacto cultural da maior contadora de histórias do nosso tempo. #TaylorSwift #Música #Legado

Mais uma prova do colapso da Justiça brasileira, e da sua transformação no principal mecanismo de repressão política do regime. Eduardo Bolsonaro foi ao exterior denunciar o regime. Da mesma forma que os aliados de Lula foram ao exterior denunciar o que consideravam uma perseguição ao então ex-presidente. Nenhum político esquerdista foi investigado, muito menos condenado pelas denúncias no exterior. Ainda há a diferença: Lula não foi perseguido, foi condenado no maior caso de corrupção da história, tendo sido descondenado pelo Supremo, que agora persegue a direita. Nas conversas reveladas pela Folha, extraídas do celular do ex-diretor do TSE, Eduardo Tagliaferro, trocadas com um juiz auxiliar de Moraes no TSE, veio a ordem: “Ele quer pegar o Eduardo Bolsonaro”. Em qualquer país civilizado, sob a vigência do Estado de Direito, tal revelação já seria suficiente para gerar a suspeição de Moraes no caso. Mas é muito pior do que isso. Moraes e os outros ministros são parte interessada no processo, visto que as acusações de Eduardo às autoridades americanas levaram à imposição de sanções, como a perda de vistos e a Lei Magnitsky. Vale lembrar que, há poucos dias, a última instância do Judiciário da Itália anulou a extradição da ex-deputada Carla Zambelli justamente pelo fato de Moraes ter atuado na sua condenação como vítima e juiz, o que a corte italiana chamou de “macroscópica violação” do direito de defesa. Fico imaginando qual seria o adjetivo usado pelos ministros italianos para o caso de Eduardo. Além de Moraes ter atuado como vítima e juiz, há os claros abusos observados em todas as fases do processo. Vamos começar pelo próprio crime, o de coação no curso do processo. Ora, a definição é clara: usar de violência ou grave ameaça para impedir o andamento de um processo. Como pode Eduardo ter usado de “grave ameaça”, no caso as sanções americanas, se ele não tem cargo algum no governo dos EUA? Vale notar a contradição. Moraes afirma que não é suspeito porque a vítima do crime de coação não é ele, mas a própria Justiça. Foi o mesmo tipo de argumento que não colou para a Justiça italiana, que o reconheceu como vítima e juiz no caso Zambelli. Não podemos esquecer que suas denúncias nos EUA ocorreram enquanto ele era deputado federal, contando com imunidade parlamentar por QUAISQUER palavras, segundo a Constituição, transformada em letra morta pelo Supremo. Além disso, vale observar a mecânica da relatoria absoluta. A ação contra Eduardo é um desdobramento do processo do “golpe” e, por conexão, caiu nas mãos do mesmo relator. Na prática, Moraes arroga para si qualquer caso que derive de suas próprias investigações, operando em sintonia com a PGR, que deveria ser um órgão autônomo. E ainda temos a questão da citação por edital. Ao invés de Eduardo ser citado nos EUA, por carta rogatória, como prevê a lei, foi citado por edital, recurso cabível quando não se sabe o paradeiro do réu, o que não é o caso. Seu endereço é sabido. A Defensoria Pública, instada a apresentar a defesa, denunciou todas essas nulidades, que foram sumariamente rechaçadas, num processo a toque de caixa. Qualquer pessoa com o mínimo de honestidade consegue perceber os patentes abusos desse processo, mas, por questões políticas, muitos aplaudem a perseguição. A questão não é sobre a existência de um regime de exceção. É como e quando essa fase sombria da história brasileira terá fim. #Justiça #Brasil #Política

Mais claro do que isso, só hidrogênio filtrado por um monge cartuxo que fez voto de silêncio e usa lentes de aumento e cinto de castidade. Você teria de ser realmente obtuso para fingir que não entendeu. Não olhe para o elefante no meio da sala e comente apenas que o tapete está precisando de aspirador. Diga não aos dissimulados e falsos apoiadores. Não se trata de dividir a direita, mas depurá-la. Tirar o que não presta e ficar com o que é bom. #politica #transparencia #honestidade

O Professor Paulo Cruz está certo. Vou falar sobre isso amanhã. Agradeço sua honestidade e grandeza. Poderia se juntar ao coro do linchamento e faturar. Mas ele é, como eu sempre soube, um homem honesto e honrado. #Honestidade #Integridade #Respeito

💪 Direita lidera disputa ao Senado no Paraná! O Instituto Veritá divulgou nova pesquisa sobre as vagas do Paraná no Senado Federal, com levantamento realizado entre os dias 2 e 6 de junho de 2026, e nosso nome segue na frente. Na consolidação de primeiro e segundo votos, lideramos com 35,6%. Mesmo diante de tantos ataques do PT e das tentativas de espalhar mentiras sobre nossa candidatura, o povo paranaense continua escolhendo nosso projeto comprometido com o combate à corrupção e contra os abusos do STF! E quem continua liderando a rejeição? Ela, Gleisi Hoffmann. 53,8% dos paranaenses disseram que não votariam de jeito nenhum na petista. Seguimos firmes na chapa da direita junto com Sergio Moro e Filipe Barros para levar ao governo do Paraná e ao Senado os valores que nos guiaram na Lava Jato: honestidade, competência e a luta por justiça! 📌 Pesquisa registrada no TRE sob o número PR-08570/2026 e no TSE como BR-08297/2026. #Senado #Paraná #LavaJato