Os papagaios de piratas repetem à exaustão que Goiânia e Rio de Janeiro distam demais para que todos os goianos possam acorrer a Flávio, em Copacabana, domingo. Discurso pronto, naturalmente, dos malandros que manipulam os adoradores de Gustavo Gayer e do Bezerro de Ouro: ídolos de barro, ou melhor, de plástico dourado, fabricados para o consumo das massas que confundem convicção com fanatismo. Expliquemos, pois até a Dilma, em seus dias de lucidez intermitente, compreenderia: o convite não se destinava à totalidade dos moradores de Goiânia. Destinava-se, com precisão cirúrgica, a que Gayer e o Bezerro de Ouro ocupassem o mesmo palanque de Flávio. E o que fizeram esses dois bobalhões? Inventaram outro compromisso (o eterno álibi dos pusilânimes) para não se postarem ao lado do 01. Entenderam, ou será preciso desenhar? Imaginem, apenas por um instante de honestidade intelectual, se esses dois “direitistas” recusariam o privilégio de dividir o tablado com Jair Bolsonaro. Inventariam outro compromisso se o convite viesse do próprio Jair, nos dias de glória e liberdade? Tirem, senhores, as suas conclusões. O resto é silêncio, ou, no caso brasileiro, o resto é o grito dos papagaios. #Goiânia #RioDeJaneiro #PolíticaBrasileira