URGENT: BOLSONARO REQUESTS THE ANNULMENT OF THE CONVICTION USING MORAES' OWN WORDS. Relator of the request: Kassio Nunes Marques. The defense uses the MASTER CASE as an argument: in the process, Moraes stated the necessity of full access to the evidence and sufficient time to analyze the seized content. Now, the defense argues that the same right was denied to Bolsonaro during the criminal action. The criminal review requests the suspension of the sentence of 27 YEARS AND 3 MONTHS and questions the limitation of defense. MORAES' STATEMENTS ARE NOW USED AGAINST THE VERY CONDUCT OF THE PROCESS. (translated)
URGENT: BOLSONARO ASKS FOR CANCELLATION OF THE CONVICTION. WITH MORAES' WORDS. Rapporteur: Kassio Nunes Marques. The weapon: the Master case. In the Master case, Moraes said that a judge cannot become an investigator. And that the defense needs time to analyze Vorcaro's phone. The new criminal review calls for an immediate suspension of the 27 years and 3 months sentence. MORAES' STATEMENTS TURN AGAINST HIM. And we have already presented a project in the Chamber that ends this absurd law used to imprison Bolsonaro. FREE BOLSONARO! (translated)
O procurador-geral da República, o homem a quem cabe pedir a investigação de Moraes, foi ao casamento do filho de Moraes. E Paulo Gonet não estava sozinho. Gilmar Mendes e Flávio Dino também estavam lá. Vale lembrar o que cada um fez nas últimas semanas. Gonet pediu a anulação do relatório da PF sobre a relação de Moraes com Vorcaro. Detalhe: o próprio Gonet aparece citado várias vezes no documento, inclusive no convescote de charuto e uísque em Londres. Dino pediu vista no dia 15 e travou por até 90 dias a decisão do Supremo sobre investigar Moraes. Na sexta, o Conselho Superior do MPF barrou por 5 a 4 a investigação contra Gonet, que segue no caso. O voto decisivo? Do irmão de Flávio Dino. Quem deveria investigar, quem deveria ser investigado e quem decide se haverá investigação. Todos na mesma festa. Que tipo de justiça é essa? #Justiça #Corrupção #Brasil
Segue o plano do sistema para anular a eleição se Flávio vencer. Estão utilizando o caso da Romênia como exemplo. Lá a eleição foi anulada pelo tribunal constitucional porque alegaram uma interferência russa. Tentaram a mesma coisa nos EUA quando Trump venceu pela primeira vez. #Eleições #Política #Anulação
O governo paralelo que o Master expôs Existe algo muito mais sinistro no escândalo do Master do que as próprias negociatas. O Globo revelou mensagens do celular de Vorcaro em que seu então advogado, Walfrido Warde, relata a construção de uma interlocução com o governo Lula. Em abril de 2024, dizia que Marcola, chefe de gabinete da Presidência, cobrava o e-mail com os "interesses do grupo". Em setembro: "Estive com o Presidente Lula longamente ontem. Vc vai gostar". Em janeiro de 2025, contava que o presidente agradecera "mais uma vez o whisky". O Planalto nega o whisky e os recados. Admite apenas o que não tem como negar: Lula recebeu Vorcaro em 4 de dezembro de 2024, fora da agenda oficial. Warde agora diz que tratava com Marcola e outros integrantes do governo, não diretamente com Lula. Ou seja, a interlocução com o Planalto existia. E vejam quem é o mensageiro. O escritório de Warde teve como sócia Roberta Rangel, então mulher de Toffoli. Toffoli depois assumiu a relatoria do caso Master e só largou o osso quando os vínculos de seu entorno familiar com personagens e fundos ligados ao caso vieram à tona. O escritório da mulher de Moraes tinha contrato de R$ 131 milhões com o Master, R$ 3,6 milhões por mês, para atuar em inquéritos da PF, no Banco Central, na Receita, no Cade e no Congresso. O escritório da família Lewandowski recebia R$ 250 mil mensais do banco, contrato que seguiu enquanto ele era ministro da Justiça. Em dezembro de 2024, Vorcaro orientou seu diretor jurídico a chamar o filho do ministro: "Temos um contrato. Tem que chamar ele urgente. [...] E dá algum caso ou parecer para ele fazer". Eis a juristocracia exposta: advogados poderosos, ex-ministros e parentes de ministros circulando entre Planalto, Esplanada e Supremo, com a mesma chave para todas as portas. Isso não é o lobby que sempre existiu, por mais nefasto que ele seja. O lobby tradicional buscava interesses: um contrato, uma regra favorável. Pressionava o poder, mas ficava do lado de fora. A rede exposta pelo Master evoluiu para exercer o controle político efetivo do país: define quem é investigado e quem é poupado, quem é censurado, quem vai preso e quem pode disputar eleição. Virou um governo paralelo, que engoliu as instituições e detém o poder de fato, sem jamais ter recebido um voto. E tomou o caminho autoritário em 2019, quando o Supremo abriu por portaria, sem o Ministério Público, o inquérito das fake news. Um de seus primeiros atos foi censurar uma reportagem que ligava Toffoli a Marcelo Odebrecht. Para blindar a rede, era preciso calar quem a expunha. Depois, a repressão só se expandiu. Em nome do combate aos "atos antidemocráticos", milhares passaram pela máquina de inquéritos e processos, perfis foram censurados e centenas terminaram atrás das grades. O excepcional virou permanente: questionar o sistema passou a significar ser tratado como inimigo dele. O mais grave: nenhum mecanismo de controle deteve a rede a tempo. Ela só emergiu quando o Master colapsou. E, mesmo exposta, não se corrige. Em dezembro de 2025, Gonet arquivou o pedido de investigação sobre o contrato da mulher de Moraes. Agora, alegando vício processual, pede a anulação do relatório da PF que dedicou quase 190 de 218 páginas a Moraes. Detalhe: o nome do próprio Gonet aparece nas mensagens. A ofensiva pela blindagem é aberta. Quatro ministros já se alinharam: Gilmar, Zanin e o próprio Moraes votaram para unir, e assim amarrar, o caso de Moraes ao julgamento de supostas irregularidades de Mendonça, o ministro que expôs o relatório; Dino, que também se manifestou pela união, pediu vista e interrompeu o julgamento. E Zanin acaba de negar, por ora, a liminar que obrigaria o Senado a instalar a CPI sobre Moraes, Toffoli e Vorcaro, parada desde março com 41 assinaturas. E quem segura a CPI? O presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Segundo a Veja, numa proposta de delação rejeitada pela PF, Vorcaro relatava o pagamento de US$ 30 milhões ao senador, numa conta no exterior, em troca de apoio a interesses do banco. Alcolumbre nega. É o mesmo Alcolumbre que, segundo mensagem de Fábio Faria a Vorcaro obtida pela PF, estava "louco perguntando se as suíças vão vir" a uma festa do banqueiro. Foi justamente a alegada omissão dele que Zanin considerou não comprovada. Passaram sete anos nos vendendo "defesa da democracia". Poucos negócios no Brasil rendem tanto. #GovernoParalelo #Corrupção #Justiça
EDITORIAL | O risco de anulação do caso Master – “O caso Master simplesmente não pode ter o mesmo fim trágico da Lava Jato”. Leia em https://t.co/xn3NfTqbbD (via @opiniao_estadao) https://t.co/qdbzpWlofR #Justiça #Corrupção #Brasil
A REPÚBLICA DA CHANTAGEM Por Paulo Faria O escândalo do Banco Master transformou o Supremo Tribunal Federal em palco de uma sucessão de acusações, vexames, pressões e disputas internas. O que deveria ser uma investigação sobre suspeitas de fraudes financeiras passou a expor relações entre um banqueiro, integrantes da mais alta Corte do país e autoridades da República. Primeiro, vieram as mensagens extraídas do celular de Daniel Vorcaro, reveladas em relatório da Polícia Federal divulgado por André Mendonça. Depois, Alexandre de Moraes reagiu acusando o colega de direcionar investigações para atingi-lo. Todos viram. A Procuradoria-Geral da República de Paulo Gonet - mencionado 33 vezes no relatório da PF - questionou a regularidade do procedimento e pediu sua anulação. Por outro lado, a "defesa de Moraes", formada por Gilmar Mendes - o decano -, Cristiano Zanin, Flávio Dino, e o próprio Moraes exigiram acesso integral ao conteúdo do aparelho, enquanto Mendonça sustentou que a divulgação poderia comprometer investigações em andamento. A disputa chegou à Presidência do STF, sob Edson Fachin. Agora, a crise ganha um novo e interessante capítulo, elevando as expectativas para uma real delação do ex-banqueiro. Segundo reportagens publicadas pela VEJA e pela Gazeta do Povo (18), Daniel Vorcaro teria enviado um recado ao Supremo: caso seu pai, Henrique Vorcaro, não seja libertado para tratamento médico, poderá revelar informações comprometedoras sobre autoridades. O ex-banqueiro alegaria possuir fotografias, comprovantes de pagamentos e documentos envolvendo integrantes do STF, da PGR e da Polícia Federal. As alegações ainda dependem de comprovação, obviamente. O quadro é perturbador. Ministros trocam acusações, questionam procedimentos e disputam o controle de informações sensíveis. Paralelamente, como um investigado (preso) afirma possuir documentos capazes de comprometer autoridades e, segundo a imprensa, condiciona sua divulgação à situação prisional do próprio pai? A resposta é simples: quais são os fatos que Vorcaro afirma conhecer e por que sua divulgação estaria condicionada à libertação de um familiar? Ora, se existem provas de irregularidades, devem ser entregues às autoridades competentes, preservadas e investigadas, independentemente de qualquer negociação. Essas provas devem ser entregues à PF de Andrei Rodrigues e PGR de Paulo Gonet, fiéis degustadores de charutos e whiskies? A República não pode funcionar como um balcão de troca de segredos, e chantagens para todos os gostos. Nem a Justiça pode depender de ameaças, relações pessoais ou acordos de conveniência. É indispensável esclarecer o que efetivamente ocorreu, sem transformar acusações em condenações antecipadas, ou armas retóricas. Quando informações potencialmente comprometedoras passam a ser utilizadas como instrumento de pressão - e chantagem -, a questão deixa de ser apenas quem está ameaçando quem, chegando ao cúmulo de autoridades se enfrentarem no picadeiro supremo, como tresloucados em busca de autoproteção. Resta saber agora quem está com a verdade e quem está blefando. Também há de se apurar o que existe por trás dessas ameaças e chantagens, e quem tem interesse em impedir que a verdade apareça, e prevaleça. A verdade é que ninguém quer a verdade. Com tudo isso à mesa, os próximos dias prometem fortes emoções. #justiça #corrupção #transparência
Algumas coisas mal compreendidas sobre Alexandre de Moraes e a Lei Global Magnitsky. 1. São três coisas diferentes. A emergência nacional (Ordem Executiva 14323), que declara que Moraes abusou da autoridade judicial: prorrogada em julho de 2026, continua em vigor. A designação como violador de direitos humanos (Ordem Executiva 13818): a lei exige comunicação ao Congresso para revogá-la, e nada foi feito. Nunca foi revogada. E a inclusão na lista SDN do OFAC, o instrumento que bloqueia bens: foi só isso que caiu em dezembro de 2025, com a justificativa de que manter a designação era "inconsistente com os interesses de política externa" naquele momento. Não disseram que Moraes não fez o que fez. Disseram que não convinha. 2. Foi conveniência diplomática, reversível a qualquer hora. Os documentos oficiais que descrevem Moraes como responsável por prisões arbitrárias, censura e perseguição política nunca foram retratados. Em agosto o Financial Times revelou que Washington voltou a discutir a reimposição. Na sexta a Folha foi além: uma alta autoridade do Departamento de Estado disse que as medidas já foram elaboradas, que o governo está pronto para avançar e que acompanha também outros integrantes do Supremo. A sessão do dia 15 é vista como momento chave dessa avaliação. 3. A Magnitsky não trata só de direitos humanos. Ela também alcança funcionário público cúmplice em corrupção, com base em "informação crível", sem exigir sentença. O relatório da PF sobre as conversas de Moraes com Daniel Vorcaro abre essa segunda via, independente da primeira. Mesmo que a de 2025 não existisse, esta bastaria. 4. E não alcança só o violador. A seção 1(a)(iii) autoriza sancionar quem preste apoio material a violações de direitos humanos ou a corrupção. Já foi usada no Brasil: em setembro de 2025 o Tesouro sancionou Viviane Barci e o Lex Institute por integrarem a rede de apoio a Moraes. Não precisa de lei nova nem de dossiê do zero. O registro já existe. Falta ligar cada nome a ele. 5. Amanhã, às 10h, o plenário do STF decide se a apuração sobre Moraes e Vorcaro segue ou morre. A PGR já pediu a anulação da decisão de Mendonça. Cada ministro vai registrar, em voto público, se protege ou não Moraes. Quem votar pelo arquivamento, ou pedir vista para fazer chicana, não está só blindando um violador de direitos humanos. Está protegendo um funcionário público de uma apuração de corrupção. E está escrevendo o próprio nome no dossiê de apoio a um homem cuja volta à lista já está pronta, esperando apenas uma assinatura. Por isso todos os olhos aqui estarão nesta sessão. Paulo Gonet já traçou o seu destino. Veremos quem mais vai embarcar no Titanic. E nesta semana sigo com Eduardo Bolsonaro para Washington DC. Pelo bem do Brasil. #DireitosHumanos #Corrupção #PolíticaBrasil
quem tem de ser ouvida agora é a polícia civil de tarcísio de freitas que claramente quebrou a cadeia de custódia de provas importantes e pode colocar todos os processos relacioados ao dark horse sob risco de anulação https://t.co/wBVUgUqSQH #Justiça #Polícia #DarkHorse
Lula quer se afastar de Alexandre de Moraes. Não consegue. A concentração de poder construída juntos, as eleições de 2022, os abusos, as ilegalidades e a destruição do país os tornam indiscutivelmente conectados. Quem lucrou com o arbítrio não pode agora fingir que não o conhecia. A maioria dos ministros do STF também quer distância de Moraes: sua presença tornou-se insuportável até para os pares. Mas há medo. Medo do verdadeiro gabinete do ódio que ele montou, do aparato de dossiês e da estrutura paralela que operava dentro da Polícia Federal. Medo da organização criminosa causando risco inclusive à integridade física dos membros da Corte. Moraes vai tentar uma falsa equivalência com os atos de André Mendonça. Não vai colar. Um age na estrita legalidade e faz justiça de verdade; o outro rasga o ordenamento jurídico para blindar os próprios crimes. Não há simetria entre quem investiga e quem é investigado. Flávio Bolsonaro já pediu a abertura de todos os procedimentos: Master e INSS. E vai ganhar a eleição. Resta à Lula tentar fechar a porta para Moraes e ao Tribunal suscitar um infame acordão. Depois de todas as revelações, há pontos imperativos e inegociáveis: 1.Investigação, afastamento e perda do cargo de Alexandre de Moraes. 2.Anulação do inquérito das fake news, do inquérito das milícias digitais e de todos os seus troncos e desdobramentos. 3.Revisão criminal da farsa do golpe e anistia ampla, geral e irrestrita. Na terça-feira, 15, o plenário se reúne para analisar o relatório da PF e a investigação contra o delinquente Moraes. É a hora da verdade para o STF. O pior é constatar que o destino do Supremo repousa sobre o voto e a estatura moral de Fachin e Cármen Lúcia. #Lula #STF #AlexandreDeMoraes
Transparência Internacional aciona OCDE contra anulação das provas da Odebrecht por Toffoli https://t.co/KPOWN7XT4s #Transparência #Corrupção #Justiça
O início do fim de Alexandre de Moraes Lula largou a mão do Alexandre de Moraes e Edson Fachin tenta equilibrar os pratos dentro do Supremo. Há vários aspectos a serem considerados aqui, mas já posso adiantar que André Mendonça vê saldo positivo na crise e agora vai se preparar para o dia 15, quando o plenário julgará a abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes por sua relação promíscua com Daniel Vorcaro. A declaração de Lula sobre abrir "os sigilos do caso Master" serve como senha para seus aliados no STF seguirem em frente na fritura do colega. A explicação para esse movimento está nas pesquisas de intenção de voto, que mostram o petista sendo arrastado para a vala do Master junto ao ministro, enquanto Flávio Bolsonaro se descola do Dark Horse. Vendo Lula desidratando e editoriais de jornais e empresários pedindo providências para estancar a crise no STF, Fachin também se sentiu autorizado a fazer o gesto mais importante de sua gestão: revogou a designação de Moraes como relator do ignóbil inquérito das Fake News, assumindo a tarefa de encerrá-lo após 7 anos. Não é um mero ato administrativo, mas um soco no estômago do atual vice-presidente da Corte. Quando arquivar definitivamente o AI-5 do STF, Fachin encerrará também milhares de PETs que foram brotando de sua matriz -- alguns calculam em 10 mil mini-inquéritos. Não é pouca coisa. É o início do fim das injustiças contra milhares de cidadãos, incluindo parlamentares, ativistas, jornalistas e empresários. É a antessala da dosimetria. O início do fim do tirano de toga e do capítulo mais sombrio da histórica recente da República. Sobre o Andrei Rodrigues, é preciso também cautela. Fachin deu 48h para ele explicar o dossiê sobre Mendonça e nada impede que decida, por fim, afastá-lo do cargo. Trata-se de uma necessidade imperiosa, considerando as seguidas tentativas de obstrução das investigações do Master pela PF Paralela e também de ações de fishing expedition contra Flávio. Ao anular a reintegração decidida por Flávio Dino e seu endosso às práticas ilícitas de Andrei, Fachin indicou que pretende fechar a fábrica de dossiês - da qual provavelmente foi alvo. Não é possível, afinal, permitir investigações clandestinas sobre ministros do Supremo ou qualquer outro cidadão, autoridade ou não. É o caminho para impedir novas operações de fishing expedition contra Flávio Bolsonaro, garantindo assim um mínimo de equilíbrio na disputa eleitoral. Talvez, Fachin compreenda que uma eventual vitória de Lula, maculada pela interferência judicial, não será reconhecida pelos EUA e pela maioria dos vizinhos latino-americanos. Naturalmente, em meio a tantas notícias boas, tem quem enxergue na anulação da decisão de Mendonça sobre Andrei um desrespeito ao ministro e à Segunda Turma, mas vale frisar que o resultado não chegou a ser formalizado, pois o julgamento já estava paralisado por um pedido de vista de Gilmar Mendes quando Luiz Fux e Nunes Marques anteciparam seus votos. Enquanto muitos sentem cheiro de pizza, eu sinto cheiro de sangue em Brasília. #STF #Política #Justiça
Malu Gaspar: “Alexandre de Moraes é um possível alvo. Teve contato e, tudo indica, orientou juridicamente o maior fraudador financeiro da República. Ele tem interesse direto na anulação dessas investigações. Dino constrói mais um tijolinho para criar um ambiente de nulidade.” https://t.co/vaf5ca2Pgf #Justiça #Corrupção #Política
2026 não será uma eleição qualquer. O voto para Presidente e para o Senado terá consequências que ultrapassam os próximos quatro anos. Pela Constituição, cabe ao Presidente da República indicar ministros mais 4 ministros do STF, mas cada indicação precisa ser aprovada pela maioria absoluta do Senado, pelo menos 41 dos 81 senadores. Isso significa que a escolha feita nas urnas não define apenas quem administrará o país. Ela também influencia, ao longo dos anos, a composição de instituições que tomam decisões fundamentais para a vida nacional. Por isso, antes de votar, ou de decidir anular o voto, é importante compreender exatamente o que está em jogo. Votos brancos e nulos não entram na contagem dos votos válidos e não provocam a anulação da eleição, mesmo que sejam numerosos. Em 2026, cada brasileiro terá diante de si uma decisão com efeitos muito além de uma eleição. Informe-se sobre os candidatos, suas propostas, seus compromissos e aquilo que representam. Depois, exerça conscientemente o seu voto. O futuro institucional do Brasil também passa pelas urnas. #Eleições2026 #VotoConsciente #FuturoDoBrasil
O STF é só a ponta do iceberg André Marsiglia/@Poder360 Não estamos diante de uma crise do STF, nem de um esforço solitário de Alexandre de Moraes para evitar ser investigado. Há um conjunto de Poderes e interesses trabalhando para que as investigações sobre ele não avancem. Depois de André Mendonça tornar públicas informações que alcançam Moraes, a PGR, chefiada por Paulo Gonet, pediu a nulidade do relatório da Polícia Federal que amparava as investigações e, inclusive, citava o próprio Gonet. Moraes, ao retaliar Mendonça, pedindo que o colega fosse investigado, abriu caminho para a anulação não apenas das investigações que o alcançam, mas também das que alcançam Lulinha, filho do presidente, conhecidamente próximo de Moraes. Para arrematar, Alcolumbre, presidente do Senado, segundo a imprensa, articula um bizarro e inacreditável impeachment contra Mendonça. E não surpreende: Lula, Alcolumbre e Moraes já foram encontrados em um jantar secreto na casa do ministro, no último dia 4 de agosto. Segundo informações do jornalista Lauro Jardim, de O Globo, o encontro serviu para que confabulassem sobre como fragilizar Mendonça.Ou seja, mais do que abanar, o rabo nesse caso apunhala e devora o cachorro. Alcolumbre, Lula e Moraes fazem parte de uma ciranda que gira em torno dos mesmos interesses, pouco ou nada republicanos. Por sua vez, Fachin, presidente do STF, diante do caos, anuncia medidas fortes; só não disse quais nem quando e já cogita deixar tudo para depois das eleições, apostando na característica pátria mais conhecida: o esquecimento. De outra banda, parte da cúpula da OAB federal, nesse momento delicado do país, viajou para a Suíça, em um evento, decerto, mais interessante do que nossos problemas mundanos. E parte da advocacia que orbita em torno do poder supremo já se diverte com a possibilidade de repetir o mesmo enredo da Lava Jato, dirigindo a Mendonça suas críticas e retirando o caso de seu eixo, para discutir se o investigador podia investigar e o juiz julgar. O que se vê é um Estado armado contra a lei. Há setores do Judiciário, do Executivo, do Legislativo e da advocacia interessados em preservar o sistema do qual extraem poder, dinheiro ou influência. O STF é só a ponta do iceberg. Moraes é hoje o capítulo mais visível da história de um país institucionalmente falido. Isso não alivia a situação de Moraes. Apenas mostra por que investigá-lo é tão difícil e tão necessário https://t.co/Fjb8Y48JTe #STF #Política #Corrupção
Lauro Jardim: GONET NA BERLINDA NA PGR Paulo Gonet pediu a anulação do relatório da PF com mensagens de Daniel Vorcaro envolvendo autoridades, incluindo Moraes. O detalhe explosivo: o próprio Gonet aparece no material. Por que o PGR quer barrar o relatório? #PGR #Justiça #Corrupção
A Associação de Delegados da Polícia Federal, com mais de dois mil membros, pede em nota o afastamento de Gonet do caso Master. Gonet, procurador-geral, é um dos citados no material que veio a público, e mesmo assim não viu qualquer óbice em pedir a anulação da investigação da PF, que teve o sigilo retirado por Mendoça. #PolíciaFederal #Justiça #Corrupção
O sistema, com apoio midiático, explorou ilações sobre conteúdo não autenticado de mensagens roubadas por hackers para declarar suspeição de juiz de primeira instância (não sem 4 votos contrários), emplacar narrativa de “conluio” com procurador, anular provas, condenações e multas, desmantelar força-tarefa anticorrupção e garantir impunidade geral. Agora, esse mesmo sistema explora fofocas e especulações de relatório apócrifo de pretensa inteligência, também “sem valor probatório”, para acusar crimes e abusos cometidos na mais alta Corte do país pelo relator do caso da maior fraude da história nacional e, assim, buscar a anulação precoce de provas e/ou a troca de relatoria que possam esvaziar as investigações e garantir novamente a impunidade geral. Dessa vez, no entanto, o apoio midiático ficou restrito aos porta-vozes mais caricatos do sistema e aos militantes com diploma de advogado que tentam dar credibilidade jurídica às teses fabricadas para varrer a sujeira da casta para baixo do tapete. Embora a maioria não admita, em nenhum desses casos do passado e do presente a reação sistêmica se deve a eventuais erros, informalidades ou pecadilhos de agentes envolvidos nos processos, mas, sim, à revelação de fatos comprometedores sobre integrantes da oligarquia dos Poderes, que não admitem ser alvo de escrutínio e responsabilização por condutas gananciosas, antiéticas e antidemocráticas. Quando os guardiões do sistema repetem que não se combatem crimes cometendo “ilegalidades”, com frequência o objetivo é que os crimes do sistema jamais sejam combatidos. #Corrupção #Impunidade #Justiça