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#BigTechs

O STF acaba de colocar as big techs no relógio eleitoral. A Suprema Corte brasileira rejeitou todos os recursos das Big Techs, após quase 1 ano de batalha judicial e fixou prazo de 60 dias para que plataformas digitais se adaptem às novas regras brasileiras de responsabilização por conteúdos ilícitos. O prazo começa a vencer em agosto - por uma “coincidência” digna de nota, é justamente o mês em que começa a campanha eleitoral oficial no Brasil. Segundo o calendário eleitoral, a propaganda eleitoral passa a ser permitida a partir de 16 de agosto. A partir daí, o jogo muda. A disputa política nas redes será controlada pela Corte. Redes sociais, impulsionamento, denúncias, remoção de conteúdo e o temor jurídico das plataformas entram em uma nova fase. As empresas não vão esperar ser punidas; ela vão se proteger. E quando uma empresa bilionária precisa escolher entre preservar o debate público ou evitar multa, processo e desgaste institucional, ela escolhe a própria sobrevivência. Isso significa que a tendência será remover conteúdos e contas primeiro, e discutir depois. O resultado pode ser uma verdadeira epidemia de perfis, páginas e publicações desaparecendo das redes - especialmente entre influenciadores, comunicadores e movimentos identificados com a direita. Conteúdos políticos mais duros, denúncias, acusações, críticas agressivas, vídeos viralizando contra autoridades ou candidatos - tudo isso poderá entrar numa zona cinzenta perigosa. Oficialmente, o alvo são crimes graves e conteúdos manifestamente ilícitos. Mas, em ano eleitoral, a fronteira entre “conteúdo criminoso”, “desinformação”, “ataque antidemocrático” e crítica política pode virar um campo minado. A eleição ainda nem começou oficialmente, mas o campo de batalha digital já está sendo redesenhado. E aqueles que ousarem desafiar a narrativa dominante, bastará um clique para que perfis, publicações e vozes inconvenientes desapareçam do debate público. #Eleições2024 #LiberdadeDeExpressão #BigTechs

Se o julgamento das Big Techs não alterar substancialmente a tese do STF, teremos plataformas obrigadas a remover conteúdos de forma proativa com base em critérios subjetivos. E a subjetividade é a mãe de toda censura: diante do risco de punição, as plataformas tenderão a retirar muito mais do que o necessário. Isso, somado aos dois últimos decretos de Lula, que colocam a fiscalização das Big Techs sob a tutela de um órgão subordinado ao governo federal, pode tornar estas eleições as mais censórias dos últimos anos #BigTechs #LiberdadeDeExpressão #Censura

E o grupo dele vive de deboche com quem avisa da escalada da extrema direita usando big techs O resultado da Colômbia mostra a força das big techs na manipulação do eleitorado e não colocar isso no cálculo político é um erro enorme. #ExtremaDireita #BigTechs #ManipulaçãoEleitoral

V nejnovějším podcastu Big Tech Show Adrian Weckler diskutuje odkaz Tima Cooka, který po patnácti letech opouští pozici generálního ředitele Applu, a zkoumá otázky týkající se jeho dopadu na inovace a výzev, před kterými firma stojí v oblasti umělé inteligence a závislosti na Číně. #TimCook #Apple #BigTechShow

Ryanair boss Michael O’Leary expects Iran war to end soon, lifting bookings and lowering costs