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#CEDO

🐈: Em primeiro lugar, quero me desculpar, joguei fora aquela camiseta imediatamente, embora não soubesse, havia pessoas que se sentiam desconfortáveis por causa disso, foi minha culpa, então sinto muito, me livrei dela imediatamente, na verdade, queria vir e me desculpar antes do concerto, mas verifiquei o horário no Cazaquistão e era cedo, então pensei que seria melhor fazer uma live em um momento em que mais de vocês pudesse ver. Sinto muito, e vou refletir profundamente sobre isso. #Desculpas #Reflexão #Conscientização

🚨 [TRAD] #JUNGWON LIVE no Weverse: ​🐈: "Parece que algumas pessoas ficaram desconfortáveis com a camiseta que usei ontem. Eu não sabia o significado dela; realmente a vesti achando que era apenas uma camiseta comum. No entanto, pelo que soube, era algo muito ofensivo para os fãs do Cazaquistão. ​Existe um filme, uma comédia de humor ácido não muito legal, e a estampa era sobre isso. Como sei que houve pessoas que se sentiram desrespeitadas, gostaria de começar pedindo desculpas. Eu já joguei a camiseta fora e, por mais que eu não soubesse o significado, a responsabilidade é minha se causei desconforto a alguém. Sinto muito. ​Descartei a camiseta hoje de manhã bem cedo. Na verdade, eu queria ter pedido desculpas antes, até pensei em fazer isso antes do show, mas quando olhei o fuso horário do Cazaquistão, ainda era de madrugada. Disseram-me que agora lá já são cerca de 8h ou 9h da manhã. Achei que seria melhor fazer a transmissão em um horário que fosse um pouco mais fácil para eles assistirem, por isso liguei a live assim que voltou. ​Sinto muito. Estou verdadeiramente arrependido e refletindo sobre o ocorrido. Também vou deletar o vídeo do TikTok. Além disso, a pessoa que criou aquela coreografia também é do Cazaquistão. Eu realmente não fazia a menor ideia. Sinto muito, eu não sabia de verdade. Serei muito mais cuidadoso de agora em diante. ​Como pode ser que alguns fãs locais não consigam assistir a esta live, eu agradeceria muito se os ENGENEs pudessem compartilhar e espalhar essa mensagem. ​Sinto muito, do fundo do meu coração." @ENHYPEN_members @ENHYPEN #ENHYPEN #엔하이픈 #정원 #ENHYPEN #JUNGWON #apologies

Fechando a sexta-feira de forma incrível, com um encontro especial em São José do Rio Preto. Conversamos sobre cultura, educação e muitos outros temas com muita gente boa no Centro Cultural Vasco. Mais cedo, também visitamos o Hospital de Base, referência para a saúde de toda a região. A força do interior de São Paulo é muito grande, mas precisa de mais apoio e atenção do Governo do Estado. 📸 Diogo Zacarias #Cultura #Educação #Saúde

MAIS UM CAPÍTULO DA FRAUDE AOS APOSENTADOS. Segundo a Polícia Federal, em agosto de 2024 um operador do esquema do INSS avisou que havia pagado duas vezes, por engano, uma propina destinada a um codinome usado nas planilhas internas. A Polícia Federal cruzou essa conversa com os extratos bancários. Encontrou exatamente o que a mensagem descrevia: duas transferências idênticas, de R$ 300.000,10 cada, feitas no mesmo dia, por empresas diferentes, para o mesmo destino. Foi esse erro de digitação que provou que a planilha paralela não era papel de fantasia. Era contabilidade real de propina, batendo centavo a centavo com o sistema bancário. Eu acompanhei esse tipo de material de perto quando presidi a CPMI do INSS. Vimos planilha, vimos codinome, vimos indício. Disseram que faltava prova no relatório final. Pois aqui está mais uma prova. Corrupção deixa rastro. E rastro, mais cedo ou mais tarde, alguém encontra. Que Deus abençoe o Brasil. #Corrupção #INSS #PolíciaFederal

Hoje, o publicitário que transformou a paixão pelo Flamengo em uma das maiores histórias de amor entre torcedor e clube completaria 74 anos. Rogério Steinberg foi o idealizador do "Projeto Zico", a mobilização que trouxe o Galinho de volta para casa em 1985, e que até hoje é lembrada como uma das maiores ações de marketing esportivo já feitas no Brasil. Foi ele também quem criou o Uruba, símbolo eterno da nossa torcida, e quem articulou o retorno de Sócrates aos gramados do Rio. Rogério nos deixou muito cedo, mas seu legado segue vivo na Gávea. O auditório da nossa sede social leva o nome dele, assim como o prêmio que reconhece os melhores da propaganda brasileira todos os anos. Torcedor apaixonado, criativo revolucionário e parte da alma rubro-negra. Obrigado, Rogério, por tanto amor ao Mengão! #Flamengo #MarketingEsportivo #Legado

EXCLUSIVO! Hoje mais cedo repercutiu uma notícia dizendo que Léo Pereira estaria de malas prontas para morar com Karoline Lima na Europa após acertar com o time "As Mônaco" do técnico Felipe Luís. Em contato da nossa equipe com o empresário do jogador, ele negou a informação: " Irresponsabilidade. Soltarem notícia sem confirmar. Se for verdade, só não avisaram os envolvidos, Flamengo, Mônaco e Léo. Não confirmam informações com ninguém e soltam isso". #Futebol #Transferências #Notícias

Montenegro, os Exames Nacionais e os Bodes Expiatórios do Governo Em que um primeiro-ministro descobre, meses depois de todos os outros, que nem toda a gente concordava com o projecto que ele próprio lançou Há uns anos, quando ainda vivia a fase de organizar mudanças de casa com a ajuda de primos e cunhados, aprendi uma lição que nenhum manual de gestão ensina com a mesma clareza que um dia de caixotes e escadas: não se distribui trabalho a quem discorda do plano sem que isso volte, mais cedo ou mais tarde, sob a forma de uma caixa mal fechada ou de um móvel arranhado. Não é malícia. É apenas o que acontece quando se pede a alguém que execute uma ideia em que não acredita — a coisa acaba sempre por se notar nas juntas. Foi mais ou menos essa a cena que Luís Montenegro nos ofereceu esta semana, em Setúbal, nas jornadas do PSD/CDS. A poucas horas do fim das correcções dos exames nacionais, com professores a trabalhar contra-relógio e famílias em suspenso há semanas, o primeiro-ministro decidiu que era a altura certa para apontar o dedo: "aqui e ali tem havido alguma resistência" à digitalização das provas, disse, sublinhando que os professores "não têm todos a mesma opinião sobre este processo" e que isso "perturba o processo em si". Fê-lo, garantiu, "não para sacudir responsabilidades, nem para acusar ninguém" — a frase mais desmentida pela própria frase que se segue de que há memória recente. A reacção não se fez esperar. Filinto Lima, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos de Escolas Públicas, chamou às declarações o que elas são: imprudentes, infelizes, e inúteis para resolver o que quer que fosse — "inflamou os ânimos", disse, numa altura em que os classificadores fazem "tudo por tudo" para que as pautas saiam a tempo. E aqui está o busílis: o que falhou, segundo quem esteve no terreno, não foi a boa vontade dos professores, foi a digitalização de milhões de páginas e uma plataforma que "não foi amiga" de quem tinha de a usar todos os dias. Ora, Montenegro não inventou este género de argumento — apenas herdou-o e agravou-o. Desde Junho que o ministro da Educação, Fernando Alexandre, vinha ensaiando a mesma partitura, sempre com um culpado novo à mão. Primeiro foram as escolas, acusadas de convocar para a correcção professores já falecidos, ou de não entregarem todos os exames às forças de segurança para transporte até à Casa da Moeda. Depois vieram os próprios professores, criticados por agrafarem a prova em cima do código QR, complicando a leitura digital das folhas. Mais tarde, já com o calendário atrasado, a bola passou para os pais, "imprudentes" por terem marcado férias justamente nesta época. Só esta semana, e pela primeira vez, o ministro reconheceu publicamente o trabalho dos classificadores e pediu desculpa pelos erros sucessivos. Um mês, um bode expiatório — e a acusação de Montenegro não é senão o mais recente episódio de uma série que já vai longa. É como culpar sucessivamente o condutor, depois o sinal de trânsito, depois o passageiro, pelo mesmo engarrafamento — quando a estrada, desde o início, só tinha uma faixa para o volume de carros que ali passou a circular. Peter Drucker dizia que "a cultura come a estratégia ao pequeno-almoço" — e não haverá frase mais aplicável a este episódio. Podia o Governo ter a melhor estratégia de digitalização da Europa; se não levou consigo, desde o primeiro dia, quem teria de a operar — nem verificou se a plataforma aguentava o volume real de páginas, nem se os professores tinham sido devidamente preparados — a estratégia fica reduzida a um powerpoint bonito e a uma sucessão de culpados trocados a cada mês que passa. E aqui chegamos ao verdadeiro problema, que não é de comunicação nem de tacto — é de sequência. Um gestor competente não descobre a resistência da sua equipa quando já não há tempo para a resolver. Descobre-a no dia zero, quando ainda pode ajustar o plano, reforçar a formação, ou simplesmente ouvir porque é que uma parte dos seus colaboradores não está convencida. Descobrir a discórdia às portas do prazo final, e responder-lhe com uma acusação pública — depois de meses a repetir o mesmo gesto com escolas, professores e pais, sucessivamente — não é liderança. É o gestor que chega à missa depois de esta ter terminado, e ainda assim se queixa de que os fiéis já não estão sentados. Se há uma coisa que este episódio nos ensina, caro leitor, é que a resistência de quem executa raramente é o problema — é o sintoma. E os sintomas, ao contrário do que por vezes convém a quem está no poder, não se corrigem com um discurso, nem com um culpado novo a cada semana. Corrigem-se olhando para a doença que os produziu, mesmo que essa doença tenha sido, desde o início, uma decisão mal preparada lá em cima. #Política Portuguesa, #Educação, #Exames Nacionais, #Luís Montenegro, #Gestão Pública, #Governo, #reforma educativa, #Exames, #correcção de provas

Temos de detetar os casos mais cedo. Temos de reforçar e acelerar o rastreio de contactos. Temos de garantir que os estabelecimentos de saúde sejam acessíveis, seguros e merecedores da confiança das comunidades que servem.

Ébola. Epidemia poderá ser superior às estimativas, diz OMS
observador.pt

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

🚨Domingos Duarte deve chegar entre terça à noite e quarta-feira. Assinatura eletrônica deve ocorrer amanhã cedo. Domingos Duarte chaga com Status de titular do São Paulo. https://t.co/cBlUfvvmg8 #SãoPauloFC #DomingosDuarte #Transferência

🚨 EXC: O FC Barcelona está fortemente interessado pela contratação de Kauã Pavuna, um dos maiores talentos das categorias de base do Flamengo. Os pais do atleta também visitaram as instalações do clube catalão durante o acompanhamento do jovem, assim como fizeram em outros clubes do Velho Continente. Além do Barça, o Bayern de Munique, Manchester City e Arsenal também monitoram de perto o meia rubro-negro, que vem se destacando nas categorias de base e na Seleção Brasileira de base. A disputa por Kauã Pavuna promete envolver alguns dos maiores clubes da Europa nos próximos meses... Lembrando: os bons costumam sair cedo demais. É normal esse monitoramento dos clubes europeus desde cedo. 🗞: Apuração @flazoeiro_ com @Flabase_ 🖋: Rian Moreira e Kayo Silva #FCBarcelona #KauãPavuna #FutebolEuropeu

19:40 ainda tá cedo. Cadê a festa preparada para assinatura do MoU? Ainda dá tempo de fazer só um bolinho com guaraná e assinar essa bagaça ainda hoje. O futebol tem que assinar do associativo para ano passado. #Festa #Assinatura #Futebol

OK. Mas, hoje eu postei cedo o que eu tinha de apuração dos últimos dias e recebi faz poucos minutos uma atualização da minha fonte. Então, todos nós fomos pegos de surpresa. Loucura. #Notícias #Atualização #Surpresa

.@FlavioBolsonaro abriu mão de uma eleição ao Senado considerada por muitos como praticamente garantida para assumir um projeto de país que defende a libertação dos condenados pelos atos de 8 de janeiro, a retomada da economia nos moldes do governo @jairbolsonaro e o fortalecimento de alianças com democracias consolidadas. Por isso é alvo de perseguições políticas, o que nunca é o caso dos permitidos. Enquanto isso, há quem tenha como vice, como o senhor Ronaldo Caiado, alguém ligado à direção de seu partido que integra o desgoverno lula com três ministérios e, ainda assim, em Santa Catarina e no Brasil se apresente como representante da direita para tentar enganar o eleitor. Muitos já identificam o que chamam de “direita permitida”: grupos que concentram críticas no preso político e torturado, @jairbolsonaro e em @FlavioBolsonaro , enquanto recebem amplo espaço na mídia e amparo dos “limpinhos”. Essa estratégia, manjada em toda eleição, busca sempre enfraquecer o principal adversário eleitoral dos prudentes e sofisticados, obviamente com muito método. A cada eleição, surge uma nova tentativa de construir uma alternativa aceita pelo establishment. A pergunta permanece: que direita é essa que, desde o início, se organiza para tentar impedir o crescimento de Flávio Bolsonaro, repito, o único que pode vencer lula? A resposta é simples e não dá mais para tapar o sol com a peneira; quem age assim prioriza a permissão para alcançar a meta estabelecida pela organização, ajudando então quem destrói a nação para se colocar como o falso antagonista nas eleições seguintes atendendo o interesse dos poderosos. Entretanto há um porém; eles sabem que com mais 4 anos de lula o Brasil se acaba de vez, então se lixam para a razão e pouco se importam com os fatos, pois se precisarem viram as costas novamente para o brasileiro e seguem sua rotina sem nenhuma dificuldade. O eleitor brasileiro merece respeito. Subestimar sua capacidade de analisar os fatos é um erro que, cedo ou tarde, cobra seu preço. #FlavioBolsonaro #Direita #Eleições2023

Avisei no Copa Low Profile de hoje cedo. 2 a 1 para comum Espanha contra a fraca Bélgica. Aí vão falar que essa Espanha é forte e sei la o que e esse time vai ser atropelado pela França. França essa que vai ganhar a Copa com folga. Estamos acompanhando apenas por hobby. #CopaDoMundo #Futebol #Espanha

HISTÓRICO, HISTÓRICO, TRIPLAMENTE HISTÓRICO! Teremos 3 juvenis brasileiros nas finais de Duplas de #wimbledon Me falta vocabulário pra adjetivar esses monstrinhos! E quadruplamente histórico com a Fina da Lulu Stefani mais cedo, porém pra ela é normal!! PS. Foi simultâneo https://t.co/n4KnRp15mw #Wimbledon #Histórico #Duplas

E o Romário que devolveu o salário do Senado e também ficou sem o da CazéTV, que a Justiça penhorou como pagamento de uma dívida de R$ 32 milhões. Não tem jeito, cedo ou tarde a conta chega pra quem atrapalha o trabalhador. https://t.co/494wvYZVhi #Romário #Justiça #Trabalho

9/JUL/1932🇧🇷 x 🇺🇸4/JUL/1776 ARMAS = LIBERDADE Nada mais democrático do que os paulistas fizeram em 1932 para botar freios numa ditadura. O pedido dos paulistas? Nada mais do que uma… constituição. Sim. As constituições começaram a aparecer no mundo para limitar o poder do Estado, para evitar que autoridades públicas se tornassem ditadoras. E hoje o exemplo de maior sucesso é os EUA. Desde 1776 eles estão livres de desmandos autoritários, sem rupturas institucionais - não dá para falar o mesmo do Brasil - graças a uma revolução que contou com o mesmo espírito da revolução constitucionalista de 1932 em São Paulo: não aceitar uma tirania. Não a toa, logo após a sua independência, os americanas elaboram uma constituição e nas primeiras emendas há a: -1ª EMENDA que garante os direitos fundamentais, como liberdade religiosa e liberdade de expressão; -2º EMENDA garante o acesso a armas e a possibilidade de se formar uma milícia, tal qual no início da guerra de independência dos EUA, para lutar contra um governo tirano. Desde cedo, o recém formado Estados Unidos da América aprenderam da forma mais dolorosa que não há liberdade sem um povo que possa se defender de tiranos, que são elas as pessoas (“we the people”) que falam o que os burocratas podem fazer, não o contrário. A celebração de 9 de julho em São Paulo retrata este mesmo sentimento, relembrando os heróis da revolução constitucionalista de 1932, mesmo que a constituição de fato só tenha vindo em 1934. #Liberdade #Constituição #Democracia

📺 Globo e SBT tentam entender como delay não tirou audiência da CazéTV na Copa do Mundo. As emissoras estão satisfeitas com suas audiências, mas executivos admitem nos bastidores uma certa surpresa com o fato de o delay não ter tirado espectadores da CazéTV. Eles buscam entender o que houve. Para alguns executivos, o costume pesou muito. A CazéTV conseguiu atrair um público que chega cedo para ver o primeiro jogo do dia e fica até o fim da noite, muito pela comodidade de não precisar trocar de canal. Mas diretores das TVs abertas entendem que a campanha para jogos da Seleção Brasileira funcionou. Em Brasil x Escócia, por exemplo, Globo e SBT (somadas) superaram os 50 pontos. 🗞️ @folha | @sitef5 | @bielvaquer 📸 CazéTV #CopaDoMundo #CazéTV #Audiência

Desde criança eu sonhava em vestir a camiseta da seleção. Poder marcar um gol pelo Brasil na Copa foi a realização de um sonho. E o sonho de ser campeão que parecia tão próximo, terminou cedo demais. O que fica hoje é uma dor muito grande. A sensação de que o sonho escapou das nossas mãos quando a gente mais acreditava nele. Obrigado a cada brasileiro que esteve ao nosso lado durante toda essa Copa. Sentimos o apoio de vocês em todos os momentos, e essa derrota dói ainda mais por saber o quanto vocês também sonhavam com isso. Só posso agradecer por ter tido a honra de vestir essa camisa mais uma vez e prometer que, sempre que tiver a oportunidade de representar o Brasil, vou dar tudo de mim. #Copa2023 #Futebol #OrgulhoBrasileiro