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#Divindade
Rafael Gloves Jul 29

Generosidade é uma lei divina. Só multiplica. Suponha que o cara tenha feito isto para se promover. E daí? Ajudou alguém e se beneficiará. Ninguém perdeu nada. https://t.co/KQBN4n8sya #Generosidade #Bondade #Divindade

No último sábado, 25 de julho, o senador Rand Paul, presidente da Comissão de Segurança Interna do Senado dos Estados Unidos, tornou públicas 1.140 páginas do diário pessoal de Anthony Fauci, escritas entre dezembro de 2019 e dezembro de 2022. Os documentos passam a integrar a investigação do Senado e serão o foco do depoimento que Fauci prestará sob juramento nesta quarta-feira, 29 de julho. Durante anos, Fauci foi tratado como a personificação da ciência. Quem questionava suas decisões era rapidamente rotulado de negacionista ou conspiracionista. A imprensa transformou um agente público em uma autoridade incontestável, quase uma divindade. Quem acompanha meu trabalho sabe que, desde a pandemia, publiquei reportagens e análises sobre os e-mails de Fauci, o financiamento de pesquisas em Wuhan por meio da EcoHealth Alliance, a censura ao debate sobre a origem do vírus, as mudanças de discurso sobre máscaras, o fechamento de escolas, os lockdowns, a vacinação compulsória e o uso da ciência como instrumento de poder. As anotações de Fauci mostram que, ainda em janeiro de 2020, ele registrava que o mercado de Wuhan não era a origem da Covid-19, mas apenas um amplificador da transmissão. O então diretor do NIAID também documentou discussões internas sobre uma possível origem laboratorial, hipótese que depois seria tratada publicamente como “teoria da conspiração”. Os diários ainda revelam um Anthony Fauci profundamente obcecado pela própria imagem. Enquanto milhões de pessoas perdiam seus empregos, empresas fechavam as portas e milhares de idosos morriam isolados, impedidos de receber um último abraço dos filhos, Fauci colecionava capas de revistas, homenagens e alimentava um verdadeiro culto à própria imagem. O maior legado da pandemia não foi apenas o vírus, mas a transformação da ciência em dogma, do debate em censura e da discordância em “desinformação”. Durante anos, o mundo foi levado a confiar na palavra de Anthony Fauci. Agora, ele terá de responder pelas próprias palavras. Pela primeira vez, não serão seus porta-vozes nem a imprensa a construir a narrativa, mas os registros que ele próprio escreveu. #Fauci #Covid19 #Transparência

O diário de Fauci: ele enganou o Congresso e contava manchetes enquanto os americanos morriam A militância de redação brasileira não deu uma linha sobre o escândalo que tomou as redes nos EUA no fim de semana. No sábado, 25 de julho, o senador Rand Paul, presidente da Comissão de Segurança Interna do Senado americano, tornou público o diário pessoal de Anthony Fauci: 1.140 páginas, de dezembro de 2019 a dezembro de 2022. Fauci foi o homem por trás dos lockdowns, do fechamento de escolas e da pressão pela vacinação obrigatória nos Estados Unidos. O diário foi descoberto pela investigação do Congresso sobre a resposta americana à pandemia, e agora Fauci está intimado a depor sob juramento na quarta-feira. O que as páginas mostram, primeiro, é um homem mais interessado na própria fama do que nos mortos. Ele registra as capas que ganhou, os perfis elogiosos, as bonecas com o seu rosto, a cerveja com o seu nome. Em 21 de maio de 2020, escreveu que não era exagero dizer que era a pessoa mais famosa e comentada do país. Americanos morriam sozinhos em hospitais, idosos morriam sem ver a família. E ele contava manchetes. Mas o narcisismo é o menor dos problemas. O diário mostra que Fauci mentiu. Ao público e ao Congresso. Em 26 de janeiro de 2020, ele já anotava que o mercado de Wuhan não era a fonte do vírus, apenas o amplificador. Em 1º de fevereiro, numa conferência com doze cientistas, apenas dois defenderam a origem natural do vírus. Nas palavras do próprio Fauci, o restante achava que a inserção deliberada era possível (ou seja, a manipulação do vírus em laboratório, para deixá-lo mais transmissível). Ele registrou que Zheng-Li Shi trabalhava havia anos com ganho de função em coronavírus em Wuhan e escreveu: "não podíamos simplesmente ignorar aquilo". Três dias depois, quatro daqueles cientistas circulavam o rascunho do "Proximal Origin", o paper que declarou implausível qualquer cenário de origem laboratorial. O mesmo paper que Fauci passou anos citando publicamente como ciência independente, e que serviu de carimbo para tratar a hipótese laboratorial como "teoria da conspiração". O motivo não é mistério. O laboratório de Wuhan recebeu dinheiro americano por meio de um subcontrato da EcoHealth Alliance, financiada pelo instituto que o próprio Fauci presidia. Quem investiga a origem do vírus acaba investigando quem pagou a conta. E mentiu também sobre a letalidade. Em 8 de fevereiro de 2020, anotou no diário que a taxa de mortalidade era mais próxima de 0,2% a 0,3% do que de 2%. Vinte dias depois, em editorial assinado com Lane e Redfield no New England Journal of Medicine, escreveu que a taxa poderia ser "considerably less than 1%". Em 11 de março, diante do Congresso, disse que a mortalidade ficaria em torno de 1%, dez vezes a da gripe sazonal. Três a cinco vezes o número que ele mesmo tinha escrito em particular. Foi com esse número inflado que se fechou escola, se fechou comércio e se destruiu a vida de milhões de pessoas. Paul acusa ainda Fauci de ter orientado subordinados a destruir registros federais. A imprensa continua tratando Fauci como divindade inquestionável. O diário o coloca em terreno criminal. Biden entendeu isso antes de todo mundo. Em 20 de janeiro de 2025, nos minutos finais do mandato, assinou um perdão preventivo cobrindo qualquer crime federal cometido por Fauci de 1º de janeiro de 2014 até aquela data. Ninguém perdoa preventivamente quem não tem o que esconder, e o diário deixa isso claro. #Fauci #Pandemia #Transparência

O Brasil tem a obrigação moral de criticar o Neymar diariamente até constranger e vencer pelo cansaço essa seita bizarra de neymarzete. FDP dando chilique, tendo ataque de pelanca histérico por causa de crítica a jogador de futebol não dá pra tolerar não. Até um dos princípios mais basilares e democráticos do futebol - o direito sagrado ao pitaco - esse bando de PNC quer destruir. Essa porra é neymar, caralho, não é Jesus Cristo não. Toma vergonha na tua cara. Ninguém tem que tratar o influencer divulgador de bet feito divindade não. "Ainnn, mas me magoa e eu choro". Problema teu FDP, quem mandou teus pais criarem um cristalzinho de açúcar que não aguenta ouvir uma porra de uma crítica sem se desmanchar. Isso quando não vem com o tal do "ainnn, odeio copa do mundo porque gente que não assiste futebol comenta". É, FDP, a mágica, da copa do mundo é essa. São as pessoas de 4 em 4 anos se unindo e celebrando o esporte. É a tua avó que não gosta de futebol palpitando no jogo, são as crianças assistindo, é a tua mãe falando qual seria a escalação. Se tu fosse fã de futebol e não de influencer tu entenderia. #Futebol #Neymar #Crítica

O novo cerimonial pré-jogo da Copa do Mundo inclui todos os jogadores em campo e bandeiras enormes colocadas no chão no momento dos hinos nacionais. Quanto às bandeiras, porém, há duas exceções: as de Arábia Saudita e Iraque precisam ficar suspensas. Mas por que? A resposta é simples: tanto a bandeira saudita quanto a iraquiana contêm escritos sagrados islâmicos, e é considerado extremamente desrespeitoso no islã colocar escritos sagrados no chão, onde as pessoas pisam. Na bandeira saudita, há a Shahada, a primeira das cinco declarações de fé do Islã, que diz "testemunho que não há divindade além do Deus Único e que Mohammed é o seu servo e mensageiro". O país é constituído sobre o wahabismo, uma interpretação radical da religião que foi usada pela família bin Saud, ainda hoje mandatária do local, em sua formação. O Iraque, por sua vez, conta em sua bandeira com a inscrição "Allahu Akbar", traduzida como "Deus é grande". Ela foi adotada em 2008, com a queda do regime baathista de Saddam Hussein. As palavras substituíram as três estrelas símbolo do baathismo na porção central da bandeira. Para os muçulmanos, é considerado um desrespeito ter inscritos sagrados ou o nome de Alá no chão ou em superfícies que são pisadas pelas pessoas. O ato simboliza "sujar o nome de Deus", já que locais que são pisados ou até sentados têm um aspecto de sujeira. Antes de aprovar a mudança do cerimonial pré-jogo, a FIFA consultou as federações nacionais sobre a nova disposição das bandeiras. Arábia Saudita e Iraque informaram que colocar suas bandeiras no chão é um ato de desrespeito, e por isso, nas partidas envolvendo essas equipes tanto as suas bandeiras, quanto as dos países adversários, ficam suspensas. #CopaDoMundo #Futebol #CulturaIslâmica