Michelle Wolf, known for her controversial roast of the Trump administration in 2018, returns to Portugal with a new stand-up show and admits that she would have liked to go even further in her criticisms of the media and politics. (translated)
O Santos Futebol Clube repudia veementemente qualquer ato de desrespeito, violência ou comportamento que não esteja de acordo com os valores que devem prevalecer dentro e fora dos estádios. Após tomar conhecimento da ocorrência, uma atitude isolada registrada durante a partida deste domingo (23), o Clube iniciou imediatamente a adoção das medidas cabíveis, como a abertura de uma sindicância, para a apuração dos fatos. O autor do ato já foi identificado e o Santos FC seguirá tomando todas as providências necessárias diante do ocorrido, dentro de suas atribuições e em conformidade com as normas aplicáveis. O Santos Futebol Clube reafirma seu compromisso com o respeito, a integridade e a segurança de todos aqueles que fazem parte do espetáculo esportivo. Atitudes dessa natureza não representam a grandeza de sua história, de sua torcida e dos valores defendidos pelo Clube. #Respeito #Segurança #Futebol
UMA ALIANÇA APARECE NO SEU CAMINHO, MAS O MAIS FORTE NÃO É A JOIA. É a conversa madura que virá antes dela, com planos possíveis, responsabilidade e vontade de construir. O compromisso chegará sem espetáculo, porém com intenção real de permanecer. #Relacionamento #Compromisso #Maturidade
Quem aí tem história pra contar? Além de assistir ao show em primeira mão, os fãs viverão uma experiência que promoverá o compartilhamento de lembranças, memórias e experiências sobre como Jão e suas músicas fizeram parte de suas histórias. A experiência ainda contará com ativações criadas especialmente para homenagear a comunidade de fãs e transformar suas histórias em parte da narrativa do espetáculo. 💐💚 #Jão #Show #Memórias
Tem gente precisando desesperadamente de um novo enredo🤦🏻♀️ @iPauleteh acusar alguém de racismo, conivência ou omissão não transforma uma narrativa em verdade. Racismo é coisa séria demais para ser usado como instrumento de ataque pessoal, engajamento ou disputa de torcida. O Código Penal, no art. 138, inclusive prevê o crime de calúnia quando alguém imputa falsamente a outra pessoa um fato definido como crime. Ninguém é obrigado a se posicionar da maneira que vocês determinam, muito menos a cumprir uma cartilha criada por quem assiste tudo de fora e acha que sabe de tudo. Vocês julgam, acusam e constroem versões sobre situações das quais não têm conhecimento. E depois querem que essas versões sejam tratadas como fatos. E você sabe muito bem que essa sua historinha de amizade com a Ana Paula nunca correspondeu à realidade. Durante todo o reality, você se apresentou como amiga, esteve ao “lado” dela quando isso era conveniente e se beneficiou da proximidade e da visibilidade que ela proporcionava. Agora ficou fácil aparecer nas redes para atacá-la e reescrever essa relação conforme a narrativa que interessa. Militância vazia essa sua. Renaults, nosso recado é simples: deixem essas pessoas caírem no esquecimento. O que não acrescenta, não merece palco. Quem transforma acusação sem fundamento em espetáculo pode continuar falando sozinho. A gente escolhe onde coloca nossa atenção, e definitivamente não será aqui. Dica de hoje: Banho de arruda para o fandom!😄 axé! #Racismo #Justiça #Narrativa
Crónica — Ao Sabor da Maré Há lugares que não se explicam — contam‑se devagar, como quem se senta à sombra de uma amendoeira e deixa o tempo correr. O Algarve é um desses lugares. A gente chega e logo percebe que ali o relógio anda noutro compasso, mais lento, mais redondo, como se cada minuto tivesse o direito de ser vivido sem pressas. Afinal, como dizem por lá, “quem corre é o vento”.De manhã, quando o sol ainda está a acordar, o mar parece um espelho onde o céu se penteia. Os pescadores, esses, já vão longe. Passam na rua com o passo firme e o olhar de quem sabe ler o horizonte. Se lhes perguntamos como está o tempo, respondem com aquele sorriso meio maroto: “Isto hoje está um calor do demo, mas o mar está jeitoso.” E seguem, porque o mar não espera.Nas vilas, o dia começa com portas abertas e vizinhos à conversa. O algarvio não fala alto — fala cantado. Diz “tás bom, home?” como quem oferece um pedaço de terra e de amizade. E se alguém se queixa da vida, há sempre uma resposta pronta: “Não te apoquentes, logo se vê.” É uma filosofia simples, mas eficaz: viver ao sabor da maré, sem forçar o rumo.Ao meio‑dia, o calor aperta e a sombra torna‑se bem‑dita. As ruas ficam mais silenciosas, como se toda a gente tivesse combinado uma pausa. Só os turistas continuam a andar, encantados com tudo, enquanto os locais observam, divertidos, e murmuram: “Eles não sabem o que os espera…” Porque o Algarve, no verão, é uma prova de resistência ao sol.Mas é ao fim da tarde que a magia acontece. O céu pinta‑se de cores que não vêm nos livros — laranja queimado, rosa suave, azul que parece inventado. As esplanadas enchem‑se, os copos tilintam, e alguém comenta: “A luz hoje está mesmo jeitosa.” E está. No Algarve, o pôr‑do‑sol não é um momento: é um espetáculo diário, gratuito e obrigatório.À noite, o ar refresca e a vida volta às ruas. Há quem vá “dar uma voltinha”, só para ver quem passa. Há quem fique sentado a ouvir o mar, que ali fala sempre. E há quem diga, com orgulho tranquilo: “Isto é que é vida.” Não é exagero. O Algarve tem essa capacidade rara de nos lembrar que viver pode ser simples.E quando finalmente regressamos a casa, levamos connosco uma certeza: o Algarve não é só um lugar — é um modo de estar. Um modo que nos ensina que a pressa é inimiga da alma, que o mar cura quase tudo e que, no fim, o que importa é ter tempo para sentir o sol na pele e ouvir o mundo devagar.
On Wednesday, August 12, 2026, the sky will be the stage for a fascinating astronomical spectacle, including six planets aligned before dawn, a solar eclipse in the afternoon, and the best observation of the Perseid meteor shower at dusk. (translated)
Falta 1 dia para chegar a Snezhnaya. #GenshinSnezhnaya #NowSnezhnaya #GenshinImpact O espetáculo está prestes a começar sob as cortinas. https://t.co/j65Ue9bxfz #GenshinImpact #Snezhnaya #Gaming
"Debates" eleitorais não debatem nada. Não há tempo suficiente, a maioria dos candidatos não tem preparo e o eleitor não está interessado em detalhes técnicos de propostas. Debates são espetáculos. Servem como teste de imagem, eloquência, raciocínio e sangue frio. Nada mais. #Debate #Eleições #Política
Não é por acaso que somos o Clube 𝗗𝗢 𝗣𝗢𝗩𝗢. Para quem veste vermelho, a maior força sempre vem da arquibancada! 🏟️🔥 Boa noite, torcida colorada, e obrigado pelo espetáculo de domingo, por fazer a diferença em São Paulo e por estar 𝗦𝗘𝗠𝗣𝗥𝗘 𝗔𝗢 𝗟𝗔𝗗𝗢 𝗗𝗢 𝗜𝗡𝗧𝗘𝗥. Seguimos juntos e por mais! ❤️🤝🤍 #ClubeDoPovo #TorcidaColorada #VamosInter
👑 BK’ VAI CELEBRAR 10 ANOS DE “CASTELOS & RUÍNAS” COM SHOW HISTÓRICO NO MARACANÃ Depois de passar por São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Belo Horizonte e Curitiba, o rapper encerrará a turnê em sua cidade natal, diante do maior público de sua carreira. “VAMOS FECHAR EM CASA, COM O MARACANÃ LOTADO. VEJO GERAL LÁ!” Com o espetáculo, BK’ se tornará o primeiro rapper brasileiro a realizar um show solo no estádio. #BK #10Anos #ShowHistórico
Ana Campagnolo, Michelle Firmo e Nikolas Ferreira são os novos traidores políticos do bolsonarismo? Eu diria que sim, mas, com algumas ressalvas. Quando falamos em “novos traidores” chamamos imediatamente à memória os antigos, como Joice, Frota e Dória. Ana, Michelle e Nikolas, contudo, não são iguais aos anti-heróis do passado. Logo, é preciso uma revisão histórica para encontra o lugar correto dos novos “judas”, por assim dizer. Senão, vejamos: O espetáculo da eleição de 2018 não foi mera vitória eleitoral; foi a tentação de uma ordem nova, um símbolo de restauração que, no instante mesmo de sua aparição, já continha o germe de sua dissolução. Em torno de Jair Bolsonaro coalesceu uma aliança particularíssima: conservadores, liberais da economia ávidos de mercado sem o peso do Estado, e outsiders políticos que confundiam o desprezo pela forma com a própria substância da política. Era, em termos voegelinianos, como diria o Professor Olavo, um esforço de reordenação da existência histórica brasileira, uma tentativa de recuperar a representação da verdade contra o gnosticismo igualitário que dominara as décadas anteriores. Mas a ordem política, como Voegelin nos ensina, não se sustenta na mera negação do inimigo; exige a diferenciação da consciência e a fidelidade à realidade concreta. Logo no primeiro ano, essa base começou a rachar e as fraturas, logo percebidas como “traições”, revelaram-se antes o colapso interno de um símbolo ainda não plenamente realizado. As rupturas não nasceram de simples ambição mesquinha. Surgiram das disputas pelo controle partidário, dos cálculos eleitorais que já miravam 2022 e, mais profundamente, da incapacidade de gerir as crises nacionais sem cair no apocalipse ideológico, donde surgiu, pela boca de alguns neotucanos como Moro e Dallagnol, o refrão “sem o Bozo, mas com os votos do Bozo”. Os três casos emblemáticos, contudo, foram tão surpreendentes que, num primeiro momento, pareciam crônicas de fofocas de Brasília. Os casos Joice e Frota, sobretudo, revelaram-se aos poucos como sintomas de uma ordem que se desintegrava no momento em que o bolsonarismo tentava afirmar-se então veio o primeiro grande trauma; o primeiro grande soco no estômago do bolsonarismo: a traição de Frota. É preciso lembrar que Alexandre Frota fora um dos mais vociferantes arautos do bolsonarismo, eleito deputado federal pelo PSL de São Paulo com votação que parecia consagrá-lo como voz da nova era. Sua ruptura foi a primeira a ganhar proporções trágicas e, como sempre acontece quando a consciência política ainda é primária, transformou-se em teatro de acusações. Ainda no primeiro semestre de 2019, Frota começou a criticar publicamente a articulação do governo. Incomodava-o a indicação de Eduardo Bolsonaro para a embaixada nos Estados Unidos; cobrava explicações sobre o caso Queiroz-Flávio e a a gota d’água não tardou: Frota abstém-se no segundo turno da Reforma da Previdência, pauta que o governo elevava à condição de salvação nacional e declara, em entrevistas, sua decepção com o presidente. Em agosto, o PSL o expulsa. Frota então transfere o tom agressivo que antes reservava à esquerda para atacar a família Bolsonaro nas redes e nos corredores da Câmara. A base que o aplaudia passou a execrá-lo em massa. O antigo aliado torna-se, de um dia para o outro, o traidor. Em seguida, surge o “caso Joice Hasselmann”. Joice, a deputada federal mais votada do Brasil em 2018, tornara-se líder do governo no Congresso. Seu rompimento foi o mais explosivo do ponto de vista da comunicação digital e o mais revelador da natureza gnóstica que ameaçava a própria coalizão. Sim, e disse gnóstica. No final de 2019, o PSL implodiu na disputa direta pelo controle do partido e de seus fundos bilionários entre a ala de Luciano Bivar e a ala fiel a Bolsonaro. O presidente tenta destituir o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir, para colocar o filho Eduardo. Joice, líder do governo, assina a lista de apoio a Bivar e Waldir. A gota d’água: Bolsonaro a destitui da liderança em outubro. A percepção pública foi instantânea: Joice era a segunda traidora. Em retaliação, Joice vai à CPMI das Fake News e denuncia o “Gabinete do Ódio”. O que se vê aqui não é apenas guerra de egos. É a redução da política à luta pelo controle do aparelho simbólico e financeiro do partido, a substituição da ordem pela vontade de potência: eis aqui o elemento gnóstico. Voegelin diria que, quando a representação da verdade cede lugar à representação da força, a ordem se desintegra em facções que se acusam mutuamente de traição, enquanto a realidade histórica continua a exigir respostas, mas, ao invés de respostas, o que surge é o “caso Doria” que também associara intensamente sua imagem à de Bolsonaro no segundo turno de 2018, o “BolsoDoria”, para garantir a eleição ao governo de São Paulo. Ao contrário das rupturas anteriores, a de Doria foi gradual, motivada pelo calendário eleitoral e administrativo, e por isso mesmo mais profunda. Desde que assumiu em 2019, Doria começou a marcar independência, posicionando-se como candidato natural de centro-direita para 2022. Bolsonaro alfinetava. A gota d’água definitiva chegou com a pandemia: Doria defende isolamento, fechamento do comércio e encabeça a Coronavac com o Butantan. Bolsonaro denuncia os lockdowns e a vacina. A fratura foi transmitida ao vivo. Doria usava coletivas diárias para cobrar o presidente. Aqui a ordem política confronta a realidade da existência histórica, isto é, a pandemia, e falha. Em vez de uma resposta comum à crise da mortalidade humana, o que se vê é a politização da saúde por parte dos inimigos de Bolsonaro, a transformação do cuidado com a vida em arma de guerra simbólica. Voegelin nos lembra que a ordem verdadeira surge da experiência da realidade, não da imposição de um mito de salvação tal como apresentavam a “picadinha”. Quando a pandemia exige responsabilidade, a coalizão se desfaz em traição à pauta conservadora. O futuro do Brasil acabou sucumbindo a outra forma de lockdown: a quebra de lealdade a uma pessoa e a um símbolo de mudança. Agora que Flávio Bolsonaro e apresenta como o resgate de daquela proposta de mudança, a história política brasileira, esse eterno teatro de excessos e decepções, promete se repetir, mas agora como farsa. O que se presenciou entre o final de 2025 e o limiar de 2026 não foi mera turbulência, mas uma reconfiguração profunda das forças na direita. Uma convulsão que revela o momento em que uma ordem política, ainda precária, é forçada a escolher entre a representação da verdade histórica e o fechamento dinástico. Classificar essa nova onda, Nikolas Ferreira, Ana Campagnolo e Michelle Firmo, na mesma categoria dos “traidores” de 2019 seria, contudo, um equívoco. Exige-se, antes, reconhecer a mudança fundamental de cenário. A crise atual não é ruptura com a ideologia conservadora, como foi no passado, nem com a figura central de Jair Bolsonaro. É, em sentido estrito, uma guerra de egos; uma guerra de sucessão e de herança política cujo alvo declarado são os filhos do ex-presidente. Onde outrora se combatia o símbolo da ordem, agora se disputa o direito de representá-la. O racha ganhou contornos públicos após as inevitáveis movimentações eleitorais. Eduardo Bolsonaro criticou publicamente Nikolas e Michelle por não se engajarem na pré-campanha de Flávio à presidência. Acusou-os de “amnésia” quanto a quem os teria elevado. Reclamou que Michelle não postava a favor de Flávio, mas “compartilhava o Nikolas a toda hora” e isso, de fato, aconteceu e acontece. No reduto de Santa Catarina, Ana Campagnolo questionou a possível imposição de Carlos Bolsonaro ao Senado, um Estado onde ela própria detém capital político próprio e defende o espaço das lideranças locais e isso, de fato, aconteceu e acontece. Quando Eduardo cobrou obediência à “hierarquia familiar” e sugeriu que os descontentes saíssem, Michelle interveio diretamente em defesa de Ana. Nikolas, por sua vez, rebateu com a frieza de quem já não teme a excomunhão digital: Eduardo “não está bem” ele disse. Nikolas, tão inflado de ego, deixou claro que ele, o poderoso Nikolas, não perderia tempo com divergências internas porque “tem um Brasil para salvar”. Eis, portanto, o novo espetáculo da traição, que é, repito, bem diferente do espetáculo do passado. A nova geração de traidores não trai a ideologia, mas reivindica o poder exclusivo sobre ela; o poder exclusivo que visa superar o próprio Bolsonaro. Trata-se, portanto, de uma traição política ainda mais perigosa que a de Joice, Frota e Doria. Se colocarmos as duas levas de dissidentes lado a lado, as diferenças explicam por que o impacto agora é infinitamente mais complexo para a família Bolsonaro do que foi em 2019. Os “traidores” de outrora atacavam frontalmente a figura de Jair e o seu governo. A nova onda, ao contrário, trava conflito com a gestão política dos filhos de Bolsonaro e resiste àquilo que eles mesmos consideram “um monopólio familiar”. Joice, Frota e Doria surfavam na eleição de 2018 e dependiam da chancela do patriarca. Ana, Nikolas e Michelle possuem bases imensas, orgânicas e ideológicas, que funcionam independentemente da aprovação dos herdeiros. O “cancelamento” de 2019 destruía rapidamente as imagens de Joice, Doria e Frota na internet e custava-lhes a reeleição; agora, os novos traidores políticos são praticamente incanceláveis sem rachar o movimento ao meio, pois são ídolos da base atual. E, o mais decisivo: enquanto Frota, Joice e Doria se afastavam da pauta conservadora tentando migrar para o centro tradicional, Nikolas, Ana e Michelle disputam, com ferocidade, quem é o verdadeiro representante dessa mesma pauta. A diferença estrutural é radical. Joice, Frota e Doria tentaram se reposicionar rompendo com o eleitorado mais radical. A nova onda faz o exato oposto. Não abandonam o bolsonarismo, mas disputam o controle sobre ele. Sinalizam à base que o projeto de direita é maior do que as conveniências eleitorais exclusivas dos filhos biológicos. A aliança inusitada de Michelle, a esposa, com Nikolas e Ana contra as exigências de subordinação de Eduardo demonstra que o movimento atravessa um teste crucial: decidir se continuará sendo uma dinastia de sangue regida pela vontade de Jair Bolsonaro ou se se tornará uma força onde o carisma pentecostal, o engajamento digital e a pureza ideológica importam mais que o sobrenome. O resultado dessa escolha determinará se o movimento conservador permanecerá um símbolo de restauração ou se se dissolverá, mais uma vez, no eterno ciclo brasileiro de esperanças traídas. Quem viver, verá. #Bolsonarismo #PolíticaBrasileira #TraiçãoPolitica
Mais uma arbitragem no mínimo confusa pra ser bem legal com a dona Edina Alves Batista. Arbitragem brasileira prejudica muito o espetáculo #Arbitragem #Futebol #Esporte
Amanda Knox, convicted and then acquitted of the murder of British student Meredith Kercher in 2007, will present her stand-up comedy show at the Edinburgh Fringe Festival, addressing her controversial past and how she plans to explain the situation to her children, while Kercher's family finds the idea offensive and deplorable. (translated)
Bruna Marquezine marca presença no espetáculo “O Último Voo da Nave”, de Xuxa, em São Paulo. https://t.co/QTMixBUSrq #BrunaMarquezine #Xuxa #SãoPaulo
Não é informação, mas opinião: A Disney mudou radicalmente sua forma de fazer negócios depois de tantos fracassos consecutivos. Hoje, prefere apostar apenas no seguro e só querem projetos grandes. O Blade poderia ser um filme autoral dentro do MCU, sem a necessidade de ser megalomaníaco ou excessivamente ambicioso. Imagine um projeto com orçamento de cerca de 50 milhões de dólares (muito barato), classificação indicativa alta, mergulhando no horror e com uma pegada experimental. Esse tipo de filme poderia arrecadar uns 300 milhões e ainda dar lucro. Mas, para o Mickey, isso não basta. O que a Disney quer é um blockbuster: um filme com orçamento de $200 milhões e que renda pelo menos $700. Eles querem franquia, querem espetáculo, querem algo ambicioso. Eles querem um evento, com participações especiais, referências e acenos para o resto e o futuro do MCU. E provavelmente não era isso que a Marvel Studios, nem Mahershala Ali, tinham em mente para o Blade. Por isso, o estúdio parece estar deslocando o espaço que seria do caçador de vampiros para o Motoqueiro Fantasma, já anunciado com um diretor acostumado a comandar blockbusters e que devem entregar exatamente o que a Disney procura. #Disney #MCU #Blade
A todos os que estão por trás das canetas e papéis, por trás dos ecrãs a espalhar ódio e falsos rumores, só quero dizer que, enquanto vocês estão aí sentados, nós, na FIFA, estamos na linha da frente a organizar, a trabalhar arduamente e a entregar o melhor espetáculo do mundo. Não registámos violência, não tivemos incidentes. Tivemos 100% de segurança, apenas alegria e felicidade. Lamento muito que estejam tão consumidos pelo ódio e pela crítica que não tenham conseguido ver absolutamente nada. O futebol não é política, o futebol é união. Esta competição demonstrou isso de forma impressionante. Mencionaram as poucas pessoas a quem foram negados vistos e ignoraram os milhões de vistos que foram aprovados para cidadãos de todas as partes do planeta. O Irão entrou nos Estados Unidos sem incidentes ou conflitos. A seleção iraniana recebeu vistos porque o futebol é sobre paz, não é sobre política. Países que enfrentam graves crises de saúde ou outros países com problemas estruturais também receberam vistos. Quando o futebol trouxe o Haiti ao mundo – um país que muitos não conseguem ou optam por não visitar –, talvez tenha chegado o momento de pousarem as canetas e teclados e mostrarem algum respeito pelas equipas que jogaram.Decisões de arbitragem potencialmente erradas, cartões amarelos ou vermelhos discutíveis, ou decisões subsequentes de não suspender jogadores em certas situações, são rotineiras e amplamente aceites em algumas das maiores ligas do mundo. É curioso que os mesmos países que empregam estas práticas no seu dia a dia sejam exatamente os primeiros a criticar. Àqueles que gastam o seu tempo e energia a odiar-nos, por favor, tirem um momento para refletir, meditar, rezar ou simplesmente ver um jogo de futebol e observar verdadeiramente os rostos, os olhos e as emoções das pessoas. Que o futebol se eleve acima de todo o ódio.
Foi dessa maneira que a “BBC”, da Inglaterra, terminou a transmissão da Copa do Mundo 2026, com o resumo de todo o Mundial. Espetáculo! 📽️@BBCSport https://t.co/aW4hBZumTe #CopaDoMundo #Futebol #BBCSport
🎥 Performance do BTS com ‘Dynamite’ na Final da Copa do Mundo 2026. Impecáveis como sempre, servindo espetáculo do jeito que só eles sabem fazer! Muito orgulho de tudo o que eles conquistaram e de onde chegaram. Hoje, o mundo sabe o que o ARMY sempre soube: o BTS está entre os maiores! #BTSxWORLDCUP2026 #WorldCupFinal #BTS #Dynamite #WorldCup
A cerimónia de encerramento do Mundial 2026, que contou com a participação de Tom Cruise e performances de artistas como Snoop Dogg e Billie Eilish, foi dividida em duas partes, destacando-se pelo seu espetáculo visual e musical, e prometendo um grande entretenimento para os Jogos de 2028 em Los Angeles. #Mundial2026 #TomCruise #CerimóniaDeEncerramento