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#Factura

Electronic invoicing will reveal to competitors of French companies all their economic and financial relationships. There is no security on private platforms. A suicide! (translated)

E

La final del Mundial de fútbol entre España y Argentina generará un impacto económico de más de 130 millones de euros en la hostelería española, con un incremento en la facturación de los bares del 25% al 30% y un aumento del 35% en los pedidos de plataformas de entrega como Glovo y Just Eat, destacando la relevancia del consumo en este evento. #Mundial2026 #Consumo #Hostelería

La gran final... del consumo: 130 millones en bares y un reparto a domicilio en tasas históricas

Bruselas ha presentado un ambicioso plan para convertir a Europa en el primer electro-continente del mundo, duplicando la proporción de energía eléctrica consumida hasta el 46% para 2040, lo que podría ahorrar anualmente 260.000 millones de euros en facturas de energía fósil, y propone medidas para reducir el coste de la electricidad en comparación con el gas para fomentar la electrificación de viviendas e industrias. #ElectrificaciónEuropea #EnergíaLimpia #InnovaciónEconómica

Bruselas quiere que Europa sea el primer "electro-continente" y ahorrar 260.000 millones de euros al año hasta 2040

Un român care se lăuda online cu un stil de viață extravagant a fost investigat de ANAF și Antifraudă, fiind identificat un circuit de facturare fictiv care a cauzat un prejudiciu de aproximativ 4,6 milioane de lei bugetului de stat, cu scopul de a evita plata obligațiilor fiscale. #anaf #frauda #evaziune

Un român care se lăuda online că are mulți bani a fost verificat de ANAF și Antifraudă. De unde veneau milioanele de lei

Inspectorii ANAF au descoperit un circuit de facturare fictivă în sectorul construcțiilor, coordonat de un influencer care, în timp ce afișa un stil de viață extravagant pe rețelele sociale, a provocat o pierdere bugetară de aproape un milion de euro și a lăsat muncitorii fără pensie, subliniind impactul fraudelor fiscale complexe asupra sistemului de asigurări sociale. #ANAF #fraudăfiscală #influenceri

Lux afișat ostentativ pe Instagram, gaură la buget de 1.000.000 de euro. Schema unui influencer care a lăsat muncitorii fără pensie
BFMTV 4d

L'article aborde l'introduction obligatoire de la facturation électronique en France à partir du 1er septembre, une mesure visant à combattre la fraude fiscale, tout en reconnaissant que certaines entreprises pourraient ne pas être prêtes à temps, mais l'administration fiscale reste optimiste quant à son succès malgré les incertitudes et les inquiétudes exprimées par certains acteurs économiques. #FactureÉlectronique #Bercy #AdoptionMassive

"Une partie des gens ne seront pas à l'heure" : Bercy impose la facture électronique et reste confiant pour une adoption massive, malgré des retards à prévoir chez les entreprises

Inteligența artificială transformă industria consultanței, amenințând locurile de muncă ale angajaților juniori și determinând companiile mari să își reconfigureze modelele de afaceri și strategiile de facturare pentru a rămâne competitive într-un mediu în care procesele pot fi automatizate rapid și eficient. #InteligențaArtificială #Consultanță #Muncă

Inteligența artificială schimbă regulile jocului: un model de afaceri de zeci de ani începe să dispară. Cine mai are nevoie de consultanți?

🔴🇫🇷 FLASH - La facturation électronique arrive le 1er septembre. L'État va maintenant s'ingérer directement entre le prestataire/fournisseur et le client. "Cela permettra moins de contrôles" nous dit le ministre. Cette facturation électronique EST le contrôle. https://t.co/8Q9Sd1Fqnk #FacturationÉlectronique #Innovation #Contrôle

Las tertulias políticas televisivas son -con alguna rara excepción- el sálvame de nuestros días. No hay espacio para la argumentación reflexiva, la crítica constructiva o el debate. Las han convertido en un show en búsqueda de la polémica y del clickbait que acaba pasando factura reputacional a quien participa. A nadie sorprende la huida de muchos espectadores -y de cada vez más tertulianos que están hartos de la basura - hacia plataformas digitales een las que existen espacios para la reflexión seria y el debate ameno realmente buenos https://t.co/ZALFeVr7r0 #Debate #Política #Reflexión

La Unidad Central Operativa (UCO) ha confirmado que el PSOE pagó un total de 43.225 euros a Leire Díez, presunta 'fontanera' del partido, a través de la consultora de Gaspar Zarrías y el exabogado Ismael Oliver, utilizando un método que implicaba múltiples pagos y facturas para ocultar el origen de los fondos. #PSOE #LeireDíez #UCO

La UCO confirma que el PSOE pagó 43.225 euros a Leire a través de Zarrías y del exabogado de Koldo

El juez Santiago Pedraz ha citado a la gerente del PSOE, Ana María Fuentes, para declarar como imputada el 9 de septiembre en relación con su supuesta implicación en la elaboración de facturas falsas para ocultar la financiación de actividades ilícitas del partido, según un informe de la UCO que también implicó a otros miembros del PSOE en una trama de desestabilización judicial. #PSOE #CasoLeire #Corrupción

El juez del caso Leire cita como imputada a la gerente del PSOE el 9 de septiembre

La tensión militar en Oriente Próximo, especialmente entre EE.UU. e Irán, ha elevado significativamente los precios del gas en el mercado mayorista español, superando los 100 euros por megavatio hora, lo que afectará las facturas de la luz de los consumidores en un momento crítico de olas de calor. #Electricidad #Energía #Irán

La tensión en Irán dispara el precio del gas con una reacción en cadena en la factura de la luz

Hay periodistas que están aprendiendo derecho procesal gracias al empeño de la defensa de Begoña de hacer noticia de todo. 1. Aquí os comparto una noticia de cuando se autorizó excepcionalmente a los hijos de Pujol - a los que se había retirado el pasaporte- a viajar a Andorra con condiciones (sólo para acudir a declarar a un juzgado, no podían pisar una entidad bancaria). 2. Al final no viajaron porque la declaración se pudo hacer telemáticamente, pero si lo hubieran hecho, también tendrían que haber acreditado las circunstancias de su viaje (con billetes de avión, facturas de hotel, etc). Hay demasiada gente interesada en hacer pasar por excepcional a cualquier cosa que sucede en el asunto de Begoña #Derecho #Periodismo #Justicia

Portugal, Cobaia da Europa “Onde a Comissão Europeia manda, o PRR paga e o professor corrige — sem saber ao certo o quê” Há professores que descrevem, nas redes sociais e em conversas de sala de professores, uma sensação nova e desconfortável: a de serem avaliados enquanto avaliam. Plataformas de correcção digital que registam o tempo gasto em cada resposta, sistemas que sinalizam quem corrige "devagar", classificadores que nunca souberam, até agora, que o seu próprio ritmo de trabalho estava a ser medido. Ninguém lhes explicou, com clareza, quem vê esses números, para onde vão, nem que decisão deles depende. O caso não é anedota isolada. É o retrato mais fiel do que se tornou a avaliação nacional depois da entrada em cena do PRR: 300 mil exames digitalizados numa plataforma incapaz de fazer coincidir a primeira página com a segunda, que já convocou matemáticos para classificar provas de línguas, e que apaga respostas para segundos depois, fazer surgir outras no lugar. A razão para tantos erros está no próprio desenho do sistema. Já não é um professor a pegar no exame de um aluno, do princípio ao fim, a lê-lo, a perceber o seu raciocínio e a atribuir-lhe uma nota que consegue explicar. O exame foi despedaçado em itens — cada pergunta separada das outras — e distribuído por vários professores diferentes, cada um a "despachar" apenas um pedaço, de muitos alunos ao mesmo tempo, como numa linha de montagem em que ninguém vê o carro completo, só aperta o seu parafuso. Por isso já não se corrige: classifica-se. E há uma consequência que devia incomodar-nos mais do que incomoda: como o trabalho passa todo dentro da plataforma, o sistema regista, item a item, quanto tempo cada professor demora a decidir — um cronómetro sobre o trabalho docente que nunca existiu na correcção em papel, e que serve tanto para pressionar quem "vai devagar" como, mais cedo ou mais tarde, para ensinar uma máquina a fazer o mesmo. Um aluno pode aceitar uma nota sem que ninguém — nem sequer um único professor — tenha visto o seu exame por inteiro e lhe consiga explicar o erro? Chama-se a isto modernização. Devia chamar-se-lhe, com rigor, uma forma de controlo digital sobre o próprio corpo docente, feita sem consentimento informado de quem nele trabalha. Vamos aos números reais, porque aqui a realidade já é suficientemente grave sem ser preciso exagerar nada. Foram entregues 7,1 milhões de euros a empresas privadas do sector tecnológico para digitalizar cerca de 300 mil provas e distribuí-las pelos correctores. Desde 2023, o antigo Instituto de Avaliação Educativa assinou 16 contratos ligados à digitalização das provas, num total de cerca de 7,1 milhões de euros, a que acresce ainda o IVA. Ao longo de uma década, esse instituto — entretanto renomeado — distribuiu 11,35 milhões de euros por 126 contratos com diferentes empresas tecnológicas, um valor bem mais amplo, que cobre equipamento, segurança informática e consultoria em geral, não só a digitalização dos exames. O maior contrato de todos nem sequer é para o sistema que está a falhar agora: em Julho de 2025, a Axians, do grupo francês Vinci, assinou com o instituto um contrato de cerca de 1,49 milhões de euros, financiado pelo PRR, para desenvolver uma nova plataforma que só deverá entrar em funcionamento em 2027. Convém dizer isto sem rodeios: o dinheiro do PRR não é uma prenda — é um empréstimo, com juros, que os portugueses pagarão durante anos, como sabem bem as populações de Boticas ou do Fundão, habituadas a outras promessas de "transição" feitas em nome de fundos europeus. E é aqui que a história ganha contornos quase cómicos, se não fosse trágica. A plataforma que hoje corrige — ou tenta corrigir — os exames não é a tal plataforma nova e cara. É gerida pela Blat – Creative Powerhouse, uma microempresa lisboeta com apenas catorze funcionários e uma facturação anual abaixo dos 580 mil euros, que regista só dois contratos públicos com o instituto, num valor total de cerca de 49 mil euros. O próprio ministro da Educação disse que esta colaboração vinha desde 2018 — só que a Blat, tal como existe hoje, nem sequer existia nessa altura: nasceu em 2020, como agência de comunicação chamada Antebellum, e só passou a chamar-se Blat em 2022. A empresa que assinou o contrato de 2018 tinha outro nome e outro número de identificação fiscal — uma empresa diferente. Ou seja: nem o próprio Ministério consegue explicar, com clareza, há quantos anos e com quem trabalha, quando falamos da peça mais crítica de todo o sistema. Vale a pena explicar, em palavras simples, uma confusão que ajuda a perceber o caos: há, na verdade, dois sistemas diferentes envolvidos. Um é a plataforma que recebe os ficheiros digitalizados e os distribui pelos professores — desenvolvida internamente, foi aqui que apareceram os erros mais visíveis, como folhas de continuação cortadas e itens trocados entre alunos. O outro é a plataforma onde os professores efectivamente classificam as respostas, criada internamente em 2016 e depois entregue à Blat para ser desenvolvida em sucessivas versões. O problema é que esse sistema nasceu pensado para um universo bem mais pequeno e totalmente digital — não para pegar em 300 mil exames feitos em papel, digitalizá-los à pressa e distribuí-los da noite para o dia. É como pedir a uma bicicleta de cidade que aguente uma corrida de camiões: em algum momento, parte. Numa das plataformas foi ainda identificada uma falha de segurança que obrigou a suspendê-la temporariamente, com a consultora Deloitte chamada às pressas para ajudar a resolver o problema — o mesmo tipo de problema que, no ano anterior, já tinha aparecido num projecto-piloto com 20 mil provas de Filosofia, ignorado nessa altura pelo Ministério. É como pedir a alguém que aprenda a conduzir num Fórmula 1, em auto-estrada, à noite, sem faróis — e depois espantarmo-nos com o acidente. A pressa não é acidental: é política. E a pergunta que ninguém faz em voz alta é porque foi Portugal, e não a Alemanha ou a França, o país escolhido para essa auto-estrada. Não deixa de ser revelador que, segundo relatos vindos de dentro do próprio ensino privado de topo, seja precisamente entre os filhos das classes dirigentes que esta tecnologia tende a ser mantida a maior distância — colégios onde a manhã ainda começa com leitura e silêncio, e não com um ecrã. Fica a pergunta, mais do que a certeza: quem decide impor esta tecnologia aos filhos dos outros, hesitaria em impô-la aos seus? A resposta institucional está nos próprios documentos da Comissão Europeia, que descrevem Portugal como "ambiente ideal para testes de escala" — o mesmo epíteto que já nos coube com o Cartão do Cidadão, a e-factura, a e-saúde e os pilotos de voto electrónico. Somos, há muito, o aluno aplicado da turma europeia: aceitamos depressa, resistimos pouco, temos infra-estruturas montadas e sindicatos menos combativos do que os alemães ou os franceses. É a mesma lógica que, no século XVIII, levou Pombal a reformar o ensino português com uma pressa iluminista que atropelou tradições inteiras; a diferença é que Pombal queria formar cidadãos, e o PRR quer, sobretudo, treinar algoritmos. Convém dizer isto com clareza, porque a expressão "inteligência artificial" faz-nos baixar a guarda crítica, como se estivéssemos perante um destino inevitável. Não é. Esta tecnologia não é inteligente — é estatística aplicada a milhões de respostas humanas — nem é artificial: depende de trabalho humano massivo e mal pago, de quem digitaliza à mão, de quem classifica, de quem fornece, sem saber, os dados que a alimentam. Há, nesta cadeia, uma inversão que raramente se nomeia: os mesmos professores e alunos cujo trabalho serve de matéria-prima para treinar os sistemas são também aqueles a quem depois se pede que confiem nesses sistemas para os avaliar. Paga-se a mesma pessoa duas vezes menos — uma vez em salário, que não aumenta, outra em autonomia, que diminui. Estudos de neurobiologia, de psicologia e inquéritos da OCDE dizem todos a mesma coisa, por outras palavras: quanto mais deixamos a máquina pensar por nós, menos o nosso próprio cérebro trabalha — e a concentração, a memória e o raciocínio complexo, que a escola devia treinar, ficam mais fracos. Paulo Freire já dizia, décadas antes de haver escolas "digitais", que ensinar não é despejar matéria na cabeça de alguém, mas ajudar esse alguém a aprender a pensar sozinho. Uma escola obcecada em medir a velocidade de correcção faz exactamente o contrário. Gert Biesta, um pedagogo mais recente, acrescenta algo importante: educar é sempre arriscado, porque lida com pessoas — livres, imprevisíveis, diferentes umas das outras — e é esse risco, essa imprevisibilidade, que faz da educação, e não um treino mecânico. Uma escola que tenta eliminar esse risco com algoritmos não está a melhorar a educação: está a destruí-la. E fica um aviso simples: quando um aluno pensa menos, não perde só ele — perdemos todos, porque o conhecimento que a humanidade partilha só cresce quando cada nova geração pensa por si. Nem é como se o resto da Europa tivesse aceitado isto sem resistência. Não existe, é preciso dizê-lo com honestidade, uma decisão única e europeia a travar de vez a avaliação digital — mas há factos concretos, e verificáveis, de resistência jurídica e institucional. Na Alemanha, uma associação de defesa de direitos digitais processou universidades pelo uso de software de vigilância em exames online, e a Baviera chegou a proibir por lei o reconhecimento facial e a análise automática de comportamento na correcção de provas, por considerar essas técnicas desproporcionadamente intrusivas. Em França, a autoridade de protecção de dados exige, desde 2023, que as escolas ofereçam sempre uma alternativa presencial a quem não quiser ser vigiado digitalmente num exame. E no Parlamento Europeu chegou mesmo a ser pedida, formalmente, uma investigação à privacidade destas ferramentas de vigilância educativa. Não é uma recusa em bloco, mas é o oposto do silêncio que se vive em Portugal: é debate público, é litígio, é regulação a travar excessos antes de eles se instalarem. Em Portugal, esse debate mal chegou a existir. Nem a maioria dos partidos com assento parlamentar, nem a generalidade dos sindicatos de professores, questionaram publicamente o modelo em si — a divisão do exame em itens, a substituição da correcção pedagógica por uma simples classificação, a monitorização do tempo de trabalho docente. Discutiu-se a incompetência da execução, não a legitimidade do desenho. É uma diferença que parece técnica e é, na verdade, política: uma coisa é exigir que um sistema mau funcione melhor, outra é perguntar se aquele sistema devia sequer existir. Nas redes sociais, longe dos comunicados oficiais, foi de professores e não dos meios do costume que veio a onda de testemunhos sobre os erros dos exames — enquanto o ministério, por algum tempo, insistiu em desvalorizá-los. A pressão política acabou por obrigar a mais do que palavras: o sindicato de professores Fenprof pediu directamente a demissão do ministro da Educação, o Bloco de Esquerda propôs uma comissão parlamentar de inquérito para apurar quem desenvolve e gere a plataforma e com que dinheiro do PRR, e até um pedido de debate urgente do Chega chegou a ser recusado pelo presidente do Parlamento. Perante o caos, o ministro autorizou ainda meio milhão de euros extra para tentar estabilizar o sistema em pleno processo de correcção — dinheiro gasto às pressas para apagar um incêndio que, no fundo, resultou de anos de decisões apressadas. Para muitos desses professores, o problema não é apenas a pressa: é o próprio modelo — descritores simplificados, perguntas fechadas, uma avaliação pensada para ser lida por uma máquina antes de ser lida por um ser humano. Não escrevo isto para condenar a tecnologia em si, nem os professores que, sem alternativa, hoje classificam aquilo que a plataforma lhes atribui. Escrevo-o porque um país que aceita ser laboratório sem perguntar o preço do ensaio acaba sempre a pagar a factura duas vezes: uma em dinheiro do PRR, outra em confiança perdida na escola pública. Da próxima vez que o seu filho, ou o filho de um amigo, receber uma nota de exame que pareça estranha, vale a pena perguntar não só se a resposta estava certa — mas quem, ou o quê, a leu primeiro. #PRR, #educação, #digitalização, #inteligência artificial, #vigilância digital, #Portugal, #União Europeia, #professores, #exames nacionais, #Paulo Freire, #Gert Biesta

🚨 El Gobierno de Canarias destina dinero público para que las ONG financien a los MENAs entradas de boxeo, cuotas de gimnasio y ropa para practicar deportes de contacto. ➡️ Facturas de la ONG Quorum Social 77 que reflejan algunos de estos pagos, con un coste de 1.806 €. https://t.co/xeQR7A1R40 #Canarias #ONG #Deporte

Soledad Montero, experta en energía, afirma que casi el 50% de la factura de la luz son cargos inamovibles, por lo que el verdadero ahorro radica en entender los costos y elegir entre el mercado regulado y el libre, además de ajustar la potencia contratada a las necesidades del hogar. #AhorroEnergético #FacturaDeLaLuz #EnergíaEléctrica

Los trucos de una experta para ahorrar en la factura de la luz con otra compañía: “Casi el 50% son cargos idénticos”

Dangerous friendships: how Germany's unconditional support for Israel was forged and why it is starting to take a toll. (translated)

Si señor, se robaron la Nueva EPS, y quiénes se la robaron son sus amigos políticos. Cómo no fué al empalme no sabe eso. Nuestra balance contable hecho para los años 2023 y 2024, muestra que la deuda acumulada desde su creación es de 22 billones de pesos, la mitad de la nación. Estaba quebrada ya en el mall 2022 y 2023 y lo ocultaron dolosamente escondiendo 5 millones de facturas no pagas, y así disminuían el monto total de la deuda. Al intervenirla en abril del 2024 mi gobierno descubrió las facturas e hizo la denuncia. En los años 2023, y antes, hasta abril de 2024 administraron la Nueva EPS, sus amigos, señor Abelardo. El señor Cardona, presidente de la EPS controlada por entidades privadas a pesar que todo el dinero que entraba era público está ya preso. La fiscalía general de la Nación ha omitido encarcelar a los corresponsables del desfalco que estaban en la junta directiva de esa época, entre ellos el señor Vargas Lleras, quien como usted, quiere mi extradición que ninguna nación ha pedido. El señor Vargas Lleras y su partido Cambio Radical dirigido también por la familia Char lo apoyaron a usted y usted les nombra ministros. #Corrupción #Transparencia #Colombia

La mentira de siempre. No logran hacer oposición sin decir mentiras. Si no es por la intervención no se descubren 5 millones de facturas cuyo valor hacia que en el 2023 e incluso el 2022 estaba quebrada la nueva EPS Lo que hubo fué un estafa a la sociedad colombiana y por eso está el preso el presidente de esa EPS el señor, Cardona, pero sus corresponsables las personas de la junta directiva que lideraba el señor Vargas Lleras, presidente hoy de Cambio Radical, no La fiscalía no avanza. Las facturas escondidas para no mostrar las pérdidas de la EPS y seguir desfalcando la Nación, muestran la realidad de las deudas que debe pagar entidad: 22 billones de pesos. La nación es propietaria de la mitad de la Nueva EPS pero no tenía el control de la administracion. La Nueva EPS era controlada por entidades privadas. La deuda se viene acumulando desde su origen, en dónde comenzaron los desfalcos La Nacion debe pagar 11 billones de pesos, ese es el costo a la sociedad por tener al frente personas como Vargas Lleras administrando dineros públicos. Todos los dineros que ha recibido desde su primer día de creación son públicos. Está es la prueba del desastre de un sistema estafador por intermediación particular de dineros públicos, y un aumento del déficit fiscal del país. He solicitado al ministro de hacienda reconocer esa deuda por 11 billones y pagar la cantidad por vigencias futuras a 10 años. #Corrupción #EPS #Colombia

Un estudio revela que el 70% de los autónomos en España no sabe cuándo entrará en vigor Verifactu, la nueva herramienta de la Agencia Tributaria para el control de facturas, cuya obligatoriedad se ha retrasado hasta 2027, generando confusión y preocupación sobre los posibles costes y sanciones para quienes no se adapten a tiempo. #Verifactu #autónomos #Hacienda

Confusión entre los autónomos sobre la entrada en vigor de la herramienta para compartir facturas con Hacienda