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I have extended the investigation that was initiated 8 years ago against Montoro due to a "judge's error." The former minister of the PP is charged with leading a corrupt scheme using the Treasury to traffic with laws for commissions. He remains free, and the firm he founded earned €3.4 million this year. (translated)

🚨URGENTE - Rui Costa Pimenta, presidente do PCO, é alvo de buscas pela PF por uso irregular de recursos públicos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha https://t.co/Wa3JS0eu7F #Política #Corrupção #Justiça

🆕| Atualização de ROSÉ em seu canal de transmissão no Instagram: “Blinks, como fiquei pensativa nos últimos dias, não consegui escrever para vocês o quanto antes.. Ao chegar a este 10º aniversário, que eu esperei tanto quanto os Blinks, acho que o sentimento de frustração/lamento acabou sendo muito grande. Não é que eu não tenha entendido o coração dos fãs, mas justamente por me empatizar tanto com vocês, demorei um pouco até organizar meus pensamentos sobre por onde começar a falar. Sinto o meu coração pesado por ter feito vocês se sentirem ainda mais sozinhos durante esse tempo.. Mas, no desejo de transmitir ao menos um pouco do meu carinho sincero aos Blinks, deixo esta mensagem mesmo que agora. Para mim também, esses 10 anos em que crescemos, cuidamos uns dos outros e caminhamos juntos têm um significado enorme, e o meu maior desejo era podermos comemorar juntos. Por isso, eu queria muito que pelo menos aquele dia, 8 de agosto, fosse um momento em que todos nós ríssemos e fôssemos felizes, mas como as coisas não saíram como o esperado, meu coração está cheio de pedidos de desculpas.. Quero agradecer do fundo do coração aos muitos Blinks que vieram nos ver mesmo sob este calor, e dizer que fiquei muito feliz em revê-los depois de tanto tempo, mas que também sinto muito. Sinto-me tão grata e transbordando de felicidade pelo fato de ter recebido tanto amor durante 10 anos e de termos construído uma relação onde podemos dar e receber esse amor mutuamente. Só quando cheguei em casa sozinha é que todas as emoções me atingiram de vez. Desculpem-me pelo atraso nesta mensagem, é que levei um tempo para me acalmar e não foi fácil colocar tudo em palavras. Era para ter sido uma data comemorativa para o nosso BLACKPINK, que trabalhou tanto nesses 10 anos, e para os Blinks, que nos deram tanto amor. Embora todos tenhamos ficado com esse sentimento de frustração, parabéns do fundo do meu coração mais uma vez, e vamos continuar criando muitas outras memórias boas daqui para a frente. Eu amo vocês, Blinks. 🩷” #ROSÉ #로제 @numberoneHQ #BLACKPINK #Blinks #Kpop

Tradução completa do discurso final de #JIMIN no D-1 em Baltimore. 🤍 🐥: Sentem-se, por favor. Sentem-se, por favor. 🐥: BALTIMORE! BALTIMORE! 🐥: Vocês se divertiram? 🗣️: SIM! 🐥: Na verdade, hoje o clima ficou mudando o tempo todo, então ouvimos que talvez tivéssemos que começar às 9h, ou que o show poderia começar bem mais tarde. 🐥: (Como é 9 horas em inglês? Ah, 'nine'). 🐥: Então, eu estava muito preocupado se conseguiríamos fazer o show de hoje tranquilamente. Mas, sem saber como o clima ficaria, vocês ainda assim esperaram e vieram nos ver, então eu queria expressar minha sincera gratidão. E talvez seja porque vocês estão aqui, mas de repente a chuva parou e o tempo abriu. 🐥: Sim, eu fui muito feliz hoje e, graças a vocês, acho que o dia de hoje vai ficar guardado como mais uma lembrança linda. Voltem para casa com segurança hoje e, do fundo do meu coração, muito obrigado por terem vindo. Obrigado por virem! Obrigado! Baltimore! #JIMIN #Baltimore #show

O Bolsonaro tinha prometido a isenção de até 5 mil reais de imposto de renda e não cumpriu. Nós conseguimos cobrar o andar de cima, os fundos offshore, os fundos fechados, os dividendos dos bilionários. E conseguimos os recursos necessários de mais ou menos 140 mil brasileiros que não pagavam imposto e passaram a pagar, isentando 15 milhões de brasileiros que ganham até 5 mil. #HaddadNaCNN #ImpostoDeRenda #JustiçaFiscal #Brasil

“Foi uma experiência linda pois a escrevi perto do começo da Beautiful Chaos Tour, e eu já vinha enviando demos pra nossa gravadora há bastante tempo e acho que eles ainda não estavam prontos para nos deixar ter uma música original do KATSEYE. Acho que essa música veio em uma época linda, estávamos todas prontas para ir mais fundo e talvez fazer uma balada ou uma música triste sobre uma experiência mais real de um coração partido, que a maioria de nós já vivenciou.” — Lara sobre sua canção autoral “Unloveu”, faixa bônus do EP “WILD”, para a Access Hollywood. #BeautifulChaosTour #KATSEYE #Unloveu

H

Dizem para abater o gado porque as emissões das vacas destroem a camada de ozono... Gasta-se fundos de conservação para trazer vacas selvagens gigantes e idênticas às nossas para os mesmos prados. Queres ver que o sistema digestivo da vaca selvagem funciona a energia solar e deita perfume pelas narinas? São dúvidas válidas. Preocupações realistas. O pastoreio tradicional necessita de terras produtivas e, muitas vezes, comunitárias. No entanto, em vastas áreas do interior de Portugal, onde o abandono humano parece ser irreversível, o incentivo financeiro já não compensa. Mais, o pastoreio é uma arte sem mão de obra disponível, simplesmente não há pastores. O rewilding entra onde a atividade humana já deixou de ser viável. Enquanto que o pastoreio é uma atividade económica e cultural sustentada pelo ser humano, o rewilding é uma ferramenta de restauro ecológico passivo para tentar gerir o território onde a presença humana já desapareceu. https://m.youtube.com/watch?v=Rj4ASqpTXek

They Released ANCIENT CATTLE INTO THE WILD — What They Did To The Grasslands Shocked Scientists

"O Negócio do Século de Vieira: Como se Livrou de 160 Milhões em Dívidas" O antigo presidente do Benfica ficou livre da dívida. O banco ficou com as acções — e a fugir delas."" Uma história antes da história A avó de uma amiga minha ficou viúva há uns anos e, com ela, herdou uma dor de cabeça: o marido tinha deixado dívidas de que ninguém na família sabia bem a dimensão. Antes de assinar seja o que for, a minha amiga levou-a ao advogado. E o advogado explicou-lhe uma coisa que a lei portuguesa prevê há mais de século e meio: uma herança pode ser aceite de duas maneiras. Pode aceitar-se "pura e simplesmente" — nesse caso, fica-se com tudo, o bom e o mau, e se as dívidas forem maiores do que os bens, paga-se a diferença do próprio bolso. Ou pode aceitar-se "a benefício de inventário" — fica-se com o que a herança tiver de bom, mas nunca se responde por mais do que aquilo que ela vale. Se a dívida for maior do que a casa e as poupanças do falecido, essa diferença simplesmente desaparece; não sai do bolso do herdeiro. A avó da minha amiga escolheu esta segunda opção, e dormiu descansada. Guardo esta história porque é, sem exagero nenhum, a chave para perceber o que aconteceu este mês com o Novobanco e as empresas de Luís Filipe Vieira. Só que, em vez de uma família a lidar com um advogado, temos um banco a lidar com uma norma internacional de contabilidade chamada IFRS 10. E o resultado, tecnicamente, é o mesmo: ficar com o que interessa, sem ficar com o resto. Vamos por partes, e por ordem cronológica, porque esta história começa muito antes da notícia desta semana. 2017 e antes — como nasceu a dívida Luís Filipe Vieira, na altura presidente do Sport Lisboa e Benfica, tinha um grupo de empresas imobiliárias — entre elas a Promovalor e a Inland. Estas empresas foram, ao longo de anos, financiadas pelo Banco Espírito Santo (BES) com centenas de milhões de euros. Em 2017, a dívida total deste grupo económico rondava os 400 milhões de euros. Essa dívida tinha duas partes bem diferentes, e é essencial perceber a diferença desde já: Primeira parte — 160 milhões de euros em VMOC. VMOC quer dizer "Valores Mobiliários Obrigatoriamente Conversíveis". Explicando sem jargão: é um instrumento financeiro em que se empresta dinheiro com uma condição escrita no contrato — se a dívida não for paga até determinado prazo, ela transforma-se automaticamente em acções da empresa devedora. Ou seja, deixa de ser dinheiro que a empresa deve, e passa a ser propriedade (capital) da empresa que o credor passa a deter. Destes 160 milhões, 90 milhões pertenciam à Promovalor e 70 milhões à Inland. Segunda parte — cerca de 240 milhões de euros em crédito bancário e hipotecário directo. Este era financiamento normal, sem a cláusula de conversão em acções — dinheiro emprestado para construção e promoção imobiliária, com hipotecas sobre os terrenos e edifícios como garantia. Em 2017, para tentar resolver a situação sem décadas de tribunais, o BES/Novobanco e Vieira chegaram a um acordo relativamente à segunda parcela (os 240 milhões de crédito directo): o património imobiliário real do grupo — terrenos e edifícios em Tavira, Loures, Vila Franca de Xira, um hotel Sheraton na Reserva do Paiva, no Brasil, entre outros — foi retirado das empresas Promovalor e Inland e colocado dentro de um fundo de investimento, gerido por uma entidade independente chamada C2 Capital Partners. Este fundo passou a vender os imóveis, ao ritmo do mercado, e a entregar o dinheiro das vendas ao banco, para ir abatendo a dívida. Em troca de terem cedido este património, o Novobanco ficou a deter cerca de 96% das "unidades de participação" (uma espécie de acções) deste fundo, e Vieira/Promovalor manteve os restantes 4%. O resultado prático desta operação de 2017 foi crucial: a partir daqui os imóveis reais e valiosos deixaram de pertencer à Promovalor e à Inland. Passaram a pertencer ao fundo. As duas empresas ficaram, na prática, sem património de peso — apenas com a dívida que ainda não tinha sido "resolvida" desta forma, ou seja, os 160 milhões de VMOC. 2017–2021 — o Acordo de Capital Contingente e o dinheiro público Quando o Novobanco foi criado a partir dos destroços do BES e vendido ao fundo americano Lone Star, foi assinado um mecanismo chamado Acordo de Capital Contingente (CCA). Este acordo obrigava o Estado português, através do Fundo de Resolução, a injectar capital no Novobanco sempre que este registasse perdas em créditos "podres" herdados do BES que fizessem descer os seus rácios de capital abaixo de um determinado limite. As perdas relacionadas com o grupo Vieira entraram exactamente neste mecanismo. À medida que os créditos e os VMOC deste grupo perdiam valor, o Novobanco ia registando "imparidades" — o termo técnico para dizer "estou a admitir que não vou receber este dinheiro, e vou apontar essa perda nas minhas contas". Essas imparidades geravam prejuízos, e esses prejuízos accionavam pedidos de capital ao Fundo de Resolução, que por sua vez ia buscar esse dinheiro a empréstimos do Estado — ou seja, em última instância, ao contribuinte. Neste período, o Novobanco chegou a provisionar a 100% os 160 milhões de euros dos VMOC — quer dizer, deu esse valor como perdido por completo, nas contas do banco, muito antes de a questão jurídica estar decidida. Uma fatia esmagadora desta perda de 160 milhões acabou por ser coberta, indirectamente, pelas injecções de capital público que o Acordo de Capital Contingente obrigava a fazer. É por isto que é justo dizer que os contribuintes portugueses já pagaram, de facto, uma parte substancial desta história — não porque tenham assinado um cheque com o nome de Vieira escrito, mas porque o mecanismo de resolução bancária funcionou precisamente como uma rede de protecção para as perdas do Novobanco, e estas perdas incluíam esta dívida. Este Acordo de Capital Contingente já terminou. Tinha um prazo e um tecto máximo de injecções, ambos esgotados. É um ponto importante a reter para o fim desta história. O litígio jurídico — o Novobanco tenta travar a conversão Apesar de os VMOC preverem, por contrato, a conversão automática em acções caso a dívida não fosse paga, o Novobanco não aceitou esta conversão de bom grado. Durante anos, o banco contestou-a em tribunal, tentando fazer cancelar essa conversão nos aumentos de capital da Promovalor e da Inland. Porquê resistir a ficar dono de duas empresas, em vez de simplesmente aceitar? Porque, como veremos, "ficar dono" de empresas cheias de dívidas por pagar é um problema, não um prémio. Fevereiro de 2026 — o Supremo Tribunal dá razão a Vieira Em Fevereiro de 2026, o Supremo Tribunal de Justiça decidiu esta disputa a favor de Luís Filipe Vieira. A decisão final obrigou o Novobanco a reconhecer aquilo que o contrato dos VMOC sempre tinha previsto: a conversão da dívida em acções. Na prática, o banco tornou-se, de um dia para o outro, o accionista maioritário das duas sociedades — com 66% do capital da Promovalor e 63,3% do capital da Inland. Para Vieira, este foi o desfecho que procurava: os 160 milhões de euros de dívida pessoal e do grupo, contraídos ainda no tempo do BES, ficaram legalmente extintos. Em troca, entregou ao banco a propriedade maioritária de duas empresas — que, como já vimos, tinham sido esvaziadas do seu património real em 2017. Do lado das contas do Novobanco, esta conversão não trouxe surpresas de maior a este nível específico: como a dívida de 160 milhões já estava provisionada a 100% havia anos, a decisão do Supremo não teve impacto adicional relativamente a este valor. O dinheiro, por assim dizer, já tinha sido dado como perdido antes mesmo de o tribunal decidir. O tamanho real do problema — de onde vêm os 278 milhões Aqui está o ponto que costuma confundir mais gente: se os 160 milhões de VMOC foram "limpos" através da conversão em acções, porque é que a notícia fala de um buraco de 278 milhões de euros nestas empresas? A resposta está na diferença entre a dívida total do grupo e a parcela que foi coberta pelos VMOC. Recorde-se: a dívida total em 2017 era de cerca de 400 milhões. Destes, apenas 160 milhões estavam ligados aos VMOC. Os restantes cerca de 240 milhões eram crédito bancário directo — a dívida que, em 2017, ficou associada ao fundo de imóveis, mas que continuou, tecnicamente, registada como passivo das próprias empresas Promovalor e Inland, à espera de ser paga pelas vendas dos imóveis. Ao longo de quase uma década de incumprimento, esta segunda parcela foi acumulando juros de mora e encargos — cerca de 38 milhões de euros adicionais. A conta soma-se assim: • Dívida global do grupo em 2017: aproximadamente 400 milhões de euros • Menos os 160 milhões de VMOC, extintos pela conversão em acções: fica um remanescente de cerca de 240 milhões • Mais os juros de mora e encargos acumulados ao longo dos anos: mais cerca de 38 milhões • Total do passivo actual das duas sociedades: 278 milhões de euros Este é, portanto, o "buraco" que hoje consta das contas da Promovalor e da Inland, e que nada tem a ver com os VMOC já resolvidos — é o que sobrou da outra fatia da dívida, a que nunca foi convertida em capital. E que garantias existem para pagar estes 278 milhões? Apenas o que resta do património no fundo gerido pela C2 Capital Partners. Quando os imóveis lá foram colocados em 2017, foram avaliados, na altura, num valor bruto de cerca de 244 milhões de euros — uma avaliação que se veio a revelar largamente inflacionada. À medida que os terrenos e edifícios foram sendo colocados à venda no mercado real (por exemplo, o Sheraton na Reserva do Paiva, no Brasil, vendido há cerca de um mês ao grupo hoteleiro português Vila Galé), os valores obtidos ficaram muito abaixo dessas avaliações antigas. Hoje, estima-se que o que resta por vender no fundo — que inclui ainda terrenos como os Páteos da Luz em Tavira, a Quinta dos Salgados em Santa Iria da Azóia, o Parque Oriente em Loures e a Quinta do Cochão em Vila Franca de Xira — valha entre 80 e 100 milhões de euros. Ou seja: mesmo que o banco consiga vender tudo o que resta no fundo pelo melhor preço possível, recuperará apenas entre 80 e 100 milhões para abater um passivo de 278 milhões. Mais de 170 milhões de euros deste "buraco" nunca serão pagos a ninguém — simplesmente deixarão de existir, por impossibilidade de cobrança, quando as empresas vazias forem, mais cedo ou mais tarde, extintas. Porque é que o banco não soma este buraco às suas próprias contas Chegamos aqui ao ponto mais técnico, mas também ao mais importante — e é aqui que a história da avó da minha amiga volta a fazer sentido. O Novobanco tem 66% e 63,3% do capital destas duas empresas. Bastaria isso, em contabilidade tradicional, para ser obrigado a somar às suas contas todos os activos e passivos delas — incluindo o "buraco" de 278 milhões. Mas a contabilidade moderna, através da norma internacional IFRS 10, deixou de olhar apenas para quem tem a maioria das acções. Passou a olhar para quem tem controlo efectivo — ou seja, quem manda de facto na empresa. A IFRS 10 exige três condições, todas em simultâneo, para que uma empresa seja obrigada a "consolidar" outra nas suas contas: 1. Ter poder — o direito e a capacidade real de dirigir as decisões operacionais e financeiras relevantes da empresa. 2. Ter exposição a resultados variáveis — ter direito aos lucros, ou estar exposto aos prejuízos, dessa empresa. 3. Ter capacidade de usar esse poder para influenciar esses resultados. O Novobanco fez uma escolha deliberada: apesar de ter a maioria do capital, recusou-se a nomear administradores próprios para os órgãos sociais da Promovalor e da Inland. Sem gente sua na gestão, o banco não assina cheques, não aprova orçamentos, não decide contratações nem vendas do dia a dia dessas empresas. A gestão formal continua, hoje, nas mãos do próprio Luís Filipe Vieira. Ao provar aos auditores externos e ao Banco Central Europeu que é, de facto, um accionista passivo e bloqueado — dono do papel, mas sem mão na engrenagem —, o Novobanco cumpre os critérios técnicos para não ser obrigado a consolidar estas duas sociedades. É exactamente a lógica do "benefício de inventário": aceitar a propriedade formal, sem aceitar a responsabilidade integral pelas dívidas associadas a essa propriedade. Como é que isto aparece, então, nas contas do banco? Se as empresas não entram "linha a linha" nas contas do Novobanco, como é que o banco as regista? A resposta divide-se em duas partes bem distintas, e vale a pena perceber esta divisão com clareza, porque é aqui que está o "coração" financeiro de toda a operação: As empresas (Promovalor e Inland) — ficam de fora do balanço. O banco regista as suas acções nestas duas empresas como um activo financeiro avaliado ao "justo valor" — e esse justo valor, dado o estado das empresas, é de 0 euros. O passivo de 278 milhões que está dentro delas não entra nas contas do banco. O fundo de investimento (gerido pela C2 Capital Partners) — entra no balanço. Como o Novobanco detém cerca de 96% das unidades de participação deste fundo — que é uma entidade separada, gerida de forma independente, sem as dívidas das empresas de Vieira — regista o valor desta participação ao seu justo valor de mercado: os já mencionados 80 a 100 milhões de euros em imóveis por vender. Explicando de outra forma: o banco leva para dentro de casa o que ainda vale dinheiro (a fatia dos imóveis no fundo), e deixa cá fora o que só tem dívidas (as próprias empresas). É esta divisão, tecnicamente permitida pelas regras internacionais, que suscita a pergunta moral com que qualquer leigo fica ao ler esta notícia. Porque não reergue as empresas, e porque não as fecha já Uma pergunta óbvia surge aqui: se o Novobanco tem mais de 60% do capital destas empresas, porque não usa esse poder para as reerguer, ou, em alternativa, para simplesmente as liquidar de vez, já que valem zero? Reerguer não é opção. Fazê-lo exigiria ao banco injectar dezenas ou centenas de milhões de euros novos nestas sociedades para pagar credores e tentar pôr um negócio a funcionar — só que não há negócio nenhum para pôr a funcionar. A Promovalor e a Inland não produzem nada, não têm fábricas nem prestam serviços; eram apenas holdings imobiliárias, e o património imobiliário real já foi retirado delas em 2017. Não há nada para salvar. Além disso, o Banco Central Europeu proíbe, em termos gerais, que bancos comerciais funcionem como promotores imobiliários ou injectem capital novo em empresas insolventes de clientes, precisamente porque isso destruiria os seus próprios rácios de capital. Liquidar também não é simples. Para pedir a liquidação ou insolvência de uma empresa da qual se é accionista maioritário, é normalmente necessário assumir primeiro o seu controlo formal: convocar uma assembleia geral, destituir a gerência actual (neste caso, a de Vieira), nomear administradores próprios, e só depois avançar com o processo de insolvência. O problema é que, no preciso momento em que o Novobanco nomeasse os seus próprios administradores e assumisse a gestão, activaria exactamente o critério de "controlo" da norma IFRS 10 que até aqui evitou cuidadosamente. Nesse instante, o buraco de 278 milhões entraria directamente para o balanço do banco, contaminando os seus rácios financeiros — antes mesmo de um tribunal decretar a liquidação, processo que pode demorar anos na justiça portuguesa. Além disso, quem assume a gestão de uma empresa em situação de insolvência iminente pode ficar exposto a responsabilidades legais e fiscais sobre dívidas passadas, incluindo eventuais dívidas à Autoridade Tributária ou à Segurança Social — mais um motivo para o banco preferir manter-se à distância. Por fim, uma liquidação das empresas em si não traria dinheiro nenhum ao banco, porque elas já não têm bens — o dinheiro que ainda há para recuperar está todo dentro do fundo de imóveis, e esse processo de venda já está em curso, independentemente do destino formal das duas sociedades. O resultado é uma espécie de "coma induzido": o banco não reergue as empresas, porque seria deitar dinheiro bom em cima de dinheiro perdido; não as líquida directamente, para não arrastar o passivo para o seu próprio balanço; e tenta, isso sim, vender a sua posição acionista — mesmo que seja por um euro simbólico — a terceiros ou ao próprio Vieira, "empurrando" o problema jurídico para quem o quiser aceitar. Foi exactamente isso que o banco tentou fazer em Março de 2026, através do exercício de uma opção de venda das suas acções na Promovalor e na Inland — tentativa que falhou "por incumprimento da contraparte", suspeitando-se, sem que a notícia o confirme expressamente, que essa contraparte seja o próprio Vieira. No relatório e contas, o Novobanco garante que vai continuar a procurar formas de se desfazer desta posição. Porque é que alguém quereria comprar acções que valem zero? Aqui vale a pena parar num pormenor que costuma intrigar quem segue este caso pela primeira vez. Se o Novobanco avalia as suas acções da Promovalor e da Inland em zero euros, porque é que, em Março de 2026, havia aparentemente alguém do outro lado disposto a comprá-las — numa operação que só não avançou por, segundo a notícia, "incumprimento da contraparte"? Antes de continuar, uma ressalva importante: a notícia não identifica quem era essa contraparte. A suspeita, levantada por órgãos de comunicação social e não confirmada pelo banco, é que possa ter sido o próprio Luís Filipe Vieira. É uma hipótese plausível — ele é, afinal, quem continua a gerir estas empresas, e seria o comprador mais óbvio de uma posição que, no fundo, já controla na prática — mas continua a ser apenas isso: uma hipótese. O raciocínio que se segue explora este cenário por ser o mais instrutivo, não porque esteja estabelecido como facto. Dito isto, a pergunta mantém-se válida mesmo em abstracto: porque é que alguém compraria "nada"? A resposta está em perceber que "zero" é o valor de liquidação — o que sobraria para um accionista se a empresa fosse fechada hoje e todas as dívidas pagas primeiro. Não é o valor de uso. Imagine-se uma casa arruinada, com uma hipoteca maior do que aquilo que ela vale — o banco, sabendo que nunca vai recuperar todo o dinheiro através dela, muitas vezes nem se dá ao trabalho de a executar, porque dá mais despesa do que proveito. A casa "vale zero" no papel, mas continua a ser um tecto, uma morada, uma estrutura que alguém pode ocupar e usar, sem nunca ser obrigado a pagar a hipoteca por inteiro. É exactamente esta lógica que se aplica à Promovalor e à Inland. Quem quer que controle estas empresas — hoje Vieira, enquanto gestor de facto — decide os contratos que assinam, o uso que fazem da estrutura jurídica, o destino do que ainda resta. E nunca é obrigado, só por deter ou controlar as acções, a pagar do seu próprio bolso a dívida de 278 milhões que lá dentro dorme, porque essa dívida é da empresa, uma pessoa colectiva distinta, e não da pessoa que a gere ou possui. É este o activo real que se procura quando se procura comprar "nada": não património, mas controlo, protegido pela responsabilidade limitada. Portugal já viu este mecanismo em acção antes, embora noutro contexto. Em 2008, o Estado português nacionalizou o falido Banco Português de Negócios (BPN) por um valor simbólico de um euro. Não porque o banco valesse, literalmente, um euro, mas porque o seu valor de liquidação era negativo — tal como o das empresas de Vieira hoje —, e o preço simbólico serviu apenas para formalizar a transferência do controlo. A diferença crucial é que o Estado, ao nacionalizar, aceitou também as dívidas do BPN, por ter um interesse público a defender. Um comprador privado das acções da Promovalor ou da Inland não teria essa obrigação: herdaria o controlo, sem herdar a exigência de pagar as dívidas com património pessoal. O economista Adam Smith já tinha avisado, há mais de dois séculos, sobre este tipo de separação entre quem controla e quem responde: observou que quem gere dinheiro alheio raramente lhe dedica o mesmo cuidado vigilante que dedicaria ao seu próprio. A ideia aplica-se aqui de forma quase inversa, mas com a mesma raiz — se ninguém está exposto ao custo total das más decisões do passado (nem o Novobanco, que não quer gerir, nem quem quer que venha a controlar as empresas, que não paga pessoalmente a dívida), o incentivo para alguém resolver de vez o problema de fundo — os 278 milhões por cobrar — torna-se praticamente nulo. A "casa arruinada" fica na rua, meio abandonada, precisamente porque a ninguém compensa assumir o custo de a demolir. Quem pagou, e quem vai pagar, no final de contas Chegados aqui, faz sentido separar duas perguntas que costumam confundir-se: uma é técnica ("isto é legal?"), a outra é moral ("isto é justo?"). Do ponto de vista técnico e regulatório, a resposta é relativamente simples: sim, o Novobanco está a aplicar correctamente as regras internacionais de contabilidade, e o Banco Central Europeu prefere mesmo que assim seja — obrigar o banco a consolidar um passivo de 278 milhões de euros que não escolheu, e sobre o qual não tem controlo de gestão, fragilizaria desnecessariamente a sua posição de capital. A questão moral é mais incómoda, e tem duas camadas. A primeira camada é sobre quem já pagou. Os 160 milhões de euros de dívida ligados aos VMOC foram, na prática, absorvidos pelo sistema de resolução bancária português ao longo dos anos em que o Acordo de Capital Contingente esteve activo — o que quer dizer, em bom português, que uma fatia esmagadora deste valor acabou coberta por injecções de capital público no Novobanco, financiadas por empréstimos do Estado. Some-se a isto uma fatia adicional de perdas relacionadas com a insuficiência das garantias do crédito de 240 milhões — estima-se que o impacto total, directo e indirecto, do grupo económico de Vieira sobre as contas cobertas pelo mecanismo de resolução tenha rondado os 200 a 300 milhões de euros. Dizer que "os portugueses pagaram para limpar parte da dívida de Vieira" é, por isto, uma descrição materialmente correcta. A segunda camada é sobre a assimetria entre o cidadão comum e o grande devedor. Se uma família comum deixar de pagar a prestação da casa, o banco fica com a casa, a família perde o imóvel, e continua a dever a diferença — com o risco de penhora de salário e de bens futuros. No caso de um grande devedor do sistema, existem instrumentos como os VMOC, fundos de reestruturação e mecanismos de capital contingente que permitem "limpar" formalmente o passivo pessoal, isolar o património ainda valioso para o credor, e distribuir o prejuízo residual pelo sistema financeiro e, em última instância, pelo contribuinte. É um duplo padrão real, mesmo que nenhuma das partes envolvidas esteja, tecnicamente, a infringir a lei. E agora? O risco para o contribuinte, hoje, é zero Há, no entanto, uma boa notícia nesta história, que raramente é dita com a mesma clareza com que se conta o resto: relativamente aos 278 milhões de euros que ainda restam nestas duas empresas, o risco para o contribuinte português é, hoje, nulo. Há três razões concretas para isto. Primeira: o Acordo de Capital Contingente que ligava as perdas do Novobanco ao Fundo de Resolução já terminou, com o seu prazo e tecto máximo esgotados. O Novobanco é hoje um banco privado, rentável, maioritariamente detido pelo grupo financeiro francês BPCE. Qualquer perda futura relacionada com este processo terá de ser absorvida pelos accionistas privados do banco, não pelo Estado. Segunda: esta dívida específica de 278 milhões já está, segundo a própria notícia, provisionada a 100% pelo banco — ou seja, o Novobanco já deu este valor como perdido nas suas próprias contas, com impacto já assumido no passado. A recusa em consolidar as duas empresas em 2026 serve, precisamente, para impedir que esta dívida antiga "ressuscite" e volte a afectar o balanço actual da instituição — mas o impacto financeiro, no que toca ao banco, já foi contabilizado. Terceira: os 278 milhões continuam registados como passivo dentro da Promovalor e da Inland, e, como o Novobanco nunca deu qualquer garantia pessoal por estas dívidas nem assumiu a gestão das empresas, esse passivo está "fechado" dentro delas. Se as empresas entrarem, no futuro, em liquidação ou insolvência final, o processo simplesmente encerra sem que os credores consigam cobrar — porque não há património para o fazer. A dívida extingue-se por impossibilidade de cobrança, sem que o Estado ou o contribuinte sejam chamados a pagar mais um cêntimo. Para terminar Voltemos, para fechar, à avó da minha amiga. Quando ela aceitou aquela herança "a benefício de inventário", ninguém achou que estivesse a fazer batota — estava apenas a usar uma protecção legal que existe, precisamente, para que um cidadão comum não seja arrastado para dívidas que nunca escolheu contrair. O Novobanco fez, tecnicamente, a mesma escolha. A diferença é que o "falecido", neste caso, é um grupo de empresas cujo colapso teve origem em créditos concedidos com pouco critério ainda no tempo do BES, cujas perdas já foram, em larga medida, cobertas por dinheiro público ao longo de quase uma década, e cujo devedor original viu a sua responsabilidade pessoal extinta por um instrumento contratual que ele próprio assinou décadas antes de este desfecho estar decidido. A lei está a ser cumprida, ponto por ponto. Fica apenas a pergunta que a lei, por definição, não responde: se o pequeno herdeiro e o grande banco têm ambos o direito de dizer "não aceito mais do que aquilo que a herança vale", porque é que, olhando para trás, é sempre o mesmo lado da sociedade que acaba a pagar a diferença primeiro? #Novobanco, #Luís Filipe Vieira, #Promovalor, #Inland, #VMOC, #IFRS10, #Fundo de Resolução, #BES, #Lone Star, #banca portuguesa, #contabilidade, #imparidades, #dívida, #explicador

#JEONGYEON compartilhou uma carta em seu Instagram sobre sua saída da JYP. "Olá, aqui é a Jeongyeon. Depois de pensar muito sobre como expressar meus sentimentos, estou compartilhando esta carta com todos vocês. A JYP tem sido minha segunda casa desde a minha adolescência; um lugar onde passei tanto tempo e criei tantas memórias preciosas. Agora estou me preparando para começar um novo capítulo em um novo lugar. Deixar um lugar que me é tão familiar foi difícil no início, mas consegui encontrar coragem graças às minhas integrantes e aos nossos ONCEs, que sempre acreditaram em mim. Sou profundamente grata às minhas integrantes e aos ONCEs; as palavras não conseguem expressar completamente minha gratidão. Também sou muito grata à família JYP, que me ajudou a me tornar a pessoa que sou hoje. A única coisa que realmente quero dizer aos ONCEs é que, mesmo que eu esteja seguindo para um novo capítulo para assumir novos desafios, TWICE, o centro da minha vida, permanecerá inalterado, exatamente como é agora. Estar diante dos ONCEs como integrante do TWICE será sempre minha primeira prioridade. Vou me preparar passo a passo, com todo o meu coração, tanto para minha jornada como Jeongyeon do TWICE, que vocês amaram tanto, quanto para os novos desafios que virão pela frente como Yoo Jeongyeon. Agradeço do fundo do meu coração por acreditarem em mim e sempre permanecerem ao meu lado. Como ainda temos tanto tempo pela frente para criar novas memórias, vou me esforçar para preencher esses momentos de uma maneira ainda mais bonita com os ONCEs. Obrigada, sempre." #TWICE #트와이스 @JYPETWICE #TWICE #JYP #ONCE

𝗚𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗢𝗟𝗟𝗟 DO CABULOSO!!!! JOÃO MARCELO MANDA PARA O FUNDO DO GOL E ABRE O PLACAR!!! VAMOOSSS!! 🫡🫡 🔷 #CRUxMFC | 1-0 | #PáginasHeroicas https://t.co/8gshX9XfyW #Gol #Futebol #Vamoos

O PRIMEIRO GOL DO JOÃO MARCELO COM O MANTO CELESTE!!! FAGNER COBRA LATEREIO, BRUNO RODRIGUES DESVIA E NOSSO ZAGUEIRO COMPLETA PARA O FUNDO DAS REDES!!! VAMOSSSS!!! 🫡⚽️ 🔷 #CRUxMFC | 1-0 | #PáginasHeroicas https://t.co/B31kvr1Sva #Gol #Futebol #MantoCeleste

Esse vídeo foi um dos mais difíceis que eu gravei em toda minha vida. Se hoje eu deixei de ser o filho do Ricardo e virei o Romeu Zema, é graças ao meu pai. Eu, que sou contra idolatrar qualquer pessoa, posso dizer que meu pai é o meu grande ídolo em vida. Nada do que eu falar aqui vai ser suficiente pra corresponder ao que o meu pai significa na minha vida. E talvez por isso seja tão difícil falar dele. Se hoje eu tenho uma família constituída, meus filhos bem encaminhados, uma empresa bem-sucedida e consegui ajudar meu estado a sair do fundo do poço, é graças ao meu pai. Sou muito grato a Deus por ter me presenteado com a vida dele. Mesmo hoje ele não estando em condições de lembrar de tudo o que fez, eu estarei aqui pra honrar o legado do Seu Ricardo Zema. E se eu posso deixar um conselho a todos, honrem pai e mãe. Não há nada mais importante nessa vida que a família. Um feliz dia dos pais a todos. Fiquem com Deus. #DiaDosPais #Família #Gratidão

⏱️ 35´- Preciado recebe passe açucarado, chega na linha de fundo e faz um cruzamento PERFEITO para Reinier, de cabeça, deixar tudo igual em Belém! PELA VIRADA, GALO! 1ºT | 1x1 ⚫⚪ 🎥 Galotv H2bet: https://t.co/pm1JHX7dMb #VamoGalo #REMxCAM🏴🏳️ #Futebol #Campeonato #Galo

Pessoal, os últimos dias não foram fáceis. Entre a ansiedade, a frustração com a organização e a cobrança por um marco tão importante, nós — assim como grande parte do fandom — expressamos nossa indignação de forma muito dura. Não voltamos atrás no que diz respeito ao respeito que o BLACKPINK e os BLINKs merecem... mas hoje o dia chegou. E ver a JISOO tão emocionalmente abalada dessa forma pela primeira vez foi um choque de realidade para todos nós. A reação dela hoje é apenas mais um exemplo, entre tantos, do quanto ela se importa, se dedica e faz de tudo pelos fãs. Da mesma forma, conhecendo o histórico da JENNIE, da ROSÉ e da LISA, sabemos que cada uma delas se importa e demonstra isso à sua maneira. Entendemos totalmente a frustração de todos os fãs, até porque nós mesmos da administração também fomos tomadas por raiva, tristeza e decepção nos últimos dias, mas acreditamos que nossas vozes e demandas já foram ouvidas. Agora, o melhor a se fazer é acalmar o coração e ver o que está por vir. Não é saudável — nem para nós, nem para elas — alimentar essas questões continuamente. Não sabemos a fundo os motivos por trás das falhas na organização do aniversário e projetos em grupo, mas uma coisa é certa: os bastidores envolvem muito mais do que nós, do lado de fora, podemos imaginar. Por trás de erros de gestão e agendas complexas, existem quatro mulheres incríveis que construíram essa história com a gente. Críticas sobre o planejamento continuam sendo válidas, mas hoje decidimos virar a chave para acolher as meninas e celebrar esse marco. A partir de hoje, cabe a nós torcer pelo melhor do BLACKPINK como grupo, pelo futuro solo de cada uma delas e pelas suas escolhas. Estaremos aqui, apoiando, independente do que aconteça. 🖤🩷 #BLACKPINK #BLINKs #Kpop

🐻 jennierubyjane: “10 🖤🩷” Tradução da mensagem na última imagem: “Oi, BLINK. É difícil acreditar que já se passaram dez anos. Ao vivenciar cada um desses momentos, percebi cada vez mais, com o passar do tempo, o quanto de força tirei de saber que sempre havia pessoas esperando por mim, acreditando em mim e torcendo por mim, todas do mesmo lugar. Já disse “obrigada” tantas vezes, mas, depois de dez anos, essas palavras parecem maiores do que nunca. Por causa de vocês, pude realizar tantos sonhos. Conheci mais do mundo do que jamais imaginei, subi em palcos com os quais eu costumava apenas sonhar e conheci tantas pessoas incríveis ao longo do caminho. Mas, acima de tudo, ser “JENNIE” com o BLINK me ajudou a me conhecer melhor. Isso me ajudou a crescer e me ensinou a amar um pouco mais a mim mesma. Obrigada por me amarem durante esses últimos dez anos, por acreditarem em mim e por caminharem nessa jornada comigo. Do fundo do meu coração, obrigada. Também quero agradecer às minhas integrantes por compartilharem toda essa jornada comigo. Sempre estivemos presentes umas para as outras, perseguindo o mesmo sonho juntas, e acredito verdadeiramente que foi isso que nos tornou quem somos hoje. Porque estávamos juntas, rimos mais e conseguimos chegar até aqui. Assim como sempre, continuarei tentando coisas novas, continuarei crescendo e continuarei criando músicas e memórias que possamos compartilhar juntas. Obrigada, sempre. Eu amo vocês. — Jennie” DECADE WITH BLACKPINK #BLACKPINK10thAnniversary #BLACKPINK_FOURever #10YearsWithBLACKPINK #10주년_블랙핑크_포에버 #BLACKPINK #10YearsWithBLACKPINK #BLACKPINK10thAnniversary

⚠️ Presidente do Flamengo, Bap adia sonho do estádio próprio: "Talvez meus filhos vejam isso, eu não sei se vou ver". “Existe um lugar que possa ser mais icônico para o torcedor do Flamengo do que o Maracanã? Não. Então, eu tenho que ter um excedente de resultado que me permita ter um time competitivo, porque é o que me garante uma receita de R$ 2 bilhões, para eu poder ganhar R$ 340, R$ 350, R$ 400 milhões, botar R$ 250 num time de futebol e poupar R$ 150 milhões para um estádio. Ora, se custa R$ 3 bilhões, vai demorar 20 anos para eu ter dinheiro para construir. Se você capitalizar esse dinheiro, talvez não seja 20, talvez seja 14, 15 anos. Por quanto tempo eu tenho o Maracanã ainda? Por 18 anos e meio. Então, se tem uma coisa que o Flamengo tem é tempo para exercer essa opção.” “Qual é o momento certo? Quando eu consiga lotar o Maracanã em todos os jogos com 71 mil, ter 5, 10, 15 mil caras querendo entrar e que eu não tenho como atender, e eu conseguir modelar esse estádio como uma arena, onde eu tenha talvez uma margem melhor do que a do Maracanã. A gente nunca achou que seria tão eficiente na gestão do Maracanã como é hoje. Isso significa que a gente jamais faria o estádio? Não, porque com o custo do dinheiro caindo pode ser que você tenha um fundo soberano desses da vida, que queira comprar o estádio e ser sócio do Flamengo. Cara, eu acho que vai demorar. Sinceramente, acho que talvez meus filhos vejam isso. Eu não sei se eu vou ver.” 🗞️ | 📸 @sports_mmakers #Flamengo #Maracanã #Estádio

Nach dieser Pressekonferenz kann niemand mehr behaupten, am Flughafen Leipzig/Halle sei nur wieder das passiert, was längst zum Normalfall geworden ist: Drohnen in München, Drohnen im Rheinland, Drohnen hier, Drohnen da. Dieser Fall ist anders. Heute, am 5. August 2026, beginnt ein neues Kapitel unserer Sicherheitslage. Denn diesmal geht es nicht um einen Drohnenpiloten in der Anflugschneise, der sich anschließend herausreden kann, er gehe nur seinem Hobby nach. Diesmal geht es um eine Drohne, die offenbar eigens dafür verändert worden war, bestehende Abwehrsysteme zu umgehen. Und sie war mit Sprengstoff bestückt. Auch der Fundort ist nicht irgendein Detail. Die Drohne befand sich in der Nähe ukrainischer Antonow-Maschinen. Diese Großraumfrachter sind Teil einer strategischen europäischen Logistik. Die Nato nutzt sie für schwere Transporte, auch militärische Güter werden mit ihnen bewegt. Ob genau diese Flugzeuge Ziel des mutmaßlichen Anschlags waren, ist nicht bewiesen. Aber jede ernsthafte Analyse muss diese Möglichkeit in den Mittelpunkt stellen. Der Vorfall bekommt zusätzliches Gewicht, weil Leipzig/Halle schon einmal Schauplatz einer mutmaßlich russischen Sabotageoperation war. 2024 geriet dort ein mit einem Brandsatz präpariertes DHL-Paket in Brand. Es geriet nur deshalb nicht während eines Fluges in Brand, weil die vorgesehene Maschine verspätet war. Auch diesmal könnte der pure Zufall eine Katastrophe verhindert haben: Nach den bislang bekannten Erkenntnissen war der Zünder offenbar abgerissen. Die bisherigen Erkenntnisse ergeben noch keinen Beweis für eine russische Täterschaft. Aber wir sehen ein Muster: strategische Logistik, ukrainische Infrastruktur, Spreng- und Brandsätze, schwer zurechenbare Täter und Operationen, deren Urheber im Schatten bleiben sollen. Russland hat dieses Muster bereits in der Ukraine vor der Vollinvasion von 2022 eingesetzt: verdeckte Operationen, Sabotage, Cyberangriffe, Desinformation und der Einsatz schwer zurechenbarer Akteure, um Strukturen zu schwächen, Verwirrung zu stiften und die eigene Verantwortung abstreiten zu können. Hinzu kommt ein besonders beunruhigender Punkt. Dobrindt sagte, die Drohne sei offenbar „so konzipiert“ gewesen, dass sie die bestehende Drohnenabwehr umgehen konnte. Daraus leitete er ab, dass die Täter die vorhandenen Abwehrmaßnahmen möglicherweise bereits kannten. Das deutet auf professionelle Aufklärung im Vorfeld und genaue technische Kenntnisse hin. Ob dafür Insiderwissen genutzt wurde, ist bislang nicht belegt. Dobrindt nennt das ein hybrides Anschlagsszenario. Das ist sachlich nachvollziehbar, darf aber nicht verharmlosend wirken. „Hybrid“ bedeutet in diesem Fall nicht bloß Propaganda, Cyberangriffe oder politische Einflussnahme. Es bedeutet eine reale Sprengladung auf einem deutschen Flughafen. Hybrid ist vor allem die Verschleierung der Verantwortung. Beunruhigend ist auch, was die Pressekonferenz über den Schutz kritischer Infrastruktur offengelegt hat. Die Drohne wurde nicht von einem Abwehrsystem gestoppt. Bevor der Staat handelte, handelte ein Bürger: Ein Mann aus einem Besucherbus entdeckte das Fluggerät und griff ein. In der Pressekonferenz kam er nicht vor. Bekannt wurde sein Fund erst, weil er sich selbst gegenüber Medien äußerte. Erst nach seinem Fund setzten die staatlichen Mechanismen ein: Polizei, Entschärfer und Sicherheitsbehörden reagierten schnell und professionell. Das alles verdient Anerkennung. Aber Gefahrenabwehr nach dem Zufallsfund eines Bürgers ist nicht dasselbe wie wirksame Prävention. Und dann ist da noch das zweite unbekannte Flugobjekt, mit dem eine DHL-Maschine beim Durchstarten kollidiert sein soll. Nach Teilen einer möglicherweise zweiten Drohne wird weiter gesucht. Noch ist kein Zusammenhang bewiesen. Sollte er sich bestätigen, müssten wir über mehr sprechen als über eine einzelne verlorene oder abgestürzte Drohne. Dann stünde der Verdacht einer koordinierten Operation im Raum. Der entscheidende Befund dieses Tages lautet deshalb nicht nur, dass eine neue Waffe aufgetaucht ist. Er lautet: Russlands Krieg gegen die Ukraine könnte begonnen haben, sich mit seinen Mitteln, seinen Zielen und seiner Logik tief in die deutsche Infrastruktur hineinzufressen. Leipzig/Halle wäre dann kein isolierter Tatort, sondern der Auftakt von etwas Größerem. Von etwas, das vermeidbar gewesen wäre, wenn der Westen mit der Ukraine nicht seit über vier Jahren einen Eiertanz aufführen würde. #Sicherheit #Drohnen #Hybridkrieg

EXCLUSIVO: O São Paulo está perto de trocar a empresa responsável pela venda de ingressos e gestão de sócio torcedor. O clube não renovará com a Total Acesso e encaminhou um acordo de cinco anos com a Ticketmaster. A negociação inclui uma operação de antecipação de receitas de cerca de R$ 140 milhões. Destes, R$ 110 milhões são do contrato de ST e ticketing (devolução do clube ao longo do tempo de vínculo, com taxa de juros) e R$ 30 milhões referentes à exploração do camarote corporativo 29A, de 595 lugares. Apurei que as partes estão na fase de troca de minutas contratuais. O acordo, que ainda terá que ser aprovado pelo Conselho Deliberativo, ocorre em meio a questionamentos internos sobre o processo de concorrência e após o surgimento de uma nova proposta apresentada pela empresa dinamarquesa NewC. O que apurei é que a NewC participou regularmente do processo de concorrência promovido pelo São Paulo e chegou à reta final, sendo preterida pela Ticketmaster. Nos últimos dias, representantes da empresa passaram a se reunir com integrantes de diferentes grupos políticos do clube para apresentar uma nova estrutura financeira. Um dos conselheiros presentes em um dos encontros, que pediu para não ser identificado, afirmou à reportagem: "Há cerca de 15 dias, participei de reunião com um dos sócios da empresa, mas não vi documentos. O que comentaram é que a proposta seria na casa dos R$ 500 milhões, um aporte para cobrir toda a dívida bancária e outras dívidas onerosas. O financiamento seria de longo prazo, 8 a 10 anos, e as garantias seriam receitas de bilheteria e outras receitas do estádio. Para formar opinião eu precisaria ver a proposta oficial, com todos os termos e condições". Apurei que a apresentação da NewC aos conselheiros mostra que a proposta incluiria sócio torcedor, venda de ingressos e firmaria compromisso com o direito de superfície do Morumbis pelo prazo de retorno do valor a ser aportado. Procurada pelo UOL, a NewC preferiu não comentar o assunto. O São Paulo, por sua vez, respondeu aos contatos. A respeito do atual processo, o clube informa que “a Diretoria e a comissão responsável pela avaliação concluíram sua análise técnica e encaminharam suas conclusões para as etapas de governança previstas no processo”. O Tricolor acrescenta que “neste momento, está sendo elaborada a minuta contratual”, mas ressalta que a contratação “ainda depende da conclusão dos processos internos de governança, incluindo as aprovações pelos órgãos competentes”. Em relação às especulações sobre a NewC, o São Paulo confirmou que a empresa apresentou, por iniciativa própria e ao lado de um parceiro financeiro, uma proposta para estruturar um Fundo de Investimento Imobiliário envolvendo o direito de superfície do MorumBIS. O clube destacou que, “por se tratar de uma operação de natureza financeira e patrimonial, distinta da concorrência para a operação da tiqueteira, essa proposta será analisada em processo próprio e independente, sem qualquer relação com os critérios técnicos e comerciais adotados no edital”. O São Paulo afirmou ainda que aguarda “uma proposta financeira formal do parceiro” e que deve realizar “em breve, uma reunião presencial para tratar do tema”. Por fim, ponderou que “a discussão sobre alternativas para a reestruturação do passivo do clube é legítima”, mas que a medida “deve seguir um processo de avaliação específico e independente”. #SãoPauloFC #Ingressos #NovoAcordo

The article by Ricardo de Oliveira Ai-Ai argues that, despite the migration crisis in Ceuta, SMEs should not panic regarding COMPETE 2030, as the emerging priorities of the European Union, including migration, are not expected to directly impact these funds, which are better monitored in the context of the Multiannual Financial Framework 2028-2034. (translated)

Ceuta e o dinheiro das PME: vale a pena entrar em pânico?

⏱️ 49' - No finalzinho do jogo, Minda manda a bola para o fundo do goooooooooooooooooooooooooooooooooooool! 2ºT | 0x1 ⚫⚪ #VamoGalo #JUVxCAM 🏴🏳️ #Golo #Futebol #Jogo