BETA nonprofit public democratic european moderated

Search

#G20

Getting regulation right can unlock stronger growth. At a time when many economies face constraints, our G20 report shows how smart regulatory and institutional reforms can boost investment, raise productivity, and expand opportunity. Read more: https://t.co/54lri5npBC https://t.co/5ezTSzPFYp #G20 #Regulation #EconomicGrowth #G20

Poland aims for permanent membership in the G20, but its ambitions may face resistance from Russia, Brazil, South Africa, and the African Union, while some countries like India and China have not yet expressed a negative stance, but their support would depend on potential benefits. (translated)

Polska chce wejść do G20. Te kraje mogą stanąć Warszawie na drodze

Poland, represented by Finance Minister Andrzej Domański, is seeking a permanent place in the G20 group in order to co-create global economic rules and share its experiences from successes in the economic development of the Central European region. (translated)

Polska walczy o miejsce w G20. Domański: Chcemy współtworzyć światowe zasady

During the G20 meetings in Asheville, Minister of Finance and Economy Andrzej Domański emphasized that Poland wishes to actively participate in shaping the global economic order, representing the Central European region and sharing its successes in the field of economic development. (translated)

Polska przy stole G20. Minister Andrzej Domański: Chcemy współtworzyć zasady świata

Kolejne potwierdzenie rosnącej pozycji Polski! S&P DJI właśnie zmienił klasyfikację Polski 🇵🇱 z rynku rozwijającego się na rynek rozwinięty. Polska to dziś najszybciej rosnąca duża gospodarka UE. Już za tydzień będziemy uczestniczyć w spotkaniu G20 w USA. Działamy dalej! #Polska #Gospodarka #G20

Historyczny moment! USA zapraszają Polskę – jako jedyny kraj spoza stałego składu – do pełnego udziału w tegorocznych pracach G20. Biały Dom oficjalnie wspiera nasze stałe członkostwo: „Wyjątkowy głos Polski w Europie Środkowo-Wschodniej jest potrzebny”. Ministerstwo potwierdza: Radosław Sikorski pojedzie na bardzo ważne spotkanie szefów dyplomacji. Polska rośnie w siłę, nasza gospodarka i pozycja są zauważane na najwyższym światowym poziomie. Duma! #Historia #G20 #Polska

The United States has expressed support for Poland in its pursuit of full membership in the G20, emphasizing the importance of its role in Central and Eastern Europe and the need for its voice in discussions among the world's major economies. (translated)

Ważny sygnał z Waszyngtonu. Biały Dom dla „Rz”: Chcemy Polski w G20

Poland, after receiving an invitation to participate in G20 meetings as a full member, is consistently striving to formalize its place in this group, as evidenced by the confirmed participation of representatives of the country in the upcoming meetings in Atlanta and Miami, supported by the administration of the United States and the United Kingdom. (translated)

Trump otworzył Polsce drzwi do G20. Teraz Warszawa walczy o stałe miejsce

The Polish Ministry of Foreign Affairs confirmed that Poland will participate in the G20 meeting in Atlanta, where it will take part as an active participant for the first time, not just as an observer, although it is still seeking formal membership in this group. (translated)

MSZ potwierdza: Polska weźmie udział w spotkaniu G20 w Atlancie

The article discusses Poland's growing significance on the international stage and its aspirations for permanent membership in the G20 group, after the Donald Trump administration expressed support for Poland, and the current British leadership in the G20 may be crucial for further cooperation between Poland and this elite club. (translated)

Trump otworzył Polsce drzwi do G20. Teraz wszystko zależy od Brytyjczyków

Prezydent RP @NawrockiKn: Czuję, że realizuje to, co obiecywałem Wam w kampanii wyborczej. Obiecywałem, że zbuduję mocne relacje z naszym strategicznym sojusznikiem - Stanami Zjednoczonymi i Prezydentem Trumpem. Od 3 września przez kolejne spotkania i rozmowy udało mi się stworzyć autostradę do stałej obecności wojsk USA w Polsce. Obiecywałem, że będę zabiegał o mocną obecność Polski w NATO. Budujemy naszą siłę i odpowiedzialność na wschodniej flance. To, że cała Inicjatywa Trójmorza uznała obecność Polski w G20 to konkret. To dowód na to, że jesteśmy liderem. Chcemy być w UE i pomagamy się jej obudzić z letargu polityki klimatycznej, Zielonego Ładu, polityki imigracyjnej. Europa potrzebuje Polski bardziej niż kiedykolwiek. #Polska #NATO #G20

Mateusz Morawiecki brutalnie przebił propagandową bańkę Tuska o Polsce w G20. "Słyszeliśmy, że jesteśmy 20 gospodarką świata - to ważne żeby cieszyć się nawet z NIEWIELKICH osiągnieć. Ale czy Polska jest w pierwszej 20-stce podstawowych statystyk SIŁY? Np. w PKB per capita w sile nabywczej pieniądza w dolarach nominalnych, czy majątku zgromadzonym na głowę mieszkańca? NIE JEST! A JA CHCĘ, ŻEBY BYŁA! I tam zmierzamy". #Polska #G20 #Ekonomia

Lula Jul 26

Artigo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicado neste domingo no jornal Washington Post As tarifas dos EUA contra o Brasil são um erro estratégico Há um ano, fui surpreendido pela publicação, em uma plataforma digital, de carta do Presidente Donald Trump que impunha tarifa de 50% a produtos brasileiros. A menção, logo no primeiro parágrafo, ao ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado no ano passado e hoje preso por tentativa de golpe de Estado no Brasil — deixava explícita a motivação política da medida. Nos diálogos que mantive com Trump desde então ressaltei que não é necessário compartilhar as mesmas visões de mundo para buscar relação mutuamente benéfica entre nossos países. Afinal, somos líderes das duas maiores democracias e economias das Américas. Negociações entre nós e decisões da Suprema Corte dos EUA desmontaram a primeira versão do tarifaço. Mas este mês, desconsiderando dezenas de reuniões entre nossas equipes, sólidos argumentos técnicos e documentos que entreguei pessoalmente ao próprio Trump, o governo norte-americano decidiu adotar novas tarifas contra o Brasil que vão de 12,5% a 37,5%. Como resultado, a Global Trade Alert, organização independente baseada na Suíça, estima que o Brasil e a Turquia são hoje os segundos países mais tarifados pelos Estados Unidos, depois apenas da China. E isso apesar do superávit norte-americano no comércio bilateral de bens e serviços, que ao longo de quinze anos consecutivos acumula 428 bilhões de dólares. Além de injustas, as novas tarifas são um erro estratégico: elas prejudicam a economia dos Estados Unidos e a parceria com o Brasil. Diversos segmentos industriais dos Estados Unidos dependem de insumos brasileiros. Alimentos, calçados, têxteis, móveis, autopeças e vários outros produtos chegarão mais caros ao consumidor norte-americano. As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram para o menor patamar desde 1997. Na comparação entre os primeiros 6 meses de 2025 e 2026, o comércio bilateral com os EUA recuou 12,8%, enquanto o comércio com a União Europeia cresceu 6,1% e com a China aumentou 15,9%. No médio prazo, essas tarifas vão levar à desorganização de cadeias produtivas que hoje se encontram densamente integradas e as empresas brasileiras vão substituir fornecedores norte-americanos por outros parceiros. Isso diz muito da inconsistência entre os interesses dos EUA anunciados em sua estratégia de segurança nacional e as políticas que adota em relação ao Hemisfério Ocidental. A América Latina e o Caribe não precisam de porta-aviões rondando suas águas nem de punições tarifárias. O que nos falta são parceiros confiáveis e previsíveis. Neste momento em que os EUA isolam seu mercado, outros países se apresentam como alternativas, oferecendo uma agenda positiva, capaz de fomentar o desenvolvimento econômico e social. Estou convicto de que a união de esforços em torno de iniciativas concretas de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir para superar as mazelas que afligem um hemisfério que é de todos nós. A divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais por recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos e retrocessos. Apesar da longa história de intervenções políticas e militares dos Estados Unidos na América Latina e no Caribe, houve momentos em que Washington soube ser um parceiro à altura de nossos interesses de desenvolvimento. O Presidente Franklin D. Roosevelt implementou uma política de Boa Vizinhança que tinha como objetivo substituir o uso da força pela diplomacia em sua política externa para a região. Essa postura contribuiu de forma decisiva com os primórdios da industrialização no Brasil. O presidente George W. Bush, ao enfrentar a crise financeira de 2008, incluiu 3 países latino-americanos na primeira reunião de líderes do G20. Para o Brasil, a única guerra que precisamos travar nesta parte do mundo é contra a fome, a pobreza e a desigualdade. E as únicas armas a empregar são as dos investimentos, da transferência de tecnologia e do comércio justo e equilibrado. Tentativas de impor amarras ideológicas à parceria bilateral, ou de instrumentalizá-la para fins eleitorais, não se sustentam. Nunca antes um secretário de Estado norte-americano havia qualificado o Brasil como um país não-amigo. Ninguém vai nos derrotar com base em mentiras. As alegações do Presidente Trump contra o Brasil, na tentativa de justificar as tarifas, são infundadas. A liberdade de expressão não é carta branca para a criminalidade nas plataformas de redes digitais — não vamos abdicar de proteger nossas famílias e nossas crianças contra a ganância de um punhado de tecno-oligarcas. Nosso sistema de pagamentos, o Pix, não discrimina empresas norte-americanas e é uma referência internacional de infraestrutura pública digital. O mundo inteiro sabe que, a partir de 2023, combatemos de forma incisiva os ilícitos ambientais e reduzimos drasticamente o desmatamento em todos os biomas brasileiros. Respeitamos a soberania de outros Estados e negociamos com todos aqueles que saibam respeitar a nossa. A reciprocidade é a base de toda relação entre nações e temos mecanismos apropriados para assegurá-la. Estamos prontos a continuar dialogando de maneira aberta e construtiva, como o relacionamento entre dois países como o Brasil e os Estados Unidos requer. Mas o destino do Brasil compete apenas aos brasileiros, sem interferência externa, nem subserviência. Presidente Luiz Inácio Lula da Silva #Comércio #Brasil #EUA

ZEIT ONLINE Jul 23

Der deutsche Außenminister Johann Wadephul kritisierte in Johannesburg den Ausschluss Südafrikas von Donald Trump vom G20-Gipfel und bezeichnete das Land als unverzichtbares Mitglied, dessen Abwesenheit in Zeiten globaler Unsicherheit kontraproduktiv sei. #G20 #Südafrika #JohannWadephul

Außenminister: Wadephul kritisiert Ausschluss Südafrikas von G20-Gipfel durch Trump
Digi24 Jul 20

Prim-ministrul britanic Andy Burnham l-a invitat pe președintele american Donald Trump la summitul G20 la Manchester, în timpul primei lor convorbiri telefonice, la scurt timp după ce Burnham a preluat mandatul, discuția axându-se pe exploatările de petrol și gaze din Marea Nordului. #Manchester #G20 #DonaldTrump

Andy Burnham l-a invitat pe Donald Trump la Manchester pentru summitul G20, la câteva ore după ce a devenit prim-ministru
Szymon Janus Jul 16

Tak tylko przypomnę tym którzy oddają "przywództwo w regionie" Ukrainie, że to Polska jedzie na G20 jako przedstawiciel CEE/3SI/B9, a nie Ukraina. To Polska, a nie Ukraina, według Trumpa i części amerykańskich polityków, powinna dołączyć do G20 na stałe, jako reprezentant regionu. To Polska, a nie Ukraina, przewodzi NATOwskim wojskom cyber, współpracuje z amerykańskimi siłami kosmicznymi i siłami specjalnymi. To Polska, a nie Ukraina, buduje jedną z największych na świecie konstelacji rozpoznania satelitarnego. Polska w czasie pokoju wydaje na wojsko połowę tego co Ukraina w czasie wojny. Tam gdzie dla Ukrainy jest sufit, dla nas jest podłoga. Co zabawne, w tym wypadku ukrainofilia (Zełenski to lider wolnego świata!) i ukrainofobia (Ukraina jest potężna, podbiją nas w tydzień!) to dwie strony tej samej monety. Monety przedstawiającej całkowitą odklejkę. #Polska #Geopolityka #G20

Onet.pl Jul 15

W artykule Washington Post eksperci argumentują, że Polska, dzięki dynamicznemu wzrostowi gospodarczemu, roli lidera w obronności oraz potrzebie reprezentacji Europy Środkowej, powinna na stałe dołączyć do G20, aby pomóc przywrócić organizacji jej fundamentalną misję w kontekście globalnej polityki gospodarczej, którą planuje przywrócić Donald Trump. #Polska #G20 #DonaldTrump

"Washington Post" o Polsce w G20. Eksperci wymieniają trzy argumenty
WarNewsPL Jul 15

🇵🇱🇺🇸 ❗️@realDonaldTrump może zabiegać o to, by Polska uzyskała stałe członkostwo w G20 - piszą Peter Rough i Ulrich Speck na łamach "Washington Post" #Polska #G20 #DonaldTrump

rmf24.pl Jul 15

Autorzy Peter Rough i Ulrich Speck sugerują, że Polska, jako dynamicznie rozwijający się kraj, powinna otrzymać stałe miejsce w G20, odzwierciedlając jej znaczenie w Europie i w światowej gospodarce, podczas gdy forum to, pod przewodnictwem Trumpa, mogłoby wrócić do swojej pierwotnej misji skupiającej się na wzroście gospodarczym i innowacjach. #Polska #G20 #gospodarka

Trump nakreślił scenariusz dla Polski? „Odzwierciedlenie zasłużonej pozycji Warszawy”

Neun Jahre nach den gewaltsamen Ausschreitungen beim G20-Gipfel in Hamburg wurden drei Polizeibeamte wegen gemeinschaftlicher gefährlicher Körperverletzung im Amt zu Geldstrafen verurteilt, nachdem sie einen damals 29-jährigen Mann während der Proteste mit Schlagstöcken und Fäusten attackiert hatten. #Körperverletzung #Polizei #G20Gipfel

Hamburg: Polizisten neun Jahre nach G20-Gipfel verurteilt