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#Hospitais
Lula 16h

A força do SUS passa pela qualidade dos seus profissionais e pelos investimentos em tecnologia. Com avanços como a cirurgia robótica e os tratamentos ortobiológicos, os hospitais federais estão ampliando o acesso a procedimentos de alta complexidade, oferecendo mais precisão, inovação e qualidade no cuidado aos pacientes. É assim que a saúde pública brasileira segue avançando, com cada vez mais excelência para cuidar da população. ❤️🏥 #SaúdePública #Inovação #Qualidade

O artigo discute o aumento alarmante dos internamentos indevidos em hospitais em Portugal, que mais do que duplicaram nos últimos quatro anos, destacando a falta de suporte familiar e institucional para os idosos, e a necessidade urgente de implementar serviços de apoio domiciliar para evitar este tipo de abandono familiar. #AbandonoFamiliar #Saúde #Solidariedade

Abandono familiar: crime sem castigo?

O Instituto Português do Sangue e da Transplantação alertou para a redução preocupante das reservas de sangue, especialmente nos grupos sanguíneos A+, A-, O+ e O-, e fez um apelo à população para que efetue dádivas antes ou durante as férias, destacando que a necessidade de transfusões sanguíneas nos hospitais permanece constante. #DádivaDeSangue #Saúde #InstitutoPortuguêsDoSangue

Reservas de sangue em baixa, instituto apela a dádivas

A gente já fez tanta coisa que você talvez nem saiba de tudo. Então vamo lá... Entregamos mais de 12 hospitais pelo estado e criamos a Tabela SUS Paulista, que remunera até 5x mais do que a tabela federal. Com isso, conseguimos reabrir mais de 8 mil leitos e realizar cerca de 4 milhões de cirurgias. Levamos inteligência artificial para a Saúde, a Educação e a Segurança Pública com a Muralha Paulista, que identifica criminosos em tempo real na nossa central, contribuindo para a redução dos índices de criminalidade aos menores níveis da história. Aceleramos a expansão do Metrô com a entrega de duas novas linhas: a Linha 6 e a Linha 17, que estava há 12 anos travada no papel. Acabamos com a Cracolândia, devolvendo o Centro de São Paulo para as pessoas. Tiramos do papel o Túnel Santos-Guarujá, o novo Centro Administrativo, concluímos o Rodoanel e ainda temos mais de R$ 100 bilhões em obras que vão transformar São Paulo até 2030. No final das contas, tudo isso só mostra uma coisa: o impossível só existe até alguém decidir fazê-lo. #SãoPaulo #Inovação #Saúde

Hospitais portugueses têm um prazo de três anos para se prepararem para o Espaço Europeu de Dados de Saúde (EHDS), um projeto ambicioso que visa a reutilização segura e controlada dos dados de saúde para apoiar pesquisa e inovação, exigindo uma transformação organizacional significativa e a catalogação meticulosa dos conjuntos de dados existentes. #EHDS #DadosDeSaúde #TransformaçãoOrganizacional

Espaço Europeu de Dados de Saúde: prazo de 3 anos

@mwoosis meu deus sim, eu amava ver ele novo indo em hospitais e fazendo tudo pra animar as crianças, ouvindo elas e sendo uma pessoa queridíssima no pessoal. hoje em dia, infelizmente, ele é alguém podre, tanto no pessoal quanto no profissional, chega a dar nojo pensar no que ele virou #Transformação #Desilusao #Heroi

Nunca recebi qualquer pedido do Presidente @CostaNetoPL para indicar emendas e, justamente por isso, sinto-me à vontade para esclarecer algo que nem todos conhecem: a indicação de emendas parlamentares é uma prática do ofício de todos os deputados e senadores, independentemente de partido ou espectro ideológico. Não é incomum, inclusive, que parlamentares de diferentes correntes políticas combinem entre si a destinação desses recursos para as mesmas instituições. Não é motivo de espanto, portanto, ver hospitais recebendo emendas de deputados tanto de direita quanto de esquerda. Trata-se do funcionamento normal do processo orçamentário. Transformar a mera indicação de emendas em algo criminoso é uma interpretação que só encontra respaldo em uma leitura visivelmente enviesada e política do direito, incompatível com a isenção que se espera do Judiciário - mas completamente esperado de um comunista totalitário, que foi colocado na corte para perseguir os adversários políticos do Lula. #Política #EmendasParlamentares #Justiça

SB 2w

Taylor Swift está financiando hospitais infantis após corte de gastos de Trump. https://t.co/F3qwBsFBF5 #TaylorSwift #SaúdeInfantil #Solidariedade

A Entidade Reguladora da Saúde alerta para a elevada concentração da oferta hospitalar não pública em Portugal, onde 82% da população vive em áreas com poucos grupos privados dominantes, o que pode resultar em situações de monopólio e preços predatórios, além de limitar o acesso a novos operadores e a diversidade de serviços. #Saúde #HospitaisPrivados #Concentração

Há uma elevada concentração de oferta hospitalar não pública
A

Na criminosa guerra de Vladimir Putine e do expansionismo imperialista russo em solo ucraniano, há um padrão que se repete. Enquanto a Rússia continua a bombardear zonas residenciais, hospitais, escolas, mercados e outras infraestruturas civis na Ucrânia, provocando vítimas inocentes, ... Já os ataques ucranianos em território russo concentram-se sobretudo em infraestruturas energéticas, bases militares, fábricas de armamento e outros elementos da máquina de guerra. Ao mesmo tempo, no terreno, os avanços russos permanecem reduzidos e são obtidos à custa de perdas humanas muito elevadas. Esta imagem ilustra duas realidades distintas: a criminosa agressão russa contra um Estado soberano ... e ... E o direito desse Estado, a Ucrânia, a defender legitimamente a sua liberdade, a sua população e a sua independência.

"Sou do Alasca e tô grávida no RJ.Estava ansiosa pq minha experiência em hospitais nos EUA não são das melhores. Vc é tratado como cliente. A cultura brasileira é mt acolhedora e me tratam como humano. E vou pra casa sem pagar nada. SUS e Brasil, te amo." https://t.co/Yyj1tPbLxm #SUS #Brasil #Gravidez

Lula 3w

Revolucionar a saúde no Brasil é também realizar sonhos. Ontem, ouvi de um médico em Alagoinhas (BA) uma frase que me marcou. Ele disse que conhecia equipamentos como os que estamos entregando ao SUS apenas de hospitais no exterior e que nunca imaginou ver uma tecnologia dessas no Brasil. É isso que queremos: trazer o que há de mais moderno para cuidar da nossa população. E esse avanço também transforma a vida dos profissionais da saúde, que passam a trabalhar com tecnologia de ponta e têm ainda mais orgulho de fazer parte do SUS. Quando investimos na saúde, investimos nas pessoas. E não existe transformação maior do que essa. 🎥 @ricardostuckert #Saúde #Brasil #Inovação

Portugal enfrenta uma preocupante onda de calor, classificada como de risco elevado, levando as autoridades a emitirem alertas e a reforçarem a capacidade dos hospitais devido aos riscos comprovados para a saúde, como o aumento da mortalidade e hospitalizações. #OndaDeCalor #SaúdePública #Incêndios

Porque é que esta onda de calor preocupa tanto?

A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, anunciou que os hospitais de Portugal ativaram planos de contingência para enfrentar a vaga de calor, embora reconheça a falta de profissionais devido às férias de verão, enquanto o Instituto Português do Mar e da Atmosfera prevê temperaturas máximas de até 44 graus por pelo menos uma semana. #Calor #Saúde #Contingência

21h. Calor. Hospitais ativaram planos de contingência

A Matemática Selectiva Quando se mexe no denominador e se finge que o numerador não existe Há uns anos, tocou-me à campainha um recenseador do INE, prancheta debaixo do braço, a perguntar quantas pessoas viviam em minha casa. Contei os nomes, ele anotou, despediu-se com um sorriso burocrático e foi tocar à porta seguinte. Nunca imaginei que aquele gesto tão modesto — contar gente, uma casa de cada vez — pudesse, anos depois, decidir se o país é rico ou pobre. O INE, que durante anos jurou que éramos cerca de 10,7 milhões, anunciou agora que afinal somos 11,4 milhões. Mudou a contagem. Não mudou nada em minha casa. E, como quem muda uma lâmpada sem avisar, deixou o país às escuras durante uns segundos, até percebermos o que isto significa. O problema não é a luz. É o timing. A cronologia ajuda a perceber o desconforto. Os dados de 2021 foram publicados definitivamente em Setembro de 2023, ainda com a população antiga. Durante 2022, 2023 e 2024 governou-se com essa régua curta, sem que ninguém parecesse preocupado com o facto de estarmos a medir produtividade, pressão hospitalar e necessidades escolares com uma população que não existia. Só em Janeiro de 2025 o INE anunciou que Portugal tinha afinal 11,4 milhões de residentes, graças à integração dos dados da AIMA, da Segurança Social, das Finanças e de outros serviços públicos. E só em 2026 é que o debate público explodiu, como se a queda do PIB per capita fosse uma descoberta súbita e não o resultado de quatro anos de estatística mal calibrada. Mas o detalhe mais curioso não está na cronologia. Está na matemática. Alterar apenas o denominador de uma fracção e manter o numerador intacto é, no mínimo, controverso — para não dizer enganador. O PIB não mudou. O que mudou foi o número de pessoas a dividi-lo. É como actualizar o número de convidados de um jantar sem contar os pratos que eles trouxeram. A fracção desce, claro, mas não porque o jantar ficou mais pobre — apenas porque a contagem ficou a meio caminho. E, no entanto, esta operação aritmética é agora apresentada como diagnóstico económico, como se a queda do PIB per capita revelasse uma verdade profunda sobre o país, quando revela apenas um erro técnico que demorou quatro anos a ser corrigido. E aqui entra o ponto que quase ninguém menciona, talvez porque estraga a narrativa conveniente. Se o INE descobriu que afinal havia mais gente no país — gente que consome, trabalha e produz — então não basta corrigir o denominador. O numerador também deveria ser revisto. A chamada "Economia Não Declarada" não é um conceito académico: é consumo real que não foi contado, trabalho real que não foi medido, produção real que nunca entrou nas contas. O próprio INE confirmou que vai rever esta estimativa. E, ao fazê-lo, admite que havia riqueza real que não estava a ser captada. Ora, se havia riqueza não captada, o PIB estava subestimado. E se o PIB estava subestimado, corrigir apenas o denominador é uma operação incompleta — e politicamente útil. Mas a política raramente resiste a uma oportunidade. Em vez de se perguntar como é que andámos anos a planear hospitais, escolas e políticas económicas com uma população mal contada, preferiu-se concluir que o problema é dos trabalhadores, que não produzem o suficiente, que precisam de mais "flexibilidade". É uma leitura tão previsível que quase parece ensaiada. A estatística tropeça; o discurso moral levanta-se. E tudo isto sem que ninguém explique como é que uma reforma laboral resolve um erro de contagem. A verdade é que a produtividade portuguesa não se mede na força dos braços, mas na estrutura das empresas. E essa estrutura é, há décadas, o nosso segredo mal guardado. Temos um país onde 99,9% das empresas são PME, e onde 96% são microempresas. Negócios familiares, muitos deles geridos com boa vontade, mas pouca formação. Cerca de 42% dos empregadores têm apenas o ensino básico. É um número que raramente aparece nos debates, talvez porque desmonta a explicação confortável de que o problema é "cultural" ou "comportamental". Não é. É estrutural. Há uma frase do escritor escocês Andrew Lang que devia estar emoldurada em todos os gabinetes de comunicação: as estatísticas são como um candeeiro para um bêbedo — servem para se apoiar, não para iluminar o caminho. A revisão demográfica do INE deveria ter servido para iluminar: a qualidade dos dados, a capacidade do Estado para contar quem cá vive, a necessidade de planear políticas com base na realidade. Em vez disso, serviu de apoio a um discurso antigo, que culpa os trabalhadores por problemas que não criaram e que não podem resolver sozinhos. E é aqui que a crónica vira. Porque, leitor, a sua vida não mudou com a revisão do INE. O seu salário é o mesmo. A sua factura da luz, infelizmente, também. Mudou apenas o discurso em torno dele, que tenta agora transformar um erro técnico numa lição moral sobre produtividade. Mas a pergunta que importa é outra: como é que um país pretende ser competitivo quando a maioria das suas empresas não tem estrutura para competir? No fim, resta-lhe esta reflexão: quando ouvir falar de "produtividade", pergunte-se se estão a falar de si — ou de um país que insiste em medir-se com uma régua que nunca coube na realidade. Fontes para aprofundar • INE — Estimativas de População Residente, 2025 (divulgação oficial): o documento-fonte com os 11 424 031 residentes e a revisão da série 2021-2024. ine.pt • Jornal Económico — "Portugal perde três lugares no ranking europeu do PIB per capita": detalha a queda de 81% para 77% da média da UE e a posição relativa face a Polónia, Estónia, Croácia e Roménia, com os cálculos do economista Óscar Afonso. jornaleconomico.sapo.pt • RTP — "População residente em Portugal atinge 11,4 milhões. 14% são estrangeiros": explica a mudança de metodologia — de censos para registos administrativos, incluindo dados da AIMA. rtp.pt • CNN Portugal / SOL — "INE vai rever PIB, emprego e outros indicadores per capita": o calendário oficial das revisões em cascata, incluindo o recálculo das Contas Nacionais previsto para Março de 2027. cnnportugal.iol.pt • INE — Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas (2025): a estatística estrutural usada na crónica — 99,9% das empresas portuguesas são PME, 96,7% microempresas. ine.pt • JN — "Os números pregam partidas" (opinião): outra leitura crítica do mesmo episódio estatístico, com uma ironia complementar à desta crónica. jn.pt

Cerca de 150 milhões de europeus enfrentarão temperaturas superiores a 35°C nesta sexta-feira devido a uma intensa onda de calor que afeta a Europa, com recordes de calor já registrados em várias nações e hospitais começando a operar em situação de emergência. #OndaDeCalor #ClimaEuropeu #AlteraçõesClimáticas

150 milhões de europeus enfrentam altas temperaturas

Há Coisas do Diabo Em que dormi no 18.º lugar da Europa e acordei no 22.º, sem ter mudado de cama Há coisas do Diabo. Mal acordo, vejo esta notícia: afinal somos mais pobres do que supúnhamos. Não pela noite, nem pelo Carnaval, nem por nenhum vício recente — mas por decreto estatístico. O Instituto Nacional de Estatística, essa entidade que nos mede como se fôssemos gado em feira, decidiu que somos mais. Muito mais. De 10,7 milhões passámos, da noite para o dia, para 11,4 milhões de almas. E, como a aritmética não perdoa nem aos optimistas, o bolo actual é o mesmo de sempre, mas agora há mais bocas à mesa. O resultado: cada fatia ficou mais fina. Com base nos dados mais recentes, Portugal passa a apresentar um PIB per capita em paridades de poder de compra equivalente a 77% da média da União Europeia. Antes da revisão, eram 81%. Deitei-me no 18.º lugar do pódio europeu e acordei no 22.º, ultrapassado pela Polónia, pela Estónia, pela Croácia e pela Roménia — países que, há uma geração, olhavam para Portugal como quem olha para um primo rico que foi à praia descobrir o mundo. Confesso que fiquei preocupado. Corri a ver o saldo bancário. Estava igual. Contei os problemas: os mesmos de sempre, nem um a mais, nem um a menos. As contas continuam com o valor de ontem. E pensei: que raio de estatística é esta, que me empobrece sem me tirar um tostão do bolso? A resposta, como quase tudo nesta vida, está na diferença entre o que parece e o que é — distinção que já preocupava os gregos e que continua a confundir ministros das Finanças. O PIB per capita não mede riqueza pessoal; mede a riqueza do país a dividir pelo número de portugueses, reais ou apenas agora descobertos. E descobriram-se quase setecentos mil, a maior parte deles chegados pela porta da imigração, não pela cegonha. A economia cresceu, sim — mas cresceu a reboque de mais gente a trabalhar, não de mais produtividade por cabeça. É a diferença entre um restaurante que factura mais porque pôs mais mesas na rua e um restaurante que factura mais porque o cozinheiro encontrou finalmente a receita óptima para o arroz de tamboril. Convém recordar que esta confusão entre crescer e enriquecer não é propriamente nova por aqui. Já D. Sebastião confundia grandeza com extensão, e tinha por objectivo um império que a demografia não sustentava, rumo a Alcácer Quibir. Nós, mais modestos, confundimos crescimento do PIB com prosperidade, e fomos a Bruxelas exibir números que agora se revelam inflacionados por um erro de contagem. Benjamin Disraeli — ou foi Mark Twain a citá-lo, a história nunca se entende bem nestas coisas, como os nossos próprios censos — dizia haver três tipos de mentira: as mentiras, as mentiras descaradas e as estatísticas. Esta semana, Portugal aprendeu-o na pele. O mais inquietante não é a posição no ranking — lugares europeus sobem e descem como o Benfica na fase de grupos —, mas o facto de termos governado o país, durante anos, com um mapa errado. Decidimos a direcção dos recursos, calculámos produtividade, pressão sobre hospitais e escolas, tudo isso com base numa régua mal calibrada, medindo uma população que não existia. E o que é mais português do que isso: descobrir, com um atraso considerável e um certo embaraço, que a bússola estava furada desde o início? Há, no entanto, um consolo modesto nesta história, e é esse o ponto a que quero chegar. A sua vida, leitor, não mudou esta noite. O seu salário é o mesmo. As suas contas, as mesmas. O seu lugar na fila do centro de saúde, infelizmente, também é o mesmo. O que mudou foi um número que vive em Bruxelas e em Lisboa, dentro de um quadro Excel, alheio ao seu quotidiano. E talvez seja boa altura para perguntarmos, com a frieza de quem já viu estatísticas nascerem e morrerem: quanto da nossa ansiedade colectiva depende de números que não tocamos, não comemos e não levamos para casa? Porque se há lição nesta crónica do INE, é esta: continuamos a medir a nossa dignidade pela posição numa tabela, quando deveríamos medi-la pelo que conseguimos fazer com o que realmente temos. E isso, ao contrário do PIB per capita, ninguém revê a meio da noite.

Lula 4w

Em Ponta Porã (MS), anunciamos nesta tarde uma série de ações para fortalecer a agricultura familiar e avançar com a reforma agrária. 1️⃣ Entregamos 1.390 títulos de propriedade para famílias assentadas em uma região que produz grãos, frutas, leite, hortaliças e trabalha a criação de pequenos animais. O documento definitivo da terra significa tranquilidade para investir, produzir mais e acessar linhas de crédito. 2️⃣ Anunciamos R$ 20 milhões para modernizar cooperativas, melhorar o armazenamento de grãos, reduzir perdas e impulsionar o desenvolvimento sustentável. 3️⃣ Assinamos novos contratos do Programa de Aquisição de Alimentos, que permite comprar direto dos pequenos produtores alimentos orgânicos e saudáveis para usar na merenda escolar, em cozinhas solidárias, hospitais públicos e projetos sociais. 4️⃣ Mais de R$ 8 milhões foram liberados em crédito para melhoria de moradias e apoio aos assentados. 5️⃣ Acordo que transforma grandes dívidas de impostos de empresas com a União em terras para reforma agrária. São mais de 72 mil hectares (área equivalente a 100 mil campos de futebol) destinados para assentar mais de 5,7 mil famílias. Garantir terra, crédito e estrutura para a agricultura familiar é gerar renda no campo e comida barata e de qualidade na cidade. Cuidar de quem coloca o alimento na mesa do povo brasileiro é prioridade do Governo do Brasil. 📸 @ricardostuckert #AgriculturaFamiliar #ReformaAgrária #DesenvolvimentoSustentável

Venezuelanos desesperados pedindo ajuda urgente para o resgate de pessoas soterradas. Reclamam da falta de meios do estado. Falta de tudo, desde equipes de resgate, ambulâncias, hospitais, até equipamento pesado para a remoção de entulhos. #hojenomundomilitar https://t.co/A3W0ZvLqqa #Venezuela #AjudaHumanitária #DesastreNatural

Um forte sismo na Venezuela causou 164 mortos e deixou hospitais sobrecarregados, enquanto o governo busca ajuda internacional e revela a criação de um fundo de US$ 200 milhões para reconstrução das infraestruturas afetadas. #Venezuela #Sismo #AjudaHumanitária

12h. Sismo na Venezuela. Hospitais estão assoberbados