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#Magnitsky

Eduardo Bolsonaro questioned what crime he would be extradited for and asked why Trump had signed Magnitsky sanctions against Alexandre de Moraes. He stated that the federal police officers who had followed what he called an illegal path in the case of Alexandre Ramagem ended up being sent back to Brazil. https://t.co/9gAxfLzUuT #Política #Justiça #DireitosHumanos (translated)

Rodrigo Constantino joked that it would be difficult to explain to American authorities the conviction of someone who supported the United States' decision against Moraes and considered the application of the Magnitsky Act to the minister, whom he called corrupt, to be correct. He said that the convicted person could then ask if they would be sent to Brazil to serve their sentence. #justiça #Brasil #política (translated)

Eduardo Bolsonaro stated that, if necessary, they would work for more than one impeachment and for Magnitsky measures, until, according to him, judges he called criminals ceased to have so much decision-making power. https://t.co/fZAeIMtVZe #Impeachment #Justiça #Corrupção (translated)

Julio Schneider claimed that Alexandre de Moraes had canceled Eduardo Bolsonaro's passport, who, according to him, had been living in the United States since 2025 with a green card. Schneider stated that the decision would not lead to Bolsonaro's arrest but would turn him into a privileged political refugee. He also claimed that Bolsonaro was the family representative in Washington and that, without a passport, he would have less to lose in Brazil, while American authorities would have one more reason to accelerate sanctions under the Magnitsky Act against Moraes. #EduardoBolsonaro #LeiMagnitsky #PolíticaBrasileira (translated)

Flávio Gordon wrote that, although some were more restrained, he advocated for impeachment, Magnitsky, and imprisonment. https://t.co/GPqyoTUrjS #Impeachment #Política #Brasil (translated)

Alfred Newmann stated that the debate, which he claimed was anticipated by the public and reported by the international press, had been canceled due to interference from the Supreme Federal Court (STF). He classified the episode as an international disgrace and advocated for the application of Magnitsky measures against all those he called judicial dictators. #DebateCancelado #LiberdadeDeExpressão #Justiça (translated)

Reportagens de O Globo e Estadão revelaram que Alexandre de Moraes procurou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, em pelo menos quatro ocasiões — incluindo ligações repetidas no mesmo dia — para interceder a favor do Banco Master, de Daniel Vorcaro. O ministro teria defendido a instituição e pedido apoio à compra pelo BRB. O BC acabou vetando a operação por falta de viabilidade e indícios de fraude de mais de R$ 12 bilhões. Vorcaro foi preso e o banco liquidado. Moraes negou as conversas sobre o Master, admitindo apenas reuniões para tratar das sanções da Lei Magnitsky aplicadas pelos EUA contra ele e sua esposa. O escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes tinha contrato com o Master que previa cerca de R$ 3,6 milhões mensais por três anos, totalizando mais de R$ 129 milhões. A oposição já fala em CPI e pedido de impeachment. Mais um capítulo do juiz político que se mete em tudo. Moraes usa o poder do cargo para proteger interesses próximos enquanto censura opositores e decide o destino de investigações. O conflito de interesses é gritante. No Brasil de Lula e do STF ativista, a separação de Poderes virou ficção. Quem fiscaliza o fiscalizador? #AlexandredeMoraes #BancoCentral #CPI

🚨ATENÇÃO: Advogado de Vorcaro propôs ‘estratégia matadora’ para livrar ‘amigo Alexandre’ da Magnitsky https://t.co/SOcXwRIvbD #advocacia #justiça #EstratégiaLegal

🚨 MALU GASPAR EXPONDO NOVAS MENSAGENS SOBRE MORAES E BANCO MASTER malu gaspar detalhou as reuniões e revelou a conexão entre alexandre de moraes e galípolo. moraes afirmou que a reunião não tinha relação com o banco master e que o assunto era a aplicação da lei magnitsky. agora, com os novos detalhes sobre as reuniões, essa versão fica em xeque. #MaluGaspar #AlexandreDeMoraes #BancoMaster

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Malu Gaspar detona a narrativa de que Moraes não tem relação com Vorcaro. As mensagens de Walfrido Warde com Daniel Vorcaro tratam Moraes como amigo. Depois da Magnitsky, o advogado sugere ação na Corte Interamericana para tirá-lo da sanção. Em julho de 2025, com o Master em crise na venda ao BRB, ocorre a reunião suspeita de Moraes com Galípolo. Fontes dizem que o ministro tratou de resolver o assunto do Master. Vorcaro e o advogado usavam Moraes como ponte para isso. #Política #Justiça #Corrupção

🚨ASSISTA o @pfigueiredo08 Show de ontem 22/9 Moraes em inúmeras vezes ACUSA Mendonça de agir eleitoralmente e com apoio estrangeiro, citando as sanções da Magnitsky e visto 🇷🇴É a narrativa que anulou a eleição na Romênia, ganha pelo direitista Georgescou @CG_Romania. Fizeram outra eleição e a direita perdeu https://t.co/HB7Kiu4N2D #Eleições #Política #Notícias

Trecho: "O plano envolvia acionar a Corte Interamericana de Direitos Humanos sob a alegação de que o governo Trump estava atacando um ministro do STF para viabilizar a eleição de Jair Bolsonaro nas eleições de 2026". O contexto era a aplicação da Magnitsky contra Moraes. https://t.co/xfpYEIED66 #DireitosHumanos #Justiça #Política

🚨* Urgente: Deputados da União Europeia pedem análise de sanções contra autoridades brasileiras* Deputados da União Europeia enviaram hoje uma carta à Alta Representante da UE, @kajakallas, denunciando a crise do Estado de Direito no Brasil, a politização do Judiciário e as graves alegações de corrupção que envolvem o Supremo Tribunal Federal. Os signatários são @FidanzaCarlo, @AdamBielan e @Kaminski_M_. A carta aponta o ministro Alexandre de Moraes, os contatos com Daniel Vorcaro no escândalo do Banco Master, o contrato de R$ 130 milhões com o escritório da mulher do ministro e o papel central de Moraes na condenação de Jair Bolsonaro. Os eurodeputados mencionam expressamente as sanções americanas impostas pela Lei Magnitsky e pedem que a União Europeia estude medidas semelhantes. Não são só os Estados Unidos. O mundo civilizado está chocado com o grau de corrupção e de disfuncionalidade institucional do Brasil. Na carta, eles cobram três medidas concretas. Primeiro, uma avaliação urgente das acusações contra Alexandre de Moraes e da conduta do STF em processos politicamente sensíveis, inclusive possíveis violações da liberdade de expressão, do devido processo legal e do pluralismo político. Segundo, um exame sobre se a conduta documentada de Moraes, inclusive os fundamentos usados pelos Estados Unidos nas sanções Magnitsky, justifica sanções europeias contra os responsáveis. Terceiro, monitoramento independente e rigoroso de todo o processo eleitoral de 4 de outubro — não só da votação e da apuração, mas também da censura, do tratamento dos candidatos, das decisões judiciais e da imparcialidade das autoridades. #Brasil #UE #Corrupção

A carta traduzida: À Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Vice-Presidente da Comissão Europeia Sra. Kaja Kallas Senhora Alta Representante, Escrevemos-lhe à luz das alegações profundamente preocupantes sobre a crescente crise do Estado de Direito no Brasil, a politização do Poder Judiciário e o seu uso contra opositores políticos, bem como escândalos de corrupção de alto nível, incluindo relatos particularmente perturbadores em torno do Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil. A credibilidade das instituições democráticas brasileiras, a independência e a imparcialidade do seu Judiciário e a integridade do próximo processo eleitoral exigem a nossa particular atenção, especialmente à luz dos crescentes laços econômicos entre o Brasil e a União Europeia. Os desenvolvimentos recentes levantam sérias questões sobre a responsabilização judicial, a liberdade de expressão política, a igualdade na competição política e a possibilidade de interferência institucional indevida no processo democrático no Brasil. De particular preocupação é a conduta e a aparente falta de transparência do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, que já esteve no centro de procedimentos altamente controversos relativos à liberdade de expressão. Como a União Europeia reafirmou recentemente perante o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, ela “permanece firmemente comprometida com a defesa da liberdade de expressão e com a promoção de um ambiente seguro e favorável no qual essa liberdade possa ser exercida livremente”. Esse compromisso deve ser refletido de forma consistente nas relações da União com os seus parceiros internacionais, especialmente onde a UE busca aprofundar laços políticos e econômicos. Em 30 de julho de 2025, o Office of Foreign Assets Control do Departamento do Tesouro dos Estados Unidos impôs sanções ao ministro de Moraes com base na Ordem Executiva 13818, que implementa a Lei Global Magnitsky de Responsabilização por Direitos Humanos. O Tesouro dos EUA acusou-o de autorizar prisões preventivas arbitrárias, suprimir a liberdade de expressão e conduzir processos politicamente motivados, inclusive envolvendo o ex-presidente do Brasil Jair Bolsonaro. Revelações recentes intensificaram ainda mais as preocupações em torno do ministro de Moraes. Material divulgado a partir de uma investigação da Polícia Federal brasileira levantou questões sobre os seus contatos com Daniel Vorcaro, o banqueiro no centro do escândalo do Banco Master, incluindo possíveis trocas relativas à investigação. Outras preocupações decorrem de relatos de um contrato de R$ 130 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia da esposa do ministro de Moraes. Dado o papel central de de Moraes nos processos que levaram à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, essas revelações levantam sérias questões sobre a imparcialidade judicial e justificam um escrutínio independente e transparente. Nesse contexto, acreditamos que meras expressões de preocupação já não são suficientes. Por isso, apelamos à Alta Representante para que tome medidas concretas em resposta a esses desenvolvimentos. Primeiro, pedimos que o SEAE realize uma avaliação urgente das alegações relativas ao ministro Alexandre de Moraes e da conduta mais ampla do STF em processos politicamente sensíveis, incluindo possíveis violações da liberdade de expressão, das garantias do devido processo legal, do pluralismo político e de outros direitos fundamentais. #DireitosHumanos #LiberdadeDeExpressão #Democracia

Segundo, pedimos um exame sobre se a conduta documentada atribuída ao ministro de Moraes, incluindo os fundamentos citados pelos Estados Unidos ao impor as sanções da Lei Magnitsky Global, deve justificar medidas restritivas no âmbito do respectivo regime europeu de sanções por violações de direitos humanos. Caso provas credíveis estabeleçam responsabilidade por violações ou abusos graves de direitos humanos abrangidos por esse regime, a União deve estar preparada para impor medidas seletivas contra os indivíduos responsáveis. Terceiro, tendo em vista o primeiro turno da eleição presidencial em 4 de outubro de 2026, pedimos um monitoramento particularmente rigoroso e independente de todo o processo eleitoral, a fim de garantir a sua integridade e salvaguardar a credibilidade das eleições. A União Europeia deve utilizar todos os instrumentos diplomáticos e de observação eleitoral adequados de que dispõe para verificar se as eleições são realizadas de forma livre, justa e transparente e se os resultados oficialmente anunciados refletem com precisão os votos depositados pelos cidadãos brasileiros. Esse escrutínio deve abranger não apenas a votação e a apuração, mas todo o ambiente eleitoral, incluindo o tratamento dos candidatos, o acesso aos meios de comunicação, restrições ao discurso político, censura ou remoção de conteúdo político, decisões judiciais que afetem candidatos e campanhas, o funcionamento dos sistemas de votação e de totalização, a publicação e a verificação dos resultados, e a existência de procedimentos efetivos para impugnar alegadas irregularidades. Dada a extraordinária influência política exercida pelo STF nos últimos anos, deve ser dada particular atenção à questão de saber se as autoridades judiciais e eleitorais atuam com imparcialidade e se abstêm de medidas que possam favorecer ou prejudicar indevidamente qualquer candidato presidencial. A União Europeia não pode defender de forma credível a democracia, os direitos humanos e o Estado de Direito no plano internacional enquanto permanecer em silêncio quando graves violações ocorrem numa das instituições judiciais mais poderosas de um país parceiro crucial. Por isso, instamos Vossa Excelência a assegurar que a União Europeia trate a situação no Brasil com a seriedade que ela exige, monitore de perto a condução da próxima eleição presidencial, avalie as alegações relativas ao ministro Alexandre de Moraes e ao STF, e esteja pronta a adotar medidas apropriadas quando provas credíveis estabelecerem violações graves de direitos fundamentais. Pedimos ainda que Vossa Excelência preste contas ao Parlamento Europeu e aos abaixo-assinados sobre essas questões, incluindo qualquer ação adotada ou prevista. Nesse sentido, apreciaríamos uma resposta descrevendo as medidas concretas que o SEAE pretende tomar antes da próxima eleição presidencial no Brasil. Atenciosamente, Adam Bielan, eurodeputado Carlo Fidanza, eurodeputado Mariusz Kamiński, eurodeputado Bruxelas, 21 de setembro de 2026 #DireitosHumanos #Eleições2026 #UniãoEuropeia

Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo dizem que os alvos da Magnitsky expandida seriam Gilmar Mendes e Flávio Dino. Mas há outro nome que faz mais sentido, o único nome de ministro que apareceu no relatório do USTR: Dias Toffoli. Por estimular a corrupção perdoando as indenizações bilionárias. Alexandre de Moraes não foi mencionado, mas suas ações sim: várias páginas dedicadas às suas ordens de censura. #Magnitsky #Corrupção #Justiça

EDUARDO DIZ QUE NÃO É HORA DE 'NEPALIZAR' E QUE MAGNITSKY É DECISSÃO DOS EUA. AO VIVO https://t.co/jtSkCuvgH9 #Educação #Política #DireitosHumanos

8) COLETIVA NO DEPARTAMENTO DE ESTADO -Além de Magnitsky, o que mais pode acontecer? -Novidades no combate ao CV e PCC? *Com @pfigueiredo08 **Completo em👇 https://t.co/bDya8x6jMb https://t.co/sZq1So8C4E #DireitosHumanos #Política #Corrupção

A matéria de capa do Estadão desta quinta-feira, 17 de setembro, revela que o governo Trump incluiu nas negociações com Lula, em outubro de 2025, uma exigência “desconhecida”: o Brasil deveria se comprometer com uma eleição presidencial “livre e justa” em 2026 e não poderia “deter arbitrariamente, prender ou limitar” a participação de “dissidentes políticos”. O documento está marcado “Draft/Deliberative/Pre-Decisional”, e registra uma posição apresentada por Washington, não um acordo assinado nem uma obrigação aceita por Brasília. Em 30 de julho de 2025, Trump afirmou por ordem executiva que o tratamento dado a Jair Bolsonaro ameaçava, na visão de seu governo, a capacidade do Brasil de realizar uma eleição “livre e justa” em 2026. No mesmo dia, o Tesouro sancionou Alexandre de Moraes pela Lei Global Magnitsky, acusando-o de detenções arbitrárias, censura e processos politizados. O comunicado conjunto de 16 de outubro, após reunião de Marco Rubio, Jamieson Greer e Mauro Vieira, não mencionou “dissidentes políticos” nem compromisso eleitoral. Falou apenas em “conversas muito positivas”. Em junho de 2026, o USTR concluiu que tribunais brasileiros emitiram ordens secretas para remover conteúdo político e suspender perfis de residentes nos EUA. Em julho, Washington impôs tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. E aqui está o ponto em aberto: até a manhã desta quinta, nas fontes oficiais consultadas, Planalto e Itamaraty não haviam publicado resposta específica à cláusula revelada pelo Estadão, e não existe documento público demonstrando que Lula a tenha aceitado. A relação entre os países segue tensionada. O Brasil reteve o agrément ao indicado de Trump para a embaixada em Brasília, Daniel Perez, e negou vistos a dois integrantes do governo americano que pretendiam vir ao país antes da eleição. Washington respondeu revogando o visto da embaixadora brasileira. A cláusula sobre “dissidentes” ficou fora do comunicado final, mas a pressão americana continua. E o Itamaraty ainda não explicou como respondeu à exigência. Rejeitou, negociou ou aceitou algum compromisso? É essa resposta que o governo Lula ainda deve ao país. #Eleições2026 #RelaçõesInternacionais #Justiça

Gilmar ficou indignado, não com a roubalheira de R$ 200mi para a família Moraes, mas com a exposição de um dos seus aliados no STF. Ele achava que o assunto deveria ser tratado internamente, sem gerar constrangimentos até para a família de Moraes envolvida na ladroagem. Gilmar queria que o STF agisse igual a mafia, por isso se decepcionou com André Mendonça. Porém, faz tempo que até a imprensa pedia pela autocontenção do STF, num sinal claro que os abusos deveriam cessar, pois Bolsonaro já estava preso e inelegível, fora do jogo, sem representar mais ameaças. Não funcionou. Bastava ler um pouquinho da história de qualquer ditadura que já saberiam que um tirano jamais abre mão de seu poder voluntariamente. Desde sempre, conhecendo o inimigo, alertei que autocontenção não funcionaria, porque Moraes é bandido e eles só entendem uma linguagem: a da força. Não a toa o único momento que vimos o regime notoriamente acuado - e nestas oportunidades eles não cometem abuso de poder - e até mesmo um dos seus aposentando-se antecipadamente (Barroso) foi por conta das sanções americanas de retirada de visto e Magnitsky (OFAC). Assim sendo, seguiremos trabalhando aqui de fora, contra Moraes e seus aliados que como ratos corroem as instituições brasileiras. #STF #GilmarMendes #Corrupção