O artigo de Hugo Oliveira argumenta que, para que a NATO se mantenha relevante diante da crescente multipolaridade e das ameaças de potências como a China e a Rússia, a Europa deve emergir como uma força industrialmente soberana, solidária com a Ucrânia e competitiva em tecnologia, investindo na sua capacidade de defesa e inovando em setores estratégicos. #NATO #Inovação #Ucrânia

